Dois deles estavam correndo muito rapidamente em direção de um grupo de civis. Que não era certo matar civis eles sabiam, mais eles acabaram vendo demais.

Sumeina e Sureko eram muito habilidosos juntos. Ele no geral, conseguia matar um grupo deles com suas espadas sem problemas. Mas desde um tempo atrás os caçados acabaram treinando muito, a ponto de combaterem até alguns justiceiros. Justiceiro não era a palavra na verdade certa para todos. Eles não faziam justiça, a quebravam. A coisa era uma tapa na cara do rei, desde que começaram a atuar como assassinos.

Era bem simples. Alguém ia lá, e dava uma foto e da vítima. Alguns deles, conforme a informação (se havia guardas, se era forte) ia certo número do grupo.

No começo eram justiceiros, eles prendiam ladrões e até assassinos. Quando a fome atacou o subterrâneo, resolveram mudar o Código.

– Deixe comigo – Sureko fala, fazendo Sumeina parar.

– Eles estão aqui? Estão? – Um homem alto e robusto havia virado garota depois de ver as armas de seus caçadores

– Por que estão nos seguindo? Fizemos nada! – A mulher do grupo quase grita

– Você não viu? Mataram Kushina! Vou reportar ao chefe

Sureko estava em uma árvore acima deles, agachada. Ela tinha um sorriso que se não fosse pela em suas costas poderia até ser dócil. Seu cabelo azul caiu, quando ela se levantou.

Eleve-se a escuridão, prenda a respiração...

– Não estão mais aqui. – O homem fala, olhando para o garoto que estava calado até o presente momento.

– Eles vão nos deixar em paz, pai?

– Claro que sim, filho – A mãe fala.

Concentre-se no Alvo!

O pulo foi tão rápido quanto o golpe. A vida foi rapidamente sugada dos corpos daqueles simples trabalhadores de mina. Fora apenas um golpe.

– MÃE! PAI! – O menino gritava

– Eles já foram garoto

– Sua vadia!

– É engraçado ouvir isso quando estou com meu brinquedo aqui

– Não tenho medo de nada!

– Não? – Sumeina aparece atrás do garoto, que imediatamente corre para fora daquele lugar chorando e com medo.

– Não era pra ter feito isso com o moleque

– Virou protetora-dos-órfãos agora?

– Cala a boca – Sureko fala dando uma tapa na cara de Sumeino

Estávamos em mais uma missão que Shukei nos tinha colocado. Teríamos que matar um banqueiro que estava ameaçando a casa de um trabalhador. Eu e Sumeino o matamos e antes de sair, vimos os dois.

Provavelmente estava lá a um bom tempo, com os olhos arregalados e boquiabertos. Eu queria sair logo dali, e deixar eles afinal nada ia fazer, de qualquer jeito. Mais Sumeino tinha razão. Eles conheciam algum “chefe”. Não sei qual, mais provavelmente não eram trabalhadores. Ou talvez eu esteja imaginando demais.

– Shukei? Shukei? Tá aí? – Sureko grita assim que entro na sua sala. O corredor é bem arejado mesmo levando em conta onde estamos. Um cara bem inteligente fez essa cidade-subterrânea.

– Vocês demoraram... – Ele passou um bom tempo olhando para uma folha de papel antes de continuar, o que deixou Sumeino um pouco preocupado – Achei que tinham morrido – Falou com um sorriso, para descontrair.

– Muito engraçado. Enfim, alguns civis nos viram e nós tivemos que matá-los – Sumeino fala.

– Bem, quando vocês saíram um bando de humanos vieram aqui.

– Como assim? Outro contrato? – Sureko pergunta

– Não. Eram homens do rei – Shukei joga o papel na mesa, com o rosto de Sureko e Sumeina estampados – Atrás de suas cabeças

Notas finais
Desculpa por demorar T.T Semana de provas e tals
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.