Notas iniciais
Flores desculpem, mas é que esse ano estou em ano de vestibular, e agora estou em prova na escola, então eu vou demorar para postar porque estou meio sem tempo de escrever... E eu postei três capitulos em um dia por causa da chuva aqui, pensei que ia ficar sem internet e tal's, então postei logo... mas acabou que não fiquei sem, e agora tenho que digitar o próximo capitulo... #Meferreý Desculpem mais uma vez... Viu já comecei o próximo capitulo mas não sei quando vou terminar... Prometo que quando passar as semanas de provas eu volto a postar como antes... Não me abandonem por favor...

Arthur saiu e eu fui dormir. Almoço? Não queria ver comida tão cedo. Mas até o jantar meu estomago vai estar melhor. Dormi até as três da tarde, levantei me arrumei e fui para o hospital ver o Tom. Eu só aceitei o jantar por que não queria ficar trancada dentro de casa tomando aqueles montes de comprimidos que ia ter que tomar. Mas por mim, eu ficava o tempo inteiro do lado do Tom esperando ele acordar.

Cheguei no hospital, e na sala de espera estavam Simone, Bill, Gordon, Danni, e uma outra menina que eu não conhecia.

- Su! – Dani deu um belo sorriso. – Lembra que eu falei que a minha amiga estava viajando, então! Jojo essa é a Sunny e Su essa é a Jojo.

- Prazer! – Demos um beijo no rosto – Então você é a Sunny que os meninos comentavam! O Gustav falou bastante de você, e o Tom então nem se comenta! – Dei uma risada sem graça. Simpática ela.

- Sério? Ual, eu nem sei o que dizer! Mas porque estão todos aqui?

- Te ligamos a manhã inteira, o Georg quer matar você, porque você saiu do hospital e não ligou para ele vir te buscar, onde você estava? — Danni me puxou para sentar junto com ela e a Jojo.

- Bom, eu estava em casa, acho que meu celular está sem bateria. – Ela não respondeu minha pergunta.

- O Tom acordou. – A Jojo sussurrou. E Eu levantei e abri um sorriso maior que eu.

- O que? – Todos olharam para mim. E eu corei. – Desculpem, é sério?

- Sim – Bill veio me abraçar. – Não está chateada certo?

- Por quê? – Quem tinha que estar chateado era o Tom... Afinal foi ele quem sofreu.

- Podemos conversar um pouco? – Ele fez uma expressão séria.

- Claro. – Fomos até a janela, assim nos afastando um pouco dali.

- Sunny, depois do que eu fiz, eu fiquei com medo de encarar você, e eu percebi que eu acabei aproximando você e o Tom, e eu gosto da Danni, não amo ela como te amo, mas eu gosto dela, e ela me ama, eu sei. Então eu não vou deixá-la escapar como deixei você escapar. Estamos namorando e eu estou pensando em pedi-la em casamento. – tanta informação eu demorei um pouco para raciocinar.

- Ain que legal Bill! – Eu agarrei seu pescoço – Meu Deus isso é tão bom! A Da... – Interrompida.

- Ei! – Ele começou rir – Só você sabe. Eu ainda vou esperar um tempo antes de contar para ela. Que bom que você gostou.

- Eu vou querer ser a madrinha!! – Ai que bom que o Bill e a Danni vão ficar juntos. Ela o ama muito. Espera aí, eu não fiquei chateada, eu realmente não amo mais o Bill!

- E Eu espero chamar você e o Tom... – Ele riu e nos abraçamos. – Agora vem, vamos tirar a primeira impressão que você causou na minha mãe e no meu pai.

- Que? – Eu realmente não entendi o que ele quis falar.

- Ora, meus pais conhecem uma garota que teve um aborto de um filho meu e tentou suicídio por causa do Tom. – Minha cara de “WTF?” E como ele consegue falar tão calmo isso?

- Meu deus, eles acham que sou uma vadia. – O Bill arregalou os olhos e levantou a sobrancelha.

- Como? – Ele começou rir de mim, ele estava rindo de mim. – Não! Eles só acham que você tem alguns parafusos a menos.

- Bill – bati no seu braço. Andamos até eles.

- Dona Simone e Senhor Gordon essa é a Sunny, a garota da viajem no Brasil. – ele Chama os pais pelo nome?

- Oi! – dei um oi sem graça e acenei de leve com a mão – Olha eu não sou nenhuma maluca e coisa e tal, e também não saí de nenhum hospício, também não me drogo e nem bebo, só socialmente e com muita moderação, na verdade eu odeio o cheiro do cigarro, por isso eu vivia mandando o Bill jogar fora aquelas porcarias e o Tom também. – Por que eu falei isso? Eu fiquei olhando sério para eles e eles começaram rir de mim.

- Oi querida! – A Simone me deu um abraço bem apertado.

- A que bom então, pelo menos assim eu sei que você é sincera e direta ao ponto. – Gordon veio me abraçar também. E Todos estavam rindo de mim.

Eu estava ansiosa em ver logo o meu Tom, como que queria abraçá-lo e dizer tudo o que estava sentindo. Ele acordou muito antes do previsto pelos médicos.

- Posso entrar para ver o Tom? – Fiz carinha de cachorro sem dono.

- Espera um pouco o Georg e o Gustav estão lá dentro. Mas me conta que loucura foi essa, uma jovem tão bonita cometendo uma loucura daquelas. – Ai a Simone é um anjo de pessoa, muito querida. Ela pegou minha mão e sentamos no sofá. E falei à ela tudo o que aconteceu, resumido é claro. – Isso não é motivo para fazer o que você fez!

- É eu sei, mas eu sou meio desmiolada, falta responsabilidade... Mas pelo menos eu sou consciente! – Ela Riu.

- Isso é verdade. Eu gostei de você! Você é muito simpática.

- Own, obrigada dona Simone.

- Me chame de Simone apenas...

- O Bill chama a senhora de Dona Simone o seu esposo de Senhor Gordon? – Agora ela vai deixar de gostar de mim.

- Não, só quando ele faz algo de errado. – Para logo, isso significa que me apresentar foi errado, tipo eu fiz uma cara. – Oh não querida, não pense que... O meu deus, ele faz isso de vez enquanto. – Ela ficou muita sem jeito. Eu sorri.

Conversamos um pouco mais e os G’s saíram do quarto.

- Sunny! Sua safada porque quando recebeu alta não me ligou? Eu vinha te buscar. – Ge me abraçou e me rodou. – Ai o Tom está tão bem! Tão feliz! Ele vai adorar te ver aqui!

- Oi Sunny! – Gustav me deu um abraço e um selinho na Jojo? O que eu perdi?

- Oi Gustav – Pisquei para ele e ele piscou também.

- Vai lá falar com o Tom e depois eu quero falar com você mocinha, é importante sobre aqueles seus exames. – Meu Deus, o Ge vai querer me matar.

- Ta boa. – Eu fui até o apartamento que o Tom estava agora ele estava acordado e bom. Entrei. Meu coração acelerou. Falei doce.

- Oi Tom! – Minha respiração estava rápida fui até o lado da cama lhe dei um beijo na bochecha.

- O que você está fazendo aqui? — Ele me encarou.

- Eu vim te ver, eu vim... O que aconteceu? Porque está me olhando assim? – Meu coração apertou. Ele estava estranho.

- Porque está fazendo isso? Desde que eu conheci você, minha vida virou, você fez eu e meu irmão brigarmos sério e ainda por sou causa eu não vou poder tocar guitarra. E não sei quando vou voltar a tocar. Vou ter que fazer milhares de sessões de fisioterapia para poder tocar novamente. Porque não morreu. A o Georg te salvou, pois você deveria ter morrido logo e sumido da minha vida. – Eu queria chorar, mas me segurei, me segurei muito.

- Sem é assim, eu não quero ver sua cara nunca mais, eu estraguei a sua vida? Você estragou a minha muito mais. Tomara que nunca mais volte tocar. – Me virei e saí. Quando fechei a porta eu desabei. É claro que eu queria que ele se recuperasse logo. Eu saí dali chorando, todos ficaram me olhando, mas só o Georg veio atrás de mim.

- Ei Sunny o que foi? – Ele segurou meu ombro, enquanto isso enxugou minhas lágrimas.

- Não deveria ter me salvo, o Tom preferia morta e eu também. – Sorri de leve e saí.

Eu fui para casa e me tranquei, fiz um café preto, me sentei na janela e fiquei olhando a rua. Chorei muito, muito mesmo. O Tom me odeia, e ele está certo foi culpa minha. Eu nunca deveria ter saído de casa para ir a aquele show. Ele realmente mudou minha vida, mas parece que para pior. Meu sonho virou um pesadelo. Minha vida um inferno. Já estava noite um carro prata parou na frente da minha casa, uma Mercedes Bens SLR McLaren Roadster. Era o Arthur, eu havia esquecido e não estava com a menor vontade de ir jantar. Ele desceu do carro com um buquê de rosas violetas, e eu estava um horror com a maquiagem toda borrado os olhos inchados. A campainha tocou e abri a porta, sem ele falar nada eu o abracei.

- Ai Arthur, me desculpa! – Voltei chorar.

- O que aconteceu? – Ele sem saber contribuiu o abraço.

- Entra! – Enxuguei minhas lagrimas e abri um sorriso. E para disfarçar. – São para mim?

- Claro!

- Senta! Desculpa-me, mas eu não tenho condições de ir a qualquer lugar... – Imaginei o Tom me chamando para jantar.

- Quem precisa sair de casa? Comeu algo? – Como ele é um anjo.

- Nada desde ontem, para ser sincera nem qual foi a última vez que comi algo. – E pior que estou com fome.

- Ei menina assim você vai acabar enfraquecendo. Já que você não está bem, vamos pedir comida para eles entregarem em casa. Gosta de comida Japonesa?

- Gosto sim, mas vou falar a verdade eu comeria a comida de todas as churrascarias do Rio Grande do Sul, o estado brasileiro famoso por suas Churrascarias! – Ele arregalou os olhos e sorriu.

- Ual, então que tal comida italiana? Lasanha, massas, Espaguete! – Ele tem bom gosto.

- Pode ser, eu amo comida italiana, é a minha preferida. – Sorri e ele começou ligar. – Arthur, eu vou tomar banho, estou um caco... Fique à-vontade! – Ele piscou.

Fui tomar banho, demorei um pouco, relaxei, chorei mais um pouco, respirei fundo. Maquiei-me, coloquei um vestido florido, escovei meu cabelo, coloquei minha pantufa de leãozinho, e saí do meu quarto. Ele estava sentado no sofá, mexendo em seu I-fone.

- E então pediu? – Sentei-me ao seu lado coloquei minhas mãos sobre o joelho.

- Daqui a pouco chega! Mas enquanto isso, o que podemos fazer? – Ele fez uma expressão safada.

- Eu gosto de dançar, você gosta? – Sorri.

- Acredite sou péssimo! Você fica tão linda quando sorri. – Ele pegou minha face e acariciou. Beijamos-nos. Eu me esquivei. – Desculpe.

- Não, é que eu simplesmente... Esquece... – Eu o beijei.

A comida chegou, fomos para a cozinha e começamos a comer, ele me contou sobre ele, sobre seu emprego, e eu não contei muito de mim. Rimos bastante, Enquanto eu lavei a louça ele me contou alguns foras que levou, e eu só ria. Depois que terminei, nos encaramos por algum tempo.

- Você fica tão linda assim. – Ele caminhou até mim me pegou no colo.

- O que você está fazendo? – Perguntei rindo e ao mesmo tempo assustada.

Ele me levou até o quarto e então eu já sabia. Ele começou me beijar e não demorou muito ele tirou sua camiseta. Então tempos depois estávamos nus. Fizemos sexo até cansar, me lembro de me aconchegar em seus braços antes de dormir. Outro dia olhei para o lado a cama estava vazia. E então olhei no relógio era oito da manhã, levantei em um pulo as nove eu tinha que estar na universal. Entrei no banheiro e fui tomar uma duxa, derrubei o sabonete e quando olhei na porta levei um susto. O Arthur estava ali me olhando, eu podia jurar que ele tinha ido embora.

- Bom dia! – Ele sorriu. Ele estava com os braços cruzados encostado na porta.

- Bom dia! Ai eu acabei de lembrar que as nove eu tenho que estar na universal.

- Não se preocupe eu levo você. – Ai que anjo.

- Obrigada!

Terminei meu banho e me arrumei, vesti um vestido preto básico e um sapato bico fino preto salto agulha dourado, escovei meu cabelo e coloquei uma tiara preta. O Arthur me levou até a universal, e lá tinham alguns paparazzi que sempre ficavam ali. Demos um beijo eu saí e fui para a universal. Ainda tinha quinze minutos, perguntei para a recepcionista onde eu poderia encontrar a Rihanna. Ela me mandou subir até o andar certo, quando estava indo em direção ao elevador ouvi uma voz me chamar.

- Surian Ricardo – Vir-me-ei era ela. – Que bom que não atrasou.

- Oh meu deus, Rihanna é um prazer enorme ver-te conhecer-te, e realmente eu sou muito sua fã. – Eu deveria me controlar, mas ultimamente não controlo nenhuma emoção.

- Ai que bom, acertei na hora de escolher teu currículo. – Ela riu. – Vamos subir?

- Claro! Rihanna desculpe a pergunta, mas como vai ser meu trabalho de assistente? Quer dizer eu não sei bem o que faz uma... E eu estou fazendo faculdade de jornalismo então acho que é distante um pouco... – Enquanto isso subia o elevador.

- Faculdade? Meu deus, eu não sabia, então achoque...

- Calma eu procurei uma faculdade à distância. Eu já sabia que ia ser difícil ir uma faculdade trabalhando com você!

- A sim, então, você vai cuidar da minha agenda, e eu sempre gosto de conselhos e uma amiga ao meu lado, como a Jessye vai casar ela achou melhor ir embora do meu lado. A vida como assistente é muito corrida, e folga só tem quando eu tenho folga. Vida pessoal é complicada para nós duas. – Isso é péssimo e ótimo.

- Imagino. Bom então acho que vai ser divertido.

- Espero que sim... No começo eu vou estranhar, porque você é estranha, digo, não conheço você não tenho intimidade nenhuma com você e acho que o mesmo para você, mas nessa turnê vamos nos conhecer bem! – Sincera ela.

- Com certeza. Ainda mais que eu vou ter que ser uma espécie de juízo e responsabilidade adicional para você. – Surian ela é a sua chefe, porque falou isso, quer ser demitida por justa causa no primeiro dia...

- Com certeza! Você é muito animada, adorei a comparação... É praticamente isso... – Ela riu. – Bom já vi que você tem senso de humor, eu adoro isso nas pessoas, é uma qualidade que poucos têm.

- Own, Obrigada! Senti-me honradas ouvindo isso da minha ídola.

Passamos a manhã inteira em reunião, ela me instruía de tudo o que eu faria, e tudo mais, enquanto ela me falava só percebi uma coisa, vou ganhar muito dinheiro, fama e vou perder a minha vida, pois aparte de amanhã vou viver por ela. Ou seja, vou ser a sombra dela. Eu teria que aprender tudo sobre ela, dês de as alergias, costumes, e tudo mais. Eu vou ser o juízo dela, a responsabilidade dela, e vou ser babá dela, porque vou ter que cuidar de todos os horários direitos. Isso estava me animando muito, porque eu realmente não levava jeito para cuidar da minha vida pessoal, mas eu sempre cuidei do meu irmão, e isso eu fiz muito bem, a diferença é que eu só vou precisar pegar meu Ipad e dizer tudo o que ela terá que fazer durante o dia. Era uma da tarde eu estava saindo da Universal quando meu telefone tocou. Era o Arthur.

- Oi...

- Tem um tempo para mim? – Ele falou sexy.

- Você tem? – Vamos ver até onde vamos.

- Eu vou ter uma reunião às quatro. O que você acha de irmos almoçar?

- Hum... Pode ser, estou saindo agora mesmo!

- Então... Eu estou aqui na recepção te esperando! – Que?

- Ah é? – Saí do elevador – Hum já estou te vendo!

- Eu também. – Ele desligou o celular e eu também. Ele me deu um selinho. – O que você vai querer comer?

- Que tal... Comida Japonesa? – Fiquei devendo a ele ontem.

- Ótima escolha, minha refeição favorita. – Pegou minha mão e saímos.

Lá fora estavam alguns paparazzi, fomos para o carro dele e para o restaurante. Almoçamos, e ele resolveu me levar para conhecer a sua casa. Entramos em um prédio de frente à praia. Subimos até a cobertura, um apartamento lindo e espaçoso com uma vista maravilhosa.

- Surian, eu te trouxe aqui porque, porque, bom... Quer namorar comigo? – Imagine minha cara de taxo. Eu o conheci em uma balada, nos encontramos pela segunda vez, vamos mais além, e no dia seguinte ele me pede em namoro.

- Tem certeza disso? Porque nos vimos duas vezes na vida! – Falei debochando.

- Errado. Vimos-nos mais vezes. Na balada, no dia seguinte na sua casa, depois quando eu fui chamá-la para jantar, noite passada, e hoje. Total 5 encontros. Mas acho o suficiente para lhe pedir em namoro. Sou tão ocupado que me acostumei com o ritmo acelerado. Mas então eu espero mais. Porque eu realmente gosto de você. Você é doce, meiga e linda. – Esse foi o pedido de namoro mais rápido de toda a vida.

- Arthur, eu não sei o que falar. Alias-me sei sim. Eu vou ter uma vida corrida aparte de amanhã, e daqui três dias vou entrar em turnê com a Rihanna, vou ficar cinco meses fora. Então se você ainda me quiser em namoro depois que eu voltar, eu vou aceitar. – Falei isso porque tenho certeza que ele não vai nem se lembrar de mim.

Notas finais
Reviews???