Notas iniciais
Oie! Voltei! Como vocês estão? Aqui vai um novo capítulo! Espero que vocês gostem e que tenha ficado bom!

– John? Onde você está? – Sherlock entrou no apartamento tirando o cachecol e o sobretudo.

Watson saiu da cozinha enxugando a mão no que parecia u pano de prato. – Então você chegou?

Sherlock correu para abraçar o namorado e beija-lo. Só que John não saiu do lugar, nem mesmo mexeu nos lábios, fato que o detetive estranhou.

– O que aconteceu? Você está tenso. – Sherlock perguntou

– Oh Sherlock! Como você é inteligente! Como conseguiu deduzir isso?

– Hum. Sarcasmo, o que significa que você está chateado, mas por quê?

John soltou um riso alto e amargo. – Por quê? Bem, digamos que hoje eu jantaria com o meu namorado. Uma situação que é quase impossível devido nossa vida agitada. E quando finalmente conseguimos um momento para nós dois, ele me liga, em cima da hora dizendo que não pode vim! – As últimas palavras saíram em gritos.

– Porque você está falando de mim como se fosse outra pessoa?

– Droga Sherlock! De tudo que eu falei você só prestou atenção a esse detalhe? – A raiva transpirava de John, que rodava a sala impacientemente.

– Não! Ok, você está estressado, sente-se para podermos conversar melhor. – Holmes colocou a mão no ombro do companheiro e começou a conduzi-lo para o sofá.

– Não em toque! – O ex militar se afastou e se sentou na poltrona, Sherlock, no outro lado da sala.

– Onde você esteve?

– Eu estava bem, digamos, em campo, em um caso.

– E porque não me chamou?

– Era muito perigoso.

– Ah, Obrigado Sherlock, estou bem mais tranquilo agora. Saber que você está por ai sozinho, desarmado, caçando algum criminoso, realmente me acalma.

– Não era só um criminoso. Era o criminoso.

John fechou a cara, só tinha uma pessoa a qual Holmes poderia está se referindo. – Não me diga que você foi atrás de Moriarty de novo?

– Era preciso.

O médico se levantou, passou a mão pelo cabelo curto, suspirou e por fim falou. – Você percebeu que ultimamente só pensa e fala nesse cara?

– É o meu trabalho. – Sherlock se levantou e encarava o namorado agora.

– Você mal está me dando atenção! E nem ouse arrumar uma desculpa para isso!

– Sabia que você fica lindo com ciúmes? – Sherlock deu seu melhor sorriso irresistível

– Por Deus Sherlock! Leve pelo menos isso a sério! As pessoas estão comentando muito. Semana passada Molly e Anderson vieram com essa ideia louca ... E eu acreditei!

– Você não deveria.

– E nem queria. Mas ... – John baixou a cabeça e voltou a sentar, sua voz agora trazia melancolia. – Era bem possível, não era Sherlock? – Os dois se olhavam não nos olhos, mas sim na alma.- John, você sabe que eu te amo, e nunca trocaria você.

– Nem por Moriarty? Vamos, admita. Ele é um homem bonito, tem seu charme, e é muito inteligente, chama atenção, e é seu tipo.

Por favor John! Você está começando a ser irracional! Moriarty é meu inimigo.

– Amor e ódio andam juntos.

– Você está cego de ciúmes! – Sherlock foi em direção do mais baixo e o puxou para cima. – Sinto muito, mas essa situação só pode ser resolvida com uma mediada drástica.

– Me solte, isso está doendo. – John se debatia, mas era inútil, Holmes sabia muito bem usar a força que tinha. — E afinal, para onde você está me levando?

– Calma. – Sherlock sorriu seu sorriso característico – Só vamos ao melhor lugar para resolvermos o nosso problema.

– No quarto?

– Viu? Você é bem inteligente.

– Devido a grandeza do nosso problema, e minha raiva por você, visto que você vai tentar me compensar, e vai ter que ser uma grande compensação. – Os dois riram com malícias. – Vejo que a senhora Hudson não vai conseguir dormi hoje.

Eles entraram no quarto.

Não foi só a senhora Hudson que não dormiu naquela noite. E sim toda a Baker

Notas finais
Espero que vocês tenham gostando, se sim comentem, se não, comentem também. Pensando melhor, sempre comentem! Muito obrigada pela leitura!