Notas iniciais
Não sei se eh pq ta muito de noite ou se eh pq eu to lenga lenga, mas... xD esse cap tá mais meloso do que eu costumo fazer xD. Normalmente eu amoooooooo fazer eles (elesis e sieg) brigando ^w^, mas uma paz de vez em quando é bom, ne? sahhuahusa xD!Maaas 8D, como não poderia faltar xD, há brigas sim ^w^!! Como esperado de mim xD. auhhuashua!Espero q gostem do cap o/!!Ps: Escrito em plena 4:28 da manhã ^w^, já eh a 3 fic q eu atualizo seguidamente hoje 8D!!!Meu cachorrinho ta dormindo na minha cama >.<, to com preguiça de tirar ele de lá >.<, ele fika tãaaaaaaaao fofinho quando ta lenga lenga como eu agora >w<!!!! Ele ta morrendo de sono tbm akie auhsuhasuha xD!! Bom, a preguiça não é de tirar ele de lá *-*, e sim de trocar a coucha( colcha ou couxa ou colxa ou sei la xD) de cama >.<, ele eh um labrador q não é um dos mais limpinhos, sabe *-*, mas eh taaaaaaaaaaaaaooo cutieee :DDDDDDD !!!!! Mt kawaiiii >w<!!!!! Eu amo ele s2 ^w^!!!Bom, espero q gostem do cap ^w^!! Bjos bjos o/!!



Ás vezes eu me perguntava: O que um idiota popular faz se divertindo às minhas custas, quando pode pagar qualquer uma aí para satisfazer suas necessidades?

– Eu não sei falar essa palavra. Me ensina? – falou ele. Olhei-o, incrédula.

– “Por obséquio”, imbecil! – gritei pela milésima vez para aquele idiota à minha frente, ele estava fazendo isso de propósito e eu prometi a mim mesma que não ia me irritar, mas...

– Ob...tuso, Ob...servação, Ob...Você pode falar de novo?

Segurei minhas mãos para não bater naquela cara sínica a poucos centímetros de mim.

– “Por o...b...sé...quio” – falei lentamente, fechando os olhos e me apoiando na mesa que nos separava.

– Por... o...b...tusângulo.

– MALDIÇÃO! AGORA JÁ CHEGA! – gritei indo em direção a passos furiosos daquele garoto irritante. Seu sorriso ficou maior.

– Você se irrita muito fácil ruivinha... – disse ele segurando meu soco. No mesmo momento que ele se levantou da poltrona do cenário ele me girou, como se estivéssemos em um passo de dança.

– Qual é o seu problema, seu idiota? – falei quando percebi que a distancia entre nós era zero, senti o peito delineado dele sob sua blusa fina preta em meu corpo. Tentei sair de seus braços que seguravam minha cintura firmemente e soltar minha mão da sua. Mas, ele era forte e firme demais.

– Vamos pular o “Por obséquio” e ir para a cena 22 parte1, a cena da dança.

Sabia que ele sabia falar!

– Você sabe dançar ruivinha?

– E o que te interessa? – disse brutalmente, tentando desviar o “não” que era minha resposta. Ele sorriu.

– Eu lhe ensino.

– Você não sabe dançar. – tentei ofendê-lo, mas a verdade estava clara demais para se negar. Ele era o único a fazer passos leves e graciosos ali, enquanto eu tentava minuciosamente acompanhar e se possível até tentar imitar.

– Pelo menos eu não pareço uma pata desorientada quando eu danço. – ele sorriu.

– Pata desorientada é seu... – controlei-me, mas o riso dele não ajudava em nada.

– Vejo que não é difícil deixá-la com raiva.

Revirei os olhos.

– Vejo que não é difícil fazê-lo rir.

Agora, ele revirou os olhos.

– Na verdade, você é a única pessoa que está conseguindo me fazer rir depois de muitos anos. – afirmou ele, com um sorriso delicado no rosto.

– Ah é? E como eu olho você rindo e se divertindo com sua turminha por aí?

Ele soltou minha cintura e me girou, mas antes que eu pudesse escapar já estava novamente em seus braços. Percebi que havia uma música baixa e leve no fundo que Sieghart acompanhava perfeitamente, sem eu notar.

– Aquilo não são sorrisos nem gestos felizes que qualquer um faz quando está com seus amigos ou se divertindo, como eu estou agora. É só uma mísera máscara que tenho que manter todos os dias para não perder minha... “popularidade”,vamos dizer assim.

Eu arqueei uma sobrancelha. Aquilo não fazia sentido.

– Por quê? O que é a “popularidade” pra você se você tem que se sacrificar de uma maneira triste pra mantê-la? Você não gosta dos seus amigos? E por que você não ri há... anos?

– Bom, primeiro, no mundo popular você não pode confiar em ninguém. Todos estão tentando ficar com o topo mais alto e uma “faca nas costas” é normal por lá. Não me acostumei ainda, mas... É normal, vou fazer o que? Nós não podemos descançar nem um minuto. Tudo o que você vê ali: A alegria, a diversão, os risos só se resumem em uma coisa: falsidade. Uma máscara no rosto de cada um.... E sobre eu não rir a anos, eu me referi a não rir verdadeiramente há anos. Não acho o pessoal de lá divertido e nem engraçado, principalmente quando o motivo do riso são...outras pessoas.

– Ah... – abaixei minha cabeça. Sabia quem eram (ou é) essas “outras pessoas”. Sieghart percebeu minha leve tristeza e me puxou para mais perto de si.

– Eu sou meio idiota em ainda tentar ficar nesse ramo... – ele riu secamente. – Mas, eu ainda não sei o que é que me prende...

– Você é um imbecil, isso sim. – eu ri pra ele. – Fala sério! Por que você deixa essas pessoas pisarem em você? Se você não concorda é só dizer, ou simplesmente se afastar delas! É muita idiotice sua ficar aturando isso!

Ele sorriu e depois de um tempo percebi que aquelas palavras poderiam facilmente se encaixar a mim.

– Eu te conheci hoje, mas comparada com meus “amigos” é como se eu já te conhecesse há anos. Adoro seu jeito verdadeiro e impulsivo de ser...

Arregalei os olhos. Ele estava falando bem de mim? Não, eu acho que eu ouvi errado. Isso nunca aconteceu antes. Será que isso era um sonho? Meu coração começou a bater mais rápido e eu percebi que meu rosto ficou quente...

Eu tinha um...amigo...?

– Gente! Vamos para o ensaio dos móveis falantes. – o assistente do professor começou a bater palmas e me fez estremecer. Voltei no mesmo segundo a realidade. – Já chega do momentinho romântico de vocês. Saiam do palco.

Meu rosto ficou mais quente do que já estava e Sieghart me largou lentamente, como que não quisesse me tirar dali.

– Nós não estávamos em momentinho romântico nenhum! – gritei.

– Estávamos simCOF!- “tossiu” Sieghart quando passou por mim. Olhei pra ele zangada.

– Não estávamos! – o segui pelas escadas do palco, ele colocou uma mão no bolso e a outra na boca.

– Estávamos simCOF COF.

– Não estávamos, seu idiota!

– NósCOF estavamosCOF COF!

– Ora, seu...

– Shhhhhh! – disse o assistente, mandando-nos sentar. O ensaio já havia começado.

– Estávamos – murmurou Sieghart fingindo assoar o nariz.

– Não estávamos!

– Shhhhhhh! – o assistente colocou o dedo na boca em sinal de silêncio.

Sieghart olhou pra mim e sorriu. Eu apenas dei língua para ele e comecei a assistir o ensaio. Percebi várias vezes ele desviando o olhar da peça para me olhar. Será que tinha alguma coisa estranha no meu cabelo?

Notas finais
Gente, me dá aí algum reviewzinho por favor T^T!!! To precisando!! uashuhasuhuhaBjos bjos o/!! ^w^