Notas iniciais
boa noite manolos e manolas! me desculpem a demora! mas aconteceu um acidente com meu pen drive e perdi todas as minhas atualizações das fics --' enfim to tentando reescrever tudo... enfim trago-vos mais um cap o// boa leitura!

Iza abriu os olhos devagar, e percebeu que estava encostada na parede, sendo coberta pelo manto de Yue. Se levantou num rompante, olhou ao redor. Suspirou, afinal a jovem deveria saber que tão logo sua irmã estivesse bem, não perderia tempo em treinar, Yue não era de ficar enrolando na cama. Dobrou o manto vermelho, e foi tomar café, e aproveitaria para preparar um obento para a albina.

Seishirou entrou na caverna para ver como Yue estava, e se assustou quando viu que ela não estava ali deitada.

Procurou por Izayoi, e a encontrou terminado de amarrar um obento, e questionou a miko sobre o paradeiro da albina.

— Conhecendo minha irmã, ela deve estar meditando na cachoeira perto daqui – fala a miko – por que não leva esse obento pra ela? Ela deve ter saído sem o café.

O lobo ficou indeciso se iria ou não, mas sabia que devia desculpas a Yue e por isso assentiu e pegou o obento.

Izayoi observou o lobo sair um tanto apressado. Kouji apareceu ao seu lado, surpreso com a atitude da miko.

— Iza – sama, você não acha que sua irmã não vai querer ver o meu irmão por um bom tempo?

— Não se preocupe. Yue não faz o tipo vingativa, e também... Seishirou precisar falar e escutar algumas coisas – fala a miko sabiamente.

Kouji apenas assentiu, e sorriu vendo que seu irmão iria amadurecer, ele e a miko foram ajudar os outros lobos.

Seishirou andava apressado, num misto de nervosismo e medo. Chegou rapidamente a cachoeira, e viu a albina em posição de lótus, deixando as aguas cristalinas caírem pelo corpo, como se a purificasse.

O lobo se sentou na beirada, colocando os pés na água. Em meio, aquela paz e silencio, podia ouvir os pássaros cantando, o som do vento e o farfalhar da folhas e flores.

Ficou assim mais alguns minutos, quando viu que Yue tinha aberto os olhos e estava se dirigindo a ele. O lobo levantou de supetão, apertando o laço do obento, suas mãos soavam frio, e assim que a albina estava em sua frente, apenas estendeu o obento, e ela o pegou e começou a comer.

Os dois estavam sentados na beirada, com os pés na água, não falavam nada. O lobo estava incomodado com aquele silêncio, mas não sabia como entrar no assunto, então respirou fundo e tomou coragem.

— Yue... eu te devo desculpas, não uma mas várias. Não apenas por ter saído no meio da noite, sem avisar a ninguém, mas também pelas minhas outras ações idiotas. Elas quase a mataram... eu poderia dizer que fiz tudo isso pelo o meu povo, mas... também foi um pouco por orgulho, queria mostrar a todos que poderia ser um bom líder... – falava, enquanto calmamente, Yue colocava o obento de lado.

Então Yue se levantou rápido e o socou com tudo, deixando o lobo atônito, o lobo apenas a observando de olhos arregalados, com a mão na bochecha que foi socado sem dó ou piedade.

— Cale a boca! – gritou Yue – Pare de mendigar suas desculpas! O que passou, passou! Não dá pra mudarmos o passado, a única coisa que pode fazer agora é planejar melhor suas futuras ações! – falava chegando mais perto do lobo, este se encolhia, pois nunca tinha visto a albina daquele jeito – Outra coisa, não queira fazer tudo sozinho, pode achar que os outros não se preocupam com você, mas é justamente ao contrário, seu povo mais do que um líder, o quer como alguém em quem possam confiar, e que confie neles, e por último... eu acho que seus pais e o bando todo apreciam o quanto você luta por eles, não é necessário fazer nenhuma loucura, fui clara?

Seishirou continuou calado, sem saber o que realmente deveria fazer ou dizer.

— Sim claro. Você não pode imaginar o peso que me tirou da consciência — fala o lobo.

— Não falei nada para aliviar sua consciência. É bom que ela fique pesada, assim você não vai fazer nenhuma outra merda. Eu disse tudo isso pra ver se finalmente elas entram nessa sua cabeça dura — fala a albina colocando sua espada na cintura — e outra coisa, chame seu irmão e meus primos, digam para terminarem de comer e virem aqui.

— Para que?

— Treinar, sua técnica com a espada é péssima, se quer mesmo ajudar no campo de batalha, precisa aprender a maneja-la primeiro, seu irmão a mesma coisa, agora levanta essa bunda daí e vá fazer o que mandei — fala a albina começando a se aquecer e estralar os dedos.

O lobo demorou alguns segundos para levantar, mas quando o fez, correu rapidamente ao acampamento e achou Kouji, Ryuho e Raiko, estes não se surpreenderam com as ordens da mais nova.

Quando chegaram lá, a albina já estava pronta, orientou que os primos treinassem entre si, pois ela se encarregaria de ensinar os dois lobos como se manejava uma katana de verdade.

Os lobos estavam tendo dificuldades no treinamento, pois primeiro, Yue os mandou meditarem, deixarem a mente livre. Mas como os dois não tinham esse costume, estava difícil de esquecer os sons ao redor.

Yue lhes explicou que aquilo iria vir com pratica diária. Explicou que com a mente limpa eles poderiam pensar somente na espada, como uma extensão de seus corpos, ela fazia parte deles, e eles faziam parte dela.

— Ei prima porque não demonstramos isso na prática? — fala Ryuho animado.

Yue pensou um pouco, e sorriu. Tivera uma ideia melhor, por isso disse para voltarem ao acampamento, pois dariam a demonstração lá.

Quando chegaram lá, viram que Iza, tinha feito uma limpeza, no sentido de quase não ter lobos machucados, a grande maioria já tinha voltado as suas funções.

Yue o outros ficaram onde estavam a maioria dos lobos. Alguns saíram das cavernas para verem o que diabos eles iam fazer. Yue apenas disse que ficassem afastados e não interferissem pois aquilo era um treinamento.

Yue e Ryuho se posicionaram de frente para o outro. Se olhavam não com superioridade. Mas com respeito, e uma rivalidade saudável.

Como se seus movimentos estivessem sincronizados, colocaram suas mãos na bainha se suas espadas, prontos para empunha-las. E num movimento... as laminas brandiram!

A plateia assistia admirada e aturdida, os primos eram rápidos, e alguns tinham dificuldades para acompanhar todos os movimentos, alguns no máximo conseguiam ouvir o brandir das espadas, as katanas dançavam nas mãos dois primos. E podiam ver que mesmo sendo primos, levavam a luta muito sério, e acharam que os albinos ficariam naquela luta por um bom tempo... no entanto... não contavam que a albina menor visse uma brecha e a usou, e num movimento rápido e inesperado, Ryuho cai no chão, sua espada caiu ao seu lado, e a proteção de sua roupa fora destruída.

— Vejo que melhorou bastante, depois da nossa última luta — fala Yue ajudando seu primo a se levantar.

— Bem tenho uma ótima mestra — falou ele com seu jeito brincalhão e despreocupado de sempre.

Os lobos ficaram alvoroçados com a luta. Tinha sido empolgante. E ninguém tinha como contestar... Yue era uma mestra espadachim. Mas ela não se deixasse abalar com tais comentários, e segue treinando cada vez mais.

— Isso foi apenas uma demonstração bem de leve, como seria numa luta séria — fala Yue, olhando os lobos ao seu redor — eu sei que todos vocês são guerreiros por natureza mas... vi falhas em suas defesas e se me permitirem... irei ajuda-los, os treinando, ensinando tudo o que sei sobre lutas, para que esta guerra tenha um fim!

Os lobos ficaram por poucos segundos pensando sobre as palavras da jovem albina... e todos os lobos que estavam aptos a lutar pegaram suas armas e as brandiram no ar, uivando como se já tivessem ganhado.

Yue sorriu com a resposta positiva dos lobos e pediu uma ajuda aos primos, para que organizassem os lobos. Ao longe, Myoga e Toutousai olhavam a jovem filha de seu senhor e sorriam, sabendo que no futuro Yue seria uma grande líder... ou quem sabe uma imperatriz.

Os dias se passaram, e os ataques diminuíram de forma consideravel. Os lobos aprendiam rápido, e logo suas defesas e táticas de luta estavam bem melhores. Yue logo desenvolveu uma amizade com os lobos e uma camaradagem. Em contra partida, os lupinos a respeitavam, assim como Izayoi, e a admiravam muito, por sua coragem e dedicação ao ensina-los.

Era quase de manhã, o Sol nem tinha aparecido ainda, apenas alguns míseros raios, e uma certa albina já estava na cachoeira meditando, sua espada estava em seu colo, estava confortável na posição de lótus, sua energia fluía para a espada, e vice versa. Ela podia sentir a paz e tranquilidade do lugar, os poucos ruídos da mãe terra, porém... a paz foi interrompida.

Abriu os olhos de supetão, quando sentiu cheiro de fogo, viu que vinha do acampamento, desceu da cachoeira correndo, colocando a espada na cintura, e vestindo seu manto vermelho. Saltou por entre as árvores, o trajeto que levava poucos minutos, parecia que não tinha fim. E quando finalmente chegou lá... viu o caos.

Os inimigos estavam lá em peso! Agora a verdadeira luta começaria!

Notas finais
bem manolos espero q tenham goxxxtado! inté o próximo! kissus o//
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.