Ultraviolence
8 Carmen
Notas iniciais
That's the little story of the girl you know
Relying on the kindness of strangers
Tying cherry knots while doing party favours
Eu estava de volta a Quinta Coorte, aparentemente o clima entre Percy e Nico não era dos melhores, eles trocavam olhares furiosos, palavras maldosas e um tentava se impor mais do que o outro. Eu não sabia o por quê, porém era a única que não sabia de nada. Sally não estava na Quinta Coorte, Silena tinha me dito que ela fora a França, mas não entrou em detalhes.
Ninguém falava nada, era como se estivesse esperando algo acontecer, mas eu pouco me importava com aquilo. Eu via Silena me mandar olhares tortos e eu me sentia confusa, será que era comigo? Minha culpa?
Eu tinha decidido algo depois da minha conversa com Nico há alguns dias. Eu iria entrar de cabeça nessa história. Iria fazer tudo que eu deveria fazer pra conseguir o que eu quero.
Nico havia contado para Percy como eu havia me saído bem no ‘‘primeiro teste’’ que fora assaltar um mercadinho no Brooklyn. Ele me parabenizou, e na frente de Nico, me puxou para um beijo que fez minhas pernas tremerem. Naquele dia, eu dormi só. Percy havia saído para o que eles chamam de Missão com Nico e Silena, e quando eles voltaram, em tempos separados, o clima começou.
Não tive coragem de perguntar a Percy o motivo da possível briga entre ele e Nico, mas tive medo de receber uma resposta nada amigável, então preferi me manter calada e só observando.
De vez e outra, quando Silena me pedia para levar Rebekah para andar no jardins eu reparava nos olhares dos homens que trabalhavam ao redor da Casa Grande, alguns me olhavam furiosos, outros tortos e alguns eram maliciosos. Eu não sabia o que fazer, mas eu sabia que nenhum deles teria coragem de mexer comigo. Eu me sentia segura, intocável. Outras vezes, quando mulheres passavam por mim, nenhuma me cumprimentava ou sequer levantava o olhar, decidia fingir que eu não existia, o que eu não achava ruim. Eu não gostava de atenção mesmo. Quando eu olhava para Rebekah e seus traços infantis, eu sabia o quão corajosa era Silena. Criar uma filha no meio daquilo tudo, era um ato louco e corajoso, ainda mais sem pai. Silena era dura na queda, e parecia ser a única pessoa da Quinta Coorte que realmente gostava de mim.
Dessa vez, eu estava no quarto de Percy, eu estava sentada na cama enquanto mexia no meu celular, mandava algumas mensagens para meu irmão, Malcolm, dizendo que eu estava bem, mas um pouco doente por isso não tinha falando com mamãe. Mentia. Mas, não doía, acho que devido aos acontecimentos dos últimos dias, mentir era o ato menos violento que eu fazia.
–Annabeth... –Começou Percy, a voz era calma e rouca, ele sentou em minha frente e suas mãos tocavam minhas pernas nuas. –Voce percebeu que o clima aqui não está dos melhores, e é culpa minha e sua presença aqui dentro está irritando cada vez mais a todos.
–Por que? –Questionei, largando o celular e encarando a imensidão azul.
–Voce é menor de idade, eu tenho o dobro de sua idade. E eles acham que você é daquelas que comem pelas beiradas, hoje está quietinha, mas amanhã vai ser mais ou menos, eu com vaginas. Eu posso ter o controle da máfia, Annabeth. Mas, eu preciso desses homens para trabalhar, se eu perder um, o poder enfraquece. Eu não posso perder tudo por causa de sua presença.
–Vai me dá um pé na bunda? –Perguntei, os olhos dele passaram por meu corpo. Demorando nos meus seios expostos pelo decote.
–Eu posso bater nessa bunda deliciosa... –Ele falou a última palavra lentamente, eu podia ver a língua dele bater no lábio superior. –Mas, te largar não, Annabeth.
–Bom saber... –Aquele já era meu, podia não me amar. Mas, amava minhas curvas e no momento para mim que não tem porcaria nenhuma, o amor daquele homem pelo meu corpo já é suficiente. Afinal, quem tá na chuva é para se molhar, não é? –E para onde eu vou?
–Comprei um apartamento de luxo no centro de Manhattan, próximo ao Empire State. Silena comprou na verdade, então do jeito que ela é, não espere menos que a perfeição. Mobiliado, em um bom local, próximo ao shopping... Se você quiser, é bem mais fácil do que ter que atravessar toda Manhattan para poder chegar ao Brooklyn, é menos de quinze minutos daqui.
–Deve ter sido uma fortuna. –Falei, ele bateu as mãos nas pernas indicando para mim sentar ali, eu fui. Sentei no colo dele e a boca dele passou pelo meu pescoço.
–É foi, mas... Eu quero te dá isso e muito mais. –Ele disse, senti a boca dele se abri e seus dentes arranharem minhas peles, e chupando meu pescoço. –Mas, você tem que prometer algo, Annabeth Parthenos.
–O que? –Questionei, oferecendo ainda mais meu pescoço para ele chupar.
–A partir do momento que seus pés pisarem naquele apartamento, você será minha. Somente minha, nada de enxerimentos com Nico ou qualquer outro homem, só minha. Cada centímetro seu. –Ele falou afagando meu corpo com suas mãos.
–Só sua, para fazer o que você quiser. –Sussurrei no ouvido dele e ele sorriu malicioso para mim, minhas mãos se encontraram na curva do pescoço dele e eu ri quando ele esfregou a barba em meu colo. –Eu tenho a impressão que você se controla quando está comigo, Percy... Como se não fosse o verdadeiro Percy, mas alguém lutando contra si mesmo.
–Besteira, Annabeth. Voce chegou aqui praticamente virgem queria que eu te fodesse com violência? Não sabia que você era tão masoquista, Annabeth.
Não respondi, decidi que seria mais proveitoso beijar a boca dele do que negar a minha tendência pela dor. Não que eu fosse masoquista, eu acho. Mas, ao contrário do que dizem por aí, a dor é algo que se pode conviver. Pessoas não por que causa dor, mas a dor sim. É algo desse tipo... Não conseguia completar o pensamento com a língua de Perseu em minha boca, e as mãos apertando minha bunda por cima do short. O meu cérebro parecia derreter dentro de meu crânio como se o corpo de Percy incendiasse todo meu corpo, e isso se torna mais frequente e mais forte a cada momento nosso.
–Silena quer te dá uma banho de loja e te torna irreconhecível, ela falou algo como e te tornar mais mulher. –Ele falou ofegando um pouco.
–Ela não me acha mulher? –Questionei, ele rolou os olhos.
–Voce age como uma mulher, tem atitudes de mulher, mas tem porte de menina. É tímida socialmente como uma menina, conversa baixinho como uma menina medrosa, tem rosto de adolescente por que você é uma adolescente, Annabeth. É tanto eu quanto você sabe, que você pulou etapas da sua vida. Então, se você quer permanecer aqui na máfia, vai ter que amadurecer ainda mais... É Silena está disposta a te ajudar, ela se identifica em você, Annabeth. Ela não quer que você cometa os mesmos erros que ela. –Ele falou, eu sai do colo dele e me deitei na cama, olhando para o teto.
–Eu preciso conversar com minha mãe, sossegar ela. Tá me ligando a cada instante, ela vai acabar pedindo esmola na rua e vindo até aqui. –Disse, eu não iria conseguir dobrar Athena de nenhum jeito, ela era obliqua, e vai acabar falando coisas horríveis se descobrir onde estou me metendo.
–Enrole sua mãe por no máximo duas semana, é o tempo que eu sossego o pessoal, e daremos um jeito nela, ok?
–Voce vai querer aceitar a ajuda de Silena? Ou prefere permanecer assim?
–O que você prefere? –Questionei sentando na cama ajoelhada.
–Cabelos um pouco curtos, mas que dê para fazer isso. –Ele passou a mão pelos meus cabelos e puxou com um pouco de força. –Um pouco de academia, aumentar ainda mais essa bunda.
–Mais ainda?
–Quanto mais melhor, meu anjo. –Ele falou. –Mas, permaneça loira. Eu gosto da sua cor de cabelo, natural. Voce fará isso?
–Vou. Mas, você irá me visitar todos os dias, não é?
–Ninfeta e masoquista, aonde eu fui me meter? –Ele falou brincando e rindo e eu acompanhei. –Mas, hora de brincarmos um pouco. –Ele falou puxando minha blusa e revelando meus seios nus, não estava usando sutiã. Ele passou alguns segundos encarando meus seios e então, suas mãos tocaram eles com destreza. Ele apalpou os dois, segurando firme e massageando. Ele soltou o direito e o tocou, dessa vez com a boca, deu um pequeno beijo no bico de meu seio, eriçando ele, e deixando ele excitado. Passou a língua por toda a extensão e eu cedia aos carinhos de Percy em meu corpo.
Era como um magnetismo. Éramos polos negativo e positivo se chocando. O ar era rarefeito devido aos longos suspiros. Meu corpo entrou em choque quando ele me virou de uma vez, me jogando na cama com força e beijou toda minhas costas arrastando seus beijos molhados, meus seios excitados doíam pelo choque com o edredom, mas era prazeroso. O doce pecado do prazer carnal.
Todo o meu ventre parece dá pulos a cada beijo depositado em minha pele. Percy não tinha pressa, eu sentia o mundo rodar e me senti uma idiota, virgem. Eu sempre aparento ser uma virgem quando estou com o Jackson, deve ser um dos efeitos que ele causa em mim... Assim como os olhos que parece roubar a gravidade do planeta Terra.
Ele me virou novamente, e já foi descendo os dedos até meus short. Eu podia ver faíscas cinzas nos olhos dele, e um calor infernal em minha vagina. Era algo fodidamente doentio e viciante.
Quando eu era menor e Athena sempre fora religiosa, ela falava de céu, pecado, casamento, perfeição aos olhos divinos... Mas, eu nunca me senti atraído por isso, ao contrário de meu irmão que fez tudo o que minha mãe sempre quis, e teve o que bem pode. De vez em quando ela me chamava de pecadora. Mas, a verdade é que eu sempre me senti atraída pelo inferno. E ali naquele momento, subjugada, totalmente submissa aos desejos que Percy podia fazer o que quisesse comigo. Eu havia encontrado o meu inferno, e tinha gostado dele.
Perseu Jackson é meu inferno.
Meu short foi jogado no chão e eu fiquei só de calcinha na frente de Percy. Ele me olhou como um lobo olha para um cordeiro, e sua boca fez um trajeto na minha barriga, levando correntes elétricas capazes de acender uma lâmpada. A energia, tensão sexual que nos move para a perdição, volta com o dobro de potência e logo suas mãos grandes estão tateando cada pequena parte de meu corpo, arrastando os dedos pela pele descoberta.
Eu gemia baixinho, sussurrava algo que nem mesmo eu entendia. Eu abri as pernas para que ele apressasse com isso, mas eu ganhei um beijo nos lábios. Ele apertou minhas pernas com força.
–Ajude-me com as roupas, Chase. –Ele pediu e eu me sentei apesar de senti meu corpo queimar. Ele sentou no meio do cama e eu me ajoelhei na frente dele, tirei a blusa azul claro dele, deixando a amostra todo aqueles músculos definidos, e deliciosos. Lambi os lábios de puro prazer, passei minha boca pelo peitoral dele, assim como ele havia feito comigo. Ele me encarava e parecia gostar, minhas unhas arranhava as costas dele. Abri o botão da calça dele e abaixei ela. Percy me ajudou a tirar ela.
–Aqui, Annabeth. –Ele sussurrou se referindo ao pênis dele com um sorriso malicioso. Eu olhei para ele e desci um pouco a box branca dele. Um homem bronzeado e forte desse de cueca box branca e excitado. Meu Deus!
O membro ereto dele deu um pulo para forte e eu percebi o efeito que eu causava em Percy, abocanhei o membro levando ele quase todo a dentro da minha boca. Minha língua fazia movimentos ao redor dele e meu ventre sambava dentro de mim, eu comecei os movimentos de vai-vem, Percy acabava por me ajudar nos movimentos afim de ir mais rápido. Ele gemia baixinho e de punhos fechados.
Retirei o membro da minha boca e olhei para meus seios. Percy entendeu no ar, eu me abaixei um pouco e meti o pênis ereto dele no vale dos meus seios. E ele começou a estocar. E eu apertava ainda mais.
Ele fodia meus seios.
Eu gemia e ele me acompanha. O quarto cheirava a sexo, e entorpecia meu nariz. Meu corpo e o de Percy estava suado, mas não cansados. Ele bateu na minha bunda com força e eu gemi, no momento em que ele gozou. Eu engoli todo o liquido.
–Boa menina. –Ele falou. Mal pude me recuperar e fui derrubada na cama por Percy. –Minha vez.
Eu cai e ele abriu minhas pernas. Sua boca foi até meu sexo e ele sugou meu clitóris, o que me fez contorcer na cama.
–Tá tão molhada, Annie. Que delícia. –Ele comentou. Eu não ousei responder, apenas apreciando os choques de meu corpo, eu me contorcia como uma cobra na cama só por uma simples chupada. Percy continuou, ainda bem. A língua percorria toda minha extensão e eu praticamente gritava. –Achei uma fã de sexo oral. –Ele falou, eu podia sentir o hálito de hortelã na minha vagina.
Minhas pernas se contorceram e eu enlouqueci. Percy continuava chupando lentamente sem nenhuma pressa, era aquilo. Aquilo era... Eu nem sequer sei o que aquilo era. Eu só queria ser chupada por aquela língua magica que aquele homem tinha pelo resto da minha vida.
–Goza pra mim, Annie. Aqui na minha boca. –Ele falou.
Eu não podia recusar um pedido naquele momento em que eu não sabia nem sequer minha idade. Ele achou meu ponto G, e enfiou o dedo, o que me fez derramar todinha para ele. E ele continuou até ‘‘me limpar’’ todinha.
Eu pensei que iriamos passar a tarde toda fazendo sexo, mas quando um toque no celular de Percy começou a tocar, ele deu um pulo e foi ver. A expressão de seu rosto era preocupação, a prega em sua testa entregou ele.
–Arrume suas coisas e tome o banho, Annabeth. Daqui a quarenta minutos, Nicolas te levará ao apartamento.
E quem disse que eu conseguia me levantar com as pernas toda mole e corpo tremendo? Cada um, hein? A punica coisa que fiz foi puxar o edredom e cobrir até meu umbigo, me virei pro outro lado, ignorando a voz de Percy.
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