Um Dia na Praia
2 A Derrota Dos Derrotados
Cap. 2
A Derrota Dos Derrotados
– Zuko, por que você a trouxe? – Katara sussurra para ele enquanto os dois observam sua nova amiga, Willa, sentada debaixo do guarda-sol deles.
– Quando eu disse que a minha irmã ia aparecer aqui pra jogar vôlei com a gente, ela quis vir de qualquer jeito. Eu não consegui dizer não! – ele sussurra de volta e Sokka surge por trás.
– Acho que você teria mais chances com ela se não conhecesse a Azula e o seu pai! – ele ri quando Zuko fecha a cara e Katara suspira, acompanhando o irmão até a rede armada.
– Quem vai ser o juiz? – Aang questiona e Sokka tira do bolso um apito – Então tá.
– Ok, vamos separar os times! – Toph anuncia e todos se reúnem em círculo – O Sokka se candidatou pra ser juiz, então Aang, Katara, Suki e eu vamos formar uma equipe.
– Ei, e quanto a mim? – todos olham para Zuko e Toph ri.
– Ora, você vai ficar no time da sua irmã, se não vai ficar desigual!
– O que? Por que eu tenho que jogar no time dela?
– Porque você a conhece a bem mais tempo e é o único que a suporta. – Suki comenta e os outros concordam, fazendo Zuko suspirar.
– Tá bom! – ele bufa e vira o rosto para o outro lado, vendo então a irmã e suas amigas se aproximarem – Lá vêm elas. Vamos fazer o desafio...
– Olá, meu querido irmão! – Azula se aproxima de braços abertos e o abraça, mas ele não retribui, e então ela o afasta pelos ombros – Ah, que gosto em vê-lo! Faz tanto tempo!
– É, faz mesmo...! – Zuko tenta sorrir, vendo pelo canto dos olhos Mai, de cara emburrada, e Tai Li, sorrindo como nunca, atrás da irmã – Oi.
– Oi Zuko! – Tai Li ergue a mão – Há quanto tempo! Você ficou mais bonito?
– Obrigado. – ele cora e sussurra – Eu acho...
– Mai! Não vai dizer oi? – Tai Li a cutuca com o cotovelo e ela suspira, cruzando os seus braços e erguendo a mão – Ela tá irritada porque a Azula a acordou cedo. – sussurra e ri.
– Bom... Ninguém gosta de acordar cedo!... – Katara comenta para tentar quebrar o gelo.
Azula usa um Top A. Niemeyer vermelho com um broche, no modelo tomara-que-caia e amarração nas costas. Mai veste uma canga e um tomara-que-caia, os dois na cor vermelha, cobrindo seu biquíni. O biquíni de Tai Li é bem simples: branco, o sutiã com as duas alças e um broche de concha no centro. Ela fez uma trança, Mai um coque e Azula já tem o cabelo curto...
– Bom, e o que estão fazendo? – Azula olha para a rede de vôlei e a bola na areia – Vocês...
– Nós vamos jogar vôlei. – Toph indaga – Querem jogar?
– Por que não? Eu adoro vôlei! – Tai Li sorri e Mai dá de ombros.
– Por mim tanto faz. – ela suspira, olhando o sorriso desafiador de Azula.
– É claro! – a abelha rainha concorda – Quem vai jogar?
– Eu, o Aang, a Katara e a Suki contra vocês três e o Zuko. – Toph sorri – Topam?
– Mas é claro! – Azula fala por todas – Mas... – ela põe a mão direita na cintura – Vamos tornar esse jogo mais interessante. O que acham de uma aposta?
– Nós estávamos pensando na mesma coisa! – Sokka sorri e dá dois passos a frente – Nós tínhamos prometido ao Bumi, o chefão da praia, que íamos limpar o lixo da área.
– E daí? – Azula cruza os braços – Por acaso está propondo que o perdedor limpe a sujeira?
– Exatamente! Eu vou ser o juiz! – ele anuncia e se afasta um pouco, sentando na cadeira próxima de Willa – A partida vai ser de até vinte pontos! Podem começar! – ele grita.
As equipes se posicionam e Tai Li e Katara jogam "pedra, papel e tesoura" pra ver quem vai sacar primeiro. Tai Li vence e entrega a bola para Azula. Com um sorriso assustador, ela se aproxima da rede e pula, enterrando a bola na areia e espalhando terra nos olhos de Suki e Toph.
– Vai ser mole! – ela ri e bate nas mãos de Mai, que sorri maleficamente.
– Da próxima vez, vamos sugerir uma competição de natação! – Katara resmunga.
Zuko faz o que pode pra errar os saques fáceis, apenas para ajudar os amigos a vencer. Os sets continuam até chegar ao tie-break. Ao cair para pegar o último saque antes do set cinco, a Katara torce o pulso e fica impossibilitada de continuar. Sokka pára o jogo e entra na "quadra".
– Desculpem. Eu não vou poder continuar. – ela lamenta.
– Tudo bem Katara. Você jogou bem. – Suki sorri, com uma mão em seu ombro.
– E quem vai substituir a Katara agora? – Aang questiona preocupado e todos olham para os lados até focarem no ser quietinho debaixo do guarda-sol.
– Willa! – Sokka chega perto dela de braços abertos e um sorriso enorme, com os amigos a tiracolo – Você sabe jogar vôlei?
– Sei. – ela sorri e levanta – Katara não pode mais jogar?
– Não. Você quer entrar no meu lugar? Eu vou ficar aqui, botando gelo no pulso.
– Tudo bem. – ela sorri e Sokka anuncia a continuação da partida com o apito.
– Aquela garota vai entrar? – Azula ri, com as mãos na cintura, e todos a encaram, Zuko erguendo as sobrancelhas em surpresa – Ela parece muito fraquinha!
– Mas é linda. – os três olham para Tai Li, as garotas com raiva – O quê? Ela é!
– Isso não importa! – Azula sorri de forma diabólica – Vamos esmaga-la!
– E olhando de perto, ela nem é tão bonita assim! – Mai comenta de braços cruzados.
Neste momento, o time volta para sua área e ficam esperando Willa. A garota sai debaixo do guarda-sol e tira o vestido, desamarrando a fita atrás do pescoço e o deixando cair até o chão. O que ele revela é seu biquíni vermelho, com o top tomara-que-caia e a calcinha enfeitada pelas correntes de conchinhas brancas penduradas nas laterais. Para completar, Willa desfaz as suas marias-chiquinhas e faz um rabo-de-cavalo alto. Tai Li sorri e assovia, deixando Zuko corado.
Mai e Azula se remoem de inveja enquanto a garota tira seus tamancos, jogando perto da toalha-de-praia, se aproxima a passos lentos e bate nas mãos de Suki, que ri incontrolavelmente da cara do time rival. Aang tenta não encarar, para evitar um murro da namorada, olhando-o atentamente. Toph se acaba de gargalhar. Suki abaixa sua cabeça e a de Willa.
– Você causou uma ótima impressão! – ela sussurra no ouvido da garota e Toph entra no círculo, puxando Willa pelo pescoço e ainda rindo.
– Tente usar o seu corpão a favor. Viu a cara do Zuko? – Willa cora.
– Mas não foi a minha intenção... – Toph a solta e interrompe.
– Tá, tá, a gente sabe!... Mas tente provoca-lo mesmo assim, ok? Isso vai deixar a Mai se remoendo de raiva e a Azula de inveja! – Suki a acompanha nas risadas e Willa se posiciona no lugar de Katara de cabeça baixa, com o rosto em brasas.
De tão bem que Willa joga, a partida termina em pouco tempo. Entre os últimos quinze pontos, seu time vence o de Azula por quinze a doze. O público masculino aplaude e assovia a bela jogadora e seu honorável busto prestes a estourar o top. Azula acaba estourando a bola de tanta raiva enquanto o time rival comemora, mas antes que Zuko possa voltar pra perto de seus amigos, a ex o puxa pelo braço esquerdo com uma cara assustadora.
– Onde pensa que vai Zuko? Já que nós perdemos, você vai cumprir a punição conosco!
– Mas... – ele pede socorro com os olhos aos amigos – Eu só estava substituindo o quarto jogador! Vocês já tinham formado o time!
– Não tem desculpa irmãozinho. – Azula aponta pro seu rosto – Você aceitou fazer parte da equipe. Se não queria fazer o trabalho sujo, devia ter nos ajudado a vencer!
– Eu fiz o que pude!... – ele tenta desconversar – Não estava no meu melhor dia.
– Isso não é desculpa. – Tai Li responde com cara de inocente e ele se irrita.
– Então, podem ir limpar a praia! – Sokka se aproxima com um enorme sorriso.
– Tudo bem. – Azula suspira – Onde é que está esse Bumi?
– É só procurarem no balcão na entrada da praia. – Aang aponta e o grupo começa a sua caminhada até Azula parar de andar, encarando Willa.
– Quem é você? – Willa sente um arrepio na espinha com o olhar desafiador da garota.
– Willa. – mas ela não recua – Muito prazer. – estende a mão, porém, Azula não a aperta.
– Você é uma boa jogadora. O que faz com esses fracassados? – Willa recua a mão.
– Fracassados? – Toph grita e Suki tapa a sua boca enquanto Sokka a segura pela cintura.
– Eles são meus amigos. – Willa responde com seriedade – Não pode insultá-los!
– Mas é claro que posso! – Azula ri – Eu só digo o que é verdade.
– Ei Azula, pare de destilar veneno! Você perdeu, aceite isso! – Katara cruza os braços.
– Eu não estava no meu melhor dia. – Zuko a olha com indignação pela mesma desculpa – De qualquer forma – ela volta a encarar Willa -, você seria mais popular se andasse com a gente.
– Obrigada pela oferta, mas não. – a sinceridade da garota irrita a Azula, mas ela ri pelo canto dos lábios e sai andando na frente, sendo seguida de perto por Mai, agarrada firmemente em Zuko, e com Tai Li logo atrás, que pára apenas para apertar as mãos de Willa.
– Foi um prazer te conhecer. – a moça, meio surpresa, sorri de volta.
– Tai Li! – Azula grita e a garota se afasta, correndo para ficar na frente da abelha rainha.
– Acho que você não pensou que Zuko ia cumprir a punição junto com elas caso perdesse, não é Toph? – Katara comenta com um sorriso triste.
– Ué, pelo menos nós nos livramos delas! – ela dá de ombros – Vamos jogar peteca agora.
– Tô dentro! – Sokka corre até sua mochila e pega duas raquetes e uma peteca.
– Vocês esquecem tudo muito rápido. – Katara suspira.
– Ah, vamos Katara, vamos jogar! – Aang a puxa pela mão e ela desiste, rindo e correndo junto dele até um local mais afastado das barracas.
– Você não quer jogar com a gente Willa? – Suki convida – Eu trouxe mais umas quatro raquetes. A vermelha era do Zuko, mas você pode ficar com ela.
– Eu não sei. Acho que já atraí atenção demais. – ela olha assustada para os rapazes a sua volta e Suki ri mesmo um pouco aborrecida.
– Nunca vi essa quantidade de homens reunidos no mesmo lugar antes, a não ser em uma promoção de rosquinhas! – Willa a olha com preocupação, mas Suki sorri – Você chama mais atenção pela beleza do que por ser famosa. Devia estar lisonjeada!
– Mas é constrangedor! Eles só querem saber do meu corpo! – Willa lamenta sussurrando.
– Você nunca teve um namorado Willa? – Katara de repente se aproxima.
– Não. Eu sempre passei muito tempo ajudando a mamãe na padaria ou as minhas primas na loja de roupas delas. Eu costumo ser a modelo de provas dos vestidos.
– Isso é muito legal! – Suki e Katara falam ao mesmo tempo e Willa sorri divertida.
– As minha primas tem mais experiência com namorados do que eu...
– Se importa se eu te fizer uma pergunta? – Katara questiona e Willa nega com a cabeça – O que acha do Zuko? – a garota cora – Gostou dele?
– Zuko? – ela repete quase gaguejando – Ele é gentil.
– Essa foi sua primeira impressão dele? – Suki se entreolha com Katara e ri – Nossa! Ele é bem esquentadinho e muito orgulhoso, sabia? – pausa – Mas pensando bem, ele se controlou o suficiente na frente da Azula e da Mai. Acho que ele quer te passar uma boa impressão. – sorri.
– Boa impressão? Mas ele não se dá bem com a irmã dele?
– Acho que o Zuko não contou tudo pra ela... – Katara comenta baixinho, encarando Suki, e ela balança a cabeça para os lados, rindo e suspirando, e deixando uma Willa confusa.
– Você já devia ter uma noção de como ela é só de ver como se comportou com a gente.
– Ei gente, vamos jogar logo! – Aang as chama e Suki corre até sua bolsa, sobre a mesa.
– Já vamos! – a garota grita de volta e pega as raquetes, entregando a vermelha para Willa.
– Tudo bem... Vamos jogar! – a moça concorda e corre até os outros.
Uma hora mais tarde, o quarteto do lixo se aproxima do grupo, já tendo terminado o seu trabalho. Mai não saiu de perto de Zuko desde que chegou, e isso está irritando o coitado!... A Tai Li corre até o sorveteiro que passa para comprar um picolé enquanto Azula encara Willa.
– Ah, ainda bem que o senhor Bumi é exigente com o pessoal da praia e não deixa que eles sujem muito o lugar. Senão, não acabaríamos nunca! – Zuko suspira.
– Há quanto tempo que aquela garota é amiga de vocês? – Azula questiona ao irmão sem encará-lo e Zuko olha na direção de Willa, rindo e correndo atrás da peteca.
– Desde... Hoje, na verdade. – a irmã prolonga um resmungo.
– Ela fala com muita firmeza sobre a amizade de vocês para ter começado a fazer parte do grupo hoje. – Azula comenta e Mai libera Zuko do abraço.
– Ela chama muita atenção... – comenta, observando-a com igual foco.
– De quem estão falando? – Tai Li se aproxima, terminando de mastigar seu picolé.
– Essa praia é um tédio! – Azula reclama alto, pondo suas mãos na cintura – Meninas, eu acho que sei como nós podemos nos divertir um pouquinho. – ela sorri maleficamente – Chegue mais perto Zuko! Vocês também! – os quatro formam um círculo de lado para o grupo jogando – Eu quero que me conte o que sabe sobre ela Zuko. – ela começa séria e ele desvia o olhar.
– Eu não sei nada! Já disse que nós a conhecemos hoje!
– Você é muito desconfiado, então obviamente deve ter perguntado alguma coisa pra ela!
– Eu não perguntei nada Mai! – ele se irrita e vira o rosto, aborrecendo-a.
– Se não tem nenhum podre, então vamos irritá-la de outra forma. – Azula retorna ao seu semblante sério – Já que ela chama muito a atenção dos homens, vamos provocar uma rebelião.
– Rebelião? – Tai Li olha confusa para Willa pelo canto dos olhos – De que tipo?
– Uma rebelião masculina! – Azula fala como se fosse óbvio – Vamos provoca-los pra que briguem por causa dela. – Zuko entra em desespero.
– Espere um pouco Azula! – ele desfaz o círculo – Eu não acho isso certo. Deixe ela quieta!
– Está defendendo ela agora? – Mai cruza os braços e muda a cara de tédio numa de raiva.
– Ela é minha amiga! – Zuko afronta e Tai Li recua um passo.
– Que meigo! – Azula faz voz de criança, mas logo retorna ao tom normal e sorri – Não se preocupe querido irmão. Nós vamos apenas fazer uma brincadeirinha com ela.
– Eu não quero tomar parte nisso. – ele se afasta e vai até os amigos.
– Zuko está muito estranho... – Mai comenta e Azula confirma, séria, com a cabeça.
– Acho que também podemos usar o meu amado irmãozinho no plano.
– Acha que ele pode estar gostando dela? – Mai questiona em um sussurro.
– Não sei até onde eles se conhecem, mas se Zuko estiver encantado mesmo com ela é mais um motivo para agirmos o quanto antes! – Tai Li continua escutando detrás delas – Acho que a "princesinha da água" merece uma lição também. O que acha Mai? – as duas sorriem.
– No que está pensando? Zuko vai descobrir na hora que fomos nós se fizermos algo, se já participou da nossa conversa. Como vamos fazer pra que não percebam?
– Eu tenho um plano. – Azula se vira – Tai Li, eu preciso que vá falar com o meu fã-clube.
– Azula, tem certeza que toda essa sua raiva não é só dor de cotovelo porque aquela garota te venceu no vôlei? – a garota a encara com um olhar mortal e Tai Li dá de ombros – Tá bom!...
...
– Ela tem um fã-clube? – Willa repete surpresa e Zuko ri enquanto os dois caminham.
– Tem. Azula é muito famosa por ser modelo, mas ela odeia desfiles!
– Nossa!... Eu sou modelo também, mas minhas fotos não saem nas capas dessas revistas famosas. Eu só trabalho como modelo de prova das roupas que as minhas primas fabricam.
– Isso é legal. – ela sorri – Você tem quantos anos?
– Dezesseis. E você, eu acho, tem a minha idade, não é?
– Tenho. Sou mais velho quatro anos em relação aos meus amigos.
– E vocês se dão tão bem. – ambos olham para trás e vêem Aang fazendo palhaçadas para os outros rirem, debaixo da barraca, e riem também – Quer caminhar? – ele confirma com a sua cabeça e os dois se distanciam – Como são os seus pais Zuko?
– O meu pai é rigoroso e nada paternal. Mas a minha mãe... – ele abre um sorriso.
– Ela deve ser muito boa. – Willa sorri e ele a observa, ampliando o sorriso.
– É sim, ela é. Ela gostaria de te conhecer! – Willa cora, imaginando conhecer a família de Zuko – Quanto a minha irmã, eu acho melhor você não chegar perto dela. – o sorriso dela some.
– Azula? – ele confirma com a cabeça – Sim... Suki e Katara deram a entender que ela é... Ah... Como posso dizer?... Grosseira?
– É por aí. Ela costuma irritar os outros só pra se divertir. Ela conviveu pouco tempo com a minha mãe, então acho que é falta de carinho... Eu moro com ela e Azula mora com o meu pai.
– Sei... – Willa suspira e logo sorri, entrando na frente dele – Quer mergulhar?
– O que? – ele diz confuso e ela ri, correndo para o mar e se virando para acenar.
– Venha Zuko! Você quase não mergulhou!
– Quem gosta de água é a Katara! Por isso ela é conhecida como "princesa da água"! – ela ri e ele a observa chutar a água enquanto as ondas cobrem seus pés.
– Anda Zuko! Não me faça ir te buscar! – o rapaz se dá por vencido e entra no mar, mas quando menos espera Willa joga água nele e começa a rir.
– Ah você...! – ele revida e os dois começam a espirrar água um no outro – Eu te pego!
Zuko sai correndo atrás de Willa e ela ri, tentando fugir dele. Da barraca, os amigos vêem a brincadeira achando graça, felizes por Zuko finalmente estar se divertindo. Está no entardecer. Então, Bumi aparece do nada e anuncia um luau para os banhistas. As garotas que quiserem as cangas da loja de vendas devem ir logo. Katara e Suki correm para pegar Willa na mesma hora e Zuko volta para o lado dos amigos. As seis começa o luau e a fogueira é acesa.
Quase todos na praia começam a dançar, mas Aang, Sokka e Zuko estão entre os homens parados, esperando sentados pelo retorno das jovens. Logo elas voltam e Toph entra na frente.
– Apresentando, quatro garotas lindas! – ela anuncia de braços abertos, sendo seguida de Katara, que ri e a abraça, e Suki arrastando Willa pela mão.
Elas compraram saídas de praia decotadas e sandálias rasteirinhas. Os meninos começam a babar e Toph ri com gosto, oferecendo babadores.
(http://garotasformosas.com.br/gformosas/wp-content/uploads/2010/08/varias.jpg) – em ordem, da esquerda para a direita, Suki, Katara, Toph e Willa.
– Agora sim, vamos dançar! – Sokka grita, puxando Suki e Toph pelos braços, e Katara se apressa em puxar Aang pela mão para irem também, deixando Zuko e Willa a sós.
– Você quer dançar? – ele oferece a mão, corado e tentando sorrir, fazendo-a rir.
– Talvez mais tarde. – ela segura a sua mão – Vem sentar comigo. – eles usam as cadeiras próximas e Willa circula seu braço com o dele – Olhar uma fogueira não te deixa animado?
– Deixa. – ele sorri, e ainda corado, olhando para frente como ela – Eu acho que hoje será uma noite divertida. – ela ri e eles observam os outros dançarem por mais uns três minutos.
– Tá bom, agora eu quero dançar! – Willa levanta e puxa o sorridente Zuko para a roda.
Continua...
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