Notas iniciais
Enfim, esse é o primeiro post, espero que gostem! Ah, deixem reviews!
Nos vemos lá em baixo ;*

A vida muda de um modo tão estranho, que nem mesmo nós entendemos — ou entendemos e fingimos que não -, mas naquele dia eu não entendi. Ela mudou tão rápido que eu me desesperei, estava tudo tão bom, porque foi acabar daquela maneira? Mas depois de tudo, quem acabou realmente mudando fui eu. Mudei drasticamente, sem me importar com o que os outros iriam pensar. Mas depois tudo volta a tona e eu volto a ser o que era de novo, ou apenas um pouco do que era, mas volto.

Eu me chamo Juliana, tenho 17 anos e estudo no colégio Phoenix, em São Paulo, mas o que vai mudar na sua vida sabendo isso? Acredito que nada.

Enfim, vamos a história:

26 de agosto, 7H30 da manhã, Colégio Phoenix, Enfermaria.

Juliana:

Que porra, porque eu sempre tenho que ser a pessoa mais desastrada do mundo? A nerdizinha — não há muito tempo -, como todos me chamavam. Que raiva, poruq eu ainda faço essa porra de aula de Educação Física? Porque fui cair justo em cima de Pedro Lanza? Pois é, perguntas sempre sem respostas. Que ódio.

Agora estou eu, aqui na enfermaria, com um curativo de merda no braço e um menino de olhos castanhos esverdeados olhando pra minha cara que nem um idiota. Como eu sei a cor do olho dele? Mas enfim, isso não vem ao caso.

Ele machucou a perna e eu o braço, não me pergunte como, porque nem eu sei. Acho que aquela Estela colocou o pé na minha frente e me fez cair justo em cima dele. Eu ainda não acredito nisso, estou me condenando mentalmente por ter ido nessa aula. Já estava ficando irritada dentro daquele lugar com aquela mulher fazendo meu curativo.

– Quando eu vou sair daqui? — perguntei

– Calma Fernandes, já que você sai. — Ela respondeu

Olhei pra frente e vi Pedro me encarando, não entendia o que ele queria. Olhei ora ele e gesticulei com as mãos perguntando o que e ele — como sempre — somente virou o rosto. Parece que ele nunca me viu, mas ele já viu, ah, deixa pra lá. É melhor eu parar de ficar falando comigo mesma.

– Pronto, pode sair.

– Finalmente! — quase gritei

Peguei minha mochila e saí. Estava andando pelo corredor que dava pro pátio, quando alguém pega no meu braço.

– Mas porra, mais um pra me atormentar? — me virei.


Notas finais
MUHAHAHA -n Sou má, k
Enfim, espero que tenham gostado e se tiver rewiews ainda hoje, eu posto mais (:
Beijos ;*