Um Malfoy em minha vida

12 Olha o vilão ai Gente!


Notas iniciais
Oi, primeiramente eu peso mil desculpas pela demora. E depois de ter ensaiando uma mil vezes qual desculpa eu vou dar, eu finalmente cheguei em uma então lá vai: Eu tenho uma boa e má noticia: Vou começar primeiro pela a má... 1°Sim, eu pensei em desistir 2° E sim, eu me desanimei BOA noticia... 1°Eu revir todo os maravilhosos comentários de todos os maravilhosos leitores e em um passe de mágica eu me animei de novo.. 2° Durante todo esses meses que eu fiquei off eu escrevi alguns capítulos. então já tem capítulos prontos.. 3° Pra não demorar muito vou passa a postar um capitulo por semana.. Gostaram da boa noticia? Eu espero que sim... Então vamos ao capitulo de hoje? ;) Boa leitura!

Capitulo 12
Olha o vilão ai Gente!

Capitulo anterior...
Tudo bem_ disse Draco.
A resposta foi tão rapidamente que fez Hermione duvidar que estivesse escutando direito.
— O que? Disse Hermione.
— É isso ai, eu topo.
— Hum... Então você vai me contar o plano de Voldemort?
— No tempo certo_ Draco volta a sentar na beira da cama_ Agora você terá que me contar o que aconteceu com seus pais.
Hermione hesitou um pouco, antes de suspirar pesadamente. Era difícil pra ela tocar no assunto, pois já faz um tempo que não falava sobre eles.
Mais mesmo hesitante ela não podia recuar, aquela era a única chance dela saber algo sobre o plano de Voldemort e não podia perder aquela oportunidade. Então depois de ter arrumado coragem o suficiente, a castanha suspirou novamente e depois começou:
— Foi há sete meses antes da guerra...
Continua...

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Agora...
— Deixa eu ver se entendi_ diz o loiro ainda sentado na cama_ Então, você somente modificou a mente dos seus pais, para que eles não sofressem caso você morresse?
Hermione encolheu os ombros.
— Bem... Eu acho que é?
— E você nunca mais os viu?_ quis saber o loiro.
Hermione olha pro lado e suspira.
— Na verdade já_ Hermione olha pra Draco de novo_ Uma vez.
Draco olha pra Hermione como se estivesse esperando alguma coisa.
— E?...
Hermione volta a olhar tristemente pro nada, como se estivesse visualizando a cena.
— Eles nem me reconheceram_ começou.
Flashback on
Um mês depois da guerra...
A chuva já havia passado, mais mesmo assim o ambiente estava frio em Nova York naquela tarde. O céu estava nublado quase não tinha sol e o vento soprava forte pela a janela do carro assim que a castanha abriu a vidraça.
O carro voava calmamente fazendo com que a brisa soasse como frescor pelo o rosto de Hermione, a mesma fecha a zíper da jaqueta pra se aquecer do frio e se encosta no banco do carro não tirando os olhos da linda paisagem lá fora. Estava quase anoitecendo fazendo com que a tarde ficasse azulada. Os pinheiros ainda estavam molhados por cauda da chuva recente e o sol escondido por traz de uma nuvem deixando somente uma bola de luz branca meio apagada a vista. Embora não fosse o momento a castanha não pode deixar de notar que o clima era perfeito para a ocasião.
Hermione sente uma mão acariciando a sua, era Rony que segurando volante olhando pra ela e lança um sorriso acolhedor.
— Você está bem? Pergunta docemente.
Hermione sorri de canto tentando disfarçar a tristeza.
— Vou ficar bem!
— Ei_ diz o garoto ao perceber o olhar tristonho da namorada_ Vai dar tudo certo.
Hermione suspira.
— Não sei se vou conseguir_ confessa.
— Você precisa, eles são seus pais.
— É mais eles não lembram que eu sou, como acha que vão me receber?
— Talvez no fundo eles saibam quem você é.
— Não acho que isso seja possível _ Hermione olha para suas próprias mãos_ Obliviate é muito difícil de reverter.
— Talvez seja revertido com o tempo. Nunca se sabe.
Hermione olha pro namorado e sorri carinhosamente. Ela sabia que a intenção dele era fazer com que ela se sentisse melhor, mais aquele não era o momento certo para explicar pro Rony que obrliviate não pode ser revestido.
— Quem sabe_ respondeu apenas.
Rony sorri pra ela e volta sua atenção pra frente. Seria mais prudente dizer que ele voltaria a prestar atenção para a estrada. Isso se tivesse uma estrada!Mais como eles estava no ar então...
— Chegamos_ diz Rony girando o volante fazendo o carro descer.
Rony estaciona o carro de vagar até os pinéus deslizarem ao chão e frear em frente a casa desejada.
Hermione sai do carro e se encosta na porta do veiculo cruzando os braços analisando a casa do outro lado da rua. Ela sente a mão de Rony segurando seus ombro carinhosamente, como se estivesse lhe dando incentivo.
— Pronta? Pergunta
Hermione não responde mais balançou a cabeça positivamente.
— Tem certeza que não quer que eu vá com você?
— Tenho sim Rony_ suspira_ É algo que eu tenho que fazer sozinha.
— Tudo bem_ Rony fala calmamente e da um beijo nos cabelos castanhos_ vou estar esperando no carro.
Hermione não disse nada, mais assentiu e depois saiu andando atravessando a rua. Ao chegar em frente a porta a castanha se prepara pra tocar a campainha quando de repente ouve uma musica vindo do outro lado da porta. Ela sabia muito bem qual musica era. Era a mesma musica que tocou no casamento deles. Era a musica que sua mãe costumava cantar quando acordava de um pesadelo de madrugada.
Hermione se debruça de vagar para frente aproximando seu ouvido direito sobre a porta, foi quando ela ouviu risadas.
Nesse momento Hermione não sabia se ela estava feliz por isso. Pois ela não conseguia se lembrar da ultima vez que os viu sorrindo assim enquanto estava com eles.
— Não_ disse para si mesma_ fica calma, respira fundo, vai ficar tudo bem.
Com esse incentivo a castanha toca a campainha e espera ser atendida. Cinco segundos depois a porta se abre e lá estava ele, alto, um tanto magro de cabelos castanhos escuros, barba recém cortada, os olhos da mesma cor do cabelo e apesar de jovem dava pra ver os sinais de velhice no canto dos olhos, estreava um suéter azul celeste e uma calça jeans marrom.
— Posso ajudar? Foi a primeira coisa que disse assim que a viu.
Nessa hora Hermione vê seu coração batendo aceleradamente, era o pai dela ali a sua frente e não sabia como agir, a mesma sente seus olhos lagrimar e sua respiração estava muito acelerada.
— Pois não senhorita?_ pergunta de novo.
— Hã... B-Boa noite senhor, eu... Eu gostaria de saber se Hermione Granger mora por aqui.
A voz de Hermione foi tão baixa que quase era inaudível.
— Hermione Granger? O homem fez uma cara de interrogação, que fez Hermione engolir em seco.
Hermione balançou a cabeça, achou que se disse-se alguma coisa iria acabar chorando.
— Hã... Não, não conheço nenhuma Hermi...
— Quem é querido? _ De repente uma mulher aparece de traz da porta, era magra mais tinha uma saliência de gordura abdominal, tinha cabelos curtos e castanhos usava franja e trajava um vestido verde com flores rosas estampado, usava um pequeno suéter rosa com mangas até o cotovelo.
— Eu não sei, não nos conhecemos, ela esta procurando por uma tal de Hermione Granger você conhece querida? Pergunta pra esposa.
— Hã... Não nunca ouvir esse nome por aqui.
Esse foi o fim. Seus pais estavam alia a sua frente e não fazem ideia que estavam falando com sua própria filha.
— Sinto muito não sabemos quem é_ fala o Sr. Granger, com o tom de “desculpa por não poder ajudar” na voz.
— Hã... Tudo bem, e-eu acho que me confundir_ Hermione olha pro chão, sentiu que iria chorara a qualquer momento_ Desculpa por incomodar.
— A culpa não é sua_ diz a Sra. Granger carinhosamente_ você deve ter se confundido por causa do sobrenome, acho que qualquer um se confundiria já que somos os Grangers.
— É... Eu acho que sim_ a castanha encolhe os ombros _ Mais obrigada mesmo assim.
— De nada_ diz o Sr. Granger_ Por que não pergunta para os vizinhos aqui do lado? Quem sabe eles sabem onde ela mora.
— Tudo bem, obrigada_ Depois disso ela ver a porta ser fechada de vagar, e a ultima imagem que viu foi seus pais abraçados até a porta se fechar.
Flashback off
— Depois disso eu nunca mais os vi_ Diz a castanha lutando pra não chorar.
— Ridículo_ diz o loiro levantando-se da cama tirando Hermione dos devaneios.
— O que?
— Tudo isso_ responde ele como se fosse a coisa mais obvia_ você apaga a memoria dos seus pais, faz com que eles pensem que nunca tiveram uma filha, e agora está ai sofrendo pelo o que fez. Sabe, eu fico imaginando que tipo de pessoa faz isso.
— Não sei_ diz Hermione olhando incrédula pra ele_ as pessoas que amam talvez.
— Serio? então você meche com a cabeça dos seus pais fazendo com que eles esqueçam que você nasceu pro resto da sua vida por amor?
Draco olha pra Hermione como se não a reconhecesse.
— Caso você não saiba, as pessoas fazem muitos sacrifícios pelas pessoas que amam.
— Está falando do Weasley?
Hermione pode perceber o tom de sarcasmo na voz do loiro.
— Ora faça-me o favor, essa história de amor são para os fracos.
— Quem ama é muito mais forte do que você imagina.
— Quem ama se destrói_ rebate Draco_ e destrói aquilo que ama.
— Mais... do que você está falando_ Hermione controla o impulso de se levantar.
— Estou Falando que amar é destruir_ As palavras saíram tão rapidamente que Hermione não pode deixar de notar a grande rigidez na voz do loiro.
— Não_ Hermione responde quase em um impulso_ Não é não.
— É sim, olha só pra você_ Draco aponta pra jovem castanha que o olhava espantada_ Está aqui presa nessa cabana graças a esse amor, você mesma se destruiu, e levou eles com você.
— Eu não destruí ninguém_ Diz a castanha revoltada levantando-se da cama sem da a mínima se estava só com a camisa de Draco.
— Serio? De tanto protege-los você acabou parando aqui onde está. E Voldemort está de volta e não vai demorar muito pra que todos eles estejam mortos. E isso Graças a você... Que os amou tanto que nem pra prepara-los você sérvio. Você os destruiu.
— NÃO_ gritou ela_ Eu não os destruí, se tudo que fiz foi por que os amo, e você só esta dizendo isso por que você nunca foi capaz de amar alguém.
— Eu estou dizendo isso por que é verdade, e você sabe disso_ rebateu Draco.
Hermione olha pra Draco com todo o ódio que tinha, a vontade que tinha era deitar sobre a cama e chorar, mais ela sabia que não podia fazer isso, sabia que não podia enfraquecer agora, era isso que ele queria. Atingi-la. Mais Hermione cansou disso, cansou de sempre ser a fraca entre eles dois, cansou de deixa-lo vê-la chorar. Mais ele não vai conseguir dessa vez, pelo menos não agora.
— Você é mesmo um idiota Malfoy_ Hermione fala com todo o ódio na voz_ Nem sabe o que está dizendo. Você nem se quer sabe o que é amor_ Hermione se aproxima de Draco de vagar na intenção de soar ameaçadora, mais o loiro não sai do lugar, continua parado deixando ela se aproximar cada vez mais_ Você nunca deve ter amado alguém não é? É por isso que esta dizendo essas coisas_ Draco a encarava ferozmente, serrando os pulsos procurando por controle_ E com certeza ninguém nunca deve ter te amado também.
Já chega. Draco perde o controle e empurra a castanha contra a parede e agarra o pescoço da garota.
— Está enganada Granger_ Draco fala entre dentes_ Se pensa que eu nunca passei por isso é ai que você se engana, o amor que tiveram por mim eram tanta que não pensaram duas vezes em me envolver nessa roubada em que estou. E agora olha pra mim, olha em que me tornei_ Draco estava falando com tanta raiva na voz que nem percebeu que estava começando a apertar o pescoço de Hermione_ Já matei pessoas, já violei regras, sou um comensal da morte e sirvo aquele que mais abomino no mundo. Sabe como é isso Granger? Sabe o que é idolatrar alguém que arruinou a sua vida?
— D-Draco_ Hermione tenta dizer mais estava sendo sufocada.
Draco solta o pescoço da garota e se afasta ficando de costa pra castanha.
Hermione recupera o ar segurando o pescoço.
— É isso que o amor faz_ continua Draco_ Destrói vidas, faz você enfraquecer, e acaba sacrificando quem você mais ama_ Draco se vira pra Hermione e olha pra ela_ É por isso que você é fraca, vive com medo de machucaras pessoase é justamente esse medo que os destrói.
—Por que esta falando isso?_ Hermione se aproxima de Draco de novo_ Se refere aos seus pais é isso? É por isso que esta falando essas coisas?
Draco não fala nada, mais Hermione percebeu que o mesmo hesitou.
— Não sei do que está falando.
— Você sabe muito bem do que estou falando_ Hermione procura olhar nos olhos dele mais Draco evitava olhar pra ela_ Acabou de admitir que eles te envolveram nisso tudo. Você não quer mais fazer isso não é? Admite.
— Calada_ Draco agora dava um passo pra traz, com sua respiração acelerada, Hermione percebeu que ele estava ficando irritado, mais mesmo assim continuou.
— Draco, não minta mais, eu sei que você não quer mais fazer isso. Eu ouvir a sua conversa com o Snape. Sei que você só esta fazendo isso por que seus pais o estão obrigando.
— Você não sabe de nada, cala-a-boca_ diz ele com os dentes serrados.
— Você não precisa mais fazer isso, vem pro nosso lado, ajude a Ordem a combater essa batalha, tenho certeza que Voldemort não terá chance se nós estivéssemos preparados...
— VOCÊ NÃO ENTENDE DROGA_ apesar de ter falado auto Hermione notou alguma coisa no tom de voz de Draco que fez ter um pingo de pena dele_ EU NÃO TENHO ESCOLHA, ELE CAPITUROU MEUS PAIS E SE EU NÃO FIZER O QUE ELE QUER ELE VAI MATA-LOS. E SE POR SUA CAUSA ACONTECER ALGUMA COISA COM ELES_ Draco agora se aproximava de Hermione de um jeito ameaçador fazendo a mesma andar pra traz até encosta-la à parede de novo_ Eu juro que vou caça-la, e não importa onde estiver, assim que eu encontra-la vou acabar com você. Tá entendido?
Hermione não conseguiu dizer nada, os olhos de Draco não estavam mais claros como antes, do cinza azulado passou por um cinza apagado quase escuros, Draco praticamente estava esmagando Hermione contra a parede o que fez a mesma engolir em seco e concordar com a cabeça. Assim que Draco se afasta que o cérebro de Hermione começou a funcionar de novo. Foi quando tudo fez sentido, tudo isso era pra manter os pais vivos, Draco não liga se Voldemort perder ou não contanto que os pais estejam bem. Agora ela entendeu o seu interesse pelos pais dela, achou que talvez fosse bom conversar com alguém que sabe muito bem como é não ter os pais por perto. Sobre o que fariam pelas pessoas que amam. Mais o que a castanha não entendia era o porquê ele a julgava tanto se os dois estavam passando quase pela mesma situação?
Apesar das dúvidas Hermione preferiu permanecer calada, sabia que a paciência de Draco já estava nas ultimas e não queria irrita-lo mais do que eles já estava irritado.
— Tenho que ir_ Diz Draco sem ao menos se virar pra olhar pra castanha de novo.
— Aonde você vai? Diz Hermione se desgrudando da parede.
— Não te interessa_ diz Draco já seguindo pela bancada.
— Draco espera_ grita Hermione correndo até ele_ Nós fizemos um trato lembra?
Draco se vira pra ela de novo e ergue a sobrancelha.
— E dai?
— Como e dai? Eu fiz o que você pediu cumprir com minha parte, agora falta você cumprir a sua.
— Tenho um compromisso agora, assim que eu chegar eu falo o que você precisa saber_ Draco olha pra Hermione dos pés a cabeça e lhe lança um sorriso torto_ E eu acho que eu vou querer as minha camisa de volta.
Hermione enrubesce com o jeito que Draco a olha.
— Não vou tirar ela na sua frente_ diz a castanha olhando pra ele com desdém.
Draco dar de ombro.
— Você é que sabe_ Draco se aproxima dela de novo e enrola seu dedo nos seus lindos cabelos ondulados _ Se bem que você fica muito mais sex com ela.
Hermione horrorizada bate na mão de Draco e dá meia volta seguindo bufando pro banheiro batendo a porta com força.
Draco por sua vez dar um sorriso mais sínico que tinha e da meia volta saindo logo em seguida.

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—Espera, isso quer dizer que podemos patrulhar?_ disse Rony animadamente_ Cara isso, isso é brilhante.
—Eu sei_ disse Harry sorrindo_ Minerva disse que podemos começar segunda feira, assim que tiver mais informações ela nos avisa.
— Meu amor isso é maravilhoso, parabéns_ disse Gina entusiasmada da um abraço no namorado.
Harry retribui o abraço.
— Finalmente eu vou fazer alguma coisa.
— E eu_ diz Rony sentando na poltrona da sala comunal_ Tenho certeza que vamos encontrar ela viva.
— Mais espera_ alertou Gina_ Como vocês iram patrulhar com as aulas?
— A patrulha será só de tarde e a noite, de manhã vamos ter aula e pra compensar as aulas da tarde e da noite vamos estudar os finais de semanas inteiros.
— Nossa_ disse Gina sentando no sofá do lado de frente pro Rony_ vocês vão ter que trabalhar duro.
— É mais é por uma boa causa_ Diz Harry sentando ao lado da namorada_ Não vai demorar muito para que Hermione esteja sentada aqui novamente.
— Não mesmo_ disse Rony seriamente olhando pro nada serrando os pulsos_e não só isso como eu também vou descobrir quem fez isso, e assim que o encontrar, eu juro que esse sim vai desejar não ter nascido.

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Draco agora estava na mansão, anteriormente ele poderia dizer que era sua mais nem isso se atreve a dizer sendo que agora Voldemort se apossou totalmente do seu antigo lar.
Andando de vagar pelos corredores escuros e silenciosos Draco se pergunta onde será que sua mãe estaria agora? Será que ela está bem como havia citado na carta? Será que Voldemort havia descoberto que ela havia lhe enviado uma carta? Será que ele a torturou? Afinal pra que diabos ele estava ali? Todas as perguntas de Draco fora dispensadas assim que se viu de frente a uma porta dupla onde era a sala que Voldemort costumava fazer reuniões, assim que o garoto dos cabelos platinados reuniu toda a coragem que tinha, decidiu abrir a porta sem exceção.
Logo de inicio Draco não sabia o que o esperava assim que abrisse aquela porta, mais sabia que aquele seria uma noite muito longa para ele. Ao entrar, a primeira coisa que o loiro notou foi a grande mesa no meio da sala onde havia vários comensais reunidos. Snape também estava lá ao lado dos pais de Blásio, que não hesitou olhar em sua direção assim que entrou, bem... Assim como todos na mesa também não hesitaram, principalmente sua mãe, estava de vestido verde escuro quase preto, seu cabelo estava amarrado pra cima em um rabo de cavalo, dando um realce nos seus olhos,seu olhar era de espanto assim que o viu, transparecia preocupação como medo que Draco não sabia o que mas sabia que seja lá o que for, era por sua causa. Ela não levantou da cadeira, permaneceu sentada, não correu pra lhe dar um abraço e nem disse uma palavra, só ficou parada no mesmo lugar. Mas isso Draco sabia por que. Era por que estava sentada justamente ao lado esquerdo dele.
Voldemort estava sentado na cadeira presidencial, bem na outra ponta da mesa. Assim que entrou Draco notou seus terríveis olhos o penetrarem como uma linha em encache de uma agulha. Assim que o viu o mesmo não hesitou em levantar.
— Ora, ora, finalmente nosso visitante chegou_ disse Voldemort sorrindo, mostrando aqueles dentes amarelados_ Aproxime-se garoto.
Draco engoliu em seco e não teve pressa ao atravessar a sala indo ao encontro de Voldemort.
— Me lorde_ diz Draco dando uma rápida reverencia.
— Sente-se_ Ordenou Voldemort apontando para a cadeira ao seu lado direito que estava vazia. Draco obedeceu dando uma rápida olhada para sua mãe que dessa vez manteve o olha pro chão. Voldemort sentou logo em seguida_ Muito bem meu garoto, acredito que depois de semanas sem nos vermos uma reunião entre nós já se era esperado, não é verdade?
— Sim me lorde_ responde Draco não conseguindo olha-lo nos olhos.
— Aproposito, como está indo em Hogwarts? Alguma suspeita?
Draco balançou a cabeça ainda não o olhando nos olhos.
— Não me lorde, nem uma.
— Magnifico_ disse o lorde das trevas demostrando uma pontada de entusiasmo_ Acredito que já deve saber pra que exatamente estar aqui, estou certo?
Draco não disse nada só concordou com a cabeça.
— Muito bem_ diz Voldemort olhando agora para todos a mesa_ estamos todos reunido aqui, justamente por que finalmente estou me recuperando da ultima guerrae que o dia em que o garoto Harry Potter finalmente será morto pelas minhas próprias mãos está cada vez mais próximo.
Ao dizer isso todos os que estavam na mesa deram risadas entusiasmados excerto Snape, Narcisa e Draco. Assim que Voldemort deu o sinal e todos ficaram em silencio o mesmo continuou.
— Fico satisfeito que meu planoesteja dando certo por agora, mais nós sabemos que não acaba por aqui, por que graças a Draco Malfoy, o plano sairá exatamente como planejei e agora vocês saberão porque_ Voldemort se levanta e começa a andar pela sala passando pela mesa_ Como todos já sabem para conseguir me matar teriam que destruir todas as orcrúxes em que estão estabilizadas partes da minha vida. Mais como também todos vocês já sabem, Harry Potter e seus amigos conseguiram destruir todas... Excerto uma.
A voz de Voldemort vai se entusiasmando conforme ele vai falando, e Draco notou que um sorriso largo e extremamente assustador se apoderou pelo rosto do Lorde das Trevas, e assim que deu uma volta inteira sobre a mesa deu uma rápida olhada pra Draco e deus meia volta passando pelos comensais mais uma vez.
— E isso_ continuou_ graças a minha incrível ideia de construir uma oitava orcruxes. E é exatamente essa orcrúxe inesperada, que me concedeu mais uma chance de acabar de vez, com Harry Potter.
Assim que Voldemort parou, todos na mesa aplaudiram. Voldemort curvou seu corpo pra frente e abriu os braços recebendo calorosamente os aplausos.
— Agradeço suas saudações meus queridos amigos, mais como vocês já sabem, o plano ainda não acabou_ Voldemort foi caminhando calmamente de novo_ Não estou seguro em dizer onde essa estimada orcrúxe está seguramente guardada, mais garanto a todos que será quase impossível de acha-la. Bom mais isso não exatamente o mais importante certo?
Voldemort finalmente sentou na sua cadeira.
— O mais importante nessa História, é que ninguém meus caros amigos, ninguém sabe do grande ataque que virá futuramente_ fez uma pausa e sorri mais uma vez_ e é ai que o grande garoto entra_ agora Voldemort olhava pra Draco.
Draco por sua vez ao notar o grande olhar do Lorde das Trevas o mesmo hesita antes de falar.
— Perdão Me Lorde, mais eu não sei em que eu serei útil dessa vez, acredito que por ninguém saber de nada sobre o Plano o Senhor está em vantagem, principalmente porque ninguém espera...
— Uma segunda guerra._ concluiu o Lorde, que se posiciona em sua cadeira de modo que só ficasse de frente para Draco e seriamente fala _ Apesar de sua previsível suposição garoto, esclarecendo sua duvida você terá sim, uma grande utilidade nessa missão. Mais é claro, que isso indica que você não só estará envolvido, como também colocarei em uma posição extremamente alta de todos os meus espiões.
Com isso Draco olha para o Lorde completamente confuso.
— P-perdão Me Lorde, mais... não entendi o que quis dizer.
Voldemort da um sorriso macabro.
— Estou dizendo garoto, que daqui por diante sua posição não será só apenas como um grande espião meu, como também você governará todo o meu exercito de comensais.
Tanto Narcisa quanto Draco entre ambos ficaram surpresos. Draco olhou pra mãe do outro lado da mesa, já reconhecendo aquele olhar, balançou a cabeça tentando dizer para que se recomponha, mais a mesma não deu atenção, e se anunciou.
— Perdão Me Lorde... M-Mais eu acho que Draco não está pronto pra tão honrada posição... Quero dizer... Ele é só um garoto_ o coração de Draco se partiu ao notar uma pequena falha na voz da sua mãe ao ditar a ultima frase.
Voldemort por sua vez voltou-se pra ela, que a fez baixar a cabeça.
— Oh sim, querida Narcisa, acredito que o coração de mãe esteja falando pro você nesse momento_ os olhos de Voldemort a estava penetrando por dentro, sua voz era tão fria quanto ao toque de um Dementador_ mais eu sinto em lhe enformar que o Draco já é de maior e pode tomar suas próprias decisões_ e volta a olhar pra Draco que não tira os olhos da mãe_ Não que eu esteja lhe dando uma escolha, afinal, seria uma forma de me agradecer por soltar seu querido pai de Azkaban.
Draco desvia o olhar de sua mãe pro lado, pensando no estado que encontrou Lucio desde a ultima vez em que o viu.
— Mais então por que não Lucios?_ Narcisa se pronunciou de novo com seu olhar de preocupação_ Draco é muito novo pra assumir uma responsabilidade tão grande.
— Eu tinha a mesma idade que ele quando assumir a posição em que estou agora, está duvidando das minhas escolhas? Desafiou o lorde das trevas já demostrando impaciência.
Naquele momento Draco imaginou que Narcisa apenas abaixaria a cabeça e responderia com tamanha reverencia, assim como sempre fazia, mas não, com os punhos serrados Narcisa levantou da cadeira ignorando todo os olhares em sua direção dizendo pra ficar quieta, e falou com a voz firme.
— Então mande outro, outro que seja da mesma idade ou até mais novo, mais não Draco, não o meu garoto.
— COMO SE ATREVE EM ME DESAFIAR NARCISA_ GritouVoldemort já de pé batendo impacientemente as mãos na mesa causando um barulho ensurdecedor, assustando a todos na mesa_ DEPOIS DE TUDO QUE EU FIZ POR VOCÊ É ASSIM QUE ME AGRADECE? VOCÊ DEVERIA ME AGRADECER POR TER DADO ESSA GRANDE HONRA A ELE E AINDA RESGATAR LUCIO DE AZKABAN, E AGORA VOCÊ ME DESAFIA_ Voldemort pega sua varinha da sua manta aponta pra Narcisa e fala serrando seus dentes podres_ Vou ensiná-la a ter mais reverencia ao seus superiores.
— NÃO_ Era a voz de Draco chamando a atenção de todos principalmente de Voldemort e Narcisa. O loiro que até aquele momento estava se controlando em sua cadeira para se manter calado, se levanta vagarosamente e olha diretamente pra Voldemort_ Essa decisão é minha, e eu decidi que vou aceitar o cargo.
— Draco_ Sussurrou Narcisa que o olhava assustada.
Draco ignorou o olhar da mãe e continuou mantendo o olhar em Voldemort, que o retribui com um sorriso.
— Esse é o meu garoto_ disse ele abaixando a varinha se esquecendo totalmente de Narcisa_ Ao contrario de seus pais acredito que não ira me decepcionar.
— Farei o possível para não fazer isso Me Lorde, não irei decepciona-lo, isso eu garanto.
— É assim que eu gosto_ Voldemort da uma batida nas costas de Draco_ Vejo muito de mim em você meu garoto, não costumo falhar nas minhas escolhas, e sei que você será de grande ajuda nesse plano.
Draco ficou calado, só olhou pra sua mãe do outro lado da mesa que não conseguiu dizer mais nada, e sentou em sua cadeira tentando controlar as lágrimas, doía nele ver isso, mais não podia deixar que Voldemort a machucasse, e também se fosse pra tirar seu pai de Azkaban ele faria qualquer coisa.
— Muito bem meu garoto_ disse Voldemort_ Pra assumir essa posição não é tão simples se é o que pensou. Pra isso eu terei que confiar totalmente em você, e como se era de se esperar_ Voldemort encosta as mãos no crânio do garoto_ Terei que vasculhar suas lembranças_ dito isso Voldemort pega sua varinha.
Draco fecha os olhos para se preparar pelo o que estava por vir, a ultima imagem que viu antes de fechar os olhos foi o de sua mãe abaixando a cabeça e apertando os olhos deixando escapar uma lágrima que desliza por sua face.
— Legilimens_ Ouviu Voldemort dizer, antes de ser atingido.

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Hermione estava de pé sobre a cama andando pro lado e pro outro tentando conte a ansiedade, Já era onze horas na noite e nada do Draco aparecer, onde será que ele tinha ido com tanta pressa, o pior não era isso, e sim que ele tinha prometido que iria voltar pra lhe contar os planos de Voldemort e até agora nada. Hermione muito bem poderia deixar pra lá e dormir sossegada, mais algo lhe dizia que não podia. Ela tinha prometido pra si mesma que iria investigar as tramas de Voldemort, não só por ela, mais por Harry. Depois de tudo que ela tinha passado não poderia se dar ao luxo de sair perdendo nessa, e a oportunidade era única, ela sabia. Conhecendo Draco, ela nunca saberia de nada se não fosse por algo em troca.
Pois desde então Hermione prometeu pra si mesma que assim que soubesse de tudo iria dar um jeito de sair dali, e assim que conseguisse não iria esperar nem mais um segundo pra contar pra Ordem tudo que sabe.
Seus pensamentos foram suspensos quando ouviu a porta se abrir e Draco entrar por ela.
— Onde você esteve?_ foi a primeira coisa que perguntou assim que o viu entrar_ Faz ideia do quanto tempo estou esperando você...
Hermione parou de falar quando percebeu o estado em que Draco entrou. Seu olhar era vazio, tinha ferimentos na testa, sua camisa estava rasgada com manchas vermelhas, seus cabelos não estavam mais sedosos como quando ele saiu, estavam desgrenhados e sujos de sangue por causa do corte na cabeça.
Hermione engoliu em seco, olhando pra ele aterrorizada.
— Draco?_ Chamou, mas o loiro não respondeu.
Draco só olhava pro chão, totalmente perdidos em seus pensamentos.
— Draco você esta bem?_ perguntou Hermione novamente.
Como resposta Draco deu alguns passos pra frente silencioso pouco se importando em deixar a porta aberta. Mais mal deu uns cinco passos e o garoto caio inconsciente no chão.
— Meu Merlin_ diz Hermione correndo até o garoto caído no chão_ Draco_ Chamou-o virando o garoto de barriga pra cima apoiando sua cabeça em suas mãos_ Draco o que aconteceu? Quem fez isso com você? Por favor acorda?
Hermione sacudia o garoto tentando reanima-lo, procurou no bolço do terno a varinha para que possa fazer um feitiço de cura, mais não encontrou nenhuma, como poderia Draco andar por ai sem varinha? Hermione tentou sacudir o garoto outra vez até que fazendo isso algumas vezes o loiro finalmente abriu os olhos.
— Me diz o que aconteceu, por que...
No meio da pergunta Hermione olhou pro lado e percebeu que a porta estava totalmente aberta.
— Gran-ger_ disse Draco com a voz rouca, estava muito fraco.
Hermione não deu ouvidos, mais ficou parada encarando a porta pensando que naquela grande oportunidade de fuga. Draco ao perceber isso tentou dizer:
— Granger... Não...
Hermione olha pro loiro e deposita a cabeça dele no chão, depois se levanta e olha pra porta, engole em seco.
“Eu tenho que ir” Se pegou pensando.
Hermione dá mais uma rápida olhada pra Draco e anda em direção a porta.
— Hermione_ ouviu Draco a chamando que a fez parar bem na entrada da porta, Hermione encostou as duas mão nas laterais da porta e olha pra trás_ Não... Vá_ Draco dizia com toda força que tinha_ Por-fa-vor, não vai_ foi o que conseguiu dizer e desmaiou.
Hermione vendo aquilo não conseguiu dar mais nem um passo, olhou pra frente de novo pensativa. Então era isso? Draco precisava dela agora e por isso vai se render? Depois de tanto ódio que sente por ele conseguiria ela ter pena dele? Tudo bem, precisava pensar e rápido.
Quais as chances dela sair dali? Com a floresta proibida não teria chance nenhuma a não ser que tivesse uma varinha, mais nem isso tinha. Draco estava ferido e não podia ficar sozinho. E sem contar que também precisava dele para obter informações sobre Voldemort.
Depois dessa ultima analise Hermione se viu se saída, ou melhor conseguiu apenas uma saída. Olhando para aquele corredor escuro, viu que não tinha escolha.
A castanha se viu ofegante pela grande pressão que estava caído sobre ela agora, e pela decisão que tomou.
— Droga_ foi o que disse antes de fechar a porta com força por traz de si.
Continua...

Notas finais
E ai gostaram? Então se gostaram. Comentem Se odiaram.Comentem Se amaram.Comentem Se detestaram. comentem Enfim não deixem de comentar ok? Beijos lindo e até a próxima...