Um Amor Complicado.
30 Capítulo 28 - Tudo no lugar
Notas iniciais
Capítulo 28
Meu coração dispara e sinto necessidade de me esconder enquanto a racionalidade retorna à minha mente. A vergonha por traí-lo me atinge de forma estarrecedora. Caralho, de novo?
Eu estou errado. Não tenho nem como me defender. Sinto um buraco bem no meio do meu peito com a decepção por mim mesmo.
— Ren... Você não tem uma louça pra lavar? – pergunta ele, inesperadamente com seu sorriso malicioso para Ren.
— Zoro-san, eu... Precisava provar um pouco... – responde Ren. Percebo um tom malicioso em sua voz também. – Se o beijo é assim... Imagino o resto...
— Só imaginando mesmo, infelizmente... – murmura Zoro, andando em minha direção. Ele passa o braço direito por minha cintura e segura meu queixo. O calor exala de seu tórax para o meu, e me conforta muito. – Ero-Cook é só meu.
— Espera, o que... – falo, sem entender coisa alguma. Zoro interrompe minha pergunta com um selinho.
— Ren me pediu permissão para tentar te beijar... Segundo ele, você tem a boca irresistível para várias moças, então ele ficou curioso... Mas quem diria que você iria beijá-lo de forma tão quente?
Sinto-me ainda mais envergonhado por minha atitude impulsiva. Ren é bonito, gentil, tem um cheiro bom e consegue qualquer coisa usando essa carinha.
Como não percebi? Eu não deveria ter bebido tanto hoje...
— Você não está bravo, então? – pergunto, inseguro. Zoro olha em meus olhos. – O que eu fiz foi errado, Zoro
Seu olhar azul-acinzentado é enigmático.
— Bom... Você receberá uma punição digna desse erro. – diz ele, apertando seu braço ao meu redor. Sua ereção enorme me deixa impressionado. Esse puto ficou excitado me assistindo beijar Ren?
Meu queixo cai de surpresa e eu olho para baixo, para sua calça.
— Ero-Marimo, você... Está duro. – sussurro. Ele levanta uma sobrancelha e beija meu pescoço.
— Quando se trata de você, eu não preciso de nenhum esforço para que isso aconteça, Ero-Cook. – responde. Em seguida, sussurra em meu ouvido. – Vamos para minha casa?
Eu sinto um arrepio percorrer meu corpo e minhas pernas quase ficam sem força. Seguro-me em seus ombros por um momento.
Zoro beija minha testa e desvia sua atenção para o homem atrás de mim. O calor de sua boca continua por alguns segundos em minha pele.
— Ren, seu sem vergonha. – fala ele, e Ren ri – Você é um cara de pau.
— Não se esqueça do que eu disse, Zoro-san. – diz Ren, atrás de mim. Percebo que ele está quase encostado às minhas costas – Algum dia, terei você.
Suas palavras são como um soco em meu estômago, e me sinto irritado de repente. Viro-me para ele.
— Ren, o que está dizendo? – pergunto, a bebida ainda fazendo efeito em meu cérebro. – Você tem um namorado!
— Shh... Sanji-san... — diz, colocando o dedo indicador em meus lábios. Agora, ele parece uma ave de rapina à procura de uma presa – Você também vai ser meu vibrador por uma noite, logo, logo.
Engulo em seco. Merda, o que ele pensa que está fazendo? Ren dá meia-volta e vai em direção à sala do chefe quase saltitando, deixando eu e Zoro sozinhos.
Eu não tenho reação, pois estou levemente assustado. Ren claramente é um passivo, mas com muita atitude e... Muito safado. Na verdade o que mais me assustou foi a raiva que senti só de pensar em Zoro fazendo algo com ele.
— Não se preocupe, Ero-Cook. – ouço, e me viro para Zoro. Parece levemente cuidadoso com as palavras – Ren não tem intenções amorosas conosco. Ele só quer sexo.
Levanto uma sobrancelha diante de suas palavras. Isso era para me tranquilizar? Não está dando certo.
— Ele é perigoso... – murmuro, sentindo meus lábios com meus dedos. – Ou eu sou naturalmente adúltero?
Observo seu rosto e suspiro, coçando meus olhos em seguida. Certo, não vou me preocupar com isso por hoje. Ando em sua direção, abraçando-o com vontade. Meu rosto ainda está corado pela bebida e eu me sinto alegre agora.
— Zoro, me desculpe. Eu não deveria ter feito aquilo com Ren, eu...
— Sanji, está tudo bem. O Ren sabe o ponto fraco de todo homem que quer engolir. – responde ele, me tranquilizando – Foi assim comigo, com o chefe e com você também. Ele é como um demônio.
Solto uma risada, pois ele está totalmente certo. Que merda, tenho que treinar muito mais a minha concentração.
— Mesmo assim... – afirmo, me afastando para olhar seu rosto. – Ainda estou bêbado então estou sem noção do que falo, mas...
— Mas?
— É só você que eu quero beijar, Zoro. – respondo, corando muito. – Desculpe.
Ele cora também.
— Nunca pensei que escutaria essas coisas de você. – confessa, impressionado. Com certeza, se eu não estivesse bêbado jamais diria esse tipo de coisa — Aceito suas desculpas, mas não vai escapar da sua punição, Ero-Cook.
Colo meus lábios aos seus, sentindo-os suavemente com a língua em seguida. Zoro suspira, de olhos fechados, e sorri.
— Que doce. – murmura ele, referindo-se ao gosto da bebida ainda em minha boca — Obrigado por essas palavras, Ero-Cook. Não vou esquecer.
Sorrio e encosto sua testa na minha.
— Espero que não, mesmo. – falo, suspirando e soltando-o. – Por que você se atrasou hoje?
— Na verdade eu estava com o Asami. Pedi ajuda dele sobre o Yukimura. – responde. Vejo um lampejo de raiva passar por seus olhos – Ele conversou com algumas pessoas que vão investigar a casa dele, seus computadores e celulares. Será a polícia?
Quase sorrio com sua inocência.
— Acho que não, Zoro. Asami quer a polícia bem longe dele. – respondo, sabendo dos esquemas de Asami no submundo. – Ele tem negócios com compra e venda de armas, coisas com a máfia chinesa... É meio complicado.
— Ah... Entendi... – murmura ele, mas não parece ter entendido de verdade – Isso quer dizer que eu pedi ajuda para a pessoa certa, então?
— Mais do que certa. Tenho até medo do que o Yukimura pode sofrer nas mãos dos homens do Asami. – respondo, mas logo em seguida repenso, lembrando quão mau caráter ele é – Se bem que... Não, não tenho medo não.
Zoro ri e morde o lábio inferior, levando as duas mãos à própria cintura.
— Honestamente, Ero-Cook, estou aliviado. Não teremos imprensa enchendo o saco tão cedo. – diz ele – Imagina como seria entediante ter pessoas perguntando detalhes do nosso relacionamento.
— Eu te disse que não tenho problemas com isso, Zoro. – respondo, lembrando-me de meu próprio discurso um tempo atrás. Zoro sorri abertamente, aquecendo meu peito.
— Disse, mesmo. Mas não há necessidade dessa chateação, se podemos viver tranquilamente e sem fotógrafos tirando nossa privacidade. – responde, e eu pondero sua resposta. Realmente, ele tem razão. — Mas, mudando de assunto...
— Hm?
— Você já foi vendado? – pergunta, já sabendo a resposta. Eu cruzo os braços.
— Ter sido cego serve? – brinco, e ele suspira, olhando para mim. Esse olhar é intimidante, penetrante. Parece quase me queimar por dentro.
— O que eu vou fazer com você, Sanji? – pergunta, mas parece não precisar de uma resposta.
POV Zoro
Sanji permanece adormecido ao meu lado enquanto dirijo, ressonando pacificamente. Corajoso, eu nunca deixaria um carro nas minhas próprias mãos sabendo do meu senso horrível de direção. Apesar disso, nunca assumiria esse pequeno defeito.
Sigo a última instrução do Waze e avisto seu prédio, parando na frente do portão. O controlador de acesso concede nossa entrada, e eu levo o carro até a vaga de seu apartamento.
Puxo o freio de mão, coloco o câmbio em ponto-morto e desligo o carro, suspirando em seguida. Acordei cedo e estou morrendo de sono... Que droga.
Coloco a mão esquerda na coxa de Sanji e a aperto de leve.
— Ero-Cook, chegamos. – falo. Ele se senta ereto e coça os olhos, jogando a franja para trás. – Está enjoado?
— Não... Só com fome. – murmura, levando a mão até a maçaneta – Vamos, Zoro. Vou te alimentar.
Sorrio com seu comentário ambíguo. Saio do carro e jogo a chave em sua direção. Ele pega no ar.
— É, você já está sóbrio. – constato.
— Quando eu durmo, o efeito passa rápido. – explica, já chamando o elevador – Em compensação, quando estou acordado parece que não passa nunca.
— Hm... – resmungo, pensando em muitas coisas. Não foi isso que aconteceu quando a gente se conheceu... Será porque no passado ele não cuidava de sua saúde?
— O que foi, Marimo? – pergunta, passando um dos braços ao redor do meu pescoço. Abraço-o pela cintura – Está cansado?
— Pra cacete. – murmuro, sorrindo um pouco. Seu cheiro gostoso me deixa ainda mais relaxado – Tudo o que eu queria agora era uma massagem, uma cama, você embaixo de mim e depois acordar só de manhã.
Sanji sorri minimamente e me beija. Nesse momento o elevador chega, e subimos até a cobertura.
— Você se importa se eu tomar um banho antes de comermos? Estou com cheiro de Good Girl*. – fala ele. Eu não entendo nada, então apenas assinto.
Sanji some no corredor e eu me sento no sofá para esperar. Ligo a televisão no canal de lutas e, em menos de três minutos, caio no sono.
Acordo com os passos de Sanji perto de mim.
— Zoro? – pergunta. Abro os olhos, sonolento, e me sento no sofá. – Eu já terminei de tomar banho. — Você vai?
Olha que fofo, ele se preocupando comigo.
— Vou. – respondo, me levantando – Já volto.
Entro no banheiro, ainda com seu cheiro no ar. Sanji deixou separado para mim uma toalha e um sabonete. Acho que já passou da hora de eu trazer um kit pra cá.
Tiro minhas roupas, jogando-as no cesto de roupas sujas, e em seguida tomo um banho quente e muito relaxante. Quase caio no sono duas vezes embaixo do chuveiro.
Quando termino, saio do banho, enrolo a toalha na cintura e escovo os dentes.
Me seco rapidamente e visto a calça de moletom que ele me emprestou da última vez.
Saio do banheiro com o cabelo ainda úmido, na direção da cozinha, e sinto o cheiro de sua comida maravilhosa ativar todo o meu apetite.
Enquanto Sanji se move habilidosamente pela sua cozinha, abraço-o por trás e beijo seu ombro. Ele também está só de calça, mas usando um avental para não se sujar.
— Cheiro bom. – murmuro, contra sua pele.
— Eu ou a comida? – pergunta, fazendo-me soltar um riso.
— Os dois. Com certeza os dois. – murmuro, sentindo o cheiro de sabonete em sua pele. Abraço-o por baixo do seu avental e subo beijos até seu pescoço. Vejo suas orelhas adquirirem um tom rosado.
— Zoro... – murmura. Sua pele se arrepia quando eu subo minha mão por sua barriga. – Me deixa terminar o que eu comecei...
Sorrio com sua súplica e suspiro, interrompendo minha pequena diversão, porém percebo que seu corpo se esquentou um pouco pelo meu toque.
— Eu aceito um pouco de chá verde. – falo, sem soltá-lo. Subo minhas mãos por seus braços até os ombros, e começo uma massagem suave. – E você deveria tomar também, está tenso.
Desço minha massagem pelos músculos de suas costas até a lombar, onde começa o tecido da calça. Sanji suspira e se arrepia sob meu toque, mas continua fingindo que nada está acontecendo.
Minha ereção começa a crescer na minha calça.
Continuo massageando suas costas, e o cheiro de sua pele começa a me inebriar a ponto de me deixar tonto. Começam a surgir imagens, em minha cabeça, da cena que presenciei horas antes. Sanji beijando Ren, com muita possessividade e desejo.
Uma raiva misturada com desejo cresce dentro de mim, e me imagino segurando-o pelo cabelo, dando bons tapas em sua bunda e fazendo-o gemer bem alto.
Aperto seus ombros mais forte, e ele sente. Sanji segura o cabo da faca com mais força, e sinto-o mais quente ainda em minhas mãos.
Desço minhas mãos novamente por suas costas, lembrando-me de como ele levantou Ren pelas pernas e apertou sua bunda, fazendo-o gemer.
Aperto sua bunda por sobre a calça e pressiono meu pau duro, ainda sob a calça, em seu corpo. Sanji solta a faca e segura meu pulso.
— Marimo, você...
— Sanji, você... – começo, interrompendo-o. A visão de suas costas me excita mais ainda e começo a me esfregar em sua bunda – Você é ativo para o Ren, então?
Seguro seu braço e viro-o de frente pra mim, segurando-o pela cintura. Seus olhos azuis tão límpidos são uma mistura de desejo e desafio: ele sabe que eu estou irritado, e gosta disso.
— Eu sou ativo para o mundo, Zoro. – responde ele, fitando meus lábios. Seus braços passam em torno de meu pescoço. – Isso te incomoda?
Sorrio e aperto sua bunda novamente, me surpreendendo com o nível de sua ereção. Está muito excitado.
— Ah, Ero-Cook... – murmuro, sentindo sua ereção com minha mão, por cima da calça. Ele solta um suspiro e pressiona o quadril contra meus dedos – Não me incomoda... Sabe por quê?
— Talvez... – murmura ele, já contra meus lábios. Seguro sua nuca e beijo-o possessivamente, sentindo tanta necessidade dele que meu pau até dói.
Sinto suas mãos habilidosas descerem vagarosamente por minhas costas e subirem novamente, como uma tortura.
— Ero-Cook... – murmuro, entre nossos beijos – Me toque mais.
Sanji escuta minha súplica e sorri maliciosamente, passando suas mãos por meu peito, barriga e, finalmente, meu pênis.
Seu toque quente sobre o tecido da calça é torturante, e eu solto um gemido rouco.
— Zoro... – sussurra ele, contra minha orelha – Você é melhor.
Sorrio com suas palavras e beijo-o novamente, abraçando sua cintura. Aperto sua bunda gostosa e levanto seu corpo, encaixando-o perfeitamente, com as pernas abertas, em minha ereção. Sanji geme entre nossos lábios.
Ativo para o mundo, né?
Sorrio com meu próprio pensamento, mas ele não percebe.
Com Sanji em meu colo, ando tateando pelas paredes até seu quarto, colocando-o de costas na cama.
Solto-me dele e me levanto para tirar minha calça, e Sanji retira seu avental, jogando-o no chão. Ele vem até mim e encosta as mãos em meu peito, iniciando mais um beijo. Sinto suas mãos descendo por minha barriga e seguro sua bunda, empinada na direção das minhas mãos.
— Me toque você, Zoro – murmura, adentrando minha calça e segurando minha ereção com força. Quase gozo ali mesmo, em sua mão. – Uau, que molhado...
Sanji me toca deliciosamente, deslizando sua mão facilmente por toda a extensão do meu pau. Adentro sua cueca, sentindo sua bunda e seus ânus. Ele estremece sob meu toque, e sei que devo ter paciência para não machucá-lo.
— Quero que ele fique mais molhado. – peço. Ele sorri de canto e seus olhos pervertidos me fazem quase derreter.
Sanji beija meu pescoço, clavícula, peito, barriga, por fim, liberta meu pau da minha calça. Ele o segura com cuidado e beija a glande, fazendo-me estremecer. Sinto sua língua macia em toda minha extensão, e logo em seguida sua boca, totalmente quente e molhada.
Seguro meu pau, tirando-o de sua boca apenas para não gozar muito rápido, gemendo. Sua expressão safada mostra que ele adora o poder que tem sobre mim. Não o culpo, me sinto da mesma forma.
Seguro seus cabelos com uma mão e levo minha mão molhada até sua bunda, lubrificando-o e acariciando-o de leve. Sanji volta a me chupar e, com a mão livre, passa a se masturbar. Dentro de instantes ele começa a relaxar e eu coloco dois dedos dentro.
— Mm... – geme, franzindo o cenho com meu pau quase todo na boca. A cena quase me faz gozar novamente, e eu tiro sua boca de mim, ofegante.
— Caralho, foi quase... – murmuro, tentando me recompor com minha respiração. Esse filho da puta é perfeito em tudo que faz.
Sanji senta na cama e tira suas roupas, sendo acompanhado por mim, logo em seguida.
Abro suas pernas, me posicionando entre elas, e contemplo seu corpo, branco e rosado, parecendo brilhar sob a luz, implorando para ser fodido com força.
Pego minha calça e seguro seus pulsos.
— O quê... Zoro? – pergunta, confuso. Amarro seus punhos na cabeceira da cama com a calça, fazendo um nó com força. – O que você está fazendo?
Sua voz sai suplicante e manhosa. Mordo meu lábio inferior, segurando suas coxas por trás.
— Sua punição, Ero-Cook, é poder ver e sentir... – falo, apanhando sua ereção e tocando sua entrada com o polegar – Mas não tocar.
— Haa... Não... – ele contrai a mandíbula, tentando manter seu próprio controle.
Coloco dois dedos dentro novamente, agora acariciando também seu pau. Sanji se contorce e rebola em minha mão, apertando meus dedos deliciosamente em seu interior.
— Você até pode ser ativo para o mundo inteiro, Ero-Cook... – murmuro, encaixando minha glande e penetrando-o, bem devagar. Sanji prende a respiração e solta um gemido longo e excitante – Mas sou só eu que tenho isso... Certo?
Deslizo com dificuldade apesar da lubrificação, com suas paredes apertadas se contraindo ao meu redor.
POV Sanji
Sinto Zoro dentro de mim, e tão gostoso que eu só consigo murmurar coisas aleatórias e revirar os olhos, segurando-me para não gritar. Seguro a cabeceira com força e lágrimas caem por meu rosto.
— Hm... Zoro... Haaa... – gemo, sem controle da minha própria voz. Ele sai de dentro de mim devagar, voltando a entrar mais vagarosamente ainda. Com uma mão ele segura meu quadril e, com a outra, começa a me masturbar no mesmo ritmo. É torturante e eu quero chorar. É tão bom que eu quero que ele continue assim pra sempre.
Eu quero um alívio.
— Ero-Cook... – murmura, me estocando com força. Contorço-me e ele levanta meu quadril na direção do seu, investindo contra mim rapidamente, para logo em seguida voltar aos movimentos vagarosos.
Meu rosto está quente e eu não consigo falar direito pelo frenesi que me atinge, cada vez mais potente.
— Isso, Sanji... Rebola pra mim... – ouço, e percebo que estou rebolando em seu pau sem nem me dar conta disso.
— Haa... Zoro... – murmuro. – Mais rápido...
Zoro se interrompe e decide soltar meus pulsos, sentando-me em seu colo logo em seguida.
— Faça você, Sanji. – responde. Eu o beijo e sento em seu pau, sentindo-o deslizando dentro de mim, me dando todo o prazer do mundo, fazendo-me revirar os olhos e gritar e agarrar seu cabelo e morder sua boca e arranhar sua pele. Sua boca macia desliza por meu pescoço e meu peito, e ele chupa meus mamilos sem qualquer delicadeza.
Enquanto sento nele, sinto um tapa em minha bunda, e o susto me faz contrair-me e quase gritar. Ele dá mais um, dois, três...
Eu vou enlouquecer, eu vou enlouquecer, eu vou enlouquecer.
Sinto minha bunda arder por seus tapas e apertões possessivos, e a sensação é gostosa. Meu pescoço grita pelos chupões e mordidas, e tudo que eu quero é gozar.
— Você é meu, Sanji. – ouço, e recobro levemente minha consciência com sua voz rouca em meu ouvido. Eu assinto.
— ... gozar, Zoro... – imploro, sem conseguir formular a frase toda por conta dos movimentos e da respiração ofegante.
Zoro toma meus lábios e me beija profundamente, voltando a segurar minha bunda e investir contra meu quadril. Ele segura meu pau com a outra mão, masturbando-me no mesmo ritmo — em segundos eu chego ao orgasmo, e contra todos os meus princípios, desmaio sobre seu corpo.
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