Um dia de Sorte, Pedro Lanza
25 Capítulo 25
Enquanto o Pedro estava no telefone eu tava no corredor conversando com a minha mãe sobre tudo isso...
- Opa atrapalho? – disse o Pedro saindo do quarto
- Não amor, você já vai?
- Vou sim mais acho que antes eu preciso falar com a sua mãe – ele sorriu para ela e completou- Então dona patrícia
- pode chamar de tia paty – eu sussurrei baixinho
- Então ‘tia paty’ deve ser estranho pra você tudo isso e tal, mais é que eu me apaixonei pela teimosa da sua filha, ta bom que foi tudo tão rápido mais sabe aquela coisa de ‘amor há primeira vista?’ Então eu acho que aconteceu, e eu quero conhecê-la melhor e acho que a melhor forma é agente ficando junto de uma forma séria claro, pois eu há respeito muito, mais claro preciso da sua autorização – e fez aquela cara fofa que SEMPRE me convencia, espero que convença minha mãe também...
- Olha você me parece um bom moço e minha filha é louca por você, então eu permito só quero ver minha ‘menina’ feliz, só tem um porém...
- O que? – Ele nem se importou com esse ‘porem’ as palavras anteriores da minha mãe o deixou feliz demais pra ligar pra isso.
- Você vai ter que falar com o Pai dela – Quando minha mãe disse isso minha barriga deu um embrulho minha cabeça meio que travou eu fiquei desesperada mais em silencio.
- Ta eu falo sim, amanhã eu converso com ele, já vou amor to atrasado – me deu um selinho e abraçou minha mãe, eu o levei na porta me despedi toda feliz e depois entrei, minha mãe estava sentada no sofá assistindo TV e tomando sorvete. Eu fui à cozinha peguei uma colher para mim e sentei do lado dela.
- Mãe você sabe que vai ser difícil convencer o pai né? – falei pausadamente tomando sorvete.
-Eu sei que vai mais ele é seu pai tem que saber das coisas, mais o Pe Lanza com aquele sorrisão bonito e aquela educação toda aposto que convence seu pai – ela falou me passando confiança
- Espero viu mãe, ei dona paty não precisa o chamar de ‘pe lanza’ –e ri um pouco- só chama de “Pedro” ou “Pe” mesmo é melhor.
- Nossa ta bom eu chamo ele de Pedro – e deu uma risadinha também.
Depois de ficar lá um pouco eu subi pro meu quarto, não é que meu pai fosse ‘aquela monstro de 7 cabeças’ mais ele era um cara muito sério mais ainda me considerava como ‘a filhinha do papai’ e era bem difícil de convencê-lo e ainda mais o Pedro que meu pai mesmo não conhecendo, sempre falou que ele era um cara rico, metido, pegador e etc... Mas como minha mãe falou o Pedro ia o convencer sim! Pelo menos eu espero...
Depois esqueci um pouco esse assunto e fui tomar banho e me arrumar para ir pro curso que começava 19 horas coloquei uma roupa básica calça blusa baby look tênis e fui... Chegando lá encontrei com a Laris que também era apaixonada por fotografia (ela é da minha sala no curso) e logo sai correndo pra abraçá-la e contar as novidades.
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