Um Erro Perfeito
21 Sem você
Notas iniciais
Hermione Pov
Já estava exausta de esperar Gina sair do banheiro então tive a brilhante ideia de ir até o banheiro da Murta, cheguei e nada da danadinha me importunando.
Tomei meu banho tranquila e estava escovando meus cabelos quando escuto um som estranho vindo de um dos box vou na espreita para ver o que é.
Oi Hermione – murta passa pela privada sorrindo
Aaaah, murta sua..sua –grito do susto mas não consigo pensar em nada que pode-se dizer além de sua, vejo apenas a fantasminha peralta gargalhar do susto que tomei.
Vocês nunca aprendem – ela diz batendo o pé.
Ai Murta não sei o que faço contigo, vou cumprir a promessa de arrumar um basilisco só para te petrificar –digo terminando de escovar meus cabelos e vejo o semblante triste da Murta.
É não sua boba só estou brincado com você – digo e ela sai sorrindo pelas paredes.
Saiu do banheiro e encontro Luna rodopiando pelo corredor, cantarolando e fazendo nevar.
Qual o motivo de tamanha alegria –pergunto girando junto com ela.
Neville – ela responde sem se sentir.
Neville..Neville Longbottom – digo sorrindo e ela cai em si.
Ah o que, o que eu disse – Luna se atrapalha com as palavras e sai pelo corredor ainda cantarolando.
Doida doida – digo rindo enquanto vou para o salão comunal da Grifinoria.
Onde estava – Ron me pergunta assim que chego.
Tomando banho – respondo mostrando meus cabelos molhados
Ah pensei que estava com o Malfoy – ele diz irônico
Poderia estar com qualquer pessoa menos com aquela doninha saltitante – falo me desviando do assunto.
Certo vou fingir que acredito – ele bufa sentando no sofá.
Você que sabe queridinho – falo em tom de zombaria
Neville Pov
Não consegui fechar o olho essa noite meu beijo e da Luna não sai da minha cabeça, acho que estou apaixonado.
Neville hoje você esta mais aéreo do que o normal – Dino diz olhando torto para mim.
Não é nada só estou contente – digo voltando a me deitar na cama
Contente e por que¿ — Simas pergunta
E precisa ter motivo para se estar feliz – bufo olhando o teto
Precisa – os dois dizem juntos e eu apenas os fito com os olhos e me viro para a parede.
Oi Luna –escuto Dino dizer e logo levanto apressado.
Oi Dino, você viu o Neville – ela pergunta toda jeitosa mais como estava de costas para mim não mi viu.
Atrás de você – Simas responde apontando para mim.
Por que se escondeu – ela diz me deixando confuso.
Eu não me escondi estava atrás de você – respondo ajeitando minhas vestes.
Deve ter sido os zonzobulos que estavam na minha frente – ela diz e vejo Simas e Dino fazerem cara de riso
Mais o que queria comigo Luna –pergunto intrigado
Posso falar com você a sós – ela diz e os meninos ficam todos afoitos sorrindo e fazendo poses de beijo, nego com a cabeça e saímos até o corredor
Pode dizer – falo e sou surpreendido por um selinho dela.
Não era nada- Luna diz rindo e me da outro selinho
Só isso – falo a puxando para meus braços e lhe beijo, um beijo bom, agradável mas ao memos tempo selvagem e instintivo.
Nossa – ela diz tocando os lábios; preciso ir tenho que dar comida aos Testrálios.
A quem – digo pegando em sua mão.
Ela apenas ri e sai correndo saltitando pelo corredor.
O que ela queria – Simas pergunta após abrir a porta
Nada – digo batendo na testa dele.
Draco Pov
Ultimamente meus pensamentos se concentram na sensação que sinto quanto toco na barriga da Hermione, penso se esta gravida, penso se estou ficando maluco, não posso demonstrar sentimento por ninguém tenho uma meta a ser cumprida e isso só vai me atrapalhar.
Draco – Blásio chega me procurando atordoado.
O que você quer – pergunto ríspido
Vem comigo – ele diz me puxando pelo braço até o lado de fora do castelo.
Todos olhavam para a floresta negra quando perguntei o que estava.
Olha – Pansy diz apontando com o dedo.
A marca negra –sussurro olhando a marca de Voldemort pairando sobre a floresta.
Quem foi que conjurou – escuto Snape gritar olhando para todos que ali estavam.
Professor ninguém é louco o suficiente para entrar na floresta sozinho imagine conjurar isso – Hermione diz deixando Snape ainda mais furioso.
Se eu descobri – ele berrava.
Calma, Severo –dumbledore diz, olho novamente para floresta e ao fundo atrás das arvores vejo uma pessoa conhecida.
Mãe – digo percebendo que se tratava de minha mãe.
O que – Blásio pergunta mas não respondo, saiu correndo em direção a floresta apenas escutando os “Volta Malfoy”, “ você vai morrer” abafados pelo ruído do meu desespero, entrei louco pela floresta atacando quem aparecia na minha frente mas a frente um enorme Trasgo estava em pé quando me viu, veio logo me atacar, tive tempo de desviar de seu tacape e ao chegar em um clarão em meio a floresta me deparei com todos os comensais da morte.
Mãe, o que esta acontecendo – pergunto abraçando minha mãe que estava ao lado de Grayback.
Filho eles querem falar com você – ela diz tocando em meu rosto.
Sabia que se Narcisa aparece-se você viria até nós Draco – escuto Bellatrix dizer ao lado de uma sombra aterrorizante.
Olá Draco, meu jovem – a sombra diz e reconheço a voz era do lorde Voldemort.
Vol..Voldemort – digo surpreso.
Chegou a nosso conhecimento Draquinho que você esta tendo um romance com uma certa sangue-ruim –Bellatrix fala e meu coração congela ao ver que eles sabem da Hermione.
Do que você esta falando, -digo rindo para contrariar.
Esta mentindo, e todos nós sabemos – Grayback berra rosnando para mim.
Você sabe que em breve sera usado para os desejos do Lorde Voldemort –Bella diz vindo em minha direção.
Eu sei – digo baixando minha cabeça.
Temos que dar um jeito na sangue-ruim e esse jeito é mata-la – Bellatrix diz e meu pensamento parece congelar e na hora me vem todos os momentos com a Hermione, meu corpo acaba agindo antes de meu raciocínio.
Toque na...escola e eu mesmo dou um fim em você – grito olhando no rosto dela.
Moleque pretencioso, como te coragem de me enfrentar – a velha bruxa diz olhando dentro dos meus olhos assim como fiz com ela.
Você não pode tocar em mim, ou o Lorde Voldemort não terá chance – digo e ela me olha espantada.
Insolente – ela diz puxando a varinha e me atacando.
Crucius –Bella diz me fazendo cair ao chão de tanta dor, só escutava o riso dela e dos outros comensais.
Bellatrix pare – minha mãe diz mas foi em vão a desgraçada continuou a me torturar.
Parem com isso...Draco você e seus pais tem um proposito a seguir, deixe a jovem ou ela e toda Hogwarts ira sofrer – Voldemort diz antes de todos aparatarem na forma de fumaça.
O que eu faço – digo me ajoelhando em meio a floresta e por pouco não deixo que lagrimas corram em minha face, me levanto e volto para a escola vou direto para o dormitório e lá me tranco até o anoitecer.
O que era aquilo Malfoy – Pansy pergunta a respeito da Marca negra
Algum imbecil que não sabia o que estava fazendo – digo tentando despistar a desconfiança dela.
Hermione Pov
Algo de muito estranho aconteceu na floresta negra acho que somente eu e a Luna vimos a quantidade de comensais que saíram de lá, Draco não foi jantar e nem apareceu no treino de quadribol, estava sem sono e sai caminhando pelo castelo olhando para todos os lados com receio do Filch me ver, fui até a fonte e para meu espanto lá estava.
Malfoy – digo olhando para ele cabisbaixo girando a varinha.
Granger – ele diz sem olhar para mim.
O que houve, o que eles queriam – pergunto a respeito da floresta cheia de comensais.
Não queira saber – ele diz se levantando.
Fala, posso te ajudar em alguma coisa, vamos falar com Dumbledore – digo me aproximando dele.
Pode ajudar ficando longe de mim – ele diz e isso me atinge certeiro sinto uma dor em minha barriga e uma estranha vontade chorar.
Mais por que – pergunto com os olhos cheios de lágrimas.
Esse sussurra algo que não consigo ouvir.
O que disse – pergunto e ele nada diz, apenas volta a caminhar.
Espera Malfoy – grito correndo atrás dele por que esta fazendo isso.
Draco Pov
Meu corpo todo parecia ruir a cada palavra que eu dizia, como vou viver sem ela, sem seu corpo, sem sua boca. Mais algo tinha que ser feito e eu não queria que nada acontece-se a ninguém por minha culpa.
É so o que tenho para dizer – falo abaixando a cabeça e tentando seguir em frente mas sou impedido por ela.
Ela pega minhas mãos e coloca em seu rosto seguro as lágrimas enquanto ela afunda seu rosto em meu peito, desço minhas mãos e volto a tocar em seu ventre, dessa vez uma sensação inigualável de bem estar me invade, mas as palavras do senhor das trevas volta a me assombrar, tiro minhas mãos e me viro mas sou agarrado por ela.
Não sei o que é viver sem você – ela diz me apertando e aquilo me dói mais que tudo, aparato junto com ela e a deixo desmaiada em sua cama.
O que posso fazer – sussurro antes de beijar sua boca e ir embora
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