Um Amor para Relembrar
8 Capítulo 8
Notas iniciais
Levantei-me cedo, e feliz pela atitude de Edward ontem, achei muito romântico da parte dele, diria ate que parecia coisa de filme.
Fui limpar finalmente o quintal, que já estava cheio de folhar secas do verão, então minha mãe já havia pedido que eu limpasse e eu não tive muito tempo por conta do trabalho do colégio.
No momento em que eu estava limpando a frente de casa o tal do Jake estava na varanda dele me observando, eu continuei fingindo que não estava vendo nada, a te porque não queria discussões entre Edward e eu, nós estávamos muito felizes e eu não queria estragar tudo.
Mas aquele rapaz continuava a me olhar mesmo depois quando entrei dentro de casa pude observar pela janela da sala.
-Bella. Chamou minha mãe.
-Sim.
-Vai comprar pães para tomarmos café filha.
-Poxa mãe, mas tem que ser agora. Fiquei preocupada já que o tal Jake estava na varanda.
-Sim. Se for mais tarde não será café e sim almoço concorda?
-Concorda. Esta bem eu vou. Disse de ma vontade.
Coloquei uma bermuda e camiseta para não ouvir gracinhas na rua, como se isso fosse adiantar...
-Olá. Disse ele com um sorriso largo para mim.
Ele era bem mais alto que eu, creio que tivesse em torno de 1,80, talvez mais, estava bem arrumado, era um rapaz muito bonito e atraente, mas que para mim deixava de ser interessante, pois quem eu amava mesmo era Edward.
-Não te conheço, não tenho porque falar com você sinto muito. Eu respondi.
-Mas já falou, e falou uma frase inteira.
Ele abriu o portão e começou a me seguir enquanto eu subia a rua. Estava me perguntando o quanto abusado ele poderia ser, mas não parei continuei andando, e ele vinha atrás de mim.
-E então Bella seu nome não é?
-Como sabe meu nome cara, nem te conheço? E para você é Isabella Swan.
-Hum para que tanta rispidez não estou fazendo nada.
-Simples, eu não o conheço e você esta aqui atrás de mim, acho um abuso, eu tenho namorado.
-O conheço, Edward Cullen. E ele demonstra me detestar, mas eu entendo o porquê, você é extremamente atraente.
-Meu qual é a sua? O que você quer de mim? Já estava me alterando com aquele abuso dele.
Ele sorriu, sarcasticamente.
-Não consegue imaginar?
-Não. Não consigo. Porque não sou Mr. Magu, e nem mesmo tenho bola de cristal.
-Claro. Eu quero você minha querida.
Eu respondi com uma gargalhada tão escandalosa que era capaz de pessoas de outras ruas ouvirem.
-Você, realmente esta se achando né? Pensa o que? Que porque tem um casarão, e uma moto chamara minha atenção? Fala sério.
-Sei que você não se apega a bens materiais, que não gosta de homem abusado, e nem intrometido, sei também que você tem 15 anos, que estuda na única escola da cidade e que veio de Phoenix, que tem um pai que lhe causa problemas por ter vícios com bebidas, que ele é aposentado, e que veio para cá porque achou que poderia dar um jeito diferente em sua vida, só que como ele trabalhou em torno de trinta anos, em uma empresa acho que não chegará a um ano nesta cidade, viu como sei de você?
-Esta bem, fiquei impressionada, como sabe tanto de mim? Já sei você é o verdadeiro Mr. Magu! E respondi com um sorriso.
-Minha curiosidade me levou, a saber, muito de você, pode ter certeza.
-Hum abusado você, isso não é crime? Vasculhar a vida de alguém sem ser permitido?
-Não da forma que eu fiz, não se preocupe, estou na faculdade de direito e saberia se fosse crime.
-Nossa! Quantos anos você tem?
-Isso é uma curiosidade?
-Não vai responder? Não me importo se o fizer, ou não.
-Claro. Tenho 18 anos. E estou em meu segundo ano de direito comecei cedo porque terminei o ensino médio com 16 anos, como minha mãe é professora, conseguiu me colocar mais cedo na escola.
-Bacana. Será um jovem advogado daqui a dois anos.
-É meu objetivo.
-Sorte sua.
Entrei na mercearia, que vendia os pães, na cidade nem mesmo tinha uma padaria decente. Ele continuou em meu encalço já estava dando nos meus nervos, porque como a cidade é pequena todo mundo fica sabendo de tudo que o outro faz, e se contassem algo ao Edward que não existia? Eu faria o que? Melhor explicar a ele assim que eu voltar para casa isso sim.
-Você vai continuar atrás de mim? Perguntei a ele.
-Vim comprar pão também sabia?
-Não. Eu não sabia.
-Achou quem vim apenas para incomodá-la.
-Não é isso. Só que me pergunto como irei explicar a meu namorado.
-Ora Bella, o Edward brigará com você, só se ele for um bobo concorda?
-Diz isso por quê?
-Porque na cidade todos querem você.
-Lógico que não! Nossa você é doente não tenho mais duvidas disso.
-Você vai ver e depois me contará. Fora que você é linda, inteligente, e não acho que ele a perderia nem mesmo de vista quanto mais brigar com você, só se ele quiser te colocar para outros virem atrás.
Não respondi, achava aquilo o fim, e um absurdo sem lógica alguma.
Voltamos para casa ele me acompanhou até meu portão, de repente sem eu nem mesmo esperar, ele tocou meu rosto, e com um sussurro em meu ouvido disse:
-Eu vou lutar por você mocinha, pode apostar.
-Você é mesmo maluco, saia daqui, por favor.
Ele se afastou e foi para sua casa, então eu fiquei ali me perguntando por que isso estava acontecendo comigo. Entrei e entreguei a minha mãe os pães, e fui direto ao telefone.
-Edward. Por favor?
-Quem quer falar com ele? Respondeu com uma pergunta a voz grossa do outro lado.
-Bella.
-Ah, ta, só um momento verei se ele quer atende-la.
-Desculpa. Mas com quem estou falando?
-Com o pai dele por quê?
-Prazer senhor Carlisle.
-Saberemos em alguns dias se será mesmo algum prazer.
Fiquei em silencio, nem sabia o porquê ele estava falando comigo daquela maneira, mas também não iria ficar questionando nada, queria apenas falar com o Edward.
-Oi meu amor. Disse ele.
-Oi preciso falar com você, hoje não irei ao colégio, estou aflita pode vir aqui?
-Claro, façamos assim, iremos a um sitio aqui perto, o sitio de minha família, daí conversaremos irei te buscar.
-Ok. Estou esperando.
Não demorou muito depois que desliguei o telefone em torno de 15m ele chegou de bicicleta para me pegar.
-Oi amor. Ele disse.
-Oi.
Subi na bicicleta dele tão nervosa que nem mesmo o cumprimentei, ele percebeu meu estado de espírito, e continuou a pedalar, andou cerca de 8km, para chegar ao local.
Tinha muito verde, era lindo, mas não tinha animais no sitio. O pomar tinha todo tipo de fruta algumas delas não conhecia como o maracujá doce, do qual provei antes de conversar com ele.
-E então o que houve? Será que agora posso beijar minha namorada.
-Sim meu amor.
Então ele me beijou de maneira calorosa, com muito amor e ternura, e eu finalmente tive coragem de contar tudo que ouve com todos os detalhes.
Ele me olhou de maneira que não entendi porque não teve surpresa em seu olhar, simplesmente ele sorriu para mim.
-Ora. Ora. Mas o Jake já esta em cima de meu amor, como ele é rápido.
-Porque diz isso?
-Ele já tinha me falado Bella que iria para cima de você, sem receios, porque sentiu algo quando a viu pela primeira vez, por isso me exaltei naquele dia que te levei para a escola, porque ele já havia me alertado.
-Então você sabia, porque não me contou?
-Porque confio que você me ama. E não tenho porque ficar com medo.
-Mas ficou bravo comigo aquele dia.
-Não foi com você que fiquei bravo e sim com a situação.
-Sei. Quero esquecer o que houve hoje me faça esquecer.
Ele sorriu, e saiu me puxando e fomos andando por dentro da mata, até chegar a um pequeno rio, que cintilava com o bater do sol nele, fiquei impressiona e estarrecida, com tamanha beleza, entramos, ele tirou sua bermuda e camiseta ficando apenas de sunga, fiquei em choque com tanta plenitude.
-Venha Bella tire sua roupa? Disse ele.
-Eu não tenho roupa adequada Edward.
-Fique de calcinha e sutiã você esta vestida com eles não esta?
-Sim claro. Sorri sem graça.
Então tirei as roupas, com muita vergonha, mas pensando apenas na simplicidade dele, meu amor, meu querido anjo de sunga em minha frente, todo lindo daquele jeito e era todo meu.
Entramos na água, gélida, fria como gelo, depois foi ficando mais quente conforme o sol batia na mesma, eu como não sei nadar fiquei agarrada ao pescoço do Edward o tempo inteiro, para não ter riscos de afogamento.
-Está gostando minha Bella?
-Sim. Muito.
Ele olhou para mim com olhos de desejo, como no dia da arvore de pitanga, fiquei ali a observar aquele Deus de ébano, um Deus grego na verdade, lindo com pele bronzeada pelo sol, a me olhar com amor e desejo nos seus olhos castanhos que com o sol, ficavam com tonalidade clara e meio esverdeada.
Sem que eu o esperasse me colocou em cima de uma pedra, e deitou-se por cima de mim, acariciou meus cabelos molhados, passou a mão em meu rosto com delicadeza, eu me arrepiei toda, e olhei para ele com olhar cúmplice, e ao mesmo tempo um olhar de querer, de entregue aquela situação, fez com que eu o agarrasse, de maneira enlouquecedora. Ele retribuiu ao meu abraço e desejo, e começou a pressionar sua parte intima na minha dessa vez foi algo diferente porque sempre fazíamos isso totalmente vestido e naquele instante estávamos apenas com peças intimas, e eu sentia uma protuberância, sobre mim, e fiquei completamente entregue, se Edward não fosse tão gentil, teria se aproveitado facilmente, mas não ficamos um acariciando ao outro, nos beijando, e nos apertando um ao outro para sentir o calor que tínhamos naquele momento pelo nosso amor, e então ele sussurrou:
-Bella meu amor. Eu te amo tanto. De maneira que jamais conseguiria viver sem você. Eu a quero para mim, para sempre.
-Eu também.
E naquele momento estávamos começando a nos entregar ao nosso amor, ele, tirou minha peça intima de cima, e começou a tocar meus seios com delicadeza, que somente ele possuía, em seguida, ele tirou minha calcinha, e começou a me beija inteira, começou pelo meu rosto, descendo para minha boca, pescoço, então chegou aos meus sérios, senti um prazer imensurável, que mal conseguiria explicar tamanho prazer que sentia, aos poucos ele foi descendo beijando minha barriga e passando a língua em meu umbigo, me deixando totalmente excitada, contudo ele não satisfeito, tirou a parte de baixo de minha peça intima, tirou minha calcinha, e beijou minha virtude, a beijou com carinho, depois a lambeu, eu gemi, gritei, e então me sentei e tirei a sunga dele, e olhei seu sexo, confesso que minha vontade era rir, já que parecia muito com um tronco de arvore, mas ao invés disso eu o toquei, já havia visto isso em um filme não deveria ser grande dificuldade, eu coloquei minha mão naquela protuberância.
Então ele veio sobre mim e disse:
-Nestes dois anos você fez isso?
-Fale-me você primeiro você fez?
-Não, mas assisti muitos filmes.
Eu sorri.
-Eu também.
E então como mais nada nos impedia, quando tudo estava perfeito, e eu estava totalmente entregue, ele estava com a ponta de seu tronco encostando-se à entrada de minha virtude. Ele parou imediatamente. Ouvimos risos!
-O que foi isso? Disse ele.
-Eu não sei meu Deus vou me vestir.
Quando finalmente nos vestimos começamos a olhar em volta e ao longe vimos em torno de três crianças, sorrindo para nós sem parar fiquei com rubor em meu rosto, e não sabia como reagia ele, começou a sorrir e gritou:
-Vocês não têm o que fazer molecada?
Todos responderam.
-NÃO!
Saímos do local, e fomos para dentro da casa do sitio, ele sorria, muito gargalhava até, e eu continuei sem entender nada, então ele me falou:
-Pensando pelo lado positivo, continuaremos intactos por um tempo!
-É parece que sim não é mesmo?
Ele sorriu e me abraçou.
-Vamos agora? Esta tarde.
-Sim vamos sim.
E voltamos em sua bicicleta. Sorrindo, felizes, e jurando amor um ao outro até me deixar em casa.
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