Um Bonito Amor
2 O que você fez comigo?!
Notas iniciais
Nem demorou em... Aqui estou com mais um cap... Quero dizer q Raul aparecerá lá pelo cap 4 ..
Vms ler.
— Vamos ,acorda! Tá pensando que as coisas resolvem por sí só? Não né querida, assim que se levante e já... Aquela voz marcante que me faz desejar que ela atropele numa pedra e morda a língua para que não fale nunca mais — Tá, as vezes eu sou uma bruxinha e desejo uma maldade para minha gêmea, mas é coisa leve e eu só imagino, então nada demais — Ela entra no meu quarto sem permissão e sai abrindo as cortinas que me fazem fazer caras feias pelos raios de sol que invadem minha visão. Eu fico furiosa.
— Raquel, pára! Digo, esfregando os olhos e vou em direção às cortinas a voltar fechá-las. — Não. Ela me impede. — Por acaso não sabe que dia é hoje? Me pergunta, eu fico tentando raciocinar quando na verdade quero que ela saia dali e me deixe dormir.— Ah, por favor. Hoje é sábado dia de dormir até mais tarde, então me deixa quieta. Vou dizendo fechando as cortinas e me direcionando para cama. E ela arregaça de uma vez só a cortinas. Eu não sei onde estou com a cabeça que não vou lá e deixo a marca de meus cinco dedos em seu lindo rostinho.Qual é, ela é a que mais dorme nesta casa, no dia que quero fazer o mesmo ela tem que me impedir?ah mas não mesmo. — Que diabos você quer? pergunto ja sentindo a raiva me invadir. Eu juro que se ela me cutucar hoje eu vou pra cima, não aguento mais ser humilhada pela minha própria irmã, ela tem que entender que somos irmãs e que devemos está unidas. Ela me olha incrédula, mas eu tento decifrar se ela está surpresa por eu falar dessa maneira ou se acha que só ela que tem que gritar comigo. — Em que mundo você vive? Ela pergunta se direcionando para minha escrivaninha pegando alguma coisa que eu não quis saber, pois reviro olhos e me deito na cama me virando de costas para ela pondo o travesseiro em minha cabeça na intenção de abafar qualquer som que saia de sua boca. E ela realmente quer me irritar, a bendita puxa o travesseiro arrogantemente e joga um mini calendário em minha direção. — Mas o q... Eu quase explodo, mas a tinta vermelha destacada na data de hoje me faz ter um lapso de surpresa comigo mesma. Como que não lembraria dessa data? Eu olho novamente o calendário, pareço não acreditar, olho para Raquel e ela está em pé em minha frente com a mão afundada em sua cintura com uma sobrancelha arqueada. — Meu aniversário. Digo finalmente, mas nem me animo e não entendo porque todo esse alvoroço de Raquel só para me lembrar do meu aniversario. — NOSSO aniversário querida! Ela me corrige tomando bruscamente o calendário de minha mão e pondo no seu lugar de antes. — Ah Raquel, não me importa eu nunca comemorei mesmo,.. Então por favor me deixe, quero dormir.. E ah, Parabéns. Digo sem ânimo nem me importando com essa história de aniversário. Volto a me deitar na cama e busco me aconchegar mesmo com Raquel ali me fitando parecendo querer me fuzilar com aquele olhar. Ela sai do quarto e eu agradeço a Deus mentalmente, voltando a fechar os olhos. Estava tão bom para dormir, ah eu precisava acho que acordo junto com os empregados a semana inteira, sou a primeira a tomar café para ir muito cedo à faculdade, eu passei a semana apresentando seminários quase não dormia era tudo muito científico e eu sou muito esforçada, gosto de fazer as coisas bem feitas e graças a Deus deu tudo certo, eu só queria esse final de semana inteiro para dormir, acho que eu merecia. Não demorou nada e a bendita minha gêmea adentrava novamente meu quarto — tenho que me lembrar de trancar essa porta — e com algumas mulheres que tinham em suas mãos maletas de maquiagem e acessórios de cabelos. — Raquel!!! Bufei. — você tem o seu quarto, vá fazer seus rebocos lá e saia daqui. Eu me levantei e tentei levar as desconhecidas até a porta, mas Raquel correu na minha frente e a fechou, minha paciência é de Jó mesmo. — Idiota! Hoje é nosso aniversário e vai ter uma festa hoje aqui para nós duas e você querendo ou não terá de parecer gente hoje, não quero que apareça com essa cara de pobreza que mostra sempre. Ela explicou, e eu abri a boca e Fechei, como ela pode falar assim comigo? Eu avanço o passo para dá-lhe uma resposta merecedora, mas ela me vira num rapidez de costas e me faz sentar no pufe que dar de frente com minha estante, onde costumo ficar me olhando naquele espelho que há nela. — Sente-se, e não opine em nada elas já sabem o que vão fazer em você ,então maninha apenas colabore. Ela falava com aquele jeito prepotente que me fazia querer vomitar. — Eu não quero festa, está bem do jeito que está.. Pára. Eu dizia quando uma daquelas mulheres passava uma espécie de creme no meu rosto e a outra fazia repartições em meu cabelo. — Parem, não quero nada disso! Me desprendi delas e me levantei olhando para Raquel que estava sentada na beirada de minha cama ,lixando sua unha -me poupe — então ela nem me olhou apenas ordenou. — Sente-se Gilda! — Ah por favor.. Obrigada, obrigada por quererem me arrumar, muito legal da parte de vocês.. Eu dizia para aquelas mulheres lhes entregando seus pertences, tentando tirá-las dali. — Agora, podem ir... Hoje eu só preciso dormir e nada mais.
— Gilda.. Me chamou atenção, a olhei e percebi que respirou fundo e fechou os olhos como se tentasse acalmar a si mesma. — queridinha.. Chegou perto de mim e eu apenas franzi o cenho. — Infelizmente você tem que participar da festa, se dependesse de mim EU NÃO FAZIA QUESTÃO DE VOCÊ APARECER, ENTENDEU? Ela gritou e eu me encolhi me assustando. — Mas.. E pra quê toda essa frescura em querer me arrumar? Eu senti uma raiva tão grande do modo inocente como falei, por isso Raquel me pisava eu não conseguia bater de frente. Ela sorriu mudamente e franzi as sombrancelhas, então ela me dirigiu calma para o pufe novamente me fazendo sentar, ela ficou atrás de mim falando no meu ouvido, e eu apenas a olhei pelo espelho à minha frente.— Mamãe disse que eu só poderia fazer a festa dos meus 22 anos se fosse junto com você, algo que tinha a ver com nós duas, e é claro que bati pé, mas infelizmente ela não cedeu quer te incluir de todo jeito nesse mundo que não te pertence. Ou comemorávamos juntas ou nada de roupas com pedigree, pessoas me admirando pelo meu belo vestido, me desejando parabens,Dj's, baladinha, coquetel, diversão, nada disso, então eu pensei e... meus aniversários são uma tradição, todo ano tem festa e é uma das mais badaladas que essas patricinhas ja puderam imaginar é de sair até em capa principal da revista de maiores eventos do ano.. E eu gosto DE tudo isso e se pra não acabar essa minha tradição tenho que ter você como uma cruz... Deixou a frase morrer indo em direção a uma caixa que eu não havia percebido até então, tirando dela um vestido do qual não me liguei em seu modelo, o deixou em cima de minha cama.. — eu escolhi seu vestido, e vista -o.. A festa é as 20:00 no nosso jardim, não viu que ja chegaram para arrumar tudo? Eu de fato não havia percebido, ainda queria dormir. — Vamos meninas, façam um milagre.. Ela finalizou parecendo se divertir com o que disse, até parece que eu sou a criatura, qual é? Somos idênticas, só porque ela é muito mais vaidosa e pinta o cabelo de louro buscando chamar mais ainda atenção. Pelo amor de Deus, acho até que a tinta é tão forte que atravessa seu cérebro acabando com todos os seus neurônios. Ridículo!. — Raquel eu nao quero. Ela arqueou uma sombrancelha. — tem certeza? — Claro, não gosto e nunca tive uma festa dessa nem sei como me comportar. Não quero. Posso dizer me explicar à mãe Cecília e a faço permitir que só você usufrua de tudo isso. Fui sincera, eu não queria mesmo tudo isso. Ela me avaliou e pareceu gostar do que eu disse ,mas penso que mãe Cecília a intimou para isso. — Ah você quer sim... Ele vai está lá. Disse misteriosa. — Quem? Raimundo? Reviro os olhos. — Agora mesmo é que não quero. Raimundo era um do bando de Raquel na faculdade mas ultimamente estava me cercando, até que um dia o dei um selinho assim sem mais e então ele pôs na cabeça de vento dele que sou apaixonada por ele e diz pra todos que é meu namorado. Eu não merecia, só acho. — Ele virá, mas não é dele que falo querida. Chega perto de mim com cara de quem vai aprontar. — Raul de la Peña,esse nome te anima? Ela me indagou, e minha ação foi arregalar os olhos em sinal de surpresa. Ele virá, minha virgem santíssima eu não sei definir o que eu sinto, medo, insegurança, timidez, felicidade, ah Deus! Olho para Raquel que está com um sorriso debochado em seus lábios. Espera, mas ela sabe do meu amor platônico? Ah claro, ela descobre tudo e eu logo não consigo disfarçar quando ele está perto, não sei agir ele com aquela barba sexy me deixa louca ,Deus me perdoe mas eu tenho cada pensamento com ele, só me deixa triste por simplesmente não me notar, que bela droga! Gosto de um cara altamente sucedido, muito mais velho que eu, lindo, maravilhoso, gostos... Então me perdi nas qualidades dele, mas não canso de dizer que ele é muito lindo. As vezes me pergunto porque me apaixonei logo por ele, que nem percebe minha presença que é amigo da família, as vezes almoça com a gente e nem sequer me dirige a palavra é muito sério, mas já o vi trocando umas palavras com Raquel que estava toda pomposa para o lado dele, ah logo com ela, que droga! Me dei conta quando minha irmã que já se direcionava para sair dizendo as desconhecidas ali para fazerem seu trabalho em mim e mordeu os lábios ainda sorrindo acho porque não Movi um músculo depois que ela mencionou aquele nome. Ah aquele nome Raul de La peña...O que você fez comigo?!...
Notas finais
Raquel é um pé no saco em?!!!.... Eita q Raul revirou a cabecinha de Gildinha haha... Até o prox..
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