Notas iniciais
Oi, alguém aí? Hehehe ;) Espero que gostem!!

Sexta-feira, primeira semana de aula.

A mulher abriu a porta do quarto cuidadosamente e observou a filha dormindo durante alguns segundos antes de se aproximar.

– Quinn! – Ela chamou quase num sussurro. Nada.

– Quinn! – Um pouco mais alto dessa vez, com a mão direita no ombro da filha. Nada ainda.

– Quinn! Acorda filha! – Nada.

– QUINN!

– O que? O que? – A garota se levantou num pulo e abriu os olhos, ainda sonolenta, mas assustada.

– Sou eu filha! Me desculpa, eu não quis te assustar...

– Tudo bem! – Ela disse se jogando na cama novamente, com um suspiro.

– Você estava dormindo desde a hora que eu cheguei... Por isso eu vim aqui te acordar. Nós vamos jantar... Frannie já chegou! – Quinn sorriu com a menção do nome da irmã.

– Ta bom... Só me dê um minuto pra trocar de roupa, está bem?

– Ok! Estamos te esperando na sala de estar!

– Uhum! – Quinn começou a se levantar. Judy andou até a porta e observou a filha indo em direção ao closet.

– Quinn?

– Oi? – A menina virou somente a cabeça na direção da voz da mãe.

– Está tudo bem?

– Tá sim mãe! – Ela sorriu levemente, esperando que isso convencesse Judy.

A mulher mais velha fechou a porta do quarto a fim de dar privacidade à sua filha. Ela deu um suspiro, preocupada, mas bloqueou qualquer tipo de pensamento negativo e foi se juntar à família novamente.

Cerca de cinco minutos depois, Quinn estava descendo as escadas com um vestidinho amarelo e sapatilhas. Segurava uma caixinha pequena com as duas mãos. Ao chegar à sala, sorriu para a irmã que foi se levantando do sofá a fim de cumprimenta-la. Ela abriu a boca para falar alguma coisa, mas Frannie foi mais rápida.

– Hey dorminhoca! Tudo bem com você?

– Tudo legal! E com vocês? – Ela lançou uma piscadinha na direção da barriga da irmã e Frannie sorriu com a brincadeira, repousando as duas mãos no abdômen e respondendo em um tom bem humorado.

– Nós estamos com muita fome... Tivemos que esperar uma preguiçosa levantar da cama!

Quinn abriu um sorriso enorme e abraçou a irmã com força, ainda sorrindo. Frannie lhe devolveu o abraço na mesma intensidade. A Fabray mais nova precisava tanto daquilo e simplesmente se deixou levar pela sensação de conforto que abraçar sua irmã lhe proporcionava. Ela suspirou profundamente e sussurrou perto do ouvido de Frannie:

– Como eu sinto sua falta! – Seus olhos estavam fechados, mas ela os apertou numa expressão de melancolia e necessidade, que não passou despercebida por Russell.

– Eu estou aqui agora! – Frannie disse como se pudesse sentir ou perceber algo no comportamento da irmã, que era sempre carinhosa com ela, mas que nunca se mostrava vulnerável diante de nada, como estava acontecendo ali naquela hora.

– Eu tenho uma coisa pra vocês! – Quinn comentou depois de alguns segundos, se afastando da outra.

– Obaaa! – A mais velha bateu palmas em uma demonstração infantil de felicidade.

Quinn lhe entregou a pequena caixa e ficou apenas observando. Frannie sorriu ao ver um bilhetinho preso na tampa do pacote, que dizia:

Uma lembrancinha para a mamãe de primeira viagem!

Com amor, Quinnie. ;)

Ela abriu e sorriu mais ainda com o conteúdo da caixinha. Russell observava as filhas com um sorriso orgulhoso e Judy tentava ver o que a primogênita acabara de ganhar.

– Eu amei! É lindo Quinnie! – Ela abraçou a irmã novamente, lhe dando um beijo estalado na bochecha. Quinn apenas sorriu. – Olha gente! Meu presentinho! – Frannie ergueu dois sapatinhos de pano no ar, para mostrar aos pais. Os dois eram delicadamente bordados na cor branca, realmente de muito bom gosto. – Onde foi que você encontrou?

– Eu vi um desenho na internet e mandei fazer! – Quinn respondeu ficando tímida repentinamente. Frannie levou a mão direita ao peito, num ato extremamente dramático e teatral, dizendo:

– A melhor irmã do mundooooo!

Quinn riu balançando a cabeça negativamente. Deixe para Francesca o cargo de humorista!

– Agora vamos comer porque eu estou com muita fome! – Frannie falou sorrindo. E todos a seguiram até a cozinha.

Judy havia feito dois tipos de massa, a comida estava deliciosa. O jantar foi repleto de conversas animadas e histórias de Frannie sobre o início da gravidez, sobre consultas e os planos que ela e o marido tinham para o bebê. Russell sempre fora mais calado do que Judy, mas ambos demonstravam alegria e revelavam opiniões sobre tudo. A nova mamãe havia revelado que sua ideia inicial era fazer uma surpresa e contar a novidade pessoalmente, mas que ela ficou muito ansiosa e por isso resolveu falar por telefone. Quinn se lembrava desse dia e de seus pais rindo emocionados na sala, Judy praticamente saltava de felicidade. Ela tinha certeza que Frannie não aguentaria esperar para contar pessoalmente. Ao contrário de Quinn, ela sempre fora muito aberta sobre seus sentimentos e as coisas que aconteciam em sua vida. Sempre empolgada, falante e ansiosa. Quinn a olhava com admiração e carinho o tempo todo. Ela mal poderia esperar para segurar a coisinha fofa que sua irmã traria ao mundo em alguns meses. A loira gostava de crianças e se dava bem com elas. Mal podia esperar para ser titia. Sorriu com o pensamento de ser chamada assim por um menininho ou por uma menininha. Durante o tempo inteiro, ela lutou bravamente para esconder seus próprios problemas. Sempre fora assim, ela preferia lidar com eles sozinha, pensar muito até decidir o que fazer. Quinn era reservada e afastou seus medos e dúvidas durante o jantar todo, ela não queria que seus pais sentissem o cheiro ou notassem em seus olhos. Primeiro porque ela sempre evitara ao máximo preocupa-los com seus problemas. E segundo porque aquele era o momento de Frannie, todas as atenções deveriam ser direcionadas a ela somente. Quinn não queria roubar isso da irmã e é óbvio, não queria preocupa-la também! A loira diria que estava fazendo um trabalho excelente em mascarar seus sentimentos, mas ela não sabia que era discretamente observada por seu pai o tempo todo. E Russell conseguiu perceber alguns sorrisos tristes e olhares melancólicos. Mas ele sabia disfarçar também.


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– É realmente uma pena que John não tenha vindo! Seria divertido com ele aqui...


– É, ele comentou mais de uma vez que estava triste por não poder vir, mas ele tinha essa reportagem pra terminar de escrever...

– Outro dia ele me mandou um e-mail com uma reportagem muito legal sobre lobisomens no cinema. Ele contou pra você? – Quinn comentou.

– Contou! E contou sobre sua resposta... Ele morreu de rir! – As duas sorriram.

– E como ele está se sentindo sobre a gravidez e tudo mais? – Quinn perguntou. Frannie sorriu e franziu as sobrancelhas numa expressão questionadora para a irmã.

– Você ta me perguntando isso de novo? – Quinn congelou. Merda!

– E-eu... – Ela balançou a cabeça sorrindo, um pouco envergonhada. Seus pais perceberam o que havia acabado de acontecer. – É verdade... Eu me confundi... Eu estava me perguntando na verdade, se ele tem preferência pelo sexo do bebê!

– Ah, não... Nós conversamos sobre isso e concordamos que ficaremos felizes sendo menino ou menina. Ele diz que acharia o máximo ter um menino e poder ensinar um monte de coisas para ele, mas que também seria ótimo ter uma menina e poder mimar ela igual uma princesa! Pra ser sincera, acho que ele preferia que viessem dois! – Frannie deu uma gargalhada gostosa com o próprio comentário e a família se juntou a ela, mudando de assunto em seguida.

Depois da refeição, eles ficaram na sala de estar durante cerca de duas horas. Era mais ou menos onze quando todos decidiram dormir. Queriam acordar cedo para aproveitar o dia seguinte na aldeia. Judy e Russell se despediram das meninas e foram para o quarto. Quando Frannie começou a dizer boa noite, Quinn lhe pediu para que dormisse com ela em seu quarto, alegando que sua cama era grande, confortável e espaçosa.

– Com tantos elogios, agora eu quero mesmo conhecer sua cama! – A mais velha sorriu brincalhona. – Só vou me trocar no quarto e já volto! – Quinn acenou.

Enquanto a loira mais velha se arrumava para dormir, Quinn vestia um pijama no closet. Seu celular vibrou, indicando uma mensagem. Santana!

Hey Quinn, como estão as coisas por aí? Tudo bem com Frannie? Diga que mandei lembranças... Ah, você não sabe... Sandy Ryerson foi demitido. Parece que ele deu em cima de um aluno :S Assustador!

A loira franziu a testa com a informação sobre Sandy, mas ficou feliz por Santana ter perguntado sobre sua irmã.

Está tudo bem Sant, obrigada! Vou dizer sim... Podemos nos encontrar amanhã na aldeia, nós vamos todos pra lá! Espero que estejam se divertindo.

A segunda mensagem veio logo:

Vamos pensar no seu caso Fabray... E sim, estamos nos divertindo MUITO! Você não sabe o que está perdendo... Hahahaha >:D

Quinn revirou os olhos com aquela mensagem. Santana sempre seria Santana!

Já devidamente vestida, a loira saiu do closet e encontrou a irmã meio deitada, meio sentada na cama, sorrindo amorosamente para ela. Quinn devolveu o sorriso se aproximando. Começou a retirar o edredom de seu lado e estava ajeitando o travesseiro quando a irmã lhe disse:

– E então? Vamos conversar sobre seu comportamento durante o jantar? – Ela ficou séria.

– Que tal falarmos sobre algo que seja problema seu? – Quinn sorriu com sarcasmo e seu tom de voz era carregado com um pouco de raiva, por perceber que todo seu teatro tinha sido em vão. “Lá vem ela! Que droga!”, a loira pensou.

– Eu sou sua irmã Quinn. – Frannie se endireitou na cama. – O que acontece com você é problema meu sim! Você realmente achou que eu não tinha percebido?

– Olha Frannie, cuida da sua vida, ta bom? Se eu precisar conversar com alguém, procuro você, pode ter certeza! – O tom de voz agora era cortante.

A loira mais velha revirou os olhos. Isso era típico de Quinn.

– Primeiro, abaixa a guarda. Você não tem motivo pra me tratar desse jeito. Segundo, eu estou tentando te ajudar Quinnie. Sarcasmo e palavras duras não terão o menor efeito em mim. Não sou a Santana! – Frannie falou em tom de repreensão, mas com carinho também, ela se preocupava com a irmã. A comparação com a latina era mesmo inevitável, por mais que Frannie gostasse dela, Santana era uma pessoa de pavio curto. Era tão fácil tirá-la do sério...

Quinn, por sua vez, balançou a cabeça, arrependida e desolada. Apesar de toda a dor que ela sentia naquele momento, não valia a pena afastar uma das pessoas que mais se importava com ela. Aquele final de semana deveria ser completamente a respeito de Frannie... E lá estava ela se preocupando com Quinn, que mais uma vez, numa tentativa frustrante de se esconder dos outros, dentro de si mesma, havia magoado a pessoa que ela mais admirava no mundo! “Burra, burra, burra! Por que você é assim?”. Mas se questionar sobre suas manias, defeitos e sentimentos, naquele momento, só traria mais batalhas internas e ela não sabia se aguentaria mais. Não naquele dia. A head cheerleader durona, seca e forte não tinha forças para segurar suas lágrimas por mais tempo. Chorar sozinha era um alívio, era seguro. Mas quanta coragem era preciso para chorar na frente de alguém. Para Quinn, sempre fora um desafio. Talvez por vergonha, talvez por orgulho ou até mesmo medo. O fato era que a loira não era o tipo de pessoa que se mostrava completamente para os outros. Não... As fraquezas eram suas somente e ela guardava para si. Era quase como uma forma de se defender. Como todo mundo, como todo SER HUMANO, ela tinha esse lado, mas não o mostrava para ninguém. Quase nunca... Afinal, é impossível esconder tudo o tempo todo... E de todos! Frannie era alguém em sua vida que a conhecia muito bem, como a própria palma da mão. Talvez fosse impossível esconder qualquer coisa dela. Quinn sentiu um gosto amargo em sua boca. Ela fechou os olhos e respirou fundo, antes de responder num tom de voz falho e completamente melancólico:

– Desculpa! E-eu... Eu só não... Não sei dizer o que aconteceu... – Ela dizia baixinho. Frannie percebeu os olhos da irmã lacrimejarem e sentiu por ela.

– Confia em mim Q.! Eu estou aqui por você. Não quero te pressionar, mas conversar com alguém ajuda!

– Frannie, eu... – Ela suspirou. – Eu tenho sentido... Estímulos... – Fechou os olhos com força.

– Quinn, mas isso é... Maravilhoso! – Frannie abriu um sorriso enorme. A outra loira balançou a cabeça negativamente e lágrimas começaram a cair de seus olhos. – Hey, qual é o problema? – Perguntou preocupada e confusa. Quinn não esboçou qualquer reação, tampouco um sinal de que fosse responder. – Q., fala comigo! Por favor!

– Não! Esquece isso, vamos dormir! Ta tarde e eu estou cansada! – Quinn falou enxugando as lágrimas com força. Ela detestava tudo isso. Essa demonstração ridícula de fraqueza... Era humilhante!

– Não digo eu! Você já dormiu demais... Agora que começou, termine. Ou você prefere que eu converse com nossos pais?

– Jesus, Frannie! É uma garota! Você está feliz agora? Estou tendo estímulos por uma garota... – Quinn respondeu de forma ríspida e irritada. Abaixando o tom de voz ao pronunciar a última palavra, como se fosse algo muito ruim de dizer. A outra Fabray abriu a boca várias vezes, mas não conseguiu dizer nada. – É por isso que eu não queria te dizer! Satisfeita?

– Uau! – Foi tudo que ela conseguiu falar.

– É...

– Eu nem sei o que dizer!

– Eu percebi! Que tal começar citando a bíblia? – A loira se sentou na cama cruzando os braços.

– Quinn... Você sabe que isso é comum, não sabe? Acontece com qualquer um de nós e-.

– Que se dane Frannie! – A mais nova quase gritou. – Não é normal... Além de um monstro, eu sou uma aberração! – Com essas palavras, a garota começou a chorar compulsivamente. Francesca se sentou de frente para ela e segurou suas mãos, para evitar que Quinn tapasse os olhos. Mas a cheerleader sabia o que a outra estava tentando e num gesto infantil, fechou seus olhos com força.

– Quinn, você não pensa desse jeito... Olha pra mim! – Ela pediu com carinho na voz! Quinn balançou a cabeça negativamente.

– Eu não consigo!

– Consegue sim! Você consegue qualquer coisa Quinn! Nós duas sabemos que você é a durona aqui... – Essas palavras surtiram o efeito esperado e Frannie sorriu com todo seu amor para a irmã. – Me ouve, ta legal? Escuta tudo que eu tenho pra te dizer... – Quinn soluçava um pouco, mas concordou com um aceno. – Isso que está acontecendo com você é a coisa que nós mais esperamos pra sentir! Eu sei que nesse momento cada pedacinho do seu corpo está queimando por causa dos estímulos. E eu sei que dói Quinn, independente de qualquer coisa, não vou mentir pra você! Às vezes é uma dor tão grande que você chega a pedir pra morrer! – Isso fez a mais nova olhar dentro dos olhos da outra com atenção. – Mas não faça disso um fardo. E não pense, NUNCA, que é algo errado de sentir, não se culpe só porque uma garota tem te estimulado.

– Mas e o que todos vão dizer? Como eu vou contar para os nossos pais?

– Quinn, na aldeia ninguém dirá nada, não se preocupe! Santana e Brittany estão juntas desde sempre e nunca ninguém se importou! E nossos pais vão entender... Pode ter certeza! Nós somos cristãos, é verdade, mas não extremistas ou preconceituosos. E além do mais, isso não foi uma escolha sua! Sabemos muito bem como tudo acontece... Você alguma vez, tentou conversar com papai e mamãe sobre homossexualidade? – Quinn balançou a cabeça negativamente. – Então minha irmã... Não sofra por antecipação!

– É só que... A vida inteira eu pensei que...

– Pensou o que Quinn? Que fosse errado? É isso que você sente estando perto de Brittany e Santana? Que é errado? Eu tenho certeza que não... Assim como os outros membros dessa família... Nossos pais nunca trataram qualquer uma delas com preconceito ou desdém. Eu sei que você deve estar pensando que é muito fácil pra mim te dizer todas essas coisas quando eu não sinto o mesmo que você... Mas eu sou sua irmã e tudo que eu quero é te ver feliz! Você consegue me entender?



– Consigo! – A mais nova, a essa altura, já estava aparentemente mais calma, sentada de pernas cruzadas e analisando as mãos com extremo interesse. Mas algumas lágrimas ainda caíam de seus olhos e ela capturava cada uma delas como se chorar também fosse errado.



– Então por que você continua chorando? – Frannie perguntou num tom carinhoso.

– Eu... Eu não sei o que fazer Frannie! E-eu... Eu entendi tudo o que você disse, mas eu não sei... Eu não consigo! – A loira se rendeu ao choro mais uma vez. Ela tapou o rosto com ambas as mãos, envergonhada e se sentindo completamente exposta, mesmo sabendo que aquela era sua irmã. A mesma e provavelmente única que tantas vezes presenciara os momentos de fraqueza de Quinn. A mesma Frannie, que ao analisar rapidamente a atitude da irmã, pensou: “Certas coisas nunca mudam!”.

– Vem cá! – Ela disse carinhosa, puxando a irmã pra deitar em seus braços. Quinn se afundou no abraço de Frannie, que com uma das mãos percorria suas costas e com a outra a mantinha no lugar. A mais nova foi se acalmando conforme a outra ia sussurrando palavras de carinho em seu ouvido e cantarolando alguma música sem realmente dizer qualquer palavra. Alguma música que Quinn não reconheceu no momento, mas isso não importava mais. Ela estava caindo no sono com a voz doce da irmã e ela realmente precisava descansar. Quando Frannie percebeu que a outra havia cedido ao sono, foi se afastando dela cuidadosamente e ajeitou sua cabeça no travesseiro. Depois levantou para cobri-la e antes de deitar ao seu lado para dormir, ela repousou um beijo leve em sua têmpora e sussurrou:

– Te amo teimosa! Durma bem... Estarei ao seu lado!

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Notas finais
E aí, alguém achou alguma coisa? :)

Xoxo