Um amor eterno.-Elijah e Katherine.
7 Luna de Miel.
P.O.V. Elijah.
Quando ela saiu do quarto estava tão linda que posso jurar que meu coração voltou a bater.
—Você está linda.
—Correção amor, eu sou linda.
—Tem razão.
Todos os nossos familiares e amigos estavam reunidos ao nosso redor.
—Parem com essa melação, estou ficando enjoado.
—Cuidado ein, Klaus. A inveja mata.
—Não estou com inveja.
—Está sim.
—Caroline!
—Que é? É verdade. Mas, não se preocupe amor, logo vai ser a nossa vez.
—Melhor você segurar essa garota com unhas e dentes irmão.
—Deus me livre destes dentes! Já fui mordida por um desses e quase morri.
Niklaus mordeu o ar perto do pescoço dela.
—Ai, seu sem graça!
Ela deu-lhe um tapinha.
—Então, quem vai cuidar dos pestinhas?
—Eu.
—Taí que eu quero ver.
Saímos e fomos ao aeroporto onde pegamos um voo para os montes Cárpatos.
—Transilvânia, o lugar onde a lenda dos vampiros nasceu. Muito original.
—Eu não sou original nesse sentido. Sou tradicional.
—Sei. Agora vamos, tá frio.
Passamos a noite juntos no quarto. Fizemos amor, tomamos chocolate quente e sangue é claro.
Ficamos sentados na cama debaixo das cobertas trocando carinhos e juras de amor.
—Eu já disse que te amo?
—Já, mas eu nunca vou cansar de ouvir.
—Eu te amo Katerina.
—E eu te amo Elijah.
No dia seguinte quando acordei ela já estava no chuveiro.
—Veio tomar banho e nem me convidou?
—Você é tão bonitinho dormindo que fiquei com pena de te acordar.
—Own! Obrigado.
P.O.V. Katherine.
Cada momento perto dele é mágico. De todas as formas possíveis e imaginadas.
—Te amo.
—Porque está chorando?
—Porque estou muito feliz. Nunca pensei que fosse capaz de caber tanta felicidade dentro de mim.
—Que tal irmos ao spa do hotel e fazer uns tratamentos relaxantes?
—É uma ótima ideia.
—Então vamos lá.
Depois dos tratamentos nós fomos dar uma volta pela cidade e caminhamos á noite toda. No fim do nosso tour invadimos o castelo de Vladslaus Drácula e na minha opinião não era lá essas coisas.
Era como qualquer outro castelo em que eu já havia estado só que agora tudo era limpo e não fedia.
Os artefatos estão em exposição dentro de cada cômodo e nada mudou desde última vez que estive aqui á trezentos anos.

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