Um Simples Sorriso.
4 Capítulo 4
Notas iniciais
-esses são os resultados dos últimos exames que você fez. –Kagome estava mais uma fez sentada em frente à mesa de seu medico, estivera ali tantas vezes que era como se estivesse em sua casa. Seus pais estavam ali segurando cada uma de suas mãos e podia sentir o leve aperto nelas, sabia como eles se sentia, pois estava na mesma situação, aqueles resultados eram a sua ultima esperança que tinha de ter uma vida normal como sempre sonhará. –infelizmente não são boas noticias os resultados não mostraram nenhuma mudança no seu quadro e como eu disse da ultima vez nossa única opção é operar. –Kagome soltou todo o ar que estava preso até aquele momento.
-e o que nós podemos? –perguntou a Yume aflita.
-precisamos encontrar alguém compatível com Kagome o quanto antes e seria melhor ela voltar para o hospital.
-não... isso não. –afirmou convicta. –eu prometo me cuidar, mas, por favor, não me faça voltar a ficar presa aqui.
-você sentiu algum mal estar esses dias. –Kagome hesitou em responder, mas negou com um gesto de cabeça. –está certo, mas se sentir algo venha me ver imediatamente.
Inuyasha não sabia o que o levará a porta de Kagome, muito menos ao fato que depois de ver que não havia ninguém sentou na calçada e se pois a esperar. Talvez fosse o fato de não ter nada pra fazer, concerteza era isso.
-Inuyasha. –ele se levantou á tempo de ver Kagome correndo em sua direção, o estranho foi à alegria que essa visão lhe deu. –O que você esta fazendo aqui... não me diga que estava me esperando.
-claro que não eu só estava passando.
-e o que estava fazendo sentado na calçada?
-descansado.
-o que devemos a honra de sua visita. –os pais de Kaoro e Yume os pais de Kagome se aproximaram.
-na verdade eu vim convidar a filha de vocês pra almoçar para almoçar.
-pensei que você só estava passando. –ele lançou um olhar de represaria para Kagome que apenas riu.
-você esta se sentindo bem filha, não esta cansada? –perguntou sua mãe.
-não estou ótima.
-então acho que não tem problema.
Foram para um restaurante que Inuyasha costumava freqüentar quando seus pais ainda eram vivos e a família saia para jantar todas às noites.
-esse lugar é incrível, você vem aqui muitas vezes? –perguntou admirada com a decoração do lugar.
-vinha, mas já faz muito tempo, então o que você vai querer?
-escolha você... surpreenda-ma. –Inuyasha deu um suspiro de desistência e pegou o cardápio, concerteza nunca entenderia aquela garota. Depois de fazer os pedidos o garçom se retirou deixando os dois sozinhos.
-então o que você vai fazer a partir de agora?
-hum?
-esta pensando em fazer faculdade?
-na verdade desde criança eu gosto de fotografia, por isso sempre pensei em fazer um curso.
-então agora você vai poder finalmente realizar seu sonho não é?
-é o que parece, não é? –Inuyasha pode sentir o desanimo na voz dela, só não entendia o motivo. –e você? –ele recostou na cadeira cruzando as mãos atrás da cabeça.
-não a nada que eu tenha interesse em fazer. Digamos que sou alguém sem ambição.
-isso me parece mais com vadiagem.
-não é isso... eu só perdi o interesse. –Kagome o observava atentamente. –o sonho do meu pai sempre foi de que um dia meu irmão e eu assumíssemos a presidência da empresa, eu ate estava pensando em cursar administração na faculdade, mas então eles sofrerão aquele acidente e morreram, eu...
-pensou que não valia mais a pena continuar com esse sonho já que ele não estava mais aqui. –ele a encarou surpreso. –mas eu acho que seu pai ficaria feliz em saber que você continuou seguindo seus sonhos, é o que eu acho. –ela o encarava gentilmente. –se fosse eu, gostaria que meus pais continuassem seguindo suas vidas felizes mesmo que eu não esteja mais aqui. –ele não estava gostando do tom de Kagome.
-você é muito jovem pra pensar em morre não acha? –ela apenas de um sorriso triste, o garçom chegou trazendo seus pedidos fazendo com que eles encerrassem a conversa.
Depois de almoçarem eles caminharam pelo parque, antes de Inuyasha acompanhá-la ate em casa.
-obrigada por me acompanhar, eu me divertir muito hoje. –eles haviam parado em frente a casa de Kagome.
-não foi nada..
-mas que desanimo você tem que dizer... “Eu realmente me diverti hoje Kagome.” – Inuyasha não disse nada apenas a encarou. –deixa pra lá, eu já vou indo.
-eu realmente me diverti hoje muito Kagome... obrigada. –ela se virou com um largo sorriso no rosto e sem dizer nada entrou.
Depois de deixar Kagome em casa ele passou o resto da tarde pensando no que ela falará por isso durante o jantar ele achara que era a melhor hora de contar a Sesshomaru o que decidira.
-vou pra faculdade. –disse abruptamente, seu irmão parou o talher no ar e o encarou confuso.
-desculpe acho que não entendi.
-você entendeu perfeitamente Sesshomaru. –disse sem entender a surpresa dos dois. –eu decidi ir para a faculdade.
-mas isso é uma ótima noticia. –comentou Rin animada. –não acha querido?
-claro, mas eu não posso negar a minha surpresa, não quando durante todos esses oitos anos você negou qualquer simples mansão a isso.
-eu mudei de idéia, as pessoas mudam sabia.
-sabia. –disse com um sorriso divertido. –ainda mais quando existe uma certa garota no meio. –Inuyasha engasgou.
-não sei do que você esta falando.
-certo, não tocaremos mais no assunto.
-além do mais ela conseguiu uma coisa que nem meu marido conseguiu, estou curiosa para conhecê-la.
-Kagome não tem nada a ver com isso.
-essa é aquela garota do hospital não é? –Sesshomaru e Rin começaram a rir e Inuyasha se sentiu pego em uma armadilha.
Kagome estava terminando de revelar as fotos quando sua mãe bateu a porta.
-filha telefone.
-já vou. –disse despreocupada.
-é o Inuyasha... –no mesmo instante ela largou tudo que estava fazendo e correu para fora.
-por que não disse logo. –ela correu para o telefone. –Alô... Inuyasha. –aquela mesma sensação de alegria invadiu seu corpo, como sempre acontecia quando se tratava dele. –daqui a cinco minutos? Certo estarei pronta. –depois desligou.
-e o que ele queria dessa vez? –Yume perguntou se aproximando ao ver o largo sorriso nos lábios da filha.
-ele me convidou para um passeio.
-e você ficou feliz não é? –ela não respondeu. –Kagome qual são os seus reais sentimentos?
-como assim?
-você parece estar apaixonada. –ela encarou sua mãe surpresa.
-eu não sei... quando estou com ele eu sinto que posso ser como as outras pessoas, apenas uma garota normal. –ela olhou sua mãe com os olhos brilhando. –ele não me olha com pena, eu me sinto bem ao lado dele.
-você vai acabar percebendo o que realmente sente. –ela se levantou e foi para a cozinha. –você não deveria estar se arrumando. –olhou o relógio e subiu correndo para o quarto.
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