Tudos Vivemos
1 Tudos vivemos
Observo o meu pequenho, perfeito mundo cair aos pedaços.
Jin.
O que você tens feito?
As palavras do senhor em gravata e terno à TV –tão inexpressivo, tão formal que parece um robô- ressonam nas minhas orelhas , não obstante ès um som amordaçado, afogado, como se eu estivesse debaixo d’agua. Aperto forte o telemando, mais ele me resvala dàs mãos suadas.
Noto que estou tremando, como se fora estivesse fazendo 10°grau.
Então penso de precisar de uma pequenha trègua: meu mundo precisa ser reconstruido, sò um minudo. Fecho os olhos, e me ensforço de pensare que isso não nada de verdade, Jin não tem enviado aquele avião militar a Espanha. Jin ès um garoto bonzinho e gentil. Sò quando estas palavras estão fixada na minha mente, decido que ès hora de abrir os olhos.
O que eu vejo me fica paralisada, mais não muito: nos tudus somos acostumados a ver aquelas imajens de destruição, limpidas como retratos, esguichadas nos monitores de nossas televisãos, sentados tranquilos no sofà.
O que pesa-mim ès uma vozinha na minha mente que continua me dizer que talvez Jin tenha feito tudo isso.
Jin.
Vejo de novo o dele olhar gris-verde, brilhante mais sem vida, um olhar capaz de matar para valer? Eu não sei…Tenho medo. Me dobro , joelhãos perto do peito, no sofà, pegando o plaid ao meu lado para o jogar sobre de mim, como se pudesse me proteger do terror das palavras que a minha mente tem decidido de repetir como uma canção monòtona :”Jin è o quem tem feito tudo isso, Jin è o quem tem feito tudo isso”
Fecho os olhos. Não. Me levanto do sofà, atravesso o salão ràpida, e abro o mòvel das medicinales d’emergência . O sondo, determinada mais desajeitada, : eu nunca o abrei, se não para pegar alguns medicinales para a artrite do vovô. Cavo entre as cosas e finalmente as minhas mãos pegam a caixa correta. A tiro e a giro nas minhas mãos. Somniferos. Ès a primeira vez que os uso. Mais acho que hà uma primeira vez para tudos.
Me levanto atordoada. Palavras, rumores. Pressiono a almofada na cara, para amortecer os rumores. Parai-vos, penso, quero dormir. Devagar, començo lembrar as ultimas açãos antes de derrubar: os somniferos, a prostação…Jin.
Me levanto do sofà, dolorosamente, e acho de entender o que ès uma ressaca. Se não são issos, oh, a parecem muito.
As horas piscante no despertador me choca: dormei para oito horas.
Me volto na direção da TV: o homem de antes ès desaparecido, agora hà uma mujer que apresenta as notìcias. Furiosa, cansada, pego o telemando, determinada a silenciar a voz dela que alonga as silabas, quando aquela mesma voz pronuncia claramente o nome que me fez sonhar no colègio: Jin Kazama.
Caio aos joelhãos, e ouço, imòvel, o braço ainda estendido e o telemando como uma estenção do braço mesmo, o polegar no botão, a boca aperta.
A mujer desapare, à lugar dela a cara de Jin –mantem a frieza, Xiao, ès sò uma imajem na televisão.
Ès irreconhocìvel. Ès vestido como Man in Black –ele tem os oculos de sol tambem- ele està dizendo algumas coisas, algumas coisas que eu não conseguo entender.
Sou atordoada demais.
Então ele se tira os oculos de sol, fazendo uma parada para chamar a atenção, e os olhos verde-gris dele são magneticos; me sinto quemar.
:-Eu sou satisfeito de anunciar o 6°Torneio do Punho de Ferro.-
O seixto…Torneio?
Um novo Tornei?
Não. Não depois tener bombardear a Espanha, Jin.
Quererei chorar.
Era uma vez, alguèm me disse de não tener medo, qualquer coisa aconteça: em isso residem as raizes da felicidade. Eu sempre tenho achado em isso.
Mais agora, para a primeira vez na minha vida, tenho medo de tudo.
Notas finais
(Eu serìa muito feliz se alguèm quere me corrigir!)
Beijinhos
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