Notas iniciais
Olá, estou aqui com uma one-shot que dedico à minha amiga e parceira de fanfic JSchiatti pelo aniversário dela, que foi em maio.
Como de costume, não se esqueçam de ler as notas finais.
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Boa leitura.

- O aniversário do meu Po está chegando.

Repetia o ganso. O Sr. Ping estava no Palácio de Jade conversando com Mestre Shifu. Estavam no Salão dos Heróis aproveitando para falar em particular. Havia algum tempo da derrota de ke-Pa, mas já havia trabalho para os guerreiros que combatiam um grupo de ladrões que chegara há quase dois meses no vale.

- Entendo, e o senhor gostaria de planejar uma festa surpresa para ele... aqui.

- Essa ideia não foi toda minha, mas não vou dizer de quem é – respondeu desviando o olhar.

- Ah, sim, claro. Mas esta pessoa deverá falar comigo também. Se a ideia não é sua, não poderemos fazer como essa pessoa gostaria – sorriu triunfante, já que sabia que à qualquer momento o cozinheiro contaria.

- Essa pessoa não quer que o senhor saiba.

- Como não?

- É que ela tem certeza que você poderia brigar... é, e pode ser que não nos deixe fazer essa surpresa pro Po...

- Ela? Então é alguma admiradora ou uma das guerreiras. E se tem certeza que eu poderia brigar e não permitir, é uma das guerreiras do palácio.

- Não foi isso que eu disse!

- Mas entendi o que quis dizer – riu do desespero do ganso – fique tranquilo, Sr. Ping, eu permitirei a Tigresa que faça a festa.

Dito isto, deu as costas ao ganso e começou a caminhar para sair do salão enquanto a ave respondia:

- Ah sim, ela vai ficar feliz e eh... o quê?! Quem disse isso? Não, não foi ela... digo, não...

- Senhor Ping, por favor – virou para encará-lo –, eu sei que minha filha cultiva uma grande amizade pelo panda... digo, por Po. Deixarei que façam a surpresa. Nem eu mesmo sabia sobre o aniversário dele, caso contrário eu iniciaria os preparativos por conta própria, devemos muito à ele. Vamos tomar um chá na cozinha, eu mesmo prepararei, assim podemos conversar sobre as suas e as minhas ideias para a festa.

Colocou a pata nas costas do ganso, que se aproximara, para leva-lo ao cômodo na ala dos estudantes.

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Enquanto isso, nossos bravos guerreiros lutavam contra um grupo de treze leopardos. Eles eram rápidos, por muito tempo se disfarçaram; eram inteligentes, eram ótimos em kung fu, mas os Cinco Furiosos e o Dragão Guerreiro eram mais.

Cada um lutou com dois, apenas Po estava lutando também com um terceiro. Não sabiam exatamente o objetivo do grupo, porém parecia que a prioridade era fazer com que o Dragão Guerreiro ficasse de molho por uns dias, até porque tentavam acertá-lo com martelos, lanças e espada.

Depois de muitos golpes certeiros de todos os guerreiros do vale em seus oponentes forasteiros, apenas aquele que atacara ao panda com a espada estava consciente.

- Por que o foco era ele? Diga logo porque não temos o dia todo. – Perguntou Víbora silvando para o leopardo enquanto os demais amarravam o grupo desacordado para que fossem transportados à prisão.

O felino não era o líder, mas era o mais ágil. O líder desmaiou quando Víbora o golpeou. Ele abaixou a cabeça e respondeu:

- É que talvez sem um de vocês, poderíamos dar conta e assaltar a cidade. Há mais ladrões esperando.

- Quantos?

- Mais doze.

- Onde eles estão? – Perguntou Tigresa, grunhindo em seguida.

- Nas cavernas ao norte – respondeu o leopardo rapidamente, se encolhendo no lugar pelo grunhido da mestre – vão esperar e vir pra verificar se conseguimos tomar a cidade.

- E estaremos esperando.

Os guerreiros voltaram para o centro do Vale da Paz e, antes de voltar ao palácio, deixaram os bandidos com guardas rinocerontes que de dias em dias iam para lá para verificar se havia algum delinquente a ser levado.

Para a sorte do Sr. Ping, ele já havia voltado ao trabalho quando os furiosos e o Dragão Guerreiro chegaram ao pátio de treinamentos. Foram recebidos pelo mestre que lhes fez perguntas sobre os bandidos e eles responderam. Como já era o meio da tarde, Shifu lhes disse que teriam o dia livre.

- Ae! — Comemoraram todos, o que fez o mestre mudar a expressão tranquila por uma de desgosto.

Shifu suspirou de olhos fechados enquando cada um dizia animadamente o que faria o resto do dia.

- Tigresa, minha filha, quero falar com você.

Ela o encarou surpresa, assim como os demais e o silêncio tomou conta.

- Me acompanhe, os outros estão dispensados e não tolerarei a presença de ninguém em minha conversa com ela.

Caminhou lentamente com Tigresa até o salão, deixando os demais no pátio de treinamento vendo-os sumir.

Entraram no salão e ficaram de frente um para o outro em posição de lotus, bem em frente à Piscina de Reflexão. Ambos já haviam resolvido suas diferenças havia algum tempo e se tratavam agora como pai e filha fora do treinamento ou quando não estavam enfrentando inimigos, assim ninguém de fora do grupo pensaria que seria privilegiada por ele.

Shifu pensou bem nas escolhas de palavras e então falou:

- Sabia que o aniversário de Po é em alguns dias?

- Sim, senhor Ping contou à todos — respondeu. "Onde você está querendo chegar?", pensou ela.

- E o você, como líder dos Cinco Furiosos acha que deveríamos fazer à respeito?

Ela levantou uma sobrancelha, fora isso nada revelava suas suspeitas quanto às perguntas do pai.

- Por que eu teria que saber?

- Porque eu sei que você quer preparar uma surpresa para o panda. Por que não pediu diretamente a mim?

- Não achei que fosse permitir, só que se o pai dele pedisse, seria mais provável.

- Mas eu permiti sim, mas quero saber o que pretende fazer e quero ideias dos demais furiosos. O senhor Ping cuidará da comida, precisamos criar uma distração, mas eu não farei parte disso já que devo supervisionar para que ninguém quebre nada no palácio.

-

Antes do jantar, Po havia saído para ajudar o pai e deixou uma sopa pronta que Víbora se encarregou de esquentar para ela e os outros. Shifu estava na cozinha acertando os detalhes da surpresa com todos os guerreiros enquanto o jantar era aquecido pela amiga. Cada um ali dava suas ideias, até que chegaram ao ponto da distração que poderiam criar para afastá-lo.

- O que vamos fazer? Só poderíamos distraí-lo se fosse para uma batalha... — resmungou Garça.

- Talvez pra comer em algum lugar... — opinou Macaco.

- Mas aí ele levaria todos nós.

- Garça tem razão — respondeu Louva-a-Deus — tem que ser outra coisa que o faça ir sozinho com alguém. E se eu o convidar, ele vai querer levar o Macaco ou o Garça também... que complicado! — Exclamou levando as pinças á cabeça.

- Temos que planejar algo rápido para ele ficar fora o dia todo — disse Shifu.

- Acho que já sei — disse Víbora mexendo a sopa com a colher de madeira. Retirou a colher da panela funda com a cauda e pediu ajuda à Macaco para servir.

- O que é?

- Mestre, o senhor poderia dizer que temos dia livre, e alguém levá-lo á algum lugar afastado como o Lago das Lágrimas Sagradas para passar o dia meditando.

Os pratos foram servidos e todos estavam comendo a sopa enquanto conversavam.

- Boa ideia, mas quem você acha que seria capaz de estar com ele o dia todo lá?

- Tigresa.

A felina cuspiu a sopa acertando Garça que estava sentado à sua frente. Os outros a encararam em choque.

- O-o quê?! Por quê?! — Perguntou ela sem entender os motivos da amiga.

- Porque ele vai adorar passear num lugar que significa tanto pra história do kung fu junto da guerreira favorita dele — sorriu.

- É verdade — disseram os outros guerreiros.

- É uma ótima ideia — complementou Shifu sorrindo para Tigresa.

- Ah, está bem.

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Os dias passaram.

Os guerreiros do Palácio de Jade fizeram buscas e rondas para achar os bandidos e seu esconderijo, mas não tiveram sucesso.

Chegou o dia do aniversário de Po. Era manhã, o gongo ainda não havia soado. Todos dormiam, menos Tigresa; ela já estava se trocando e pensando em como chamá-lo para ir ao lago. "Se acalme, Tigresa, isso não é um encontro..."

O som que despertava o vale todos os dias interrompeu os pensamentos da nossa querida felina alaranjada. Ela foi rapidamente para fora dar bom dia à seus colegas e à seu pai e mestre.

- Bom dia, estudantes.

- Bom dia, Mestre Shifu — responderam todos.

- Hoje terão o dia livre, visto que terei compromissos fora do vale. Espero que aproveitem e se divirtam.

O mestre os deixou e, em vez de sair do palácio, foi para seu quarto esperar que os alunos avisassem quando Tigresa e Po saíssem.

- O que vão fazer hoje? — Perguntou Po animado.

- Vou praticar pintura no jardim, até mais — respondeu Garça.

- Vou sair com Louva-a-Deus para preparar algumas pegadinhas novas — respondeu Macaco.

- Eu vou às compras no vale, até mais gente — respondeu Víbora.

Assim que estavam sozinhos, Tigresa chamou a atenção dele.

- O que foi, Ti?

- Eu vou meditar no Lago das Lágrimas Sagradas, quer me acompanhar?

- Uou, claro! Preciso levar comida, só um minuto... te vejo no portão — dito isso, correu para a cozinha para preparar uma cesta com comida.

- Meditar com comida... só ele mesmo.

E depois de alguns minutos de espera, já no portão, se encontraram. Estavam por sair quando gritos no vale chamaram atenção.

- O que deve ser?

- Devem ser os bandidos — respondeu ela sem tirar os olhos do vale; então os demais furiosos chegaram.

- Ei, de onde vieram? Não tinham saído?

- Ainda não, Po — respondeu Víbora.

- Vamos! — Ordenou Tigresa.

Todos foram ao vale e encontraram os outros doze bandidos leopardo.

- Ai, droga, não acredito que eles não tomaram o vale... — resmungou um deles batendo na própria testa como sinal de desgosto.

- Estão na cadeia e é pra lá que vocês vão... — disse Po e olhando para uma senhora ovelha que fugia, entrou em seu caminho — por favor, segura isso pra mim — lhe entregou a cesta — prepare-se para sentir o trovão!

Os leopardo se lançaram contra os guerreiros que os receberam com golpes. Chutes e socos foram distribuídos e os bandidos estavam atordoados depois de muito apanhar, mas não desistiram.

Foram amarrados depois de meia hora de luta, tentando à todo custo dar conta dos seis mestres, sem sucesso. Mesmo com armas não eram páreo para aquela equipe dos melhores mestres que o império conhecia.

Foram amarrados.

- Muito bem — começou Garça -, eu fico aqui esperando o transporte deles... vocês podem voltar pros prep... digo, aproveitar o dia de folga.

- Tem certeza? — Perguntou Po.

- Sim, claro...

- Ok... ah, obrigada senhora — pegou a cesta da ovelha e depois virou-se para Tigresa — vamos? — sorriu.

- Claro — devolveu o sorriso.

Vendo os amigos se afastarem, os furiosos ficaram em silêncio, até que...

- Nossa! Precisamos arrumar as coisas! — Disse Víbora — estamos atrasados, os mestres de outras cidades chegarão logo.

Logo depois de os rinocerontes levarem os leopardos, todos os guerreiros correram para suas tarefas, ajudados pelos cidadãos do vale que estavam alegres em saber da surpresa para o maior guerreiro de toda a China.

A festa seria na arena do Palácio de Jade e a construção já estava tomada por todos.

Algum tempo mais tarde, Po e Tigresa chegaram a seu destino. Tigresa sentou-se bem próxima ao lago e Po estava à sua esquerda; ele deixou a cesta do outro lado. Estavam em posição de lótus; Tigresa realmente queria meditar, apesar de serem amigos, não tinha ideia do que mais fazer para distraí-lo.

Não passou muito tempo até que o estômago de Po roncasse, e quando ambos abriram os olhos, a julgar pela posição do sol, era hora do almoço.

- Está bem, vamos comer — disse a felina.

Procuraram uma sombra e a encontraram debaixo de algumas árvores, um pouco afastadas do lago. Sentaram-se de frente um para o outro sobre a toalha que o panda estendeu. Ele então retirou da cesta o almoço e doces para a sobremesa. Desfrutaram dele em silêncio.

Po estava tão contente por estar ali com sua furiosa favorita e mil motivos para isso passaram por sua cabeça.

- Será que ela sabe que é meu aniversário? Será que os outros sabem? — Murmurou ele observando a paisagem sem se dar conta de que, por mais baixo que falasse, ela o ouviria.

- O que disse, Po? — Perguntou ela fingindo não ter escutado bem.

- Oh, nada... s-só tava, pensando alto — respondeu abaixando a cabeça para tentar, em vão, esconder o rubor.

Ela sorriu pelo gesto, mas ele não estava vendo sua expressão e então não percebeu que para Tigresa, parecia terno quando tímido. Um silêncio incômodo se instalou até que ela chamou sua atenção, fazendo-o olhar para si.

- Pra sua informação... eu sei que dia é hoje — disse sem tirar o sorriso.

- Sabe?

Os olhos do urso demonstravam sua surpresa, ele não havia contado à ninguém.

- Sim.

Tigresa se apoiou nas patas dianteiras jogando o peso do corpo sobre elas, ficando erguida sobre as guloseimas e o almoço; com isso se aproximou dele, sorridente, nem mesmo ela sabia porque estava fazendo isso agora, mas sempre soube do sentimento que ele nutria por ela e sempre o retribuiu. Até mesmo quando o maltratara; não foi por mal, apenas estava brava e chateada porque julgava-se vítima de uma injustiça, mas agora sabia que a injusta fora ela com Po e que Oogway e o universo estavam certos em escolhê-lo como protetor. Ambos o trouxeram para a vida dela e agora tinha a oportunidade de demonstrar seu apreço.

Po arqueou um pouco as costas tentando se afastar o quanto conseguiu sem sair do mesmo ponto de onde se sentara. Estava com os olhos bem abertos, Tigresa estava a milímetros de seu rosto.

- Feliz aniversário, Po.

Quando ele entreabriu a boca para responder ela o beijou, um beijo terno que ele demorou pela surpresa, mas acabou correspondendo.

Ao se separarem, ela voltou a seu lugar com um sorriso bobo e sabia que estava corada, mas por sorte sua pelagem escondia.

- O que foi isso? — Perguntou ele.

- Seu presente de aniversário.

- Mas, mas... eu... ah, eu...

- Po, eu gosto de você.

- Desde quando?

- Desde que eu... te conheci no vale, quando eu cheguei e meu pai me apresentou aos cidadãos. Só pude ver você de onde eu estava... um ursinho preto e branco do tipo que eu nunca tinha visto, um pouco maior que os gansos, com olhões verdes que não paravam de prestar atenção em mim e me olhava com cara de bobo, como agora.

Ela soltou uma leve risadinha quando Po tentou desfazer a expressão e ficou com as bochechas num leve tom de rosa.

- Eu também gosto de você, Ti, desde que te vi — murmurou como se houvesse alguém ali que não poderia ouvir e sorriu.

Sentaram-se lado a lado aproveitando o carinho e a companhia um do outro durante o almoço e o restante do dia. Passearam pelos arredores segurando um ao outro pelas patas, vislumbrando a paisagem bela e calma daquele dia de clima agradável. Estava tudo perfeito e Tigresa tinha a certeza, assim como Po, de toda a felicidade que sentiam.

Mas a furiosa sabia que havia mais uma grande surpresa para ele.

A noite já caía quando chegaram à entrada do Vale da Paz, ainda tomados pelas patas. Ao caminhar pelas ruas, Po ficou alerta coma falta dos cidadãos e as luzes apagadas e Tigresa teve de fingir a mesma sensação de estranheza.

- Ti, tem algo errado aqui...

- Está silencioso demais.

- Meu pai! Vamos ver se ele está bem — correu, puxando-a sem dar tempo para que respondesse.

Chegaram ao restaurante. Fechado, sem luz alguma na casa, e foi então que ele realmente se preocupou.

- Acalme-se Po, vamos ao Palácio chamar os outros.

Subiram as escadas na velocidade de Tigresa e o panda teve que parar algumas vezes para voltar a respirar com normalidade.

Já no portão, observaram que ele estava fechado, não havia ruído algum, mas apenas a luz avermelhada vinda do outro lado; era uma situação que assustava o pobre panda. Decidiram entrar; ela empurrou um lado e ele o outro e quando o portão foi todo aberto...

- SURPRESA!!

Todos os cidadãos do vale e os mestres de cada estilo de kung fu estavam ali para dar feliz aniversário ao Dragão Guerreiro. Qual não foi o alívio de Po ao perceber que tudo fora uma armação de seus pai, mestre e amigos para presenteá-lo e agradecer.

A arena fora decorada com fitas de diversas cores, lanternas vermelhas e amarelas. Havia muita comida, bebida e música típica e animada para todos. O centro da arena foi utilizado como pista de dança.

Po, já sentado num dos bancos colocados próximos á escadas ou ao redor da parte central, recebeu, um por um, todos os animais que se aproximaram desejando o melhor para o guerreiro lendário. Depois foi a vez dos furiosos e de Mestre Shifu.

- Vejo que o dia fora fez bem à vocês dois — comentou o mestre observando os alunos que ainda não haviam se soltado e então, o fizeram rapidamente temendo uma bronca. Ele riu — não precisam fazer isso, já são adultos, sabem o que fazem, mas tome cuidado panda.

Virou-se e se perdeu em meio à multidão.

- Isso foi uma ameaça?

- Acho que sim — riu a felina.

E à partir daí, e de um agradecimento por parte do panda, foram horas de diversão para todos. Po não podia estar mais feliz, até porque soube que a ideia de tudo isso foi de Tigresa, depois que seu pai espalhou aos quatro ventos o dia de seu aniversário.

Em algum momento da festa, afastou-se com Tigresa despistando os convidados; ficaram a frente do Salão dos Heróis sentados no degrau, observando o movimento na arena e também a paisagem noturna que se apresentava além das paredes do palácio e além do Vale da Paz.

Po a abraçou e disse:

- Obrigado, esse dia foi demais!

Então, foi silenciado por Tigresa da forma mais doce que ele poderia imaginar.

Notas finais
Sei que estou bem atrasada com as outras fanfics, mas vou atualizá-las em breve.
Espero que tenham gostado desta pequena história. Deixem suas críticas, elogios ou dúvidas e, caso tenham, sugestões de novas one-shots.
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Até mais. o/
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!