Notas iniciais
Oi Gente!
Esse capitulo foi escrito durante uma noite de insonia, dor de cabeça, em um quarto de hospital.
Espero que vocês gostem pois deu trabalho pra escrever.
Vamos a leitura.

Quanto mais tentava entender o que acontecia ao seu redor, menos ela entendia. Do Contra chegou a sua casa pedindo ajuda com matemática. E agora a beijava dentro da sala de aula assim sem mais nem menos. Ela tinha imaginado que beijar ele seria bom mais ao fazer isso seu coração pareceu se partir em vários pedaços. Lembrou de Cebola e do Fantasma Vigilante e se sentiu uma traidora. Traindo quem amava, ou não tinha tanta certeza se amava, e traindo a si mesmo. Pensou em empurrar ele mais então viu Cebola na porta entrando atrás do professor todo sorridente. Aquilo foi o fim pra ela. Ela ali sofrendo por ele e sentindo que estava o traindo depois de tudo e ele ali todo feliz. Sentiu tanta raiva que quando percebeu que ele iria olhar fechou os olhos e agarrou-se a Do contra. Não pode deixar de ouvir um soco forte na parede.

- Chega de agarramento na minha sala. _ Gritou o professor. Do Contra a soltou e ela não viu mais Cebola. – Cascão, vai buscar o cebola e diz pra ele que a aula vai começar. Qualquer coisa me chama que eu mesmo vou lá falar com ele. Mais só se ele estiver muito mau.

Cascão obedeceu prontamente sem pensar duas vezes. Mônica não entendeu exatamente o que aconteceu. Somente olhou para todos na sala que a olhavam incrédulos e alguns ate mesmo pareciam a estar julgando. Mais seus olhos se detiveram nas mãos de Do Contra que se envolveram com as suas. Fez questão de fazê-lo soltar.

- Nunca mais faça isso! _ Soltou-se e se sentou bem longe dele. Sentia-se como a pior pessoa do mundo. Uma perfeita Idiota. Beijar o Do Contra na frente de toda turma somente para fazer ciúmes nele foi com certeza uma ideia muito idiota. Já não se sentia bem com a historia de sentir o coração palpitar enquanto dançava com o fantasma Vigilante e por não conseguir tirar ele da cabeça. Sentia-se traidora por sentir isso por ele depois de tudo o que aconteceu. E agora ela confirmou tudo o que ele poderia estar pensando depois da fofoca que estava correndo entre toda turma.

Cebola não sabia como agir. Sentia-se um perfeito idiota. Estava preocupado com tudo o que acontecerá e ela nem se agarrando com o Do Contra. Queria sumis naquele monto e por um fim de uma vez por todas em tudo o que sentia.

- Cebola! Posso te fazer companhia? _ Perguntou irene já se sentando ao lado dele em um banco no pátio da escola.

- Se não se incomoda, prefiro ficar sozinho._ Disse olhando para o muro como se estivesse algo de interessante lá.

- Na verdade, me incomodo sim. Faz algum tempo já que quero falar com você.

- Sobre o que?

- Algo bem interessante. _ Disse se aproximando. Quando Cebola percebeu as intenções dela levantou-se rapidamente a fazendo quase cair do banco. – O que há de errado com você?

- O que há de errado comigo? O que há de errado com você? Se atirando pra cima de mim assim de repente. Não tem vergonha não?

- Vergonha? Eu quero te ajudar. Mais você fica ai se esquivando pensando em alguém que nem te dá valor. Enquanto você foge de mim pensando nela... _ Ela se levantou e ficou diante dele. – Ela deve estar lá na sala se agarrando com o novo namorado dela.

- Eu não fugi de você por ela. _ Falou se aproximando e ficando a meio palmo dela.

- Há não? _ Ela aproximou o rosto dele já esperando que ele desse o último passo e terminasse com a distancia entre eles. – Então pra que fugir?

- Por que eu não sou o tipo de cara que fica com qualquer uma. Eu me dou valor. _ Falou se virando e afastando.

- Por isso que está apaixonado por uma garota que te engana com o primeiro que aparece? _ Cebola ignora o grito da garota e se afasta enquanto Mônica sentia-se uma perfeita tonta por te deixado Do Contra beija-la e agora via pela janela da sala que apesar da oportunidade que teve, Cebola não pagou na mesma moeda.

- Desculpa prof. mais eu não achei ele. _ Disse Cascão entrando na sala.

- Eu acho que vou ter eu sair um pouco turma. Nã...

- Pode deixar. _ Fala outro professor aparecendo na porta. – Eu falo com o Abacate!_ Antes de ser corrigido ele sai andando.

- Muito bem turma, terminem os exercícios.

- Desculpa amiga mais, o que está acontecendo? _ Perguntou Isa.

- Você não gosta mais do Cebola? _ Perguntou Aninha.

- Que babado forte. Beijar o Do Contra na frente de todo mundo. E ele é maior gatinho. Que tudo! _ Comentou Denise quase pulando da cadeira.

- Eu não beijei o Do Contra! _ Falou com a voz baixa e desanimada.

- Há! Vem com essa agora! E a gente viu o que? Você chupando sorte? _ Fala Denise com desdém.

- Vamos escutar fofis! Querendo ou não, a Mônica precisa da nossa ajuda agora. _ Fala Carmem se aproximando do grupo de meninas.

- O Do contra me beijou. Eu me senti horrível quando isso aconteceu. E só o correspondi quando vi o Cebola entrando todo feliz na sala enquanto eu estava me sentindo maus com o que estava acontecendo. Quando vi ele todo feliz resolvi corresponder.

- Isso foi muito errado Mônica. O Cebola estava mais animado sim mais por que a gente conversou com ele. Ele chegou aqui bem pra baixo. _ Contou Marina.

- Meninas, precisamos conversar. _ Falou Cascão segurando uma cadeira e colocando bem no meio do agrupamento de meninas que tinha se formado.

- Agora não Cascão! Não tá vendo que a gente está conversando? _ Perguntou Maria Cascuda.

- Vai pro seu lugar ou vai acabar chamando a atenção do professor. _ Disse Denise.

- Mais...

- Mais nada! Sai daqui Cascão! _ Falou a namorada dele.

- Você não acha que já complicou demais postando no seu blog tudo ate agora?_ Perguntou marina pegando o gravador de Denise. Cascão aproveita a distração e ficou no meio delas.

- Poxa Denise dá um tempo né? Não vê que a Mônica está sofrendo? _ Perguntou Magali.

- Eu não estou fazendo nada de mais.

- E foi fazendo “nada de mais” que você terminou de piorar as coisas entre a Mônica e o Cebola. _ Disse Quinzinho também se achegando.

- Agora a culpa é minha se eles não se entendem?

- Não é toda sua, mais você tem parte dela. _ Falou Jeremias também se achegando junto com Titi, Nimbus, Franja e Xaveco.

- O Que é isso agora? Virou festa é? Vocês vão chamar a atenção do professor pra gente. _ Reclama Denise.

- A conversa está tão interessante assim que não perceberam que o professor está dormindo? _ Todas se firam e dão de cara com o professor a ponto de babar de tão bom que está o sono.

- A Aula dele é tão interessante que nem mesmo ele consegue ficar acordado. _ Comenta Mônica.

- Mais voltando o assunto, temos que resolver o que está acontecendo entre você e o Cebola. Isso está afetando toda turma. _ Diz Franja.

- E se depender o Tony e do Felipe isso vai piorar cada vez mais. _ Conta Xaveco.

- Por que está dizendo isso? _ Perguntou Carmem.

- Não confio neles!

- Bem vindo ao clube! _ Disseram todos os meninos juntos.

- Isso é o que menos importa. Somos vários contra 2. Podemos ficar de olho neles. E eu acho que tenho um plano mais vou precisar de todos pra me ajudar. _ Diz Franja.

- Sem planos por favor. _ Pede Mônica. – Foi por causa de um plano que as coisas entre mim e o Cebola pioraram. E eu não quero que fiquem piores do que já estão.

- Se isso é possível não é querida! _ Denise ganha um olho fuzilaste de toda turma. Mais ninguém a fuzila mais do que a própria Carmem.

- Não liga pra ela Mô. Isso é pura inveja por que você tem uma historia com alguém e ela não. Diz Marina tentando ajudar a amiga.

- Historia como essa eu prefiro nem ter! _ Sussurra Denise.

Enquanto a ruma tentava chegar a um acordo, se animavam a Mônica ou tentavam matar a Denise, Cebola seguia caminhando pelos arredores da escola. Mesmo com alguns inspetores a lhe olhar de cara feia ele não se importava. Precisava realmente achar um jeito de se resolver ou por um fim de uma vez por todas em seus sentimentos. Ele se senta no gramado do campinho enquanto tenta de alguma forma relaxar.

- Oi Alface! _ Só aquela voz já o irritava.

- Não deveria estar dando aula?

- Você não deveria estar em aula beterraba? _ Ele com certeza estava ali para tira-lo do serio.

- O que você quer professor Litúrgo? _ Disse tentando controlar o nervoso.

- Eu não sei. O que estamos fazendo aqui cenourinha?

- Você eu não sei.

- E quanto a você? _ Ele ficou parado preferindo ficar quieto. – Já vi que tem a ver com a baixinha, gorducha e dentuça.

- Ela não é mais gorducha nem baixinha. E você não tem nada que ver com isso. _ Disse tentando ignorar a tristeza que vinha em sua mente.

-Falemos serio agora batatinha! _ Tinha como falar serio com esse cara? – O que realmente aconteceu entre você e a gorduchinha?

- O realmente você tem a ver com isso?

- O Batatinha está nervozinho! Bem te dei a oportunidade de me explicar o que estava acontecendo. Mais como você a rejeitou, vou pelo que ouvi. Ou pelo que li no Blog da Denise. _ “eu mereço!” Pensou Cebola.

Notas finais
Gostaram?
Espero que tenham gostado do que fiz.
Bem, essa loucura toda afetou o maus louco de todos.
O professor Litúrgo!
Agora vamos ver se a loucura dele trás algum tipo de sentido a esse historia toda.
Bestitos.