Notas iniciais
Visão do Gus: encarando a queda de sua meio-irmã por ele. *BEWARE* Sexo implícito ahead.

Mais uma quita-feira comum, de uma semana comum, da minha vida comum. Acordo, tomo banho, tomo café, vou pra escola. Nada de anormal naquela quinta-feira, ou era assim que eu queria que fosse. Na hora do meu banho lá estava ela, despida no chuveiro, nem sequer se importava da porta estar aberta, muito menos de eu estar ali a.

-Bom dia... onii-chan.

-Bom dia Becka- eu disse, tapando minha visão de seu corpo nu, que tenho que admitir que é belo.

-Porque tapa o rosto? Não gostou do que viu?

-Não preciso ficar olhando você nua no chuveiro, preciso?

-Talvez queira me ver nua na sua cama?

-Não, não quero, apenas termine logo para não nos atrasarmos.

Depois do banho e de me vestir, fui tomar café, esperando que nada estranho acontece-se, mas aconteceu. Lá estava eu, na mesa, tomando uma xícara de café quando de repente ela me pega desprevenido. Droga, ela e suas brincadeiras infantis. Antes eram beijos na bochecha, que depois de um tempo foram para o pescoço. Agora toda vez que abaixo minha guarda ela me beija na boca.

-Por quê fez isso?!

-Porque eu te amo, oras.

-Irmãos não fazem isso, sabia?

-Talvez sejamos um pouco diferentes, não?

-Não, não somos diferentes.

-Será mesmo?

Outro beijo, dessa vez mais sério. Desde quando eu parei de resistir a esses beijos dela? Será que estou perdendo meu controle? Acho que não. Espero que seja só mais um momento de fraqueza.

O resto do dia correu como sempre: aula de história com o professor mais lento da escola, aula de matemática, etc... O dia foi bem monótono para dizer a verdade. Passei o horário de almoço pensando naquilo. Será realmente que eu estou gostando dos beijos? É normal um cara do 2º ano do ensino médio gostar de beijos da sua própria irmã? Se bem que ela não é minha irmã de sangue, mas mesmo assim, ainda estava confuso.

Sexta-feira, realmente, foi um dia normal. Nada de irmã nua se mostrando no chuveiro, nada assedio no café da manhã, nada de conversas estranhas, nada mesmo. Foi um dia um pouco diferente até. Será mesmo que estava gostando daquilo? Duvido que não. Acho que já estava mais do que me acostumando, já estava querendo aquilo, resistindo menos e menos a cada tentativa de assédio dela. Naquela mesma noite de sexta, nossos pais decidiram sair da cidade e irem pro nosso sítio. Apenas eu e ela naquele fim de semana. Ia ser um fim de semana longo.

Acordei cedo naquele sábado, esperando os assédios, mas nada. A manhã foi bem tranquila pra ser sincero. Almoçamos calados, sem olhar um pro outro, o silêncio parecia uma faca nas minhas costelas. Depois do almoço fomos assistir televisão juntos. Eu usava aquela camiseta branca que ganhei dela de aniversário e um short esportivo, ela usava a minha camisa de banda favorita. Sentamos um pouco distantes um do outro. Mais silêncio entre nós. Até que começa aquele filme romântico clichê. Ela se aproxima de mim e deita sua cabeça no meu ombro. Logo após isso ela pergunta:

-Você me odeia onii-chan?

-Claro que não. Eu te amo onee.

-Me ama de que jeito?

-Como um irmão ama sua irmã- era mentira, não sabia como amava ela, minha cabeça estava cheia de pensamentos estranhos.

-Serio mesmo? Só me vê assim?

-Claro, queria que eu lhe visse como?

-Como uma garota...-

O silêncio entre nós reina novamente, até que:

-Onii-chan, posso testar uma coisa?

-Sim, claro, o que é?

Ela me beija. Dessa vez era diferente, ela estava um pouco mais séria do que as outras vez, acho que senti uma língua. Não resisti a nada que ela fez. Já estava perdendo minha visão dela de irmã. Quando percebia, estávamos no chão, nos agarrando forte. Foi então que começou:

-Onii-chan, você me ama?

-Sim, eu te amo...

-Me ama como uma garota?

Naquele ponto já estava certo do que dizer. Sussurrei em seu ouvido: "Sim". Nós agarramos mais um pouco antes das coisas ficarem mais séria. Começou a ficar quente, começamos a tirar as roupas, comecei a lamber o pescoço dela enquanto ela arranhava minhas costas. O sangue quente não ajudava em nada, a cada arranhão ficava mais excitado. Foi ai que começamos a tirar as roupas intimas, nesse ponto, não eramos irmão e irmã, eramos amantes.

-N-não olhe tanto, isso me deixa envergonhada.

-Quer dizer que a menina que me assediava toda manhã é tímida quando eu olho para sua intimidade.

-S-sim. Por favor, seja gentil, eu nunca fiz isso antes.

-Não se preocupe, cuidarei de você muito bem.

Passamos o resto da tarde nos amando no chão. Depois de tanta energia gasta fomos jantar. Estava encharcado de suor. Depois de um banho, fomos para o quarto dela, onde continuamos até cairmos exaustos.

-Onii-chan.

-O que foi?

-Eu te amo.

-Eu também te amo.

Notas finais
Espero que tenham gostado ;p