Two Worlds Collide
1 Capítulo 1 - The Encounter
Notas iniciais

POV Elektra
Eu tinha acabado de chegar à Universidade de Direito de Columbia, aos 19 anos. Não era o que eu realmente queria fazer, na verdade era mais para agradar meu pai. Queria mesmo ser bailarina. Mas meu pai dizia: "ah, não, Elektra, você é a filha de um político importante, precisa ser alguém na vida". Pelo menos ele deixa eu dançar. Sou muito boa com minhas adagas Sai, e também sou especializada em Ninjutsu.
– Ei! Você devia ter mais cuidado com seu amigo! – eu falei ao ver uma garota tropeçar com um estudante cego. Ele é bonito.
– Vocês estão interrompendo a passagem da nova aluna. Ela é importante. – o diretor disse, com sua voz alta e grave.
– Desculpe! — o garoto cego disse. Voz bonita. Ele tentou se aproximar de mim.
– Não chegue mais perto! – o segurança de meu pai, Athos, disse.
– Vamos, Elektra! – dessa vez, foi Hugo, meu pai.
– Mas, papai, está tudo bem!
DIAS DEPOIS
Eu estava saindo da faculdade com Athos, quando alguém jogou um aviãozinho de papel nele. Como o brutamontes que era, ficou irritado.
– Elektra, fique aqui. Quero ver quem foi que fez isso.
Depois de Athos sair, ouço uma voz sussurrada:
– Ei, Elektra, venha aqui!
Eu fui, sem medo, porque fui treinada em artes marciais.
– Oh...! Uma rosa? Ah, é você, o garoto da escada. Você é gentil.
– Me chamo Matt Murdock, eu faço direito.
– Prazer! Eu sou Elektra Natchios, filha do diplomata Hugo Natchios. Tenho sempre que andar com seguranças pois meu pai tem medo de me matarem como vingança por algo que ele tenha feito. Por isso sou treinada em artes marciais.
– Elektra, você está afim de ir ao jogo comigo hoje à noite?
– Com você? Sim, eu adoraria, mas... Você sabe o que eu quero dizer.
Assim que disse isso, me arrependi. Para Matt não devia ser fácil. Aposto que era sempre assim, apenas porque ele era cego.
– Ah, bom... Sim, eu sei. – ele falou, olhando para o chão.
Eu estava indo embora, quando ele gritou:
– EI, ELEKTRA! – e deu um mortal, parando à minha frente.
– Uau! Como você faz isso?
– É simples. Eu tenho qualidades que compensam minha falta de visão. Quando eu tinha 15 anos, fiquei cego por um material radioativo.
– Isso é horrível!
– Sim! Mas o acidente ampliou meus outros sentidos e me deu tipo um radar que me permite sentir tudo ao meu redor.
– É fantástico! Mas isso é um segredo, né?
– Sim, e você é a primeira a saber...– me senti especial– Queria te ver outra vez. Não quer mesmo sair comigo? Por favor?
Eu sorri e disse:
– Venha me buscar às oito.
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