Um Insuportável solitário

51 Capítulo 51 - Aprendendo a respirar outra vez


Notas iniciais
LEITORAS SUMIDAS!!! QUEREM QUE EU COLOQUE O NOME DE VOCÊS NO MURAL DE SUMIDAS? HUM? HUM? Olha que eu coloco em! kkkkkkkkkkkkk'' Então, Boa leitura! ;)

– Estou curiosa para saber com você consegue chegar aqui sem que os seguranças de papai lhe botem pra fora! — Sorrio boba ao cruzar meus braços em minhas pernas.

– Sei fazer coisas bem escondidas! — ele pisca pra mim.

– Nem sempre. — Solto e ele fecha a cara fingindo estar sério.

– Ok, vu embora então se é pra ficar me lembrando de coisas que já esqueci! — Ele senta ao meu lado.

– Desculpa, só que é difícil esquecer que fui traída por um garoto que eu amo. — Reviro meus olhos e sinto meu coração gelar com o que acabei de falar e ele olha para frente na escuridão.

– Hey o que acha de começarmos do zero? hum? — Propos ele me encarando com um sorriso maior do que qualquer sorriso de marca dental.

Enrugo minha testa e ele fecha a boca e ainda sorrindo arqueia as sobrancelhas.

– Hum?

– Desde quando começar do zero com você aqui na minha casa a essa hora? ainda mais escondido de meus pais? — Rio. — Maicon, você tem cada ideia de girico!

– Qualquer ideia é válida se tenho sua atenção. — Ele diz carinhoso.

Mordo o canto dos meus lábio e ouço um barulho do copo na cozinha e meu coração gela.

– Você precisa ir! — Sussurro já o empurrando e ele cai no chão e logo se levanta.

– Alícia? — Diz minha mãe aperecendo na porta. — Falando sozinha outra vez?

Abro a boca apra falar alguma coisa quando olho para frente e não vejo mais o Maicon e enrugo minha testa.

Como que esse garoto consegue sumir assim com tanta facilidade?

– Hãm... me sinto bem assim. — Consigo dizer.

– Volte logo para o quarto ou seu pai dá um de seus ataques de castigo, querida. — Ela beija-me a testa e se vai com um copo d'água na mão.

Bufo e subo os poucos degraus e fecho a porta aina olhando lá para fora com a esperança de vê-lo e meio a escuridão, mas nada vejo e volto para meu quarto e deito na cama.

– Alguem teve um encontro? — Larisa sorri feito boba.

– Pensei que tivesse dormindo. — Digo ao fechar a porta do quarto e me jogar em minha cama.

– Não consigo. — Ela roe as unhas. — Se papai estiver vendo nossas mensagens? Lendo nossas conversar?

– papai não faria isso! — Fecho meus olhos.

– Ele sabe respeitar nossa privacidade...

– Hora da histórinha pra vocês doremirem! — Papai diz ao entrar no quarto.

Larisa bate de leve a mão na testa e eu reviro eus olhos enquanto Louise ronca e baba em sua cama. Duvido muito que ela acorde agora.

– Papai estaos grandinhas para ouvir...

– O-ou! — Ele faz uma careta e coloca uma mão em forma de concha no outivo se inclinando de lado. — Será que ouvi alguém me pedindo para ficar de castigo mais tempo?

– Eu perguntei qual história o senhor vai nos contar! — Larisa diz com um sorrisão de coringa totalmente falso.

– Como é bom voltar nos velhos tempos. — Papai diz ao pegar a cadeira da escrivaninha e a colocar no centro do quarto tendo a visão de nós. — Acorda essa pedra aí ou não terão surpresa amanhã.

Larisa foi a primeira sacudiar Louise e depois sussurrei em seu ouvido a palavra Iphoone 6 plus e ela logo despertou e quando viu papai nos olhando sorrindo ela enrugou a testa confusa.

– Hora da história. — Diz papai de pernas cruzadas e segurando um livro infantil nas nãos.

Quando finalmente fecho meus olhos, ouço uma barulho que não consigo identificar de imediato, porém quando abro meus olhos com muito sacrifício percebo que é meu pai com uma colher de pau batendo em uma panela e gritando para acordarmos.

Nos arrumamos com sua voz em nossos ouvidos e descemos para tomar o café onde quase não enxergo nada por não querer e conseguir abrir meus olhos pelo simples fato de papai ter nos segurado acordada quase a noite toda contando inúmeras histórias chatas. Por fim papai nos leva para escola e outra vez ele coloca suas música estranhas e eu mais uma vez fico com dor de cabeça enquanto Louise mais dormiu do que qualquer outra coisa e papai ficou irritado por não conseguir manter Louise acordada com sua maravilhosa voz.

– Busco vocês na hora da saída! — Ele grita da janela nos mandando beijos e ficamos paradas na calçada de cara fechada e Larisa segurando Lolo pelo ombro para não cair em pé de tanto sono. — O que foi?

– Nada papai, tenha um bom dia! — Digo e respiro fundo.

– Bom dia minhas bolinhas lindas! — Ele diz com um sorrisao e dá partida no carro.

– Queria falar não, eu amo o nosso pai... mas puxa vida! — Exclama Lolo. — Ele está acabando comigo! Quem ai quer um suco de laranja e aquele bolinho da tia Nil na lanchonete? Estou querendo um café decente!

Ela e Larisa saem andando enquanto eu me arrasto logo atras delas quando sinto um braço moreno cruzando com o meu e nem preciso olhar para sue rosto para saber que é Maicon.

– Ual! Fugiram outra vez? — Pede ele rindo e nego minha cabeça. — Está um lixo!

Levanto meu rosto fechado para ele e reviro meus olhos quando vejoq ue ele está de sacanagem com a minha cara e bufo.

– Estou de castigo, lembra?

– E qual foi dessa vez?

– Ele ficou a noite toda contando históras de alguns livros pra bebês e das coisas que ele aprontava com os irmãos dele. E gritava se alguma de nós ameaçássemos fechar os olhos. Foi terrivel! — Faço cara de sofrida.

– Onw! Coitadinha da minha amiga. — Ele me abraça e beija minha testa. — Vamos que hoje eu tomo conta de você!

– Você pode começar me pagando um café da manhã decente! — Sorrio morto pra ele que concorda com a cabeça.

– Café dá manhã decente saindo! — Ele diz todo animado.

E a primeira parte de minha manhã foi assim, conversando comigo me fazendo esquecer de tudo ao meu redor, me fazendo rir, me alimentando com coisas gostosas da lanchonete e depois carregando inha mochila ate minha sala onde na hora da "despedida" foi um pouco constrangedora quando ele foi beijar minha bochecha e eu tive o mesmo intuito e acabamos dando um selinho rápido.

– Hãm... ér... — E-eu...

– Até mais tarde! — Ele diz baixinho com a sombra de um sorriso ao olhar em meu olhos e dá as costas.

– Até! — Sussurro mais pra mim mesmo do que pra ele e entro em minha sala.

A aula como sempre foi chata, porém sonsegui prestar atenção já que no final da aula a professora passaria um trabalho valendo nota e como sempre fui a primeira a entregar e quando olho para a porta da sala ao guardar meu material vejo Maicon encostado no batente da porta me olhando com um sorriso no rosto.

– Interessado em matemática Sr. Novaz? — Pede a professora e fecho minha mochila a colocando no ombro.

– Não senhora, estou esperando minha amiga. — ele sorri para ela. — Se eu quisesse assistir sua aula eu teria entrado assim que tivesse começado, e não ficar parado em sua porta no final da aula! — Ele pisca para ela e reviro meus olhos.

– Ok, chega de baderna! — Cochicho pra ele o puxando pelo braço e deixando a professora soltar seu veneno lá trás.

– Foi ela quem pediu, você viu! — Ele faz uma careta engraçada e ao apontar com o dedo para trás.

– Tá e você botou lenha na fogueira!

Nos aproximamos de nossa rodinha onde havia como de costume aquela zoação e hoje estava sendo tão prazeroso quando a maldita Lílian se meteu mais uma vez entre nós e tasca aquele beijão em Maicon que fica sem jeito e tenta com delicadeza afastá-la.

– Senti sua falta gatinho. — Ela diz manhosa ao acariciar o rosto dele que sorri sem jeito. — Onde você estava mais cedo?

– Com Alícia, sua biscate! — Solta Helena fervendo de raiva e o bate boca começa.

Lílian que nunca dispensou um barraco parte pra cima da Helena que nem temos a chance de piscar, os meninos logo se afastam com medo de se meter e acabar levando um arranhão, ou um puxão de cabelo ou qualquer coisa do tipo e reviro meus olhos.

– Cambada de mocinhas! — Resmungo e entro mo meio da briga e empurro Lílian para um lado e Helena para o outro e fico de frente para minha amiga bloqueando sua visão para Lílian que puxa meus cabelos e me joga no chão e ela logo monta em mim.

– Isso é por você ter roubado o meu homem! — rita el louca e segura pelo meu pescoço me impedindo de respirar.

– ESTÁ MALUCA LÍLIAN! — Ouço Maicon gritar e segurar em seus braços tentando tirá-la de mim e a maldição d enão conseguir respirar começa.

Ah não! De novo não!

– Ma-ma-... — Tento falar, mas não consigo o desespero de não conseguir de nao respirar me toma.

– Eu vou matar essa vadia! — Louise gritar e em fim sinto meu corpo mais leve e Larisa aparece em meu campo de visão com a bombinha, porém não faz efeito.

– Droga! Pega ela Maicon. Vamos levá-la ao hospital...

Afasto as mãos que me seguram e me sento ao fechar os meus olhos e me concentro em minha respiração. É como mamãe me falou, se concentre apenas em sua respiração e nas batidas que sao ritimáticas. Tapo meus ouvidos e me conentro em meu corpo e respiro e inspiro, mas meu corpo me diz que não está entrando ar, e tento não entrar em desespero e mãos pesadas e randes estão em meus ombros me chamando e abro os olhos.

– Respire fundo outra vez. — Me incentiva Maicon. — Está fazendo certo! — Ele lança um pequeno sorriso e aceno de leve com a cabeça e fecho meus olhos outra vez.

A sensação que tenho é que todo o meu corpo está se encolhendo e meus órgãos estão trabalhando duas vezes mais e meus pulmões parecem que ão explodir até que consigo sentir uma fina amada de ar entrando e saindo de minhas narina e é alívio para meu coração.

Fico mais alguns minutos me concentrando em minha respiração e Maicon me dá minha bombinha e graças a Deus volto a respirar normalmente e vejo Louise que é toda delicada e patricinha cainda no tapa... socos e socos parecidos como de um homem que todos ficam de bocas abertas e olhos arregalados.

– Alguem segura ela! — Me levanta ao ajeitar meus cabelos e colocar a bombinha em meu bolso.

– VADIA! TU VAI TER O QUE MERECE POR QUASE MATAR A MINHA IRMÃ! — Berra ela aos quatros ventos e vejo Larisa coçar os cabelos.

– André! — Larisa soca o ombro do mesmo que nega com a cabeça e Maicon se aproxima, porém Lolo dá um berro para ninguem se meter.

– A mina é tua, vai logo! — Heron empurra André que se nega a todo custo a se meter na briga e Heron faz as honras. — Bora prarar com essa galinhada ai! — Ele separa as duas com facilidade e coloca Lolo em seu ombro a levando para longe e Lala o segue assim como André e Fabiano.

– Meu cabelo! — Chora Lílian

– ISSO É O QUE ACONTECE COM GENTE COMO NÓS QUE QUER BANCAR A PIRANHA! — Berra Louise ainda no ombro de Heron e levanta a mão com um punhado de cabelo.

E a confusão começa outra vez, Líliam se levante feito um furacão e voa em direção a secretaria e volta com os espetores e a diretora quando estamos todos sentados em nossos lugares prontos para irmos a nossas salas assistir as ultimas altas do dia.

– Senhorita Gandra! — Chama a diretora.

– O que é! — Diz Louise toa marrenta. — Vai dizer que a culpta agora é nossa? — Ela abre os braços e os fecha batendo as mãos e logo cruzando os braços. — Posso saber o que essa piranha cobra disse a você? Será que ela disse que quase matou a minha irmã que tem asma? O que será que meu pai vai dizer sobre o acontecido?

– Senhorita...

– No meu tempo era fora da escola para meus pais não ficarem sabendo. — Papai diz com uma vo mansa e meu corpo gela. — Mas dava no mesmo, assim que chegava em casa meus pais já sabiam do acontecido. — Ele para ao lado da diretora e olha Lílian de cima a abaixo e depois em encara. — Que sorte a minha vocês ainda estarem aqui. Mas por que não não foram apara sala de aula? Vejo que já acabou o intervalo.

– Fomos barrados quando estavamos indo. — Diz Larisa.

– Barrados? — Papais enruga a testa e coloca as mãos no bolso de sua bermuda cargo azul marinho combinando com sua blusa polo preta os chinelos.

– Essas assassinas...

– Olha lá como você chama a mim e minhas irmãs! — Louise rosna ao dar três passos para frente e Lílian se esconde atrás da diretora e cruza os braços.

– E são mesmo, e você é a lider! Sua louca! — Lílian diz ainda se encondendo.

Lolo se prepara para atacar, mas Heron e Maicon se manifestam para segurá-la quando papai a olha do jeito que arrepia todos os nossos poros.

Sua boca fica em uma linha reta e as sobrancelhas um pouco juntas e um pouco erguidas.

O-ou! Isso não é nem de longe coisa ruim. Existe algo pior do que ruim? Então, é a punição que vem depois da cara amarrada de papai.

– Por que não vamos a secretaria e conversar sobre o que aconteceu? — Papai propôs olhando a diretora que acena com a cabeça e nos encara mais ma vez.

E assim fomos eu, minhas irmas, a careca da Lílian, Heron, Maicon e papai atrás de nós que apenas observando. Assim que entramos na secretaria Lílian fez questão de sentar bem longe de Lolo que a encarava mortalmente, papai ficou de pé de braços cruzados e bufou de leve, oq ue significa que está levemente irritado. Já os meninos ficaram sentados nas adeiras ao lado da porta apra o caso da coisa ficar feia serem os primeiros a sairem.

Sempre valentes esses meninos!

– Estão esperando o que para começarem? — Pede papai me olhando.

– Lílian ofendeu minha irmã, aí a Helena foi defendê-la, mas a Lili foi separar a briga e Lílian agil na covardia dando um puxão de cabelo e a derrubando no chão e enforcando-a...

– Ok, espera! — Pede papai e piscando lentamente e agora olha par Lílian que se encolhe na cadeira. — Você enforcou minha filha?

– Não senhor! — Ela diz com uma voz manhosa de que pode comprar qualquer um, sendo que meu pai é muito bem vacinado contra essa técnica que eu e minhas irmãs herdamos de nossa mãe.

– Não vou perguntar de novo! — Ele diz agora dando uma pausa e respirando fundo.

Ok! Será que papai vai ter um treco?

– Enforquei! — Ela diz calma e em seguida vira sua cara para mim e vejo puro ódio. — Ela estava se esfregando em meu namorado!

Papai arqueia as sobrancelhas para Maicon que nega a cabeça como se dependesse da verdade para sobreviver.

– Nunca tive nada com ela! — Ele aponta para a louca da Lília que agora finge o choro e ou respiração indiguinada de Helena que nem tinha percebido sua entrada.

– Como não? — Lília derruba cachoreira de lagrimas.

– Lágrimas de crocodilo! — Larisa Olha suas unhas.

– Pare de fingir Lílian, pelo amor de Deus! — Maicon perde a paciencia com ela.

– Não fala comigo assim, estou em um momento sensivel! — Ela seca as lagrimas e por incrivel que pareça consegue derramar ainda mais.

– Ridícula! — Maicon revira os olhos.

– É assim que você trata a mãe do seu filho? — Pede ela com um veneno na voz e olha para mim que entro em estado de choque parando o olhar em meu pai que já estava olhando antes.

Oi? Maicon pai do filho de Lílian?

Notas finais
Tá bom? Tá ruim? Tá PÉSSIMO? OH, Deus! Contem-me logo jovens! Bjs, bjs e até breve! ;) S2''