Notas iniciais
*Oiee...
*Mais um capítulo para vocês!
*Boa leitura!

POV ANNA


Já tinha tudo planejado para fugir. Eu iria fugir, sabendo que depois de um tempo iria parecer nos noticiários:


“Cantora Annabeth desaparece”


Mas, eu não estava nem ai. Tinha que parar de reclamar de vida e fazer algo. Fui até a cozinha e encontrei Renné cantarolando uma música minha.


–Er... Oi, dona Renné–Disse timidamente.


–Oi, Anna–Disse sorrindo.


–Er... Eu poderia falar com a senhora?


–Claro!


–Você pode me acompanhar até a sala? -Ela assentiu e me seguiu até a sala.


Chegamos a sala, ela estranhou Charlie está lá também, pois chamei ele para conversar. Eles se sentaram no sofá e eu em uma poltrona na frente deles.


–Anna, porque tanto misterio? -Perguntou Charlie.


–Eu não sei como começar -Mordi o lábio inferior.


–Algo que minha mãe sempre dizia é que, quando não sabemos como começar a falar algo é bom dar duas respiradas curtas e uma longa -Me aconselhou Renné.


Assenti. Primeiro engoli seco, depois dei duas respiradas curtas e uma longa.


–Eu quero que você me ajudem a fugir -Eles me olharam espantados.


–O que? Como assim? -Perguntou Charlie, confuso.


–Er... Bom... Eu... Argh! -Comecei nervosamente -Eu sei que isso é errado, mas... Eu preciso... Encontrar um pessoa -Tinha inventado um monte de desculpas, mas resolvi ser sincera.


–Encontrar alguém? -Perguntou Renné.


–Èh! -Comecei incerta -Durante um show em uma cidadezinha... Quer dizer, em Forks eu sai do hotel e fui até uma lanchonete e... Me apaixonei -Mordi o lábio inferior -Eu sei que parece idiotice, mas eu... Necessito encontrar ele.


–Não! A gente entende -Renné deu um olhar cúmplice para Charlie.


–Eh! E não a julgamos -Disse Charlie -Mas... Isso... È complicado, Anna.


–Eu sei, mas... -Comecei a falar, mas Renné me interrompeu.


–Você tem certeza?


–Renné... -Começou Charlie.


–Charlie, lembre de nossa historia -Charlie suspirou -Eu quero dizer que você tem que ter certeza de que quer fazer isso.


–E eu quero... Eu quero muito.


–Então... Nós vamos te ajudar -Não pude conter o sorriso.


–Renné, isso é errado.


–Charlie! -O repreendeu. Ela o olhou, como se aquele olhar falasse alguma coisa sem, realmente, falar uma única palavra.


–Tudo bem -Charlie se deu por vencido.


–È serio? -Perguntei sem acreditar.


–Sim, querida -Disse Renné e Charlie assentiu.


Uma felicidade, inesplicavel, tomou conta de mim. Não parava de sorrir e meu coração estava acelerado... Eu, finalmente, ia conhecer o “garoto da lanchonete”.


(...)


Estava tudo pronto, agora era só despistar e fugir. Fui até o escritório do meu pai, meio que me despedir dele. Fui logo entrando, mas a idiota da secretaria dele (que além de vadia era apaixonada por ele) me impediu.


–Senhorita Anna, o seu pai está em uma reunião importante e não pode falar com você -Revirei os olhos.


–Ele é meu pai e eu entro se eu quiser -Abri a porta e me deparei com uma cena, no minimo, estranha.


Meu pai estava sentado e uma morena muito... Encorpada (ou no dialeto masculino, muito “gostosa”) em pé ao lado dele, e o mesmo com a mão na... Bunda dela. Pigarrei pra chamar a atenção dos dois que se separam assustados.


–Vejo que eu atrapalhei a “reunião importante” -Disse debochada. A tal secretaria (que eu nem sei o nome) saiu bufando.


–Filha! Er... Que surpresa -Disse sem jeito.


–E você? -Disse irritada.


–Eu? -Disse a morena.


–Sim, se você já parou de se vender para o meu pai, já pode se retirar -Disse debochada.


–Anna! -Disse meu pai, me repreendendo.


–O que você está fazendo ainda ai, vadia? -Ela me olhou espantada.


–Co-co-com licença -Saiu.


Eu podia não gostar da Elizabeth, mas isso não era motivo para que eu deixasse meu pai desrespeita-lá desse jeito.


–Você é maluca?! Como você desrespeita alguém desse jeito? -Perguntou furioso.


–Não, eu não sou maluca -Ele riu debochado -E vadia não de respeita, se enchota.


–Ora, garota... -Disse irritado.


–Como você tem coragem de desrespeitar Elizabeth desse jeito?


–Eu pensei que você não gostasse dela.


–E não gosto. Mas, isso não é motivo para que você faça uma coisa dessas com ela -Suspirei -Eu só vim fazer uma visita, mas vi que foi uma má ideia -Me virei e fui andando até a porta.


–Filha -Parei e ele suspirou -Desculpa, mas...


–Não é para mim que você tem que pedir desculpas -Não me virei -Tchau, pai.


Sai e fui para casa, tinha que arrumar tudo para fugir.


Arrumei minhas malas, e como o combinado, coloquei no carro de Charlie. Eles iriam me esperar no aeroporto. E como eu vou fugir sem ser reconhecida?


1- É sempre bom ter um amigo 'hacker', pois assim você consegue identidade falsa, histórico escolar falso, e até, uma ficha que fala sobre a sua vida (ou nesse caso, do seu disfarce) que nem o F.B.I desconfia que é falso.


2- Ter dinheiro suficiente para subornar um piloto e alugar um jatinho particular e fazer com que esse vôo nunca tivesse existido.


Pequenas coisas que fazem uma grande diferença.


–Nossa eu nunca andei de jatinho antes -Disse Renné impressionada -Como você conseguiu? -Perguntou curiosa.


–Er... Acho melhor não falar sobre isso, poque eu não quero comprometer mais vocês dois, pois isso é muito pior que me levar para Forks -Dei de ombros.


–Ah! Claro -Disse Renné espantada.


–Bom, eu consegui algumas coisas como identidade falsa, histórico escolar falso, e etc. E a partir de agora o meu nome é Annie Christina Potter, por isso tente não me chamar de Anna, tudo bem? -Os dois assentiram -Bom, a gente tem que pensar em um jeito de falar tudo isso para Emmett.


–Não se preocupe com o Emmett, ele é viciado em 007 e vai achar tudo isso um máximo -Disse Renné.


–Você tem certeza? -Perguntei incerta -Talvez ele não goste de mim.


–Emmett?! Ele é o seu maior fã e quando souber sobre você, ele vai adorar -Disse Charlie.


-Então, tá -Concordei com ele.


Quando chegamos ao aeroporto de Port Angels dei a segunda metade o dinheiro para o piloto, me disfarcei (coloquei uma blusa com capuz e óculos escuros) e seguimos de carro até Forks. Foi rápido chegar na casa de Charlie e Renné, era uma casa simples, porém muito bonita. Entramos e Emmett veio logo cumprimentar os pais.


–Mãe! Pai! -Abraçou os dois -Er... Desculpa, mas quem é? -Perguntou apontando para mim.


–Bem filho -Disse Renné -É uma historia complicada, mas logo explicaremos -Emmett assentiu confuso -Essa é Annabeth a cantora que você tanto gosta -Emmett começou a rir nervosamente.


–Vocês só podem estar de brincadeira.


–Não, Emmett -Comecei a falar -Sou eu mesmo -Tirei capuz.


Emmett Arregalou os olhos e me olhou espantado.


Notas finais
*A nossa Anninha fugiu e agora tudo começa.
*Bom, agora eu estou em quase todas as redes sociais, quem quiser me seguir ou curtir aqui está os links:
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*Agora irei dominar o mundo! Kkkkkkkkkkkkkkkk
*Espero que tenham gostado
Bjuss, Iris.