Um Insuportável solitário

38 Capítulo 38 - As três Marias


Notas iniciais
Está pequeno eu sei, prometo que vou colocar um grandão! ô/ Boa leitura! :D

Ando de um lado e para o outro deixando as ondas molhar meus pés e vejo Kaik sentado na cadeira de praia me observando e aceno com as mãos para ele que me retribui e solto uma gargalhada. Ultimamente tenho rido muito, comido muito, dormido muito. Na verdade tenho feito tudo em muito se é que me entende.

Hoje completo cinco meses com minhas três meninas e minha barriga está um pouco grande, ou melhor, dizendo nas palavras de meu Kaik. Estou parecendo um lindo meteoro.

Meus pais vieram ara o Brasil junto com meu irmão e meu sobrinho que está adorando cada parte do Brasil.

Depois de kaik ter ido comigo na consulta e perguntado se eu teria parto normal, a médica disse que seria um pouco arriscado já que sairiam de mim três crianças que por sinal estão ficam bem grandes e então o melhor seria cesárea, o que dei graças a Deus por não poder ver um pingo de sangue ou eu morreria de vez. já basta o mar de sangue que eu presenciei do parto de Isa que me pentelha até hoje por causa disso.

Não tenho culpa se minha mãe me criou com algumas frescurites. Bem que eu queria em não ser fresca com tudo.

Deixo a onda molhar meus pés mais uma vez e volto apara ficar com meu homem que anda uma pilha de nervos, pois tem medo de que a qualquer momento eu tenha as crianças em qualquer lugar.

– como se sente? – Pede ele com um lindo sorriso.

– Ótima! – Sorrio toda boba e sento ao seu lado em minha cadeira. – Já tenho ótimas ideias para novos quadros, tenho uma fonte de inspiração e amanhã tenho uma reunião com a Fabiana. – Ele revira os olhos e bufa. – Ok, não começa. Desde o inicio deixamos bem claro que eu não ia parar de fazer minhas pinturas...

– Mas combinamos que você não ia trabalhar! – Ele diz sério.

– Oi? – Enrugo minha testa e faço uma cara de sínica. – Como você me conheceu mesmo? Como que eu sustentava meu apartamento? Como que eu sobrevivia? Hum? Hum?

– Olivia...

– TRA-BA-LHAN-DO! – Digo quase gritando e ele me encara. – Não é só porque estou grávida de três meninas, que não posso andar muito que já sinto minhas pernas doeram e minha coluna destruída, que como a maior parte do tempo que eu tenho que andar com algum bolinho na bolsa é que vai me fazer parar de trabalhar! – Cruzo meus braços.

– por isso mesmo! – ele diz e beija a ponta do meu nariz.

Está querendo me acalmar. Ele está achando que estou nervosa?

– A médica disse que você não pode ficar fazendo esforço e essas coisas. – Ele acaricia minha enorme barriga. – Você precisa fazer coisas light...

– Como pintar! – Sorrio abertamente e ele ri.

– Pode, mas na por muito tempo, você não disse a médica que trbalha em uma galeria onde fica horas em pé na...

– Mas posso ficar sentada!

– Mas você de uma hora pra outra muda de humor e começa a dar patada em todo mundo. Agra imagina você lá na exposição cheia de gente falando ao mesmo tempo, com música alta, pessoas querendo falar com você. fotógrafos pedindo uma foto e tudo mais?

– Tá, tá! – Resmungo. – Você ganhou!

– Menina esperta, por isso que eu a amo tanto! – ele me enche de beijos na bochecha. – Agora vamos que está na hora do almoço e posso ouvir a terceira guerra mundial daqui!

– Não está tão barulhenta assim! — Digo com um bico e ele o beija carinhosamente.

– Mas posso ouvir minhas meninas gritando por fome. – ele sussurra e algo entre minhas pernas se enche de desejo. – E elas não tem escapatória em puxar o apetite. Eu e você comemos muito... então, vamos logo!

...

O almoço era no hotel onde minha família estava hospedada onde rendeu muita risada e brincadeira por parte de papai, meu irmão e Kaik. Eu e minha mãe entramos em uma conversa sem fim sobre coisas de crianças até que eu fico muda quando ela me pergunta sobre os nomes das meninas.

Nomes? Eu ainda não tinha pensado nisso!

– Larisa, Alícia e Louise! – Diz Kaik automaticamente prestando atenção na nossa conversa e toda a mesa fica em silencio.

Como é que esse cara ouviu nossa conversa se estava tão entrosado na conversa dele de homem com meu pai e meu irmão?

– Nomes bonitos! – Diz papai sorridente.

– Gostei do Alícia! – Comenta meu irmão.

– Eu adorei todos. – Diz mamãe toda animada. – E com será o nome todo?

– Larisa Hedi Gandra. – Diz meu homem todo bobo.

– Alícia Olivares Gandra! – Testa meu irmão e logo nega com a cabeça. – O Hedi fica mais bonito, combina com o Gandra!

– Qual o problema com o Olivares? – Pede mamãe enciumada.

– Nada, Olivares é lindo, mãe. Mas Hedi combina mais com o Gandra!

Mamãe vira o rosto para mim fazendo cara de quem está ofendida e sorrio.

– E onde está o Guilherme? – Pede papai para Kaik que dá um gole em seu suco.

– Está com a outra mãe dele, ele disse que está com saudades dela. – Ele dá de ombros. – Ele anda passando bastante tempo comigo e com Olivia.

– Ele não te ciúmes? – Pede meu irmão.

– Que nada. – Kaik ri. – Guilherme me pergunta todo santo dia se as irmãs dele já nasceram.

Toda a mesa ri e abro um sorriso feliz.

– Isso é muito bom. – Mamãe alisa meu rosto.

– Guilherme adora Olivia, ele diz que ela é sua nova mãe e a protege de quem a fizer qualquer tipo de mal. E cuida dela.

Nossos olhares se encontram e minhas bochechas coram.

É verdade que quando nos apaixonamos de verdade nós viramos uma boba apaixonada? Quem era toda ogra, bruta se transforma em uma linda rosa vermelha?

Passamos à tarde do sábado com eles em meio a muita conversa e planos para nossas bebês e Kaik ficava todo bobo, sorria o tempo todo e nada que acontecesse poderia estragar sua tamanha felicidade. Quando chegamos em seu apartamento ele me pega no colo e me leva direito para o quarto e me coloca na cama e me enche de beijos carinhosos.

– Alguém feliz? – olho em seus olhos e ele acena com a cabeça.

– Mas falta Guilherme conosco. – Ele diz ainda sorrindo. – E confesso que estou mega ansioso para que nossas bolinhas nasçam logo, quero poder segurá-las, beijá-las, conversar com elas, fazer trancinhas, colocar as roupinhas iguais pra confundir too mundo! Quero que elas sejam arteiras, que deem trabalho!

– Está maluco? – Arregalo meus olhos e ele cai na gargalhada. – kaik, são três aqui dentro da minha barriga e a médica disse que são da mesma placenta. Ou seja, são completamente iguais aqui! Imagina quando Alícia fizer algo errado e disser que foi a outra? Você vai ficar louco!

– vou adorar! – Ele ri e alisa minha barriga. – Ei vocês três ai! Quero vocês muito sapecas muito divertidas e risonhas. Quero que sejam iguais à mãe de vocês... pensando bem, não tão igual!

– Hum... alguém está mudando de ideia? – Rio.

– Não, é porque você é um pouco impossível de se controlar, imagina três iguais a você.

– Está me chamando de descontrolada? – Finjo estar irritada.

– Não, eu não disse isso. – ele diz ficando de pé.

– Então porque já está se afastando? – Cruzo meus braços ao ficar sentada.

– Quer bolo? Hum... tem bolo de cenoura que a Nina fez. Também tem o de limão. Qual você quer? Ou quer os dois? Os dois! Já estou indo buscar.

Ele sai todo apressado e com medo de que eu comece uma briga sem sentido e caio na gargalhada esperando meus bolos. Se bem que engravidar tem suas vantagens!

Notas finais
Então, o que estão achando? Vocês querem a história no ponto de vista de alguém? A titia aqui coloca! kkkk'... Mas me dizem que estão achando, a inspiração para cenas fofas não está ativa, apenas para o drama então estou dando vida a outros personagens por enquanto. Mas espero que tenham gostado desse, prometo que no próximo vai estar melhor! kkkkkk' Bjs, bjs e até breve! ô/