Um Ritual De Amor.
1 Mas o que é isso?
Notas iniciais
O dia começa difícil para os irmãos Winchester, que voltam de uma caçada de demônios sinistra, e assim vão até a casa de seu ‘pai’, Bobby. Cansados, entram e o cumprimentando, Sam sorria singela e docemente para o homem, enquanto Dean se sentava e gemia de certo modo, se contorcendo um pouco. Sam com sua feição destacando certo desespero, olhou para Bobby com um sinal, procurando ajuda nos olhos dele. Bobby ressaltava, diante daquela situação:
-Mas que inferno é isso, Dean? O que aconteceu com você?
-Eu não sei Bobby, um dos demônios me atacou e ocorreu isso, não sei ao certo o que significa, mas está queimando a beça...
Sam não sabia o que fazer. Pensou direto no Anjo da Guarda de Dean, Castiel. Porém ele responde mais firmemente aos chamados de Dean, pelo seu laço mais forte com ele. Mesmo assim, procurou chamá-lo, e erguendo os braços, clamava:
-Castiel, por favor... Precisamos de ajuda. Dean está...
Castiel surgira repentinamente ao ouvir o nome de Dean, que o olhava com um sorriso incrível no rosto, apesar da dor que sentira ser mais forte que qualquer coisa. Dean, entre gemidos de desespero, pedia a ajuda do seu anjo, temendo que se agravasse aquele vírus.
-Cass, eu não... Eu não sei o que e-está havendo comigo...
-Onde dói, Dean?
-Aqui, olha...
Dean, tentando se mover o menos possível erguia a sua blusa, e parte do vírus misterioso que surgira ali se esparramava para baixo de seu umbigo, atingindo também a cintura, e um pouco mais abaixo, passando por sua calça. Castiel se espantava e pedia a Sam e a Bobby:
-Preciso de alguns materiais, isso é uma praga, não posso remover com meus poderes. Se eu tentar remover, ele vai sofrer. Precisa ser feito por meio de um ritual.
Olhava sério aos rapazes, e ambos concordando em ajudar a qualquer custo, sinalizavam de que estavam de acordo com o ritual. Castiel prosseguia:
-Preciso de sangue humano, mirra, cinzas, um amuleto banhado a água benta, e uma cruz de prata pura. Por enquanto...
Sam se espantava ao ouvir sobre a cruz de prata, porém, estava disposto a buscar todos os materiais. Bobby se disponibilizava com as palavras em latim, para tirar aquela praga de seu ‘filho’.
Dean olhava com um ar aliviado para Castiel. Estava se sentindo menos assustado com o anjo ao seu lado. Ele, com um olhar sereno, perguntava ao protetor:
-Isso tudo vai dar certo?
-Vai sim Dean, acalme-se.
-Promete... Promete que não vai sair daqui? Jura que vai ficar do meu lado até essa coisa passar?
-Eu juro Dean, não vou sair sequer de perto de você.
Castiel tocava suavemente nas mãos de Dean, e sorria para o mesmo, tentando o tranqüilizar o máximo que podia.
Passado algum tempo que, para Dean parecia ser eterno, Sam e Bobby retornam com notícias e materiais, para que o ritual aconteça. Dean, olhando Sam com as coisas na mão, se assustava um pouco mais, e ficava ansioso. Porém, não conhecia o ritual, o que não ajudava muito.
-Trouxe tudo o que pediu, Cass.
Sam arrumava o centro da sala, como se já conhecesse o ritual. Castiel deixou Dean repousar no sofá, porém o anjo ficava à vista do jovem, para que o mesmo não se desesperasse. Com um pouco de pressa, Castiel reunia Sam e Bobby à mesa, logo, falando:
-Preciso dos dizeres em latim pra expulsar esse mal do Dean. E ele terá de ser colocado no chão, deixando descoberta toda a região que o vírus atacou.
Nisso, Bobby, já tendo as escritas, ajudava Castiel a remover o tapete. Logo, desenhou uma estrela de cinco pontas no chão, dentro de um círculo, e repentinamente puxava Sam, pegando em sua mão e cortando a mão do mesmo.
-Ai, hey Cass, que isso?
-Eu tinha dito que precisava de sangue humano...
-Ah... Tudo bem então...
Castiel então já estava pronto para fazer o ritual. Pegava a cruz de prata que estava sobre a mesa de Bobby e logo antes de começar o ritual, ressaltava.
-Eu preciso que vocês se afastem. O vírus pode afetar vocês.
-Como assim, Cass? Mas o Dean vai ficar bem certo?
-Sim, Sam, ele vai ficar bem. Mas pra segurança de vocês dois, é bom que se afastem.
-Bom, mas quanto é o suficiente?
-Digamos... Em um raio de uns 3 km já é o suficiente.
Dean se apavora e tenta se levantar, quando por fim começa a gemer novamente de dor, causando o impacto de que agora, doía ainda mais que antes. Desesperado com o afastamento de ambos os caçadores, Dean falava:
-Cass, qual é o problema? Eles não podem fi-
Logo, Dean fraquejava e em um piscar de olhos, Castiel punha-se ao lado dele, o segurando.
-Vão, agora! Isso precisa ser removido rápido... Vão!
-Ok Cass. Tomem cuidado!
Sam saía com Bobby e seguiam em direção à cidade vizinha, o que já era suficiente para que o anjo pudesse fazer o ritual. Já o mesmo ficava com Dean em todo momento, fazendo o procedimento.
-Dean, venha comigo...
Rasgava a camisa do jovem e o deitava no chão sobre o sangue de Sam, agora, um pouco corado, tocando seu peitoral e sua barriga, sentindo a gravidade do problema. Ele fixava o olhar no rosto de Dean, e hipnotizava-se no belo corpo do mesmo...
-Cass, por favor...
O anjo despertara daquele devaneio que teve, e com cuidado, pronunciava as palavras em latim de frente a Dean. A cruz de prata passeava por seu corpo, até Castiel notar que o vírus tinha se propagado por baixo da calça de Dean. O mesmo ficava envergonhado e falava a Dean.
-Dean...
-O que Cass?
-O vírus foi parar embaixo de suas calças e eu preciso...
-Ah... Eu... Pode t-tirar Castiel...
O anjo ficava extremamente tímido, e então começava a desabotoar a calça do rapaz devagar, com seu rosto corado. Logo, puxava a calça do mesmo e juntamente com ela, puxava sua cueca também, ficando extremamente vermelho. Dean ficava da mesma maneira que Castiel, ainda por cima, gemendo bastante de dor.
Passado alguns longos minutos, Cass conseguia por fim, remover a praga de Dean, e agora o mesmo estava com seu corpo saudável novamente. Castiel com ar de cansado o olhou sorrindo e Dean pôs-se sentado, ainda nu. O mesmo sorria agradecido para o anjo que estava de joelhos a sua frente.
-Valeu Cass... Sem você eu não estaria curado agora...
O anjo ainda rosado deixava seu olhar baixo, e respirava fundo, bem tímido. Dean compreendia e tocava o queixo do mesmo, subindo o rosto do anjo suavemente. O mesmo se sentia envergonhado e repentinamente colocava suas mãos entre suas pernas. Dean estranhava a reação do anjo, mas já sabia o que acontecera.
-Cass, você tá bem?
-Dean, eu... Eu não consigo...
-Castiel... Posso ver o que está acontecendo?
-Dean não, por favor, eu não sei se devo fazer-
-Hey Cass, por favor.
O anjo ainda vermelho, convencido por Dean, tirava as mãos do meio de suas pernas e entre elas, era possível notar o volume que ocupava a calça do anjo. Dean olhava surpreso, e com um pequeno sorrisinho, olhava para Castiel.
-Quer dar um jeito nisso?
-Não Dean, eu não posso...
O anjo levantava-se do chão e Dean levantava-se atrás, andando até ele.
-Por que Cass? Sabe que eu sempre... Sempre desejei isso...
-Isso... É sério?
-Sempre foi sério Cass...
Dean tocava nos ombros de Castiel e o virava de frente para si mesmo, e olhando para baixo, Dean pegava as mãos do anjo, e as segurava firme.
-Cass, só você sabe realmente o que eu sinto por você. E eu sei que você sente o mesmo...
-Dean, eu não posso deixar que ninguém descubra isso, senão eu não sei o que pode acontecer... Eu tenho medo Dean...
-Calma Cass... Quero que isso fique entre a gente ok?
Dean aproximava ainda mais do anjo, e sorrindo, o prensava na parede. Castiel ficava nervoso por um momento, arfando desesperadamente repetindo o nome de Dean baixo. Logo, Dean sem demoras, segurava Castiel, deixando um de seus braços na cintura do mesmo e tocava os lábios do anjo, o beijando de maneira intensa.
Castiel tentava se soltar, mas Dean não permitia e assim, ele se entregava finalmente àquele beijo caloroso. O anjo podia sentir que aquela sensação quente aumentava e que o certo volume em sua calça aumentava a cada segundo. Dean estava despido, e começava a se excitar, o que era notável para o anjo. Assim, Castiel segurava a cabeça de Dean e o beijava com certa selvageria, avançando com tudo no mesmo, como se ele fosse algo na qual sempre teve vontade de provar. E essa era a verdade. Castiel abaixou um pouco sua cabeça até o pescoço de Dean e o beijava, chupava, mordia... Aproveitava de todas as formas do corpo esbelto de Dean, até que o mesmo falava:
-Cass... Onde?
O anjo entendia a mensagem e pensava em algum lugar para ambos ficarem realmente à vontade. Com o seu corpo a mil, pensava em todos os lugares e então logo dizia:
-Vamos trilhar um caminho pra nós...
Logo, o anjo apertava Dean, e o mesmo excitado como Castiel, deixava o seu companheiro o guiar. Pausavam as carícias por uns instantes e Castiel, com uma face meiga além de maliciosa, o puxava escada acima da casa de Bobby, adentrando em um quarto vago que tinha ali. A iluminação era tomada pela lua, batendo sobre uma cama de casal que havia no quarto. Castiel virava de frente para Dean e retirava seu sobretudo na frente dele, e o puxava novamente, ficando com a camisa e gravata.
Agora era o momento de o casal ficar a vontade no quarto, o que rapidamente conseguiam, pois na casa não havia mais ninguém. Castiel mergulhava naquela tentação, naquele corpo extremamente delicioso de Dean e o mesmo fazia o mesmo. Ambos se abraçavam e se beijavam loucamente, até Dean empurrar com certa força o seu anjo sobre a cama, onde o mesmo tirava seus sapatos com os próprios pés. Devagar, Castiel ainda rosado fazia com que seu corpo ficasse ajeitado na cama, e Dean, nu como estava, subia engatinhando na cama sobre Castiel e logo tornava a afundar seus lábios sobre a pele do anjo, pegando o pescoço do mesmo com as mãos e o chupando, deixando marcas roxas no lugar. Já Castiel fechava um pouco suas pernas para que Dean pudesse se sentar sobre ele.
A loucura que ocorria sobre a cama era extremamente grande, e ambos não se agüentavam dentro de si próprios. Dean abria a camisa de Castiel, botão por botão, e a removia rapidamente, assim fizera também com a gravata. Logo, Dean se inclinou sobre Castiel, beijando seu corpo, enquanto o anjo com suas mãos removia sua calça e sua cueca, agora ficando nu juntamente com o Winchester. Dean agora se encaixava no quadril de Castiel e ali o beijava, adentrando a boca do mesmo com sua língua, explorando cada partezinha do rapaz. Castiel fazia o mesmo, e sugava a língua de Dean, o mordendo diversas vezes. As mãos de Castiel acarinhavam as costas de Dean com vigor incrível, chegando a apertá-la várias vezes, fortemente.
Chegara o momento mais aguardado. Castiel ficava levemente rosado, junto a Dean, que há algum tempo estava roçando seu corpo no de Castiel. O jovem Winchester punha-se sentado sobre Castiel, e logo, se apoiava no peito do anjo. Castiel sabia o que tinha que fazer, logo, segurando seu pênis e colocando-o em Dean, devagar corado. O Winchester, entre alguns gemidos demonstrando dor, sentava-se finalmente sobre o membro de Cass, e assim, começava a se movimentar sobre o rapaz. Castiel repentinamente começou a gemer de maneira intensa, o que adoçava os ouvidos de Dean. Já este, remexia-se com certa pressão sobre Castiel e entre gemidos também calorosos, deixava suas mãos apoiadas no tórax do anjo. Logo, o mesmo sentava sobre seu amado de maneira intensa. Cass não conseguia sequer ficar sem gemer, e ainda mais, gemia cada vez mais alto. Aquela sensação era nova pra ele, e extremamente excitante. Ele segurava a cintura de Dean, o ajudando e o acariciando, dando impulsão para o mesmo poder sentar sobre Castiel com mais força. Eles enfim estavam provando o amor deles um para o outro, e olhando nos olhos, Dean e Castiel compartilhavam aquele momento único para eles.
Dean se inclinava um pouco para voltar a beijar o anjo, e o mesmo o abraçava apesar dos gemidos serem ensurdecedores e extremos. Castiel sentia uma pressão maior sobre seu corpo, e agora estava mais excitado que nunca. Ambos estavam cheios de tesão, e estremeciam a cada segundo com aquela carga toda.
Dean continuou os movimentos, agora mais lentos e exercendo uma pressão imensa sobre o pênis de seu companheiro. Castiel deslocava o quadril e tentava estocar Dean da maneira em que podia, e logo se acalmavam ofegantes, deixando a transa mais lenta. Castiel segurava nas costas de Dean e punha-se sentado na cama, e agora beijava mais uma vez o seu amado, enquanto virava a posição em que estavam. Dean agora se punha deitado e Castiel, ainda mantendo a penetração em Dean, subia por cima do mesmo, e segurava em ambas as pernas de Dean, deixando-as bem abertas. Castiel colocava suas mãos na cama, apoiando seu corpo, e olhando para Dean, começava a penetrá-lo de maneira intensa, estocando o jovem com certa força que, como ele sendo um anjo, era força até demais. Mas Dean adorava aquilo, e ofegava todo momento, gemendo como nunca. Castiel suava tanto de prazer quanto de nervoso, pois ainda estava um pouco tímido. O mesmo descia sua língua nos lábios de Dean, os lambendo de forma gostosa, o que fez Dean sugar a língua do mesmo. Logo ele mantinha aquela expressão para Dean, o fitando.
-Dean... Eu, ah...
-Isso Cass... Tá... Perfeito, meu... Meu anjo...
Castiel se excitava com a maneira na qual a voz de Dean saía de sua boca, e sem agüentar por muito tempo, o anjo levava sua mão até o pênis de Dean, e suavemente começava a masturbá-lo, passando a aplicar mais rapidez no trabalho manual. Agora Dean sentia um prazer duplo, e arfando ele sorria para Castiel. Seu corpo estava inteiramente suado, e dando gritos mais violentos, Dean olhava com outra expressão para Castiel, este já sabendo o que ia ocorrer com Dean. Cass movimentava seu quadril e sua mão mais rapidamente, querendo levar Dean ao extremo. Dean, entrando em um estado muito intenso de seu prazer, deslizava suas mãos por Castiel, chegando ao rosto do mesmo, ao mesmo tempo em que atingia o orgasmo. Dean agora berrava, enquanto Castiel terminava de masturbar o garoto. Cass ficava tímido de novo, pois Dean chegava a seu objetivo, e ele não. Dean olhava docemente para Castiel o trazendo até sua boca, o selando suavemente e sussurrando.
-Eu quero ver... Você chegar... Continua Cass...
Castiel não dizia nada, mas sorria, e ajeitando as pernas de Dean novamente, continuava a estocar o jovem, que se punha a gemer alto, pois estava totalmente sensível após o orgasmo que teve. Castiel se inclinava e se apoiava à cabeceira da cama, e o estocava violentamente, sentindo seu membro escorregar e ser apertado com certa pressão pelo corpo de Dean, por dentro. Ele gemia intensamente e Dean o acariciava, segurando em sua cintura, arranhando a pele do anjo, apertando e massageando a mesma... Até que Dean notava que Castiel estava prestes a chegar aonde o mesmo chegou, e assim, estimulava o rapaz, falando com ele.
-Ai, continua Cass... Ah desse... Desse jeito... Você vai... Você vai conseguir Castiel...
Cass se excitava tanto com a voz de Dean que o penetrava com uma pressão maior, e apertando com força a cabeceira, acabava quebrando a mesma e assim, conseguia atingir o orgasmo também, gemendo de forma grandiosa, arfando junto a Dean, deixando sua voz ecoar pela casa toda. Castiel estava sem ar, e largava a cabeceira quebrada, deitando por cima de Dean. Os dois se abraçavam e Dean acarinhava as costas de Castiel, o dando conforto.
-Cass, você foi incrível cara... Eu... Amei tudo isso.
-Eu estou muito feliz em ouvir isso... Dean... Eu amei tanto quanto você...
Castiel erguia a cabeça, e com sua mão, alisava o cabelo do rapaz, o tocando suavemente na face logo em seguida. Sorria de modo carinhoso para Dean e o beijava, dessa vez, gentilmente. Porém foi um beijo significativo, como se um estivesse se declarando ao outro naquele momento.
O celular de Dean toca no cômodo de baixo e ele leva um pequeno susto. Esquecera que naquela noite a sua ‘família’ tinha lhe feito o ritual e espantado, olhou pra Castiel, que retribuiu a mesma expressão. Ambos, do nada começaram a rir e Castiel, se levantando e ficando de joelhos na cama, puxava Dean, este logo se sentando. Castiel se ‘teleportava’ do quarto à sala, pegava o celular e voltava da mesma maneira para o quarto.
-Era o Sam.
-Deixe-me ver...
E era realmente Sammy e Bobby, esperando por alguma resposta do ritual. Dean resolveu ligar de volta, e Sam atende.
-Dean?
-Sam, sou eu. Olha, deu tudo certo e... Castiel me... Ajudou muito.
-Dean, tem certeza?
-Absoluta.
-Sua voz está estranha, parece cansado...
Sam estranhava completamente a voz de seu irmão. Imaginava que Dean pudesse ter mesmo feito algo a mais com Castiel. Ambos se olhavam de forma amorosa na frente de Sam, então era muito suspeito.
-Não, foi o ritual que me fez isso. Mas eu estou bem, cara. Vem pra casa, que eu te conto.
-Tá ok. Até logo.
-Até.
Dean desligava o celular e olhava com cara de espanto para Castiel, e logo sorria.
-Eles estão vindo...
-Mas eu quebrei a cabeceira, Dean.
-Não faz mal, amor. A gente contorna isso.
Castiel ouvira bem? Dean o chamava de amor, em tanto tempo... Ele sorria, e se empolgava um pouco.
-Dean, nunca se esqueça de que eu te amo tá?
Dean o olhava surpreso e feliz com o que ouvia, e retribuía o carinho na medida.
-Nunca! E você não esqueça que eu amo você loucamente, meu anjo.
Ambos sorriam um para o outro, e assim selavam aquele sentimento tão puro, e tão belo que ambos possuíam e que agora, ninguém possuía um maior. O amor dos dois enchia o quarto, e com certeza enchia o coração de cada um deles, o que os deixava em pleno êxtase, naquela noite tão brilhante.
Fim.
Notas finais
P.S: A Cabeceira foi épica. SADKÇASDKÇASDKASDK
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