Two Worlds
3 Capítulo III
Notas iniciais
Hehehehe... Espero que gostem! ;)
Na manhã seguinte, Quinn acordou mais tranquila, embora alguns pensamentos ainda a incomodassem. E ela se perguntava se Frannie iria querer terminar a conversa mais tarde. Falando nisso, onde estaria Frannie?
“Levantou primeiro, é óbvio! Serei a dorminhoca novamente!”, pensou. Espreguiçou-se demoradamente e em seguida se levantou bocejando e esfregando os olhos. Já no banheiro, lavou o rosto várias vezes. Quando se deu por satisfeita, afundou a face na toalha, sentindo cada gota de água em sua pele ser absorvida. “Quem dera meus pensamentos se transformassem em gotas de água!”, ela murmurou colocando o pano de volta no lugar. Pegou a escova de dente e fez sua higiene bucal demoradamente. Quinn, além de vaidosa, era muito cuidadosa com esse tipo de coisa. Isso explicava seu sorriso impecável e sua pele lisa e macia. Ao terminar, a loira retirou suas peças de roupa sem pressa. Fez alguns alongamentos antes de entrar no boxe. Quando finalmente começou o banho, deixou que a água caísse sobre seu corpo durante um tempo considerável, como uma tentativa de lavar sua alma, levando todas as preocupações e sensações ruins embora... Mas sabia que para que isso acontecesse, seria preciso um grande esforço. E coragem! Suspirou fundo, acabou deixando algumas lágrimas teimosas caírem... Mais um suspiro! “Rachel! Rachel Berry! Minha, minha, minha, minha!”. Ela encostou a testa na parede fria e apertou os olhos com força, tentando mudar o foco de seus pensamentos. “Vamos Quinn! Você é melhor que isso! Força!”. E naquela hora, ela foi forte. Respirou fundo e com as mãos posicionadas atrás do pescoço, fez um alongamento. Começou a pensar em todas as coisas boas que faria naquele dia... Com seus amigos e com sua família! Ou seja, com sua família somente! Esse pensamento a fez sorrir. E não conseguiu apagar Rachel de sua mente, mas naquele momento, a morena se tornara um pensamento distante.
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Ela estava apenas nos últimos degraus e já conseguia perceber o burburinho vindo da cozinha. Conversa. Barulho de mesa sendo servida! “Mamãe e Frannie!”. Foi se aproximando cautelosamente e antes mesmo de chegar ao arco que dividia a cozinha da sala de jantar, escutou seu nome. Parou, usando a parede como esconderijo.
- O que tem a Quinn mamãe?
- É que ontem ela estava tão distante... Como se escondesse alguma coisa de todos nós, por trás daquela máscara de despreocupação. Os olhos da sua irmã sempre a denunciam!
- Ela realmente estava um pouco melancólica mamãe... – A mulher disfarçou. – Acho que você deveria conversar com ela quando tiver oportunidade! Mas vá com calma...
- Eu não entendo Frannie... Ela estava tão alegre, tão falante antes de sua chegada! É claro que ela está feliz por você ter vindo, não me entenda mal... O que aconteceu ontem não foi fingimento! Mas por outro lado, alguma coisa a incomodava profundamente! Eu sei disso, só não consigo imaginar o que seja... – Judy parou com a expressão preocupada. A filha se aproximou dela e repouso um beijo em seu ombro, dizendo:
- Mãe, a Quinn tem dezesseis anos. É normal que uma vez ou outra, ela vá se incomodar com coisas que para nós parecem simples. Isso significa que não há motivo pra preocupação! Nós somos diferentes, é verdade... Mas aprendemos a ser fortes desde cedo por causa disso! Dá um espaço pra ela ser adolescente e tudo mais! Na hora certa, ela vai te procurar! Você sabe como a Quinnie é...
- E se não for tão simples assim?
- Então ela vai te procurar mais cedo do que você imagina! – Seu tom de voz era alegre e brincalhão e ela sorriu para a mãe.
- Frannie, eu-.
- Bom dia mulheres da família Fabray! – A loira mais nova interrompeu sorrindo alegremente para as outras duas. – O café sai ou não sai?
Judy abriu a boca para dizer alguma coisa, mas nada saiu. Frannie, por outro lado, se aproximou da irmã e lhe deu um abraço apertado.
- Hummmm... Bom dia pra você também! – Quinn suspirou feliz. Poder contar com o carinho da irmã em seus momentos difíceis era a melhor coisa do mundo para ela. Apertou suas mãos nas costas da outra, quase cravando as unhas, numa demonstração de necessidade e ao mesmo tempo, alívio.
Quando as duas se afastaram, Frannie olhou em seus olhos e segurando nos braços da irmã, observou seu corpo levantando uma sobrancelha.
- Você é tão linda! Eu adorei essa roupa! – Ela sorriu.
- São seus olhos! – Quinn falou divertidamente.
Judy, que até então apenas observava a interação entre as filhas, se manifestou, desejando bom dia a mais nova e jogando um beijo no ar carinhosamente em sua direção. Quinn sorriu e devolveu o gesto jogando vários beijinhos no ar, de forma até infantil. Frannie a puxou pela mão, dizendo:
- Vem ajudar a gente com as panquecas!
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Se existe uma coisa no mundo pela qual Quinn é grata acima de tudo, essa coisa é o modo como sua família funciona. É claro que nada é perfeito, e a loira sabia disso. Sua família tinha seus problemas como outra qualquer. Sua irmã tinha seus defeitos, seus dias ruins... E seus pais tinham suas manias irritantes, como todos os pais. Mas ela tinha que admitir, a maior parte de sua vida teria sido muito mais difícil se não fosse por eles. Naquele momento estavam os quatro sentados à mesa e Quinn os observava com carinho e gratidão. Seu pai lia o jornal enquanto sua mãe e Frannie conversavam animadas. Vez ou outra, Russell erguia os olhos do papel para fazer um comentário. Foi repreendido pela mulher, dizendo que ele deveria começar a comer de uma vez e que depois poderia continuar a ler. Quinn soltou um risinho discreto. Seu pai parecia o típico chefe de família, mas era só Judy estalar os dedos pedindo alguma coisa que ele fazia. Os dois tinham um relacionamento de muito amor e companheirismo. Quinn se orgulhava disso, era exatamente o que ela desejava para si mesma. Observava os dois com admiração. A maneira como pareciam se entender sem que palavras fossem necessárias. Antes mesmo que ele pudesse pedir qualquer coisa, a mulher sabia o que era e lhe entregava, recebendo um “muito obrigado” em troca, aliado a um sorriso que pertencia somente a ela. Ela sorriu também com esse pensamento. Olhou para Frannie e descobriu que a irmã lhe observava. Esta apertou os olhos numa expressão falsamente intrigada. Sorriu e lançou uma piscadinha para Quinn, que devolveu, sabendo que apesar de qualquer coisa e independente de qualquer medo, ela era uma garota de muita sorte!
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Eles chegaram à aldeia na caminhonete de Russell por volta de dez e trinta. Ele e a mulher se dirigiam ao casarão de mãos dadas, enquanto as filhas iam até um grupo de pessoas em que reconheceram seus amigos. O primeiro a vê-las foi Puck.
O rapaz abriu um sorriso largo e andou na direção das duas. Abraçou Frannie sem a menor cerimônia. Ela retribuiu o gesto também sorrindo, enquanto Quinn observava os dois.
- Que saudades! Como foi de viagem?
- Foi ótimo, obrigada Noah!
- E esse bebezinho, como está? – Ele sorriu.
- Está muito bem! E cada vez mais mimado por todo mundo!
- Não vemos a hora dele se juntar a nós! – Quinn comentou de bom humor, se juntando a conversa. Puck sorriu satisfeito com a resposta de Frannie e mais ainda com a de Quinn, olhando de forma cúmplice para a loira.
- Vem cá você! – Ele chamou, puxando-a para um abraço também! Quinn se jogou em seus braços e ele apertou a loira, como se fizesse muito tempo que não via a amiga. Frannie continuou o caminho até o resto do grupo a fim de dar privacidade aos dois. Enquanto isso, Quinn apertava as mãos com força nas costas do rapaz. Puck estava de moletom, mas podia sentir as unhas da amiga quase atravessando o tecido e cravando em sua pele. Ele sabia que havia algo de errado acontecendo.
- O que foi? – Perguntou mudando sua expressão de alegre para preocupado.
- Ah, eu... – Ela abaixou a cabeça, desviando seu olhar do dele.
- Hey, sou eu Q.! – Falou tentando olhar nos olhos dela novamente, mas a loira apenas desviava o olhar para qualquer outro ponto, como se procurasse uma saída que não envolvesse falar seja lá o que ela estivesse querendo dizer. Então Puck segurou seu rosto delicadamente com uma das mãos. – Eu sou seu amigo Quinn, seja lá o que for que está te incomodando, você pode falar comigo! – Sorriu carinhosamente. E ela sentiu um alívio imenso ao olhar nos olhos dele e ver o esforço que o rapaz fazia para deixa-la confortável e segura. Quinn precisava de segurança para se abrir. Mesmo que fosse com um amigo antigo.
- Espera um pouco, ta? – Respondeu tentando disfarçar a angústia que esmagava seu peito e fazia seus olhos arderem.
Ele esperou. Esperou enquanto ela se dirigia ao grupo para cumprimentar algumas pessoas, que naquele momento, enchiam Frannie de perguntas sobre a gravidez, sobre John e Kentucky. A loira avisou a irmã que sairia dali para conversar um pouco com o amigo, mas que não demoraria e pediu que esta se sentisse a vontade. Sorriu graciosamente para os que a observavam e pediu licença de forma educada. Os Fabray eram muito respeitados naquele lugar.
O respeito, na verdade, era uma virtude que todas aquelas pessoas possuíam e valorizavam, mas em se tratando de uma família tradicional e que havia feito tanto pela comunidade, ele se tornava ainda maior.
Puck estendeu a mão à amiga conforme ela ia se aproximando dele novamente e a loira aceitou agradecida, sabendo que o rapaz faria de tudo para deixa-la ainda mais segura, pois ele era sempre assim. Caminharam até encontrarem um lugar mais vazio. Quinn olhou ao redor e sentou-se no antigo tronco com as pernas cruzadas. O amigo imitou seu gesto, colocando uma perna de cada lado e encarando o perfil dela, esperando por alguma coisa, qualquer coisa, qualquer palavra que ele nunca conseguia decifrar. As mãos cruzadas no colo dela indicavam uma tentativa de manter a calma, ele sabia. Teve essa confirmação quando escutou um suspiro profundo e percebeu os lábios inferiores sendo puxados pelos dentes impossivelmente brancos. “Essa mania ainda vai te fazer cortar essa boca linda que você tem!”, ele pensou.
- O que? – Ela perguntou divertida.
- O que “o que”? – Devolveu confuso.
- Você realmente me disse isso?
- Isso o que? – Puck perguntou arregalando um pouco os olhos e arqueando uma sobrancelha numa expressão ainda mais confusa. “Oh droga!”. – Espera... Eu pensei que tivesse apenas pensado!
- E você pensou! – Ela sorriu arqueando a sobrancelha também e mordendo os lábios, tentando conter uma risada. Puck não teve a mesma preocupação. Coçou a nuca com a mão esquerda enquanto abaixava a cabeça, começando a rir. Aproveitando a deixa, a loira também abriu um sorriso largo e deu uma gargalhada tão gostosa, que ele sabia que poderia passar o resto da vida ouvindo.
- Ooooook! – Falou em meio aos risos.
- Não precisa se envergonhar, fico lisonjeada! – Ela disse sorrindo e lançou uma piscadinha.
Os dois se olharam durante um tempo, ainda sorrindo pelo deslize do rapaz. Até que ele comentou, um pouco mais sério:
- Isso é o quanto eu sou seu amigo! – Ela o encarou, igualmente séria. – Sem segredos!
- Eu sou obrigada a concordar... – Sorriu, mas de forma triste.
- O que aconteceu? Você quer me contar?
- Eu quero! – Admitiu. – Só não sei como... – Sorriu fraco e abaixou a cabeça novamente.
- Posso só te perguntar uma coisa? – A loira assentiu. – É por medo ou vergonha? Ou por alguma outra coisa que faça sentido? Porque Quinn, se você estiver com medo ou vergonha de mim...
- Eu to apaixonada! – Ela o cortou de repente. Ele levantou as duas sobrancelhas, surpreso. – Completamente apaixonada! – Ergueu a cabeça para olhar nos olhos dele. – E isso me pegou de surpresa, eu... Eu não sei o que fazer! – Sua voz tremeu. – Eu nunca... Senti isso antes! – As piadinhas de Puck morreram em sua boca no momento em que a voz da loira falhou. O rapaz estava se perguntando qual exatamente era o problema disso.
- É alguém que eu conheço?
- É alguém da escola... – Quinn respondeu imediatamente.
- Quinn, se você precisa de ajuda com os estímulos, eu realmente não sei o que dizer, afinal de contas eu...
- É uma garota Puckerman! – Ela abaixou o tom de voz ao fazer a revelação. Olhou o amigo nos olhos com expectativa e até um pouco de tristeza. Novamente ele se surpreendeu. Não esperava ouvir isso, mas sabia como essas coisas funcionavam.
- E é isso que está te chateando? – Perguntou simplesmente.
- Você acha pouco? – Indagou como se fosse um absurdo.
- Acho desnecessário!
- Ok! Se coloque no meu lugar... Vamos supor que isso está acontecendo com você. Seu corpo começa a sentir todas essas coisas, todos os estímulos por um cara... O que você faria?
- Eu não sei... – Puck franziu as sobrancelhas com a pergunta. Não era como se ele tivesse preconceito, mas para um cara que sempre gostou de garotas com toda a certeza, era difícil imaginar isso.
- Viu? Você não sabe... É assim que eu me sinto... Não sei o que vou fazer! Eu gosto de homens, sempre achei que gostasse pelo menos...
- Olha, preconceito eu sei que você não tem... Assim como ninguém aqui... Brittany e Santana são a prova disso! Mas sei também que nesse momento, sua cabeça deve estar a mil com tantas dúvidas. É normal Quinn! Se fosse um cara, você também teria dúvidas... De outro tipo, é claro, mas mesmo assim... – Ele sorriu tentando passar segurança para a amiga. – Você já pensou em conversar com alguém mais velho sobre isso? Sobre os estímulos, sobre como eles funcionam realmente... Seus pais, por exemplo, poderiam te ajudar muito...
- Eu não posso falar com meus pais ainda... – Ela balançou a cabeça negativamente.
- Você já falou com alguém?
- Conversei com a Frannie ontem!
- E o que ela disse?
- Tanta coisa... Disse que nossos pais não se importariam, que existem várias evidências disso... Mas eu não sei, é que...
- Quinn! – Puck a interrompeu. – Você quer minha opinião? – Ela apenas assentiu. – Eu acho que isso não teria acontecido se você não quisesse... Eu quero dizer, os estímulos... Você sabe que uma parte do que acontece, é porque VOCÊ quer!
- Como assim? – Ela franziu as sobrancelhas.
- Bem, você já começou a conversa me dizendo que estava apaixonada... Ok! Mas o que você realmente sentiu quando viu essa garota? É um erro pensar que a outra pessoa provoca os estímulos sozinha, quando eles são uma reação do nosso corpo em relação a alguém!
- Do que você ta falando? Que eu quis sentir isso?
- Mesmo sem saber, sim... Você quis! Nós somos humanos também Quinn... Sentir estímulos por alguém significa que você, de todas as formas possíveis, escolheu essa pessoa... Tudo bem, você vai me dizer que não mandamos no que sentimos, e é verdade. Mas pensa bem, é como se você escolhesse determinada pessoa. E todas as sensações aparecem. Mas como não somos apenas humanos, sentir isso por alguém é muito mais sério e forte pra gente...
- Se fosse mesmo uma simples escolha, poderíamos toma-la outras vezes.
- Não, porque como eu disse, é muito mais forte... É uma escolha pra vida toda, você não pode simplesmente abrir mão! Essa garota por quem você se apaixonou, que despertou em você os estímulos que nós esperamos a vida toda pra sentir, é a sua parceira! E você não pode desistir dela por medo... Bom, você até pode, mas vai passar o resto da vida angustiada por isso, infeliz, até suas vontades se tornarem insuportáveis. Você enlouquece. – Ele a olhou atentamente, se perguntando se a amiga havia entendido tudo.
- Essas coisas que você me disse... Eu nunca imaginei que fosse assim, quer dizer...
- Equilíbrio Quinn! A sua vontade de ser uma coisa só de cada vez, te faz esquecer que nós somos as duas! Ao mesmo tempo... Sempre coexistindo.
Quinn pensava em todas as coisas que o amigo havia dito. Ela sabia que seu medo nunca deixaria que chegasse a essa conclusão sozinha. Ao mesmo tempo em que se sentia aliviada, continuava sem saber o que fazer.
- E o que você faria? No meu lugar? – Ela perguntou sem se importar se demonstraria sua angústia novamente ou não.
- Eu a conquistaria. Faria de tudo para que ela fosse minha e de mais ninguém.
- Eu nunca pensei que me sentiria assim, sabe? É tão complexo... Sei lá... É tanta coisa ao mesmo tempo! – Ela disse abaixando a cabeça mais uma vez.
- Eu só posso imaginar, mas de qualquer forma... É bom, não é? – Quinn levantou seu olhar até encontrar o dele antes de responder sem a menor hesitação, mas ao mesmo tempo, extremamente vulnerável.
- É ótimo! É perfeito... – Ele sorriu e ela retribuiu levemente. – Ao mesmo tempo em que eu sinto essa angústia, essa vontade asfixiante de libertar alguma coisa presa dentro de mim, eu me sinto viva! Completa... Eu não tenho palavras Puck!
- Então você sabe o que deve fazer! E eu não preciso dizer de novo! – Respondeu gentilmente.
- Eu apenas não sei como! Eu confesso que o maior medo mesmo é o da rejeição...
- Como se alguém fosse capaz de rejeitar Quinn Fabray! – O amigo provocou. Ela levantou uma sobrancelha numa expressão questionadora e ao mesmo tempo, divertida.
- Babaca! – Sorriu abertamente.
- Estou falando a mais pura verdade! Você é naturalmente irresistível... – Ele piscou, fazendo-a corar um pouco dessa vez. – Mas precisa deixar que essa garota saiba que você é uma opção!
- Eu quero ser a única opção!
- Então faça acontecer! Eu estarei por perto pra ajudar Q., você sabe disso! E acho que deveria se abrir com Santana e Brittany também... Elas vão saber como te ajudar melhor do que eu! Por inúmeras razões... – Ele sorriu de forma brincalhona e Quinn imediatamente entendeu o que havia passado pela cabeça do amigo, corando ferozmente. Puck riu e Quinn balançou a cabeça negativamente, mas sorrindo também.
- Não farei nenhum comentário a respeito Puckerman!
- Posso perguntar uma coisa?
- Pode... Mas me respeite! – Ele riu.
- Quem é a garota?
- Rachel Berry! – Quinn respondeu, adorando a forma como o nome saía de sua boca.
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Notas finais
E por hoje é só!
Xoxo
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