Um anjo muito louco
3 Meu "anjo" da guarda
Notas iniciais
Pov's Raynara
Meu queixo caiu ao observar o físico de Baltazar e em seguida,sorri impressionada.

—Belo corpo.Tá de parabéns-comentei.
—Como você entrou aqui!?!-perguntou incrédulo.
—Ah!Foi fácil!Usei teletransporte!-dei de ombros.
—Q-Que?-arregalou os olhos em choque-T-Teletransporte?
Bufei,me levantando da cama.
—Vou resumir pra você-juntei as mãos-Me chamo Raynara e sou um anjo enviado por Odin,para te ajudar com sua vida infeliz e miserável.Por onde começo?
—Opa!Opa!Calma aí!-pediu irritado-Anjo enviado por Odin?De onde você tirou essa maluquice?Só pode estar bêbada ou drogada pra falar um absurdo desses!
—Na verdade não.Bebidas e drogas não funcionam em nossos corpos celestes-expliquei fazendo uma careta-Acredite,já tentei encher a cara várias vezes.
—Que!?!Você é louca!-afirmou já se afastando e saindo do quarto-Vou chamar a polícia!
Suspirei,saindo do quarto num piscar de olhos e surgi na sala de estar,bem na frente de Baltazar,que recuou pra trás,em choque.
—Nem perca seu tempo-aconselhei me jogando no sofá-Só você pode me ver.
—C-Como você...c-como...?-balbuciou.
—Eu já disse!Eu sou um anjo!Quer que eu desenhe ainda?-reclamei.
—Mas...você nem tem asas-alertou confuso.
—Eu só mostro quando quero-respondi-Cuidado pra toalha não cair,não que eu esteja reclamando.
—Hein!?!-se assustou-Eu não pedi ajuda de Odin e muito menos a sua!Eu quero que você vá...
Me levantei bruscamente e velozmente,fui até ele e tampei sua boca com a mão.
—Se me mandar embora,estarei condenada-relatei séria-Acha que eu quero estar aqui?Eu odeio ter que ajudar babacas como você!
Retirei a mão da boca de Baltazar e me afastei,passeando pela sala de estar.
—Como assim condenada?-indagou curioso.
Parei de andar e me virei para encará-lo.
—Eu só tenho mais uma chance de conseguir ajudar alguém ou seja,você-expliquei-Se eu não conseguir,Odin vai me dar pro submundo e EU NÃO QUERO IR PRA LÁ!-bati o pé.
—Okay!Entendi!-disse assustado.
—Eu te ajudo e você permite.Sua vida fica maravilhosa e eu continuo em Valhala.Os dois lados saem ganhando!-avisei.
—Tipo...um acordo?-questionou.
—Uma mão lava a outra-brinquei-E aí?Topa?
Ele torceu os lábios pensativo.
—Tudo bem!-cedeu.
—Yuuuhhuuu!-comemorei erguendo os braços pra cima e começando a dançar.
—Argh!Cruzes!-fez uma careta já se afastando.
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