Um Dia, Quem Sabe.
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Último bimestre da oitava série, eu já estava surtando. Não sabia como iria me virar sem meus amigos na escola. Andava pelo jardim da escola relembrando momentos desde que comecei a estudar naquele lugar, que eu entrei quando era criança ainda. Meu melhor amigo, Pedro, estava mechendo no meu cabelo enquanto eu ouvia música na mesa da frente na hora do intervalo.
Eu: Pedro, tira essas mãos oleosas das minhas tranças.
Pedro: Isso, briga comigo. Daqui uns 2 meses se verá livre de mim e das minhas mãos oleosas.
Eu: Desculpa tá? Eu tô meio tensa hoje.
Pedro: Todos estamos. Daqui dois meses já era tudo.
Eu: Não fala assim... Você trouxe os salgadinhos que eu pedi?
Pedro: Claro, vamos ir lá no supermercado comprar refrigerante também. O ônubus sai daqui meia hora.
Eu: Tá bom...
Eu e o Pedro fomos comprar o refrigerante e no caminho o Vinicius e a Luísa mandaram mensagem no celular e mandaram agente esperar. Fomos todos juntos, e compramos vários petiscos para a escursão. Iriámos visitar várias escolas de ensíno médio, e algumas escolas iriam em vários ônibus, então, era realmente muita gente.
Luísa: Gente, olha, já se passou 28 minutos, temos que correr se quisermos ir pegar o ônibus.
Vinícius: Relaxa, já estamos pertinho da escola.
Pedro: Cadê as autorizações?
Eu: Estão todos na minha bolsa, eu acho.
Vinícius: Como assim eu acho?
Eu: Sei lá, foi vocês que decidiram colocar tudo na minha bolsa!
Luísa: Verifica, agora!
Eu: Espera, não podemos parar.
Vinícius: NÃO ACREDITO
Pedro: O que foi?
Vinícius: Só tem um ônibus alí na frente, e não é o da nossa escola.
Luísa: Tem certeza? Olha direito Vi, é o nosso sim.
Vinícius: Não é não, olha aqueles meninos com uniforme azul entrando.
Eu: Não é da nossa escola mesmo.
Pedro: Dane-se, vamos até aquela professora e dizer que perdemos o ônibus da nossa escola, mas estamos com as autorizações.
Eu: Não vão deixar.
Pedro: Eles tem que deixar, estamos indo para os mesmos lugares, e depois da primeira parada mudamos para o nosso ônibus.
Luísa: Vamos, não custa nada tentar.
Fomos até o ônibus, e deixaram nós entrar. Foi mais fácil do que pensei. Fomos procurar lugares vazios. Tinham poucos. Então eu corri pra ver se tinha dois lugares vazios pra mim e para o Pedro como combinamos na sala, mas então todos meus amigos sentaram e eu fiquei em pé. Então tinha um lugar vazio ao lado de uma menina, que estava conversando com seus amigos que estavam sentados em sua frente, dois meninos muito bonitos. O que estava perto da janela, tinha aparência de skatista, moletom grande e alargador. O que estava perto do corredor era realmente um garoto que podia chamar de perfeito. Sentei atrás dele. E fiquei pensando: Porque na minha escola não tem meninos assim?
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