Tudo Aconteceu Em Seattle
4 Pensamentos
Notas iniciais
Pov. Anastácia Steele
Depois de uma hora na secretaria da faculdade consegui resolver tudo e peguei minha grade de horários e amanhã mesmo retomo as minhas aulas, sai da faculdade e fui para um ponto de ônibus e assim que me sento no banco o mei BlackBerry toca e vejo o número da minha Dinda.
— Oi Dinda. — digo assim que atendo.
—Olá querida, Taylor falou com a senhora Grey e ela está lhe esperando para conhecer você, vou mandar o endereço da casa dela por mensagem, tudo bem? -diz num fôlego só. Sorrio com sua pressa.
—Está sim dinda, agradeça ao Taylor por mim e obrigado por me ajudar também. Um beijo. -digo sorrindo.
— Um beijo querida e não precisa agradecer. — diz e finaliza a ligação, logo em seguida recebo uma mensagem com o endereço e como não conheço muito bem aqui aceno para um táxi que passa na mesma hora.
Falo o endereço que minha madrinha mandou para o homem que logo liga o taxímetro e conduz o carro pelas ruas. Olhando as ruas de Seattle passando pela janela do táxi penso que daqui a mais ou menos quatro meses eu vou estar formada e a procura de um emprego na minha área. Vou precisar desse emprego, se eu conseguir, até lá para poder ajudar nas coisas de casa e poder comprar umas roupas novas, social, para festas e casaul para mim poder estar sempre preparada, eu posso ser tímida mas tenho certeza do que eu quero e a determinação que é preciso para conseguir enfrentar tudo nessa cidade eu vou ter que batalhar muito para mostrar o meu valor.
Tenho certeza de que não vai ser fácil mas eu tenho fé e esperança que no final dará tudo certo, como depois da tempestade sempre vem o sol. Vejo as casas simples darem lugar para grandes mansões de luxo, uma mais linda do que a outra e logo paramos na última da rua. Pago o homem e lhe agradeço depois ne viro para o portão que se abre quando me aproximo, aperto a alça da minha bolsa nas mãos enquanto vejo o belo jardim que se abre em uma trilha grande onde carros passam e pelo que vejo mais a frente da caminho para a carruagem e a porta principal.
Toco a campainha e depois de um tempinho esperando e aberta por uma senhora de mais ou menos cinquenta anos muito mas muito bonita e elegante, olho sua roupa de grife e vejo que ela também me avalia da cabeça aos pês com um sorriso lindo nos lábios. Ela não me olha como se estivesse medindo a qualidade da minha roupa ou se eu sou ou não de classe alta, e um olhar diferente, terno e carinhoso assim como o sorriso que me lança me fazendo abrir um sorriso grande em sua direção. Eu gostei muito dela e olha que nem nos falamos ainda e com esse pensamento que me toco.
—Bom dia eu gostaria de falar com a Sra, Grey. –digo para ela que parece sair deu um tipo de transe com a minha voz.
—Bom dia querida, Sra. Grey e a minha sogra o meu e Grace Trevelyan, você deve ser Anastácia, estou certa? –pergunta ainda sorrindo.
—Pode me chamar de Ana Sra. Trevelyan. –digo sorrindo para ela.
—E você pode de Grace querida e desculpe os meus modos, entre, por favor. –diz ela sorrindo sem graça com um leve tom avermelhado pelas maças do rosto enquanto me da passagem, entro e olho que por dentro a casa e mais linda ainda.
—Bom Ana não sei se Taylor ou Gail lhe explicaram mas estou precisando de uma empregada. Eu não gosto de ter muitos empregados então eu costumo ter três, uma cozinheira e duas para tonar conta da casa enquanto eu não estiver presente. -arregalo os olhos pela surpresa e também por que se ela me oferecer o emprego de cozinheira eu não vou saber cozinhar os pratos chiques que ela e sua família devem estar acostumado e ser for de empregada eu não vou dar conta de arrumar essa mansão sozinha. -Não se preocupe querida você e Emma vão dar conta de deixa tudo arrumado até por que uma vez por semana vem uma empresa de limpeza aqui em casa deixar tudo brilhando então o trabalho de vocês é só manter isso se você aceitar trabalhar para mim. -diz enquanto caminhamos para a sala e ela me indica o sofá para me sentar ao lado dela que se senta com a elegância de uma verdadeira rainha.
—Aceito sim Grace, então quando eu posso começar? –pergunto sorrindo para ela, eu não consigo não sorrir, ela me lembra a minha mãe quando sorri e olha para mim com carrinho e por falar nisso eu tenho que ligar para os meus pais.
—Amanhã mesmo querida, a minha ultima empregada se mudou com o marido e Emma está enlouquecendo para conseguir arrumar tudo sozinha. –diz rindo e eu a acompanho.
—Tudo bem então amanhã. –digo e ela me leva para conhecer a casa e vai me explicando como tudo funciona aqui, a rotina de cada um, os eventos que ocorre algumas vezes aqui e essas coisas.
—Obrigado Grace pela oportunidade e até amanhã. –digo e dou um beijo e um rápido abraço nela que de volve o carinho sorrindo amplamente.
—Que isso querida e até amanhã. –diz e eu saio pela porta.
Pego um taxi na saída da casa de Grace e vou para casa, o caminho demora um pouco e quando chego em frete ao meu prédio já são meio dia e meia e meu estomago clama por comida. Pago a mulher que dirige e entro no prédio, quando entro no elevador e as portas está quase se fechando uma mão para ele logo um homem entra.
—Bom dia, sou José Rodriguez e você deve ser moradora nova, acertei? –pergunta simpático e me estende a mão livre já que a outra segurava uma câmera fotográfica.
—Sou sim, Anastácia Steele, vim morar com a minha madrinha. –digo sorrindo para ele e aperto sua mão.
—Então parece que vamos ser vizinhos Anastácia. –diz quando o elevador parava e no meu andar e pelo que parece no dele também.
—Só Ana. E o que parece, até mais José. –digo e quando vou para a porta do meu apartamento ele me dá um beijo na bochecha.
—Até mais Ana. –e vai para o seu apartamento.
Dou de ombro e vou para o meu, assim que entro jogo minha bolsa em cima do sofá e vou fazer o almoço para mim já que minha dinda só vem para casa depois do jantar. Enquanto preparo um macarrão a bolonhesa para mim eu fico pensando no quanto eu vou ganhar no meu novo emprego na casa dos Grey e se eu saber administrar bem vai dar para mim renovar o meu guarda roupa com todas as roupas para qualquer ocasião, ajudar nas despesa daqui de casa e se duvida sobre um dinheirinho para me divertir e conhecer Seattle a noite e quem sabe sair com possíveis amigos que possa faze rna faculdade? Até agora minha vinda para Seattle tem sido tranquila e nenhum problema o que eu acho maravilhoso, aqui e mais agitado do que em Montesano, tem mais pessoas e mais oportunidades para mim poder crescer na vida, tanto profissionalmente como também pessoal.
Quando eu acabo o meu almoço eu me servo em um prato bem generoso e acho na geladeira um vinho, nem li o nome e já coloquei em uma taça para me acompanhar, não entendo nada de vinho mas esse aqui está ótimo. Termino de almoçar e ajeito a bagunça na cozinha e vou para a varanda com o celular em mãos para ligar para os meus pais que já devem estar pirando de preocupação já que eu disse que assim que chegasse eu ligaria e até agora nada.
—Oi mãe. –digo assim que ela atende e logo me acomodo na cadeira de frente para a vista para a baia de Elliott pois eu sei que essa conversa vai ser bem longa.
Pov. Christian Grey
—ANDREIA! –grito para ela que logo aparece em minha frente.
—Sim Sr. Grey. –diz apostos em frente a minha mesa.
Desde que cheguei a GEH de manhã eu não fiquei na minha sala fui direto para a sala de reuniões e lá fiquei até a hora do almoço que foi apenas de vinte minutos e logo voltei para lá e só sai agora quase cinco horas da tarde, o pior não foi nem ter que aguentar essas reuniões com um monte de homens chatos que se acham muito com propostas para que eu aceite juntar minha empresa com a deles para fazer sei lá o que já que eu não consegui me concertar em merda nenhuma que saia da boca deles pois a única coisa que estava na minha mente era um monte de rostos femininos que a minha mente tentava assimilar ao doce aroma de baunilha que não saia da minha cabeça desde ontem quando senti ele pela primeira vez no meu carro.
Agora de manhã quando Taylor me trouxe hoje de manhã eu vim o caminho todo com os olhos fechados e com o corpo todo relaxado e livre de qualquer tensão mas depois que entrei aqui tudo virou um inferno por que eu não consigo parar de pensar em como deve ser a dona desse cheiro divino e eu nem gosto de baunilha, principalmente, no sexo que eu prefiro mais uma trepada sacana. Agora eu estou frustrado por não ter conseguido prestar a mínima atenção nas reuniões que a minha sorte e que Ross estava ao meu lado e prestou atenção e tudo e anotou tudo também e agora eu preciso descontar a minha frustração e raiva e como não tenho nenhuma submissa vai ser malhando.
—Chame Bastille e fale para ele que eu vou treinar hoje na academia dele. –digo e logo ela sai da minha sala.
Recolho todas as minhas coisa e coloco dentro da minha pasta os contratos para revisar mais tarde em casa e saio da minha sala mandando uma mensagem para Taylor me esperar do lado de fora que já estou saindo.
—O Sr. Bastille disse que vai estar esperando o Sr. –diz Andreia quando passo por ela.
—Já estou indo Andreia e qualquer coisa marque para amanhã. –digo indo para o elevador.
Logo estou sentado no banco de traz do carro sentindo o cheiro de baunilha que não me deixou raciocinar direito o dia todo e que afastou os meus pesadelos a noite, Taylor me deixa na garagem e lhe aviso que já desço para irmos a academia de Bastille. Subo para o meu apartamento e logo dou de cara com Gail.
—Sr. Gray vai querer jantar agora ou mais tarde? –pergunta quando me vê.
—Mais tarde quando eu voltar da academia Gail. –digo para ela que assente e volta a arrumar a sala.
Vou para o meu quarto e vou logo trocar de roupa já que eu pretendo suar muito para me tirar toda a frustração desse dia. Coloco uma roupa para malhar e logo desço para a garagem e entro no banco de traz deitando no banco e fecho os meus olhos apreciando o cheiro que está se tornando mais fraco. Isso me desesperar pois eu não vou ter mais esse momento de tranquilidade que tenho quando sinto esse cheiro doce e o medo se toma do meu peito, será que depois dele desaparecer os meus pesadelos vão voltar? Esse cheiro levou par longe o cafetão e a prostitua drogada e eu não quero que eles voltem para me atormentar.
—Sr chegamos. –diz Taylor me tirando dos meus pensamentos.
—Taylor daqui a duas horas e meia eu quero que esteja aqui para me pegar. –digo saindo do carro. Entro na academia e logo encontro Bastille no meio do mini ringue que tem um pouco longe dos aparelhos de malhar.
—Quero que pegue pesado hoje Bastille, quero descontar tudo o que tenho malhando. –digo andando até ele tirando meu casaco enquanto vejo um sorrisinho se formar em sua boca.
—Com todo o prazer Grey. –diz e logo subo no ringue para começar o meu treino lutando e ver se com isso me esqueço de tudo.
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