Notas iniciais
OIIIIIIIIIIIIIIIII Marvetes, saudades? Eu senti. Então, desculpa pela demora e eu disse "Gente até a amanhã" e esse amanha durou tipo umas tres semanas, mas eu voltei como prometido, esse é o final, eu não vou postar mais, podem chooooorar, talvez eu volte com muita inspiração e uma nova ficção, talvez demore, mais uma coisa eu garanto, EU VOLTO. Ah, eu estou planejando uma historia original quem quiser saber, me falem, logo eu posto ela em algum lugar. Muito obrigada, por acompanharem minha fanfic, jurei logo que eu postei que isso aqui não iria para frente, mas nooooooossa, foi para frente em anos-luz, desculpe pela falta de coerência em alguns capitulos, pela demora, principalmente por demorar com problemas pessoais e até mesmo "profissionais", acreditem ou não, eu já vim postar capitulos muito mal e com o comentario de voces, eu ficava maravilhosamente bem. Obrigada seus lindos, espero que gostem

A Torre Eiffel estava encoberta por alguns prédios e do quarto onde estamos, ainda assim podíamos ver o topo da torre e eu estava hipnotizada por aquela maravilha. Parecia tudo perfeito e estranhamente calmo, passar o Ano Novo em Paris e do melhor lugar da cidade: Topo da Torre Eiffel, com a pessoa que eu mais amo e comendo croissant. Estava maravilhoso até agora.

Tentei me aconchegar ainda mais no peito de Clint que ainda dormia tranquilamente, podia ouvir seus batimentos e sentir sua respiração. Fechei meus olhos por alguns minutos tentando aproveitar cada pedacinho daquele momento, sua mão passa pelos meus cabelos e me inclino para olhar para ele.

– Bom dia. -Sussurro.

–O que aconteceu com “Eu não acordo cedo aos sábados”? –Ele fala com a voz de sono.

–Mudou com o fuso-horário. –Respondo sorrindo.

Caímos em silencio e eu voltei a me deitar, tudo nos últimos dias parecia estar... Diferente. Pelo motivo de ninguém vim nos perseguir novamente, tudo estava tranquilo e eu estava feliz por isso, mas ainda assim estranhei esses tempos de calma e paz. Fazia apenas quinze dias, desde que voltamos de toda aquela confusão na Espanha e eu havia me formado, ele decidiu que precisava de férias e logo depois eu decidi que deveríamos vir para Paris.

Brad, o labrador gordo e fofo, pulou na cama caindo em meu pé, e depois tentou se arrastar para cima. Aquilo já havia virado comum para nós e a decisão de trazer ele, claro que foi minha.

–O que quer fazer hoje? –Clint pergunta.

–Humm... Que tal o Louvre? –Propus.

–Já que você insiste.

...

Após tomar café no Hotel e nos arrumarmos para mais um dia em paris, fomos caminhando para o Museu Louvre conversando sobre ogivas nucleares, um assunto muito romântico, aquela altura, tudo ainda parecia perfeito e eu desconfiava que em algum momento aquilo fosse mudar, mas mesmo assim, queria aproveitar o máximo tudo isso. O tempo em Paris de vento gelado e o Sol aparecendo, tímido no céu, se até o tempo estava ao meu favor, realmente era estranho (como já citei e eu e o sol, nos odiamos), ao chegarmos há entrada do Louvre o celular dele começou a tocar e embora, ele tentasse disfarçar que não estava tocando, tentei ser o mais compreensível possível e disse:

–Vai! Atende.

–O que? –Ele fala fingindo desentendimento.

–O celular. Seu fingido vai logo.

Clint olha-me relutante e pega o celular, se virando para atender, eu não pude ouvir muito da conversa, mas conseguir ouvir palavras “Tudo bem, eu estou perto.” e “Claro que não, vocês nunca atrapalham.” Aquele momento eu senti vontade de rir, pelo o tom de voz dele ao dizer aquelas palavras, mas a vontade passou quando ouvi um barulho estrondoso vindo de algum dos bairros de Paris, voltei-me para ele, que carregava a expressão “Preciso ir, sinto muito” tipo dos Super-heróis de Historias em quadrinhos e então eu sorri, já sabendo que ele teria que ir.

–Desculpe. –Ele diz pegando em minha mão.

–Ah, tudo bem, já me acostumei.

–Eu vou estar perto.

Abracei-o forte, como todas as vezes que deixei ir, eu não podia fazer nada quanto há isso, mas eu tinha certeza que ele sabia o que estava fazendo.

–Eu te amo. –Sussurrei antes de solta-lo.

–Eu te amo. –ele fala me soltando. –Bem... Tenho que ir. Volta para o Hotel e fica lá, Okay?

–Sim, senhor. –Falo fazendo um gesto de soldado.

Havia um taxi parado perto de nós, caminhei até ele, relutante, mas mesmo assim entrei.

–A senhorita é americana? –O motorista me aborta ao entrar.

–Ah sim, eu sou... –Falei confusa. –Como sabe?

–Conhecemos americanos de longe aqui, — Ele solta uma risada baixinha. –Para onde vamos senhorita?

–Pullman Paris, por favor.

Ao sair de lá, olhei para trás, ele não estava mais lá. Ele vai voltar, ele sempre volta. Pensei sorrindo. Ele iria voltar, e se não voltasse provavelmente eu seria sequestrada e lavada até ele.

A vida é assim, as coisas acontecem quando você está planejando outras...

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!