Um Mundo Diferente

1 Capítulo 1: Prazer, Sou A Mônica


Notas iniciais
Este capítulo revela uma parte bem grande da Mônica. Espero que gostem!

*Narração da Mônica*

Sou Mônica. Tenho 16 anos e meço 1,60 metros de altura. Meu cabelo é curto até a metade do ombro (não tão curto assim) e era apenas preto. Aos meus 6 anos de idade, minha mãe pintou mechas azuis no meu cabelo, para combinar com os dela. Tenho unhas grandes (nas mãos e nos pés), e costumo sempre pintar os dois de preto. Nunca de outra cor. Tenho três furos em cada orelha: o primeiro e o segundo furo ficam na parte de baixo da orelha, e o terceiro fica na cartilagem, na parte de cima da orelha, o que posso chamar de piercing. E sim, eu uso brincos (não tão grandes quanto os da minha mãe, que são de caveiras gigantes). Sou dentucinha, mas isso é um dano genético meu. Possuo olhos castanhos. Peso 32 quilos e não sou gorda (mas também não sou uma tábua). Ah, e meus seios são de tamanho bom para uma adolescente como eu (nem pequenos e nem gigantes).

Vivo numa nave, com a minha mãe e mais 5 mil piratas do espaço. Falo diferentes línguas, de diferentes galáxias, planetas e países (do planeta Terra), mas falo fluentemente inglês e português. Não sou de nenhum país, e nem tenho nacionalidade. Mas se forem colocar assim, acho que tenho nacionalidade galáctica, porque nasci na galáxia Via Láctea. Nada mais sei à respeito.

A nave tem 7 andares enormes. No primeiro andar, que tem uma parte recoberta de vidro para ver o espaço (funciona como se fosse uma janela). Ela serve de observação e comando da nave, para a verificação de naves e tropas inimigas e rebeldes. No segundo andar, temos dois quartos imensos: o meu e o da minha mãe. O da minha mãe é cheio de tesouros e jóias preciosas de outras galáxias e planetas. Fora isso, o quarto dela é moderno. O meu é pintado de preto e é moderno também. No terceiro andar, temos a cozinha, a sala de estar e a sala de jantar. Tudo moderno. No quarto andar, temos o exército da minha mãe, que se abriga lá (é isso aí, minha mãe tem seu próprio exército de 5 mil piratas do espaço). No quinto andar, temos aí, um dos setores mais importantes (e também o maior setor em espaço na nave): a base de treinamento. Lá, treino técnicas de batalha e luta como espadachim, super agilidade, raios rosa, congelamento, abidução e campo de força. É o meu andar predileto, pois também contém a sala das armas, com armas de todos os tipos de material: diamante, ferro, laminado, ouro, prata... etc. No sexto andar, temos metralhadoras, explosivos ativados à código, armas e espadas à laser. No sétimo e último andar, temos as celas, onde ficam os rebeldes que não querem se submeter à nós.

Minha mãe é conhecida em todos os lugares, já que ela é a maior pirata do espaço e a que tem mais autoridade. Todos a vêem como uma vilã. E é verdade. Ela é mal. Uma verdadeira vilã em carne e osso. Ah, ela é conhecida popularmente como "Cabeleira Negra", mas seu nome na verdade é Shirley. Ela tem 42 anos de idade. Nunca perguntei quanto ela pesava ou quanto ela media em altura. Também nunca tive interesse em saber. Minha mãe é muito bonita. Ela tem cabelo grande (que na verdade é uma peruca), preto e com mechas azuis. O cabelo dela tem um efeito babyliss, da raíz para a ponta. Possui olhos verdes (os olhos castanhos eu puxei do meu pai). Ela tem um corpo perfeito.

Sobre o meu pai? Bem, ele foi assassinado, pela minha mãe. Minha mãe só tinha se casado para poder ter uma filha, para que quando ela morresse, tivesse alguém para ficar em seu lugar. Assim que me teve, o matou. Ela o matou quando eu ainda tinha 3 meses. Por isso, não sei muito dele. Fazer o quê, né? Já foi.

Mas voltando para mim, eu não estudo em um colégio, e nem estudei em alguma escolinha. Sempre fui educada na nave pela minha mãe.

Ela me ensinava coisas variadas. Espadachim é a principal técnica de batalha que todo pirata do espaço precisa saber. É a técnica em que se usa as espadas para batalhar. Minha mãe me ensina espadachim desde pequena, desde os meus 7 anos de idade, no caso. A única técnica que eu ainda não estou totalmente preparada para usar é a abidução, que é uma técnica que transforma qualquer pessoa em um cachorrinho chamado Bidu.

Fui educada de uma maneira bem diferente (que para vocês terráqueos deve ser uma coisa absurda). Minha mãe sempre colocou na minha cabeça de que eu tinha que criar ódio, porque só o ódio deixa você mais forte, e que não era para eu chorar nunca na minha vida, porque chorar é para fracos. Ela nunca me ensinou a amar as pessoas. Nunca mesmo. Só me ensinou a guardar rancor e ódio.

E assim eu cresci. Cresci com isso na minha mente. Nada mais.

Longe, no primeiro andar, eu observava a minha mãe matar e assaltar planetas de outras galáxias. Não digo que ficava encantada. Digo que, bom, eu curtia.

Se eu sou mal como a minha mãe? Não sei. Mas só sei de uma coisa: eu preciso ser mal querendo ou não, porque eu venho depois da minha mãe na geração dos maiores piratas do espaço. Eu preciso assumir esse cargo. Então, segundo minha mãe, eu tenho que aprender a gostar de ser mal.

Eu curto ser mal.

Notas finais
Então aqui está o primeiro capítulo da fanfic. Acompanhem, favoritem e comentem! Próximo Capítulo: Após essa grande mergulhada na vida da Mônica, vamos dar uma mergulhada na vida dos terráqueos do Limoeiro.