Notas iniciais
Yo meus pequenos preguiçosos, essa é a minha primeira fic desses divos e lindos, espero que ela não seja apenas romance mas espero que tenha bastante comédia, então, paciência, estou com medo da reação de vocês, então, qualquer erro, por favor não venham me xingar, me ajudem, peço isso de coração.

Pov's Emilly...

Tiro os meus de ouvido e abro a pequena janela do avião que ficava do meu lado vendo o avião pousar... Eu estava pousando no aeroporto da Coréia! Meu Deus! Isso só pode ser um sonho.

Okay, vamos as explicações, meu nome é Emilly Sembasque, nome estranho? Sim, e muito, mas fazer o que né? Sou brasileira, com muito orgulho, amo ser brasileira, mesmo tendo uns problemas com a política e tals, amo ser brasileira. Sou dançarina e cantora, e com uns vídeos aí da vida, foram para o youtube, em um deles eu estou cantando a música: Blá, blá, blá da Anitta. Eu gosto dela? Não. Isso foi resultado de um desafio perdido.

O outro vídeo sou eu dançando uma música espanhol aí da vida, o nome dela é Bailando. Gosto dessa música? Sim! E muito! Acho o ritmo dela muito bom para dançar e cantar.

Bom, a Big Hit viu esses meus dois vídeos e outros que eu estava cantando, descobriram onde eu morava, e me mandaram um convidaram para passar 3 meses na Coréia, eles que vão pagar o meu aluguel e vão me dar um dinheirinho estra, se eu gostar da Big Hit e vice e versa eu fico, caso ao contrário partiu Brasil.

Não acho que seja uma má ideia ficar na Coréia, mas, tudo vai depender da empresa, não estou aqui para ficar de turismo, estou aqui para ser testada e testar essa empresa, então eu não posso ficar de brincadeirinha por aí, vou te que dar duro.

Saí do avião vendo tudo, algo bem arrumado, limpo e os chãos são retos, as pessoas conversavam mas eu não ouvia nada, apenas sussurros.

Peguei um táxi, pedi pra ele me levar para a Big Hit, e diferente dos taxista do Brasil, o cara não falou absolutamente nada, fiquei até com medo do ser. Ele me deixou na Big Hit, eu paguei ele, saí do carro e logo fui recebida por uma mulher.

— Creio que seja a senhorita Emilly, é assim mesmo que a senhora deseja ser chamada? Pelo primeiro nome? _ Ela pergunta em coreano.

— Sim, sou eu. Sim eu quero ser chamada assim, talvez pense em um nome artístico depois, mas quero pelo menos manter esse costume brasileiro _ Eu responde em coreano olhando ela de cima para baixo, uma mulher típica coreana, cabelos curtos, roupa de empresária ou algo assim, toda arrumada, pele branca, maquiagem boa, mas bem séria.

— Tudo bem, se é o que desejar, bom a Big Hit está muito feliz em a senhorita ter aceitado o convite, a senhorita é a primeira brasileira que vêm para testar a empresa desse jeito.

— Obrigada _ Gente, que honra!

— Eu irei lhe mostrar a Big Hit, deixe a sua mala conosco, iremos levar para o seu futuro apartamento, e depois a levaremos para o apartamento, tudo bem?

Apenas assenti com um sorriso.

— Então, deixe sua mala aí e vamos entrando _ Eu me afasto da minha mala e fico apenas com a minha bolsa de mão, prefiro ficar com ela mesmo, ela começou a andar e eu fui atrás dela, assim que entrei ouvi alguns gritos _ Desculpe por isso, os meninos são barulhentos.

— Normal, Brasil é mais ou menos assim _ Eu comento _ Mas só para saber mesmo, qual seu nome?

— Me chame de Mi-cha _ Ela fala com um sorriso.

— Okay! _ Eu falo começando a mostrar animo.

— Verei se uma dessas salas podem receber visitas _ Mi-cha fala indo para um corredor que se não estivesse bem iluminado eu ia chama-lo de corredor da morte.

— Aí, quero a minha cama _ Eu falo em português, estava cansado, do Brasil para a Coréia era muito tempo, eu viajei para o outro lado do mundo, estava morta.

Ouvi mais alguns gritos, uma porta sendo aberta, mas poderia se confundir com ela sendo arrombada, também, ouvi mais alguns gritos, comecei a ficar preocupada, vai teve algum acidente aí da vida. Andei um pouco a fim de checar para ver se era algo normal, mas a primeira coisa que eu vi foi um garoto na minha direção, numa velocidade incrível, senti o impacto forte, tentei ficar em pé... Melhor ter caído no chão mesmo.

Assim que eu tentei ficar em pé, perdi totalmente o resto do meu equilíbrio e fui para o lado, senti a minha cabeça bater, seguido de um barulho grande, depois arrastei a minha costa pela parede até chegar no chão.

Fiquei de olhos fechados por um longo tempo, quando abri eles pisquei várias vezes até eu ter uma visão normal, percebi que sete meninos estavam me olhando fixamente, botei a mão na minha cabeça e logo afastei ela quando uma dor aguda tomo conta do local, olhei para a minha mão e vi que ele estava com sangue.

— Mas o que? _ Olhei para frente _ Aí, eu realmente queria estar na minha cama _ Eu sussurro em português.

— Você está bem? _ Ouvi alguém falar, olho para frente e me lembro que tinham sete meninos na minha frente.

— Idiota, claro que não! Ela bateu a cabeça e bem feio! _ Um outro garoto disse revirando os olhos.

— A culpa não foi minha!

— Não! Foi de todo mundo! Não deveríamos ficar correndo na empresa desse jeito!

— Por favor, parem de falar um pouco, minha cabeça vai explodir _ Eu falo em coreano e eles param de falar no mesmo instante, respiro fundo e continuo de olhos fechados.

— Então, podemos ir para algumas salas sim... _ Ouço a voz de Mi-cha _ Senhorita Emilly? _ Ela olha pro lado e fica assustada, mas logo olha mortalmente para os sete garotos.

— Desculpa! _ Eles falam juntos, sinto mais uma pontada forte na minha cabeça.

— Eu irei chamar uma Ambulância _ Mi-cha fala pegando o celular _ Até lá, tentem parar o sangramento, e não fiquem fazendo barulho, isso é algo sério _ Mi-cha falava com um ar sério.

Uns três meninos saíram da panelinha e Mi-cha ficou dando uma bronca de leve neles, com o tempo eu via os lábios deles se mexendo mas as vozes vinham apenas depois. Senti um dos garotos bota um pano com água morna, botar o pano na minha cabeça.

— Não criatura de Deus, ela é do Brasil! _ Ouvi Mi-cha falar batendo o pé.

— O que? Uma brasileira? _ Eles querem que a minha cabeça exploda? Olha, se sim, está dando certo.

Minha visão começou a piorar, tudo ficava turbo e embaçado, algumas vezes minha cabeça girava de tanta dor, que merda!

Senti minhas forças irem embora, assim como o controle do meu corpo, fechei os olhos e caí em um sono profundo ouvindo vários '' Não ''

[...]

Notas finais
Terminei o primeiro capítulo, a capa vai sair sim! Espero que tenham gostado, comentem e me deem dicas! Tchau!