Notas iniciais
Desculpem algum erro...

Passou uma semana depois da festa na casa do Arthur, o Arthur mais dormia na minha casa do que na casa dele. Hoje era dia 10 de Março e amanhã eu iria voltar à rotina. Levantei cedo e fui preparar meu café, ontem o Arthur não veio para cá. Fiz como toda a manhã eu sentei no beiral da janela e tomei meu café preto. O tempo estava nublado e frio. Peguei meu livro e resolvi ir lê-lo no parque que havia ali perto da minha casa. Sentei-me no gramado e fiquei lendo, por ser cedo ainda, o lugar estava vazio.

JULIETA — Já vais partir? O dia ainda está longe. Não foi a cotovia, mas apenas o rouxinol que o fundo amedrontado do ouvido te feriu. Todas as noites ele canta nos galhos da romeira. É o rouxinol, amor; crê no que eu digo.

ROMEU — É a cotovia, o arauto da manhã; não foi o rouxinol. Olha, querida, para aquelas estrias invejosas que cortam pelas nuvens do nascente. As candeias da noite se apagaram; sobre a ponta dos pés o alegre dia se põe, no pico das montanhas úmidas. Ou parto, e vivo, ou morrerei, ficando.

JULIETA — Não é do dia aquela claridade, podes acreditar-me. É algum meteoro que o sol exala, para que te sirva de tocheiro esta noite e te ilumine no caminho de Mântua. Assim, espera. Não precisas partir assim tão cedo.

ROMEU — Que importa que me prendam, que me matem? Serei feliz, assim, se assim o quiseres. Direi que aquele ponto acinzentado não é o olho do dia, mas o pálido reflexo do diadema da alta Cíntia, e também que não foi a cotovia, cujas notas a abóbada celeste tão longe ferem sobre nossas frontes. Ficar é para mim grande ventura; partir é dor. Vem logo, morte dura! Julieta quer assim. Não, não é dia.

JULIETA — É dia; foge! A noite se abrevia. Depressa! É a cotovia, sim, que canta desafinada e rouca, discordantes modulações forçando e insuportáveis. Dizem que ela é só fonte de harmonia; não é assim, pois ora nos divide. Há quem diga que o sapo e a cotovia mudam os olhos. Oh! quisera agora que ambos a voz também trocado houvessem, pois ela nos separa e, assim tão cedo, como grito de caça mete medo. Oh vai! A luz aumenta a cada instante.

ROMEU — A luz? A escuridão apavorante.

AMA — Senhora! — Entra

JULIETA — Ama?

AMA — Vossa mãe se dirige para cá. Sede prudente; já raiou o dia, como podereis ver. — Sai

JULIETA — Então, janela, que o dia entre no quarto e a vida fuja.

ROMEU — Adeus, adeus! Um beijo, e desço logo.

JULIETA — Já foste? Meu senhor! Amor! Amigo! Notícias quero ter todas as horas, porque um minuto encerra muitos dias. Fazendo a conta assim, ficarei velha antes de ver de novo o meu Romeu.

ROMEU — Adeus. Não deixarei passar um só momento sem te mandar contar o meu tormento.

JULIETA — Oh! pensas mesmo que ainda nos veremos?

ROMEU — Não o duvides; todas estas dores nos servirão ainda unicamente para doces deixar nossos colóquios.

JULIETA — Oh Deus! Um coração tenho agourento. Vendo-te assim, tão longe, só parece que estás sem vida, dentro de um sepulcro. Ou vejo mal, ou estás, realmente, pálido.

ROMEU — Podes crer-me, querida; de igual modo tu me pareces. A aflição sedenta nos bebe todo o sangue. Adeus! Adeus!

Lagrimas banhavam minha face, e logo a chuva me banhava. Eu poderia ter levantado, mas continuei ali sentada lendo, era como se eu estivesse ali no livro, vivendo a história por Julieta, sempre amei esse livro. A chuva ia aumentando, e eu continuei ali lendo as paginas encharcadas, grudadas pela chuva. Meu queixo teimava em bater e minha pele molhada toda arrepiada. Levante-me e estava na hora de sair, mesmo não querendo sair.

- Sunny! – Alguém gritava do carro. Uma voz masculina conhecida. – Você vai pegar uma gripe, venha logo! – Fui me aproximando e reconheci aquele ser lindo. Era o Bill.

- Me espera lá em casa! Eu vou à chuva! – Gritei e acenei para ele.

- Eu te levo!

- Não, Obrigada! Quero ir à chuva! Ela está maravilhosa, sem contar que eu iria molhar seu carro! Vai logo! – Ele ligou o carro e foi.

Fui à chuva mesmo, fui andando um pouco rápido e um pouco lenta, dependiam muito, mais três quadras e estava em casa. De longe eu já avistava o Carro do Bill parado à frente da casa. Acelerei os passos para não deixar o Bill esperar muito. Corri até a sacada da casa, o Bill já estava ali.

- Menina sua louca, ora você a essa hora da manhã na chuva!

- Eu estou bem obrigada! E você? O que te trás aqui? – Abria a porta. – Entra – Falei ofegante.

- Bom... – Ele deu um sorriso – Eu vim contar que ontem à noite pedi a Danni em casamento.

- Sério? – Nos abraçamos. – Ai que legal Bill! Nem creio nisso, que notícia ótima! Quer um café ou chá ou refrigerante ou outra coisa? – Ele riu. Sentamos no sofá.

- Não Obrigado! Eu só vim até aqui te contar isso pessoalmente antes que a Danni conte! Você era a única que sabia que eu iria pedi-la em casamento, nada mais justo eu contar o feito.

- Verdade!

- Mais uma coisa, nós vamos fazer uma festa surpresa para o Ge, antes da viagem, você nos ajuda?

- Claro! Viagem?

- Nós vamos entrar em turnê!

- Ah é? Quanto tempo? – Imagine logo o porquê da pergunta.

- Um ano. Então! O que você acha?

- Bom para a carreira de vocês! – Sorri.

- Sunny, eu não estou falando da turnê! Estou falando da festa pro Ge!

- AH SIM... – Começamos rir.

Ele contou tudo o que estava planejando para a festa, então ficou falando dos preparativos e tudo mais. E eu ia dando a minha opinião sobre tudo. Ficamos falando até que o telefone tocou.

- Alô?

- Su, tenho uma notícia maravilhosa para te dar! – Danni falava eufórica do outro lado.

- Então! Conta! – Coloquei na viva voz para o Bill ouvir também.

- Ai, eu vou casar... Ontem de noite o Bill me pediu em casamento! Ai eu to explodindo de felicidade! – Eu e o Bill riamos baixinho.

- Ai que legal! Que bom! – Falei enfatizando as frases. – Então o Bill já me contou!

- A é?

- Sim, ele está aqui em casa, nós estamos discutindo sobre a festa para o Ge.

- A sim, ele falou mesmo que ia pedir sua ajuda! Bom eu tenho que desligar agora. Beijo e manda um beijo para o meu futuro marido!

- Pode deixar flor! Beijo para você também! Ele ta mandando um beijo para a futura esposa também... – Nós rimos e desligamos o telefone.

Logo o Bill se despediu e marcamos de nos encontrar em sua casa mais tarde para discutir mais. Fui tomar um banho quente, estava com frio, vesti-me e fui novamente preparar um café. Olhei no relógio dez e meia. Abri meu livro todo molhado eu peguei o secador de cabelo e comecei secá-lo.

JULIETA — Ó fortuna! fortuna! Os homens todos de inconstante te chamam. Se inconstante fores, mesmo, que tens a ver com ele, pela fidelidade tão famoso? Sê inconstante, fortuna, pois espero que em vez de o seqüestrares muito tempo, logo o farás voltar.

SENHORA CAPULETO — Ó filha! filha! Já estás de pé? – Fala de longe

JULIETA — Quem é que está chamando? É minha mãe? Não se deitou ainda, ou já acordou tão cedo? Qual o insólito motivo que a faz vir falar-me agora? (Entra a senhora. Capuleto.)

SENHORA CAPULETO — Então, Julieta, como estás?

JULIETA — Senhora, não estou boa.

SENHORA CAPULETO — Ainda a chorar te achas a morte de teu primo? Acaso queres com lágrimas tirá-lo do sepulcro? Inda que o conseguisses, impossível te fora dar-lhe vida. Assim, deixa isso. Alguma dor é indício de amizade; mas muito choro indica pouco espírito.

JULIETA — Mas deixai-me chorar tão grande perda.

SENHORA CAPULETO — Sentis a perda, apenas, não o amigo, cuja perda chorais.

JULIETA — Sentindo a perda tanto assim, outra coisa não me resta senão chorar o amigo.

SENHORA CAPULETO — Sim, menina; não choras tanto pela morte dele, como porque está vivo o miserável que da vida o privou.

JULIETA — Que miserável, minha senhora?

SENHORA CAPULETO — Esse vilão Romeu.

JULIETA (à parte) — Vilão e ele estejam separados por milhares de léguas. — Que perdoado seja por Deus como por mim já o foi. Contudo, homem nenhum tanto, como ele, me oprime o coração.

SENHORA CAPULETO — É que esse biltre, esse assassino ainda está com vida.

JULIETA — Sim, e longe do alcance destas mãos. Oh! se eu, tão-só, vingar pudesse a morte do meu querido primo!

SENHORA CAPULETO - Ainda haveremos de vingá-lo; por isso não te aflijas. Pára, pois, com essas lágrimas. A Mântua, exílio onde se encontra o renegado, mandarei quem lhe dê uma bebida tão fora do comum, que logo ele há de companhia fazer para Tebaldo. E assim, espero-o, ficarás contente.

JULIETA — Decerto, nunca ficarei contente com Romeu sem o ter em frente — morto. Assim meu pobre coração lamenta a perda de meu primo. Se pudésseis, senhora, achar uma pessoa, ao menos, que levasse o veneno, eu o preparara de modo que Romeu, tomando-o, logo repousaria em paz. Oh! como sente meu coração ouvir-lhe o nome odioso, sem conseguir aproximar-me dele para vingar o amor que eu dedicava ao meu primo Tebaldo, sobre o corpo de quem o assassinou.

SENHORA CAPULETO - Encontra os meios, que eu acharei esse homem. Mas agora vim trazer-te notícias mais alegres.

JULIETA — Vem a tempo a alegria em tal tristeza. E em que consistem essas alegrias, minha senhora, poderei sabê-lo?

SENHORA CAPULETO - Bem, bem, menina; tens um pai zeloso, que para te livrar dessa tristeza excogitou um dia de alegria como nem tu esperas, nem eu própria poderia pensar.

JULIETA — Oh! vem a tempo! Mas, senhora, que dia será esse?

SENHORA CAPULETO — Filha, vê só! Na quinta-feira próxima na igreja de São Pedro o conde Páris, valente moço e nobre gentil-homem, para sua ventura, alegre noiva te fará finalmente.

JULIETA — Ora, por essa igreja de São Pedro, e por São Pedro, de mim não fará ele noiva alegre. Estranho tanta pressa; por esposo ter eu de receber uma pessoa antes até de me fazer a corte! Dizei, senhora, a meu senhor e pai, que não quero casar; é muito cedo; e que, quando o fizer, posso jurá-lo, antes escolherei Romeu, que odeio como bem o sabeis, que o conde Páris. Eis aí novidade de primeira.

SENHORA CAPULETO — Aí vem vosso pai; dizei-lhe tudo isso vós mesma e vede as conseqüências.

(Entra Capuleto)

CAPULETO — Quando o sol morre, o céu chuvisca orvalho; mas na morte do filho de meu mano chove torrencialmente. Então, menina, que goteira é essa? Ainda e sempre em lágrimas? Que é isso? Sempre a chover? Num corpo pequenino, o mar imitar queres, barco, ventos? Pois teus olhos, a que de mar eu chamo, fluxo e refluxo mostram, só de lágrimas; teu corpo é o barco nesse mar salgado; teus suspiros, os ventos, que em conflito permanente com as lágrimas se encontram e que hão de soçobrar-te o frágil corpo tão maltratado pela tempestade, se não fizer a tempo calmaria. Então, mulher: falastes-lhe a

respeito de nossa decisão?

SENHORA CAPULETO — Sim, conversamos. Ela, porém, com isso não concorda. Muito vos agradece. Eu desejara que essa tola casasse com seu túmulo.

CAPULETO — Mais devagar, mulher! Levai-me junto! Como! Não quer casar? E ainda agradece? Não se sente orgulhosa? Não se julga muito feliz — sendo, como é, indigna — por lhe termos obtido um noivo desses, tão digno gentil-homem?

JULIETA — Orgulhosa não estou, mas vos sou agradecida. Não posso ter orgulho do que odeio; mas agradeço justamente esse ódio que significa amor.

Julieta ama Romeu, e ela diz que o quer morto apenas por seus pais o odiar, ela se recusa a casa com Páris, eles mereciam uma vida juntos, mas depois da morte de Tebaldo, o ódio por Romeu só aumentava. Ódio esse que significa amor. William Shakespeare mostra nesse livro o quão o destino é irônico. Por isso voltei ler o livro, minha vida estava rodeada de ironia, além de a faculdade estar pedindo é claro!

Mais tarde fui até uma loja de carros para escolher um para mim, eu não podia andar só de carona com os outros e só de taxi. Entre andar só de taxi e comprar um carro sai mais em conta comprar um carro. Escolhi vários eu sempre amei carros altos, mas o que mais chamou a minha atenção e cabia no meu orçamento foi um Ford Escape Hybrid que eu escolhi na cor verde. Na verdade eu queria mesmo era um Audi Q7, mas esse meu sonho só vou poder ter quando estiver formada empregada e estiver no auge da carreira. Mais tarde eu fui para a casa do Bill. Nós falamos muito sobre a festa para o Ge. Tudo estava preparado no papel, agora só faltava a lista de convidados e organizar o resto.

O dia inteiro eu não falei com o Arthur, eu estava com saudades. Liguei para ele e ele estava em Nova York, ele foi para lá e nem me avisou. Eu fiquei louca da vida com isso. Para a minha sorte eu não encontrei com o Tom. Liguei para a Danni e nós combinamos de jantar junto, um jantar para garotas. Liguei para a Jojo e nós três iríamos juntas. Fui para casa e me arrumei. Logo a Danni deu o ar da sua graça, me pregando um maior susto.

- Buu! – Ela pontou na porta do meu quarto!

- Guria como você entrou aqui? – Fui e a abracei.

- Pela porta da cozinha! – Ela começou rir.

- Meu deus eu quase morri. – Rimos.

- Ah que carro na sua garagem hem... Muito lindo!

- Ai eu comprei hoje! Não dava mais para ficar sem carro e além do mais, eu fiz a minha carteira logo que cheguei, ela chegou hoje e eu não podia deixá-la guardada! – Rimos.

Logo saímos e fomos para a casa da Jojo, ela saiu e nós três fomos para o restaurante. Nenhuma das três comeu tanto, nós mais bebíamos. A Danni e a Jojo já estavam até mais alegrinhas do que o normal. Eu não vou me excluir da lista, mas elas estavam mais. Mas a minha felicidade logo acabou, quando entraram ali Tom e Chantelle.

- Ai gente eu bebi de mais, a minha cabeça está doendo. – Coloquei a mão na cabeça.

- Su! Você foi a que menos bebeu. Qual foi o problema? – Jojo falou rindo de mim.

- Ah eu saquei! – A Danni apontou para eles. – Vamos pedir a conta e vamos para alguma boate, feita?

- Eu topo! – Jojo olhou para eles.

- Ah não sério eu não agüento mais beber. Eu to mais tonta que sei lá o que, e agora eu estou de carro, então nem rola mais álcool. – Dei de ombros.

- Ta bom Su! Mas nós vamos né Jojo? – Danni perguntou toda empolgada.

- Claro né!

Pagamos a conta e fomos para a Rua, e lá fora estavam os eternos perseguidores de famosos, que provavelmente vieram atrás do Tom. E como a Jojo e a Danni namoram os integrantes da Banda eles logo começaram tirar fotos de nós três. Saímos correndo cada uma para o seu carro. As duas saíram e eu fiquei ali dentro do carro, me olhando no retrovisor. Levei um susto.

- Abre aqui Su! – O Tom batendo no meu vidro. Abri o vidro.

- O que você quer? – Perguntei com um tom nervoso na voz.

- Eu quero falar com você! – Ele abriu a porta e entrou. Fechei o vidro. – Tudo bem com você?

- Eu estava até você aparecer! Agora fala logo o que você quer e volta lá com a Chantelle porque ela está te esperando.

- Está com ciúmes? – Ele deu um ar debochado.

- Ah seu idiota, é claro que não. Agora fala logo o que você quer, porque eu quero ir embora!

- Eu só queria olhar para o seu lindo rosto. E dizer que eu preferia que fosse você no lugar da Chantelle.

- Há...ha...Ha... Você é um ótimo piadista! Agora que você já falou pode ir.

- Eu estou falando sério. Se você pudesse me desculpar por tudo que eu fiz!

- Tom... Às vezes o que nós fazemos não tem volta.

- Por favor! – Ele se aproximou. – Me desculpa realmente o que nós fazemos não tem volta, mas nós podemos concertar.

- Nem tudo tem concerto.

- Se nem tudo tem concerto, então me ensina esquecer você, por que eu não estou conseguindo. – Ele me beijou.

- Tom me deixa em paz. – Eu me afastei dele. – Você não enxerga que isso está fazendo mal a nós dois?

- Meu deus, você é muito... Droga! Eu vou embora logo. Mas eu nunca vou esquecer você.

Ele saiu, e eu fui para casa. O que eu estava fazendo? Do que eu estava fugindo? Por quê? Apenas por medo. Medo do que eu estava sentindo, medo de me decepcionar e sofrer. Mas eu estava sofrendo tanto com isso. Tudo é controlado pelo medo. Julieta tinha medo de perder Romeu, e Romeu tinha medo de perder Julieta. E por medo de enfrentar tudo e todos eles não ficaram juntos.

Notas finais
AUTORA - Oh Sunny... Você agora é uma garota responsável, está em dois papeis ao mesmo tempo. Aqui e no Cruzeiro.
SUNNY - Pois é... estou tão animada.
AUTORA - Mas tem um problema!
SUNNY - Problema? Que problema?
AUTORA - A História que você está narrando. Se continuar assim com poucos reviews terei que decretar falência.
SUNNY - COMO ASSIM :O
AUTORA - Vou ter que cortar você da história, ficará inacabada!
SUNNY - Por favor, é a minha história. As leitoras estão gostando sim...
AUTORA - É mas parece que você perdeu algumas...
SUNNY - É pode ser... Minha história não está tão legal...
AUTORA - Mais dois capitulos... se você não conquistar suas leitoras eu vou decretar falência. (saiu)

SUNNY - Ai gente... só até o fim da fic vai... Reviews Please... :(