Notas iniciais
Olá! Novo capítulo de Turn The Page. Esse capítulo rendeu um pouco mais de palavras. Boa leitura!

Na manhã seguinte, quando eu acordei, Jessica não estava mais ao meu lado, ao invés disso, eu encontrei um bilhete com a letra dela escrito: "Para Mandy ♡". O papel estava dobrado em dois. Abri o bilhete e li o que estava escrito nele.

"Bom dia, Mandy! Eu apenas queria dizer que estar com você na noite anterior foi maravilhoso, apesar do que houve entre você e o seu chefe. De alguma forma, eu me sinto um pouco culpada por ser motivo de vergonha para as pessoas que você trabalha, e talvez para você também..."

Parei de ler para refletir um pouco sobre aquele trecho. Não, Jessica não era uma vergonha para mim. Eu a amo, e não ligo para o que os filhos da puta que trabalham comigo pensam, talvez Jessica se importe demais com o que os outros pensam. Mas, eu não. Vergonha foi eu ter me relacionado com o Duke apenas para alavancar a carreira dele e depois ele me trair com outras garotas, porque eu estava de mãos atadas, e não podia contestar a minha relação com ele, pois eu tinha um contrato para cumprir que envolvia muito dinheiro, tanto para o meu estúdio, quanto para os caras que trabalhavam pro Duke, e para a droga da mídia. Jornais, revistas, tudo o que você pensar.

Enfim, li mais uma parte da carta.

"Mandy, eu quero dizer que eu amo muito você, desde o dia que eu te encontrei. Eu a vi estressada e para baixo no café, e então você gritou comigo e depois pediu desculpas, e eu disse que estava tudo bem. Depois disso, você me visitou no meu trabalho, com um visual muito bonito, tão bonito que meus olhos quase se encheram de lágrimas de tanta felicidade que você me deu. Mas, eu precisava manter a minha postura no trabalho, então eu não disse essa parte. Essa carta não é minha despedida, eu só queria te agradecer por me fazer muito feliz."

Outra pausa para reflexão. As lágrimas começaram a rolar dos meus olhos. Todo aquele carinho impresso naquele pedaço de papel, todo o amor que ela me dava, estava tudo naquela carta. E então eu não resisti. Comecei a chorar depois de ler aquilo.

Eu acho que eu devo ser masoquista, porque ler aquela carta era tortura, e eu, mesmo chorando litros de lágrimas, continuei a ler mais um pouco do que estava escrito lá.

"Eu acho que é basicamente isso. Venha me visitar no café quando você acordar."

PARA! Eu não me conformo de ter me torturado lendo essa carta tão bonita para chegar nessa mísera frase! Deus! Por que tinha que se resumir a essa simples frase? Por quê?

Mas espera! Tem mais! E as lágrimas vão rolar mais um pouco como rochas rolando em uma pedreira.

"Mandy, lembra do segundo dia, quando você me perguntou qual tipo de omelete eu sugeria para você? Pois bem, achei que você não se contentaria com essa carta apenas, então eu resolvi preparar uma omelete especial para você, antes de eu ir para o meu trabalho. Eu sei que trabalhar é importante, mas eu gostaria que você soubesse que depois que eu te conheci, você passou a ser minha prioridade. Você disse na festa da revista que eu era muito importante para você, que eu era...única. Eu gostaria de te pedir desculpas pelos comentários que eu fiz a você sobre as suas roupas, sobre tudo..."

Parei de novo. Cara, não sei o que comentar depois desse trecho. Ela fez um omelete para mim antes de ir para o trabalho? Que fofa! Eu AMO essa mulher! Jessica...eu acho que nós duas estávamos predestinadas a nos encontrarmos. Eu sei, "Essa frase é tão cliché", vocês me dizem, mas...acho que essa é a melhor maneira de definir o meu relacionamento com Jessica, ou melhor, o meu encontro com Jessica. Sim, porque isso ainda é um encontro, eu ainda estou explorando essa nossa relação como amigas, para ver se depois surge um "algo mais". Eu sei que eu já tive um "algo mais" com Jessica, mas não é disso que eu estou falando. Eu quero ver como a nossa relação progride, mesmo que para o bem ou para o mau.

"Enfim, prove o omelete que eu fiz com todo o meu amor pensando em você, e depois me diga no trabalho o que achou, está bem?"

— Com amor, Jessica — eu li.

Desmaiei na cama depois de ler aquela carta que Jessica havia escrito para mim, com os olhos ainda transbordando de lágrimas.

Fiquei um tempo ali refletindo e chorando...

Aquilo era muito para o meu coração aguentar. Eu precisava de tempo para processar cada letra que eu tinha lido daquela carta, cada trecho que me fazia lembrar daqueles momentos que eu passei com a Jessica.

Meu mundo havia desmoronado.

[...]

Mais tarde, depois de me recompor, ainda com uma cara de choro e a maquiagem que eu estava usando, toda borrada, fui até a cozinha procurar pela omelete que Jessica havia me preparado, e a encontrei em um prato na mesa, com os talheres ao lado e um novo bilhete.

Achei que eu ia ter um troço e que desejaria me suicidar por ficar com o coração tão carregado de emoções e sentimentos maravilhosos, mas não.

Encontrei um simples bilhete, sem detalhes, apenas escrito: "Me coma!"

Aquilo parecia coisa do livro "Alice no pais das maravilhas".

Espera um pouco ai. "Alice", vem de "Alicia". Quê?! Como Jessica sabe disso? Digo, não estou chamando ela de burra ou analfabeta, nem nada, mas...como ela teve essa ideia de escrever exatamente a mesma passagem do livro naquele papel?

Eu acho que me lembro de quando eu era pequena, e minha mãe lia para mim esse livro. Eu ficava maravilhada com cada detalhe daquele livro infantil. A Rainha Vermelha, Alice, o coelho que corria apressado, o Chapeleiro Maluco...o gato falante...enfim, são tantos elementos...

A minha vida se parece um pouco com a história de Alice. Eu sei que isso parece loucura, ou piração, mas...de alguma forma, alguns dos elementos desse conto parecem se encaixar com minha vida.

Eu explico.

O chapeleiro maluco em seu chá com o coelho apressado que resolve convidar Alice para beber chá. Eu encontrando Jessica no café.

O coelho apressado? Eu que estou sempre correndo com os meus compromissos.

Alice caindo no buraco do coelho? Eu também, quando descobri que o Duke me traiu com aquelas garotas, e depois...bem, eu acabei indo para o café da Jessy para espairecer a minha cabeça de toda aquela perseguição que eu estava sofrendo.

Eu sei que Alice é mandada para um manicômio por acharem que ela está louca ou algo assim, e isso se aplica a minha vida também. Meu envolvimento com Jessica, e o Paul e as outras pessoas não aceitando que eu me envolvesse com pessoas que não eram do mesmo círculo social que eu.

Tantas metáforas. Eu poderia ficar aqui divagando sobre todas elas, mas...eu preciso viver cada momento da minha vida como se fosse o último, porque quando a fome dos holofotes passar, eu voltarei a ser um "nada", e provavelmente estarei mendigando por ai para que a luz dos holofotes se acenda de novo para mim.

Então, eu comecei a comer aquela omelete. O gosto estava muito bom, porém, estava quente como naquele dia que eu tomei café da manhã no trabalho da Jessica.

Algum tempo depois, eu ouvi o telefone tocar. E vocês devem estar se perguntando, eu tomei o café da manhã com o vento nas partes? Sim. Eu não consegui me vestir apropriadamente, porque a carta de Jessica me deixou com o coração na mão.

Vocês devem estar achando isso um absurdo. Mas eu vos digo uma coisa, Christina Aguilera e o marido andam pelados dentro de casa, então...qual é o problema?

Então eu parei um pouco de comer e voltei minha atenção para o telefone que não parava de tocar.

Fui até ele, retirei ele da base e atendi. Era uma ligação do Howard.

— Bom dia, Alicia! — ouvi ele exclamando em um tom alegre.

—Bom dia, Howie! — eu devolvi.

— Desculpa, eu estou interrompendo algo? — Howard quis saber.

— De forma alguma. Na verdade, eu estava me perguntando sobre você — respondi.

— Ah, obrigado por se preocupar comigo, Alicia. Você sabe, eu gosto muito de você, querida — Howard comentou.

— Obrigada. Então...você ia dizendo? — inquiri.

—Ah sim. Eu estou ligando porque eu estou aqui no seu estúdio, e o Paul me passou o número do telefone da sua casa, e bem...eu gostaria que você viesse me ver — Howard me explanou.

Ok. O que o Howard está fazendo no meu estúdio? Digo, ele não poderia conversar comigo pelo telefone? Espera! Ele não tinha o meu telefone...é isso.

— Howard, posso saber do que se trata? — interferi.

— Bem, vamos dizer que é sobre a noite do seu ensaio. Eu tenho uma grande surpresa para você, mas você terá que vir aqui pessoalmente para saber o que é. Eu prometo que eu te dou mais detalhes quando você vier para cá— Howard confessou.

—Tudo bem. Eu vou passar ai depois do café da manhã — retruquei.

— Certo. Deixe-me adivinhar, você está indo ver aquele anjo de garota chamado Jessica? — Howard falou com cara de interesseiro.

— Sim? Por quê? — inquiri.

— Nada. Eu só...fiquei curioso, só isso — Howard balbuciou.

— Está bem — conclui

—Está certo. Eu estou te esperando. Até mais! — Howard se despediu.

Eu pus o telefone de volta na base, e fui tomar um banho. O banho estava delicioso. A água quente, mas não muito caía sobre o meu corpo me lavando e transformava o boxe do chuveiro em uma verdadeira sauna. Aquele calor sobre o meu corpo não só abriu os meus poros, mas também me fez pensar na Jessica.

Eu peguei o sabonete na saboneteira no canto da parede e comecei a ensaboar o meu corpo. O sabonete deslizava sobre minha pele e logo eu me lembrava do toque delicado da Jessy.

Depois de um tempo ensaboando o meu corpo, tirei a espuma e comecei a passar o xampu e aos poucos ia tirando-o com a água.

[...]

Quando sai do banho, peguei uma toalha no armário do banheiro e me sequei. Eu esfregava a toalha no meu corpo e no meu cabelo para tirar bem a água.

Depois fui para o meu quarto por uma roupa. Peguei uma jaqueta jeans preta, um top tomara que caia rosa, uma calça jeans, e uma sandália de couro bem básica.

Então fui pegar meu celular e minha bolsa e depois fui para o carro.

Benny's Café.

Chegando no café onde Jessy trabalhava, eu a encontrei perto da mesa que eu tinha ficado quando eu a conheci.

Os olhos de Jessy estavam radiantes e ela me recebeu com um sorriso bem aberto.

— Oi, Mandy! — Jessy me cumprimentou.

— Oi! — devolvi.

— Você está brava, Mandy? Não gostou da omelete que eu fiz para você — Jessy inquiriu já mudando a expressão no semblante para uma cara mais fechada.

— Não,não,não! — Eu contestei fazendo um gesto de "Pare" com as duas mãos espalmadas — Eu...adorei a sua omelete, estava deliciosa.

— Verdade? — Jessy começou a pular de alegria. Os peitos delas chacoalharam para cima e para baixo com os pulos que ela dava no lugar — Obrigada.

Jessy sorriu para mim e beijou minha boca. Depois ela se afastou de mim e ficou me olhando intensamente.

— Jessy...sobre aquela carta — eu retruquei.

— O que tem ela? — Jessy quis saber.

— Bem... — eu balbuciei.

Eu me mordia tentando não machucar os sentimentos dela ao dar meu parecer sobre a tal carta. Mas, não conseguia evitar. Então resolvi ser discreta.

— Olha, eu li a carta e todas as coisas que você disse nela me deixaram muito feliz. — eu explanei — Você é um anjo de pessoa, Jessy. E eu amo muito você também.

— Nossa! Obrigada, Mandy — Jessy então me abraçou apertando a minha cintura contra o corpo dela — Muito obrigada, mesmo.

— Espera ai, Jessy — Falei fazendo um agrado na cabeça dela — Eu não terminei.

Jessy se afastou de mim, largando a minha cintura.

— Tudo bem, fala — Jessy consentiu.

— Eu vou ser direta, tudo bem? — Perguntei. Eu não queria magoá-la.

— Tudo bem. Pode falar — Jessy retrucou.

— Certo. Jessy, você quer me matar do coração, sua louca? Eu quase enfartei lendo os versos daquela carta — eu exclamei.

— Desculpa, Mandy. Eu só queria expressar o meu amor por você — Jessy falou com uma cara triste.

— Eu sei, Jessy. É só que... — fiquei sem saber como me defender — Olha, por favor, não chora!

Jessy limpou o rosto antes que começasse a chorar.

— Tudo bem. Você não sabe o quanto eu te amo — Jessy abriu um novo sorriso e pôs uma parte do cabelo atrás da orelha esquerda.

— Eu acho que o meu último comentário sobre essa carta é: "Você não é uma vergonha para mim". —eu a lembrei.

— Mas Mandy...todos parecem não gostar de mim só porque eu não sou do mesmo nível social que eles... — Jessy comentou.

— E dai? Por que você se importa com o que os outros pensem? Eu gosto de você e não estou nem ai para o que aquele bando de filhos da puta achem da nossa relação. O que eles acham é opinião deles, não minha, ou sua. — eu disse a ela.

— Talvez você esteja certa... — Jessy interrompeu.

— E...como você sabe sobre "Alice no país das maravilhas"? Esse livro é o meu favorito — eu a interroguei.

— Bem, esse livro era o meu favorito também quando eu estava no maternal. Eu sempre sonhei em um dia conhecer o "país das maravilhas" e quem sabe encontrar um príncipe encantado por lá... — Jessy revelou.

— Sério? Então nós não nos encontramos por acaso... — eu retruquei.

Eu fiquei muito feliz de ouvir aquilo da Jessy. Meu coração começou a palpitar e eu senti as minhas borboletas do estômago quererem fugir.

Então eu a abracei como se ela fosse minha bebê, e fiquei ali abraçada com ela por um tempo, depois me afastei.

— Bem, eu estou um bocado ansiosa... — eu não conseguia conter a minha ansiedade.

— Por quê? — Jessy inquiriu.

— Bem, é que eu preciso passar lá no meu estúdio em Los Angeles. Howard disse que tem uma surpresa para mim, mas...acho que vou comer algo aqui antes de ir para lá — comentei.

— Nossa! Que legal! O que será que é? — Jessy ponderou.

— Eu não sei — repliquei — Eu estou indo para lá ver do que se trata.

— Entendo. Enfim, eu reservei essa mesa especialmente para você — Jessy me disse indicando que eu me sentasse.

— Bem, obrigada — eu a agradeci.

— Essa mesa é sua. Sempre que vier aqui, ela estará reservada para você — Jessy me lembrou.

— Muito obrigada mesmo.

Então eu me sentei na mesa e cruzei minhas pernas.

— Eu vou trazer o cardápio para você. Já volto — Jessy retrucou.

Então eu coloquei minhas mãos atrás da nuca com os dedos entrelaçados como se fosse um encosto, inclinei minha cabeça para trás e relaxei um pouco. Jessy provavelmente havia ido atender algum cliente enquanto me deixava plantada na mesa.

Uma brisa fresca passou sobre mim esvoaçando alguns fios do meu cabelo que estava preso com uma piranha.

[...]

Algum tempo depois, após atender as mesas oferecendo o cardápio para os clientes das outras mesas, Jessy me acordou batendo de leve com o cardápio na minha cabeça.

— Ai! — exclamei — O que foi?

— Você estava dormindo e roncando — Jessy reclamou.

— Mentira! Eu estava apenas relaxando um pouco — atestei.

— Sei...eu te trouxe o cardápio — Jessy disse colocando-o sobre a mesa e o deixando aberto.

— Está bem — comecei a olhar para o cardápio e a folheá-lo.

— Vai escolhendo enquanto eu vou ver os outros clientes — Jessy avisou.

— Tudo bem.

Quando Jessy ia indo até as outras mesas, eu afastei o meu olhar do cardápio por um momento e a vi parada no meio do caminho. Ela se virou e veio até mim.

— Eu esqueci de uma coisa — Jessy explanou.

— O que foi? — quis saber.

— Bem, eu não sei se você percebeu, mas eu estou usando a mesma roupa que eu usei no evento, e eu queria saber se você me deixaria usá-la mais um pouco — Jessy desembuchou.

— Pode ficar, Jessy. Eu tenho muitas roupas no meu armário — eu consenti.

— Obrigada. E...depois eu pego a minha outra roupa — Jessy me lembrou daquela roupa que ela havia usado no segundo dia, quando me preparou a omelete.

— Ah, não se preocupa com isso — eu desmunhequei a mão esquerda enquanto segurava uma página do cardápio com a outra.

— Está bem — retruquei.

Jessy voltou a sorrir e se retirou enquanto eu fiquei escolhendo alguma coisa do cardápio.

Então, eu comecei a olhar para o cardápio, ele olhando para mim, eu olhando para ele, aquele romance cliché de do cliente e o cardápio.

"Talvez um Panini com presunto e queijo" — pensei.

"Ou talvez um croissant com cream cheese e manteiga" — ô indecisão minha.

— Parfait de frutas silvestres — olhei para a opção no cardápio — É, vou pedir isso e o Panini com cream cheese e manteiga e...um iogurte grego.

[...]

Passado um tempo ali escolhendo o que eu ia comer, Jessy voltou para a minha mesa.

— Já estou de volta. E ai, você já escolheu? — Jessy já foi sacando o bloco de anotações e a caneta do bolso.

— Vou querer o Panini com cream cheese e manteiga, o parfait de frutas silvestres e um iogurte grego — pedi.

— Tudo bem— Jessy começou a anotar rápido o meu pedido — Algo mais?

— Sim, quero você aqui comigo na mesa, gata — parei para me corrigir — Digo, Jessy.

Jessy gargalhou.

— Isso eu vou ficar te devendo pois eu estou trabalhando — Jessy começou uma piada.

Eu ri daquilo. Aquilo foi muito engraçado. O café da manhã acabou se tornando um verdadeiro Happy Hour.

— Eu já volto — Jessy se retirou rindo.

[...]

Então Jessy chegou com o meu pedido e o serviu na mesa.

— Aqui está — Jessy foi colocando os itens na mesa.

— Obrigada — agradeci.

— Bom apetite — Jessy retrucou.

— Obrigada.

Jessy se retirou da minha mesa e foi limpar algumas mesas vagas que estava bagunçadas, retirando os copos e levando para dentro.

Eu comecei pelo Parfait de frutas silvestres. Parecia fresquinho e muito gostoso. Havia Mirtilos, Cranberry, framboesa, misturado com granola no topo de um iogurte rosa em baixo.

Misturei o cereal no iogurte, e comecei a comer, misturando os ingredientes com a colher naquele creme.

Vou te dizer. Me diverti muito naquele "Happy Hour" improvisado.

Notas finais
Obs: Parfait é uma sobremesa que tem nos cafés dos EUA, vem num copo com 2 partes, no topo tem um "potinho" com cereal e na parte de baixo tem um iogurte parece, você pega o potinho do cereal e vira na parte de baixo, mistura e come. Espero que tenham gostado^^ Até mais!