Notas iniciais
Eu vou parar de postar... Sério eu tenho seis leitores, duas me mandavam Reviews sempre, e pararam a uns 4 capitulos, sem contar que ninguém me manda nada... Ai isso é tão triste, só vou postar depois de receber seis Reviews.

Ai gente a história está tão ruim assim? Meu deus eu vou excluir ela. AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA. falem comigo por favor. Eu estou desesperada, deprimida, triste. BuáBuá.

Cheguei a Maringá e fui até a casa dos meus pais. Para a minha sorte eles não estavam. Comecei encaixotar algumas coisas, tipo minhas roupas, meus quadros, tudo que era meu. Liguei para a minha amiga Jaques e perguntei se a mãe dela “que era síndica de um prédio” sabia de um apartamento para alugar, e para a minha sorte, sim ela tinha. O aluguel já vinha descontado água, luz, condomínio, e a melhor parte já era mobiliado. A parte ruim é que era pequeno e caro, e eu acabaria o mês com entorno de cem reais. Perfeito amanhã eu ia me mudar. Para minha felicidade enlouquecedora, eu não iria precisar transferir a faculdade e nem sair do estágio, como eu tava feliz por isso.

Aproveitei ainda estar em casa, entrei na internet adicionei o Tom e o Ge, entrei no meu Twitter, e como eu estava famosa, só passou uma coisa na minha cabeça “FODEU” sério essa coisa de ser famosa não era comigo. Eu odeio lugares cheios, e quanto menos pessoas, para mim é melhor. Mas seria bem legal conhecer amigos novos com o mesmo gosto que o meu. Avisei que não entraria com freqüência nas redes sociais, e que a partir de amanhã eu entraria apenas pelo celular. Desliguei o computador, assisti um pouco de televisão e fui dormir pela última vez na minha cama.

Outro dia cedo acordei e pedi para meu visinho Johnny “e melhor amigo” para me ajudar com a mudança, colocamos tudo no carro do pai dele e levamos para a minha casa, como eu esperei para dizer isso! Liguei para a Lyzzandra novamente e contei que arrumei uma casa por aqui mesmo e não iria mais para Curitiba. Desliguei o telefone e sentei com o Johnny no meu sofá.

- Me conta tudo! Tudo bem que eu odeio os Tokio Hotel acho que são um bando de gays, mas mesmo assim quero saber tudo! – Bando de Gays? O Johnny iria abrir a boca quando eu contasse tudo. Contei tudo nos mínimos detalhes... – Su, eu to impressionado, eu nem sei o que falar! Como você é sortuda, nossa que história... – Ele foi interrompido pelo meu celular cantando.

- Alô? – Eu odeio quem liga com o número protegido.

- Boa Tarde! – Eu reconheço a voz.

- Tom? – Levantei do sofá em um pulo.

- Como vai você? Desculpa ter ligado só agora, eu fiquei com medo do fuso horário.

- Own, A capaz mesmo né Tom, pode me ligar à hora que quiser. Eu vou ótima e você?

- To bem, e já estou com saudades, e não fala assim porque se não vou te ligar as 4 da manhã.

- Pode ligar que eu atendo! – Conversamos.

Ele me contou como foi de viagem e tudo mais, e eu fiz o mesmo. Ficamos quase duas horas no telefone. Aja assunto! Enquanto eu tagarelava com o Tom, o Johnny saiu fez compras para a minha casa abasteceu os armários e a geladeira. Haha o Johnny é um fofo. Ele começou a cozinhar e é sério ele cozinha muito bem. Tudo ia bem, eu e o Johnny almoçamos e assistimos um pouco de TV. Até que eu comecei a me sentir mal.

- Ai Johnny minha cabeça está doendo, e eu to meio tonta. — Desmaiei e acordei sei lá quanto tempo depois no meu quarto. O Johnny apareceu com um copo de chá.

- Tas melhor? – Sentou-se na beirada da minha cama e me deu o chá.

- To sim...

- Que susto, não é melhor eu te levar para o hospital?

- Nein... Isso já me aconteceu antes... Só pode ser minha pressão que caiu.

- Vai ver que sim... Mas a aí o que vai fazer hoje de noite?

- Nada... Amanhã volto para a faculdade e para o estágio. Não posso nem pensar em sair, tenho que estudar e descansar... Agora sou uma garota responsável... – Rimos.

- Bom então só me resta voltar para casa e começar a me arrumar para a balada.

Despedimos-nos e ele saiu, agora eram 5 da tarde. E eu comecei a refletir... Era o que eu mais fazia nos últimos dias. Fiquei pensando como eu iria sobreviver com pouco mais de 700 reais. Mas logo me lembrei dos 5 mil, que eu não gastei. Isso me ajudaria por um bom tempo. Mas depois que esse dinheiro acabasse?

Entrei no meu e-mail pelo celular e lá havia um e-mail da minha chefa. Era uma mensagem para uma entrevista de emprego no exterior, mas não dava para preencher por celular, então eu iria preencher amanhã no estágio.

Comecei a desencaixotar minhas coisas, eu fui até a cozinha, o Johnny tinha comprado um monte de coisas para mim, Frutas, verduras, bolachas, refrigerantes e olhei no frízer até carne. Putz eu vou ter que pagar ele por ter abastecido a minha casa, mas a parte mais interessante foi que tinha panelas, copos, pratos, talheres. Cara ele é um anjo mesmo, comprou tudo para mim.

Comecei a pendurar meus quadros, arrumar as roupas, eu coloquei uma roupa de cama na cama (eu estava deitada apenas no colchão puro), fui até o banheiro arrumei meus perfumes e maquiagens na estante. Arrumei a casa toda olhei no relógio e putz, já eram 9 da noite. Fui tomar um banho, vesti uma camiseta que ficava mais um vestido em mim, sentei-me no sofá e liguei a TV. Nada de bom passando, desliguei e fui me deitar. Antes de dormir liguei meu celular na tomada e o coloquei para despertar, amanhã começava a faculdade e depois eu iria para o estágio e sairia apenas às sete da noite. Voltando a rotina. Enquanto dormia tive um sonho.

Sonho ON

Eu e o Bill no carro ouvindo November Rain. Era noite a estrada estava iluminada apenas pelo farol do carro.

-- Bill porque tu não convidaste o Tom?

-- Porque você tem que falar nele? Mais que droga Sunny, é sempre a mesma merda quando o Tom sai com agente, vocês ficam rindo e eu fico com ciúmes e nós brigamos. – Ele falou com um tom alto e grosso, e bateu a mão no volante.

-- É fica assim porque você é um idiota inseguro. – Falei mais alto que ele. – Poxa Bill – Adocei a voz. – O Tom é como um irmão para mim, quantas vezes vou ter que repetir que te amo? – O Bill bufou.

-- Eu não consigo me acostumar com o fato de vocês terem se beijado, de você gostar tanto dele.

-- É eu gosto tanto dele assim, que agora eu poderia ter ficado com ele e há essa hora eu estaria lá com ele. Ah Bill para de ser tão idiota tão inseguro... Vê se tenta confiar em mim. Mais que droga, nós só brigamos e sempre pelo mesmo motivo. Seu ciúme besta e infantil.

-- Quer saber... Dane se, eu vou te levar pro Tom e fica logo com ele, ora você não gosta tanto da companhia dele? Ótimo vai ficar com ele – Ele acelerava o carro cada vez mais.

-- Para com isso Bill quer nos matar? – Ele estava fazendo as curvas muito rápidas o carro estava a quase 200 km p/h

-- Ótima idéia assim você será apenas minha... Para sempre...

-- Biiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiill

Ele jogou o carro no barranco e caímos, quando o carro parou eu ainda estava acordada, eu olhei para o lado o Bill estava desacordado, saí do carro com muita dificuldade, me arrastei até ele, eu o peguei bati em seu rosto.

--Bill acorda – A minha voz saia com dificuldade. – Meu amor acorda, por favor. – ele abriu seus olhos.

-- Sunny eu te amo tanto, me perdoa, por favor, me perdoa, eu não quero te perder para o meu irmão, eu te amo tanto.

-- Eu vou te tirar daí. – Eu não sabia o que fazer.

-- Me perdoa? – Ele falou com a voz fraca.

-- Para com isso. É claro eu te amo tanto.

-- Também te amo muito. Vai buscar ajuda. Sobe até a estrada e peça ajuda.

-- Ta bem eu vou, fica bem, te amo.

Afastei-me um pouco apenas porque estava muito fraca, comecei a sentir um cheiro estranho, olhei para traz e o carro explodiu. Joguei-me no chão.

- Neeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeein

Sonho Off.

- Neeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeiiiin. – Sentei-me na cama.

Eu estava chorando, esse pesadelo foi tão real, olhei no relógio era 5:30 aproveitei fui tomar um banho, coloquei um macacão roxo uma sandália um cinto e uma bolsa ambos marrom, coloquei um óculos e saí, quando estava no elevador senti um embrulho no estômago. Eu olhei no relógio ainda era 6:40, fui a pé mesmo, a faculdade era umas 7 quadras do edifício que eu estava morando. Cheguei à faculdade um monte de gente ficou me olhando, e eu provavelmente estava vermelha, porque meu deus que vergonha, é horrível quando eles ficam te olhando. Entrei na sala e a Jaques correu até mim. Deu-me um abraço e perguntou como foi. Com ela eu não entrei em detalhes e não contei tudo, só disse algumas coisas não comprometedoras para os meninos e para mim. O pessoal da sala ficou me curtindo a cara e tudo mais, eu nem liguei. No intervalo eu encontrei o Johnny conversamos um pouco e perguntei se ele viu se meus pais chegaram de viagem, e sim eles tinham chegado. Perguntei se ele pegaria a minha moto “Quando eu tinha 16 anos eu comecei a trabalhar na capricho em Jaguapitã, e comprei uma moto, mas eu não usava porque era menor de idade”. Combinamos de ele levar a moto no meu edifício ele almoçava comigo e depois eu deixava ele em casa. Fizemos isso. Fui para o aeroporto pegar o helicóptero para ir à Jaguapitã.

Chegamos e já era 2 da tarde, o pessoal queria saber como foi eu disse o mesmo que para a galera da faculdade. Comecei meu trabalho, que eu amava, porque era muito divertido, além da minha chefa ser super legal, todos me adoravam ali, eu também adorava todos. A Rafaela pegava o helicóptero de Maringá para Jaguapitã comigo, ela era uma das editoras. Nós éramos bem amigas. A Adriana era a minha chefa, ela era a redatora chefa. Eu fazia várias coisas, cartas de comunicação, ligações, edições (passar a entrevista de áudio para o papel), sem contar os cafezinhos que eu pegava para a Adriana.

- Surian, já fez a inscrição? – Ela falou me dando um baita susto.

- Na... Não, eu saí de casa e não dá para fazer por celular. – Minha curiosidade era saber para que fosse aquela inscrição.

- Faça é até hoje apenas, vem comigo. – Fomos para a sua sala. Em quanto eu fazia a inscrição eu perguntei.

- O que é essa inscrição?

- Todos os redatores têm direito de trocar experiências, um redator árabe quer um estagiário brasileiro então todos os redatores chefes podem indicar alguém. Eu acho que você tem muita capacidade, e você é ótima. Agora responda com atenção às perguntas. – Ela saiu e me deixou ali.

Redator Árabe? Imagine ir embora para a Arábia. Credo eu odeio calor. Como eu sei que não vou ser escolhida vou me escrever, não custa nada, e ainda de quebra descubro que sou a melhor estagiaria. Eu aproveitei e fiz uma inscrição para trabalhar na Universal de L.A e mandei meu currículo para a Bill.de da Alemanha.

Continuei fazendo meu trabalho e já estava acabando o expediente, a Rafa me chamou e pegamos o helicóptero para Maringá. Peguei a minha moto e fui até uma auto-escola, eu não tinha carteira e ainda corria o risco de perder a moto se fosse pega. Iria começar as aulas amanhã de noite. Fui para casa dormir quando estava indo me deitar a campainha tocou. Abri a porta.

- Oi Johnny. – O abracei – Seu bobo, você comprou um monte de comida e panelas, talheres, louças. Venha eu quero saber quanto deu e quero te pagar. – Abri espaço para ele entrar.

- Presente de aniversário! Su eu preciso te perguntar uma coisa.

- Fala! – Nós sentamos no sofá

- É, Su, você tem aquele problema e eu quero te levar ao medico, porque isso pode ser alguma conseqüência.

- Não, foi só minha pressão, o meu problema não me faz mal, diferente, faz bem! E não é bem um problema, é solução.

- Su, você sabe o que isso pode virar, eu me preocupo com você. Quantas vezes eu tentei fazer você parar com isso, eu realmente estou preocupado.

- Own que lindo, mas eu não tenho nada e você sabe mais que ninguém o quanto minha auto-estima ficou alta quando eu comecei a fazer isso.

- Tudo bem, mas se isso acontecer você vai me deixar te levar ao médico.

- Ta bom seu bobão.

Conversamos mais e ele foi embora, eu fui dormir. Minha rotina foi assim dia após dia. Manhã faculdade, depois trabalho e de noite auto-escola. O Tom me ligava todos os dias, às vezes ficávamos horas, às vezes ara apenas um Oi mesmo. Duas semanas passaram até que durante a aula algum idiota veio comer cachorro-quente ao meu lado, e aquele cheiro horrível de molho ou sei lá o que me deixou embrulhada, e o pior é que se eu fosse jogar fora, não teria nada para jogar porque eu estava sem comer. Aquilo me deixou mal pelo resto do dia, não consegui almoçar nem tomar água. Conseqüência disso? Era umas 5 da tarde eu estava transformando uma entrevista de áudio em redação para depois a minha chefa escrever, o telefone tocou e eu fui atender no meio do caminho eu fiquei tonta e passei mal, resultado, desmaiei na hora me levaram ao hospital de Jaguapitã. Acordei lá a Adriana estava ao meu lado.

- O que aconteceu?

- Você desmaiou. – Levantou-se. O médico disse que você está super bem, e que não pode ficar sem se alimentar. Porque vocês podem passar mal. – O que ela falou?

- Vocês quem?

- Você e o seu bebe de duas semanas. – Ela sorriu – Eu pedi ao médico para te dar a notícia. Quem é o papai? Aquele seu amigo Johnny?

- B... B... Bebê? Meu deus. Na... Não, Sério? – Mexeu a cabeça que sim – Aaaaa, não creio... Eu vou ser mãe... – Perfeito, agora minha vida já era, mas pêra aí eu vou ter um filho, do Bill... Droga.

- Su tudo bem?

- Mas é claro que sim, poxa eu serei mamãe. – Coloquei minha mão na barriga, eu estava feliz, mas ao mesmo tempo pensando no que eu iria fazer.

- Mas agora me conta quem é o futuro pai?

- Adri. É o B... O... Sabe... É que... Meu deus... Meine gott... My god... Ele vai querer me matar. Ele vai me falar um monte, vai me jogar tudo na cara, vai dizer que isso foi de propósito, ai e se ele quiser que eu aborte? Eu não vou contar para ele.

- Calma Su. Mas então quem é me fala!

- O Bill, O Bill Kaulitz. – A expressão dela foi arregalar os olhos e a boca, literalmente.

- Surian Ricardo, como você fez isso menina?

- Olha só se você ta falando isso imagina o Bill.

- Não sua boba, to falando de não usar camisinha, principalmente ter feito sexo com ele.

- Foi minha primeira vez, e foi uma vez. E nós usamos sim. Droga. Tudo que eu precisava, era ficar grávida. Mas mesmo assim eu to tão feliz.

Ela me abraçou, ela insistiu que eu ficasse aqui em Jaguapitã na casa dela, era sexta feira mesmo amanhã não teria aula, a única coisa foi que perdi a auto-escola, mas eu nem teria condições de ir mesmo. A notícia me deixou feliz e ao mesmo tempo muito preocupada.

Notas finais
Gente me animem e eu posto o próximo capitulo. Se não vou postar uma vez a cada 20 dias, ou seja uma vez por mês.