Notas iniciais
Como o próprio titulo diz já está claro o que vai acontecer, não é? Por isso não se enganem xD Avisando que este capitulo tem hentai, por isso quem não gosta de ler esse tipo de coisas,ou não tem idade, ou etc... então é melhor fingir que o capitulo não existe e não ler. Agora quem gosta de safadeza e não se importa, então vai em frente. Eu não sou grande coisa escrevendo erotismo por isso desculpem os erros ortográficos e se não ficou muito bom. Tem dois casais em momentos íntimos já para avisar.

Mirajane depois de passar a tarde de terça feira no shopping comprando roupas, já que as aulas só retomavam quinta feira, aproveitou para se esticar no sofá com um balde de pipocas enquanto assistia a um filme interessante de comédia que passava na tv aquela hora. Os pais iam chegar tarde por terem um jantar de negócios, trabalhavam ambos no mesmo ramo, quanto a Lisanna tinha passado o dia fora de casa.

Ignorava qualquer chamada e fazia o favor de apagar as mensagens de Freed que mesmo ignorado insistia em contatá-la e a fazer ver o lado dele. A verdade é que eram muito diferentes e se Justine não estava pronto a aceitar sua escolha de vida, ou o clube que participava então o melhor era separarem-se. Havia só passado um dia desde o termino do namoro mas já se sentia tão leve, não tinha que dar satisfações de onde estava, com quem estava e o que estava fazendo.

O que Laxus tinha de indiferença e desprezo, Freed tinha de possessivo e carência ao extremo.

Já estava a ponto de adormecer com o filme visto a mais de metade, quando Lisanna abre a porta toda afobada em direção as escadas.

– Deus. – assustou-se com o barulho. – Onde você esteve? Foi em um encontro de novo com aquele carinha da outra vez? – perguntou esfregando os olhos meio ensonada.

– Eu não teria nada com aquele brega nem em um milhão de anos, só me encontrei com o cara aquela vez para resolver umas coisas. – respondeu preparando-se para subir as escadas. – mas falando em bregas, Freed esta do lado de fora de joelhos implorando para eu convencer você a ir ter com ele, sério mana vá logo enxotar aquele ridículo do nosso quintal, não á paciência, ainda me pergunto como você foi aceitar namorar com aquele nerd.

– Ele não chegaria a tanto… chegaria? – era só o que faltava, Freed estava levando as coisas de forma muito extrema e o pior de tudo que a cada minuto que passava menos tinha vontade de voltar para o jovem de cabelos verdes. – Não fale assim Lisanna, ele esteve do meu lado quando Laxus me abandonou.

– Como queira. – revirou os olhos seguindo para seu quarto para se trancar no local.

Enquanto isso Mira ignorou os pedidos de Freed do outro lado da porta pedindo para entrar, em vez disso mandou uma mensagem dizendo que amanhã conversariam com mais calma e não naquelas condições, se seus pais estivessem em casa nem queria imaginar o que seu pai pudesse fazer, felizmente seu irmão Elfman havia saído com a namorada Evergreen e só voltaria de madrugada como já era costume, se não Freed já teria sido arrastado pelo pescoço.

Suspirou de alivio quando viu o mesmo se afastando de sua casa.

– Menos um problema. – atirou-se de novo para cima do sofá comendo o resto das migalhas de pipoca que sobrava quando assustou-se com a campainha. – Mas será possível! Só pode ter cera nos ouvidos. – bufou irritada em direção a porta.

Teve de se agarrar a parede para não fraquejar, mas o que demônios Laxus estava fazendo em sua casa?

– Abra a porta, eu sei que você está ai, não vou ser como o idiota do seu namoradinho que fica se pondo de joelhos implorando.

– Então já pode dar meia volta como ele e ir embora, porque não vou abrir a porta.

–Tem certeza? – ele soou debochado e nunca era bom sinal. – Estava aqui apreciando os jarros, seria uma pena se chegassem a quebrar. – disse enquanto pegava em uma das margaridas que enfeitavam a entrada.

– Eu não ligo, são de minha mãe. – mentiu, não sobre serem de sua mãe, mas realmente gostava das flores.

Escutou o som característico de algo se quebrando.

– O que você…

– Eu avisei.

– SEU IMBECIL!! – xingou ainda do outro lado da porta quando escutou o jarro se partindo no chão.

– Vai abrir a porta ou não? Tenho ainda muitos jarros pela frente, podemos ficar aqui ate amanha, comigo partindo tudo. E quando não houver mais flores eu vou arrombar a porta. – Pior de tudo é que conhecia o loiro e sabia como ele faria tudo ate ela ceder, o odiava por isso, por sempre conseguir o que queria.

– O que você pretende vindo aqui? – perguntou optando por abrir a porta.

– Não foi muito difícil, pois não? – respondeu trocista pousando a planta que já estava pronto a quebrar caso a albina continua-se insistindo em não sair.

– Vai logo direto ao assunto, eu ainda não percebi porque agora fica me perseguindo, está assim tão desesperado por atenção que precisa voltar as suas antigas fincadas?

– Você assim me machuca. – depositou sua mão sobre o peito iniciando o típico teatro mas vendo que Mira não estava para brincadeiras voltou a colocar-se sério. – A verdade é que. – olhou fundo nas Iris azuis como se ganha-se coragem de terminar sua sentença. – Sinto sua falta.

– Isso é algum tipo de piada? Acha que eu sou alguma palhaça para cair nos seus esquemas duas vezes?

– Eu sei que no passado fui um idiota, mas agora…

– Um idiota? Me poupe Laxus, ainda a tempos estava fazendo pouco de mim na biblioteca. Qual a parte que tenho namorado você ainda não entendeu?

– Não é o que parece por o que andam comentando no colégio. – que merda, pensava MiraJane, qualquer babado que acontecesse naquela academia era fofoca logo no próprio dia, todo o mundo naquela altura do campeonato já saberia de todos os pormenores.

– Sim, eu e Freed tivemos um pequeno desentendimento e demos um tempo, mas e daí? Isso não muda nada.

– Muda tudo. – aproximou-se mais dela – Eu te conheço Mira, eu sei que enquanto estivesse namorando aquele nerd… – fez uma careta ao se lembrar do Justine, como havia passado a odia-lo desde que soube que ele namorava a albina. – … nunca conseguiria envolver-se totalmente com quem fosse, mas aquele dia na biblioteca…

– Foi um erro, e você me pegou a força… — interrompeu, mas foi logo também interrompida na hora.

– Você só está complicando tudo. – suspirou. – Eu tentei não me aproximar por causa daquele imbecil, mesmo que minha vontade fosse partir todos os dentes dele, mas por causa de você me contive, agora que estão afastados não pense que vou simplesmente recuar.

– Só pode ser uma brincadeira, não é possível. Você acha mesmo que acredito nisso? Então logo você que não mede seus meios para atingir seus fins, ia abdicar do que queria fazer só por medo de minha reação, me faça o favor. – revirou os olhos.

– Porque é tão difícil acreditar? Acha mesmo que o Laxus antigo estaria aqui dizendo estas coisas? Estou me sentindo totalmente humilhado e mesmo assim estou fazendo o esforço.

– E porque eu haveria de perdoar?

– Todos merecemos uma segunda chance. Eu sou orgulhoso, e agi mal com você no passado a usando e descartando quando me cansei, fui idiota e me arrependo, mas por orgulho ajo que nem um babaca perto de você e sim admito que toda a situação na biblioteca foi para provocar, mostrar que conseguiria te ter de volta quando bem entendesse, mas no fim ficou obvio que quem precisava de você era eu e não o contrario.

– Que comovente. – sua voz saiu debochada, se fosse antigamente, dava tudo para receber aquelas palavras, mas agora, não conseguia acreditar, por mais que quisesse esquecer e o perdoar, porque no fundo ela sabia que ainda o amava, tinha saído muito queimada naquela história ao ponto de perder a amizade de Erza por sua teimosia, bem que a ruiva a avisou que ele não era de confiança na altura.

– Vai ser mesmo essa a sua resposta? Vai mesmo desistir de mim? Eu estou sendo sincero, pela primeira vez na vida estou deixando meu orgulho de lado.

– Devia ter pensado nisso antes.

– Não faça isso. – juntou seu corpo ao da albina.

– Fique longe. – tentou soar fria, mas seu corpo derretia só em sentir o calor de Laxus tão perto de si.

– Não me afaste, quando na verdade ainda me deseja, não negue seus sentimentos. – um formigamento apoderou-se nas costas de Mira quando as mãos grandes e fortes do loiro deslizaram por sua roupa de forma a acabar com qualquer espaço entre ambos.

– Não chegue p-perto.. – tentou se afastar novamente, mas ele a prendeu com seu corpo a pressionando mais contra seu peitoral. – Eu odeio... odeio o cheiro de seu perfume. – pior que não estava conseguindo resistir. Deixou afundar seu nariz entorpecendo-se com o odor que provinha do pescoço de Laxus a fazendo ceder a cada segundo. – Me trás más recordações.

– Esquece o passado Mira. – deslizou seus lábios pela clavícula da albina deixando rastos de beijos.

Não soube ao certo quando ou como aconteceu quando sentiu lábios suaves moldaram os seus iniciando o osculo de forma lenta, cheia de sentimento, como ambos estivessem esperando por aquele momento a muito tempo. Pela primeira vez Laxus estava sendo carinhoso consigo..

Esqueceu o passado, esqueceu Freed, esqueceu tudo o que não tivesse haver com aqueles lábios inchados moldados aos seus.

O beijo que antes era suave e lento, agora se transformara em uma agressividade intensa. A saudade que sentiam do corpo um do outro era demais para conseguirem continuar afastados, mesmo depois de tantos erros e orgulhos feridos.

Beijaram-se tropeçando pelas escadas em direção ao quarto da albina, tentando não fazer barulho para não perturbar Lisannna que mantinha-se no quarto desde que havia chegado a casa.

Laxus aproveitando que a porta já estava devidamente trancada, lançou Mira contra a parede que arfou com o choque repentino.

– Senti tanto sua falta. – confessou enquanto percorria sua língua pela clavícula da mesma.

– Eu também seu imbecil. – acabou, atirou tudo ao alto, já nem queria saber de mais nada, estava cansada de tentar esquecê-lo sem êxito nenhum, provavelmente passado umas horas ia se arrepender de sua escolha, mas agora mais que tudo, queria apagar aquele desejo insano por ele.

Estava tudo demasiado tentador para agora arranjar forças para recuar.

Arrancou a camisa que Laxus usava escutando os botões caindo contra o assoalho, enquanto ele ocupava-se de retirar sua blusa. Não demorou muito a ficarem sem nenhuma peça a cobrir-lhes o corpo em exceção do loiro que manteve a cueca.

Os lábios voltaram a mover-se intensos fazendo com que MiraJane envolve-se suas pernas em retorno da cintura do loiro.

Ele intensificou o beijo invadindo a boca dela com a língua enquanto ondulava suas ancas para provocar mais fricção entre seu membro e a intimidade de Mira.

Em meio aos beijos e toques, a descolou da parede conseguindo a transportar cegamente pelo quarto sem nunca desgrudarem os lábios um do outro.

Deixaram-se cair sobre a cama e focaram-se em explorar cada recanto já conhecido.

O loiro voltou a roçar seus lábios nos dela que mantinham um gosto de pipoca o instigando a sugar e mordicar com mais afinco. Traçou com a língua por toda a extensão do pescoço da albina até chegar aos seios onde lambeu e sugou com veracidade, sentindo a ponta do mamilo enrijecer com o contato quente de seu músculo.

MiraJane arfou impulsionando o quadril de encontro ao membro de Laxus em busca de mais contato, o fazendo apertar com mais firmeza seu peito provocando descargas gostosas por seu corpo.

– L-laxus. – soltou um gemido constrangedor quando suas pernas foram forçosamente abertas revelando uma visão tentadora de sua cavidade molhada. – hmmm.

Ficou um tempo parado observando a entrada de Mira que já estava começando a ficar impaciente com a demora.

Riu antes de cair de boca lambendo toda a extremidade escutando os gemidos altos ecoarem pelo quarto. Por momentos esqueceram-se que não estavam sozinhos.

Brincou com o clitóris antes de afundar sua língua repetidas vezes na entrada de Mira que gemeu em êxtase arqueando suas costas pelo contato quente e molhado. Não estava conseguindo suportar os espasmos.

Os gemidos só tinham tendência a intensificar-se, ainda mais quando começou a estimular com a ajuda de seus dedos.

– E-eu vou, e-eu, hmm Laxus, eu vou g-gozar. – prendeu o lábio inferior entre seus dentes sentindo o ápice próximo.

– Ainda não bebé. – apressou-se a retirar sua língua e parar com tudo, não agradando nem um pouco Mira que estava desesperada por alivio.

– Vem cá. – Não perdeu tempo em puxa-lo pelos cabelos devorando seus lábios agressivamente. Nunca foi do tipo romântica, não gostava de atos carinhosos na cama, preferia algo mais selvagem e Laxus sempre soube como agrada-la e agora estava com raiva por ceder seu corpo tão facilmente aquele maldito, mas não conseguia evitar o tesão que ele a proporcionava.

XxX

Seria a terceira vez que entraria na casa dos Eucliffes, felizmente a empregada o reconheceu então não teve problemas em seguir direto rumo ao quarto de Sting que assustou-se deixando cair o controlo do vídeo game quando Natsu surgiu enraivecido.

Nem teve tempo de perguntar o que ele estava fazendo em seu quarto, quando é arrastado para fora da cama pelo colarinho.

– Vou dar a chance de você explicar tudo direitinho do que aconteceu naquele dia, antes de socar sua cara. – Natsu proferiu com os nervos a flor da pele enquanto o empurrava de encontro a parede

– Você tá louco. – Sting arregalou os olhos surpreso. – porque está aqui? Do que você está falando?

– O único que faz perguntas aqui sou eu. – o pressionou com mais força na parede esperando receber respostas, e que fossem as certas para o bem de Sting.

– Então vai ficar falando sozinho, porque eu não sei que porra você quer. – tentou empurrar o rosado de cima de si conseguindo com sucesso, já se estava passando.

– No dia das competições, eu sei que foi você que armou para cima da loira, agora está querendo ferrar com a vida dela, se quer ir para a puta que pariu, vá sozinho e não leve inocentes de arrasto.

– Inocentes? – ele gargalhou alto, porque todos tinham de ficar do lado daquela garota? – Ela não tem nada de inocente, só fica fingindo, uma boa atriz eu diria. – chegava ao ponto de considerar aquilo tudo uma vingança, se Lucy não o tivesse negado, se naquele dia não estivesse tão passado com tudo e o escape tenha sido meter-se com a loirinha como forma de divertimento e esquecimento dos problemas.

O orgulho não permitia que conta-se a verdade, não queria ser conhecido como o estuprador de garotas inofensivas, preferia ser reconhecido como o cara que tornou a freirinha em uma gata assanhada.

– Melhor calar a boca se é para ficar falando merda, eu não acredito em nenhuma palavra do que você está dizendo, por isso é melhor começar admitindo os fatos.

– Qual é, porque fica defendendo Lucy? Voce nem a conhece para ficar dizendo se é ou não inocente, vocês não sabem a verdadeira personalidade da garota, ela apareceu só esse ano, e todos já acham que a conhecem só porque eu sou o cara encrenqueiro.

– A conheço a tempo suficiente para saber que ela nunca se envolveria com você Sting.

– Por acaso você gosta dela? – já não era a primeira vez que Dragneel defendia a loira, nunca se tinha metido quando ele ficava chamando a atenção com outras garotas, agora com a loirinha era diferente. – Eu não acredito que você se apaixonou por uma nerd, ok que ela tem um corpo de provocar ereções por onde passa se não ficasse andando com aquela roupa larga ridícula, mas trocar Lisanna, que sempre foi sua amiga de infância e sempre gostou de você, por uma nerd que ainda agora entrou e já se prova ser assanhada, você perdeu a noção. – não que gosta-se de Lisanna, a miúda era uma menina mimada irritante, mas pelo menos do que sabia ela sempre esteve do lado de Dragneel recebendo apenas migalhas de afeto ate por fim já nem isso ter direito, a garota não merecia ser trocada por Lucy que tinha entrado a pouco tempo no colégio e já despertava interesses no rosado sem motivos aparentes.

Foi o estopim para Natsu pregar um soco certeiro em Sting que chocou com a cabeça na parede.

– Não quero escutar mais nada, amanhã você vai dizer a verdade no interrogatório, sem mentiras se não..

– Se não o quê? Se acha o dono do mundo, eu não tenho medo de você Natsu, eu já estou fodido, mais que isso eu não fico, não venha tentar me intimidar quando eu já não tenho nada a perder. – riu.

Natsu estava ficando passado com toda aquela conversa, e os risos debochados de Sting estavam o fazendo perder a cabeça. Pegou na gola do loiro o puxando de encontro a si novamente, pronto para soca-lo ate todas suas frustrações esvaírem quando uma voz se fez soar no quarto apavorando o loiro ao perceber de quem se tratava.

– Que viadagem vem a ser essa? – O corpo de Sting estremeceu ao observar seu pai na porta, Natsu com o susto soltou o loiro afastando-se ao perceber a presença do senhor Eucliffes.

O cheiro de álcool logo foi percetível por Natsu, Sting já não podia esperar outra forma de rever seu pai se não bêbado como sempre.

– Para alem de ter um filho imprestável, fraco, um inútil que não serve para nada, também descubro que é gay e fica comendo o amigo debaixo do meu teto! – ele gritava fazendo com que ambos arregalassem os olhos.

Aquilo era um dos motivos de Sting não gostar de trazer ninguém em sua casa, também não é como se tivesse muitos amigos para trazer.

– V-vai embora. – Sting voltou-se para Natsu ordenando para o rosado ir embora da mansão, mesmo que aquilo tivesse soado mais como uma suplica.

Natsu vendo que a conversa já tinha encerrado devido a interrupção estranha do pai do loiro decidiu lançar um ultimo olhar de aviso antes de afastar-se para a porta.

Sentiu os olhos do senhor Eucliffes o encarando como se o fosse espancar a qualquer momento, tinha um olhar intimidador, não podia negar.

– Se eu apanhar você de novo aqui vamos ter sérios problemas meu jovem. – ele ameaçou o Dragneel antes de fechar a porta na cara do jovem e trancar-se com o próprio filho no quarto.

Não ficou para saber o que ia acontecer.

XxX

Chegando ao prédio travou na entrada de seu apartamento, pensou se deveria bater na porta de Lucy, tinha curiosidade de saber o que ela estava fazendo com Gray e malditamente estava começando a pensar na loira mais do que deveria, mas o orgulho sempre o levava a melhor, então mal escutou o trinco da porta da frente, apressou-se a fechar a porta de seu apartamento e ficar espiando pelo olho mágico.

Para seu alivio, apenas Lucy saiu, não havia Fullbuster, isso significava que não tinha ficado muito tempo na casa de Heartfilia, mas não ficou minimamente agradado ao reparar nas roupas chamativas. Onde ela pensava que ia assim vestida?

Só não abriu a porta porque não queria parecer um stalker e porque não podia ficar pedindo satisfações de algo que ele não tinha nada haver com isso. De toda o modo estava cansado não tinha pregado o olho a noite toda por causa da situação de Lucy e duvidava que a mesma tivesse descansado devidamente.

Foi direto para o pequeno quarto tirando sua t-shirt pelo caminho onde se deixou cair de bruços na cama. Não demorou nem um minuto para deixar se levar pelo cansaço.

….

Só foi despertado ao som de um guincho quando a porta arrastou pelo assoalho. Sobressaltou-se da cama ao perceber que por trás da porta aberta estava Lucy o observando com um belo sorriso, exatamente com o mesmo vestuário que tinha visto quando observou pelo olho mágico.

– O que acha? – caminhou pelo quarto mostrando seu vestido azul florido.

– Porque está vestida dessa forma? – ele perguntou ainda boquiaberto e grogue pelo sono enquanto não deixava de admirar as coxas descobertas. Incrível como sua mente estava mais interessada em saber porque ela estava vestindo aquele vestido curto em vez de perguntar como demônios havia entrado em seu apartamento.

– Você gostou? – sorriu rodopiando com o vestido. Pior, porque estava pedindo a opinião dele? – Tudo isso é para você.

– O..o quê? – ele tinha escutado direito? Aquilo era real? Não estava delirando pelo cansaço?

– Isso que escutou... eu bem sei como fica me olhando no colégio enquanto eu finjo não notar. O quão excitado o deixo quando se lembra de minha apresentação de líder de torcida. – caminhou a paços felinos em direção de Natsu o deixando tenso, descrente do que estava acontecendo. – Admita. – deslizou seus lábios pela cartilagem da orelha dele. – Você está louco para transar comigo. – sussurrou por fim nos ouvidos dele.

– Porque e-está falando esse tipo de coisa..., você... – não, aquela pessoa na sua frente não era Lucy, seu rosto seus traços eram iguais a Heartfilia, mas apenas a aparência era a mesma. Não era possível. Sting estava certo aquele tempo todo? Sua verdadeira personalidade era aquela, ali na sua frente?

– Sabe Natsu, eu não sou apenas boa dando explicações...

– D-do que você está falando? – arrepiou-se com a proximidade dos corpos, não estava entendendo nada do que ela estava falando, nem da forma como estava agindo perto de si.

– Quer que mostre o que mais sou boa fazendo? – seu tom era tão malicioso, algo que sempre imaginou em seus sonhos, mas nunca o havia escutado assim perto de seus ouvidos. Só aquilo era o suficiente para seu membro despertar sem nenhum estimulo.

– L-lucy.. não fale a-assim. – sentiu os dedos dela deslizarem por seu abdômen ate chegarem a barra de suas calças. – O q-que você está fazendo? – engoliu em seco, aflito tentando travar as mãos dela quando deram indicio de querer desapertar os botões e descer o zíper das jeans.

– Shiu, fique quietinho e apenas sinta. – Lucy sussurrou, afastando as mãos dele enquanto desapertava o botão e deslizava o zíper para baixo o fazendo suspirar enquanto o tecido era puxado ate seus pés.

Dragneel não teve reação, como se algo o impedisse de acabar com aquela loucura que estava acontecendo em seu apartamento. Como se sua mente pedisse para ir até ao fim, e os arrependimentos ficassem para depois, quando a merda já estivesse feita e não tivesse como retroceder no tempo.

Trincou os dentes tentando abafar o gemido quando sentiu o toque repentino em seu pênis ainda coberto pelo tecido.

– Você já está tão duro. – estimulou o membro ainda por cima do pano enquanto depositava pequenas mordidas pela cartilagem da orelha dele.

– Q-quem é você? – meu deus, aquilo era demais para suportar, não tinha como ser Lucy depois dessa. Sentia seu pênis crescendo nas mãos da loira a cada estimulo.

– Sou a garota que você pensa todas as noites enquanto se toca. – deixou escapar um gemido quando Lucy decidiu escorregar a mão por dentro da cueca envolvendo o membro entre seus dedos frios.

Natsu não impediu, era demasiada excitação para conseguir raciocinar, não tinha forças para terminar com aquele joguinho.

Ela iniciou uma masturbação, começando com movimentos lentos para cima e para baixo ao som dos grunhidos que desprendiam-se dos lábios de Natsu, aquilo estava acabando com seu auto controle.

– M-mais rápido. – ordenou sentindo seu membro pulsar implorando por mais fricção.

Conhecendo ou não aquele lado safado de Lucy, estava demasiado gostoso para terminar com tudo.

– Tem de pedir com jeitinho. – deslizou o polegar pela fenda espalhando pré gozo enquanto voltava a deslizar sua mão por todo o comprimento retomando com o estimulo lento para o provocar.

–L-lucy, não faz isso c-comigo. – suplicou soltando pequenos gemidos sôfregos pelo desespero de alivio.

A loira sorriu antes de puxar o membro para fora do tecido e aumentar a velocidade de sua mão.

– Hmm isso… — o pênis latejava de tão duro. – não para. – sussurrou em êxtase, precisava se livrar daquele incômodo, estava enlouquecendo, era tudo tão irreal, mas as sensações prazerosas estavam lá.

– Quer que eu pare? – diminuiu os movimentos mantendo um ritmo de vai e vem no membro coberto de pré gozo. Parecia se divertir o provocando.

– N-não. – balançou suas ancas de forma a conseguir aumentar a fricção dos toques, estava começando a sentir um forte incômodo.

– Então me diga Natsu, o que você quer? – perguntou.

– hmmm – estava demasiado excitado para raciocinar direito só queria que a dor para-se e para isso precisava gozar. – Ahh – gemeu com o aperto que Lucy provocou em sua glande. – Luce…

– Sim? – aumentou novamente os movimentos o fazendo pender a cabeça para trás, aquela garota estava o enlouquecendo.

– hmm .. me chupa. – pediu não aguentando mais. O que ele estava fazendo? Nem ele mesmo sabia.

Heartfilia sorriu e não demorou muito a atender ao pedido do rosado que já se contorcia em antecipação.

Agarrou pela base a cueca a fazendo deslizar pelas pernas de Dragneel até por fim estar de joelhos em frente ao membro.

Percorreu com a língua todo o comprimento ate chegar a base onde circulou a glande repetidas vezes antes de abocanha-lo por completo e voltar a passar levemente sua língua pela fenda o fazendo desesperar por mais contato.

Arfou quando foi envolvido sentindo a cavidade úmida deslizar por toda sua extensão o deixando extasiado. Não aguentando mais as torturas de Lucy, agarrou com força os fios de cabelo loiro impulsionando seu pênis a ir mais fundo provocando engasgos na mesma que nem por isso parou com a felação.

Tentou se conter nas estocadas para não magoa-la mas Lucy não estava ajudando o fazendo perder mais de sua sanidade quando passou a massagear seus testículos enquanto trabalhava com sua língua em seu membro. Estava começando a perder as forças em suas pernas. Seu ventre formigava em antecipação pelo orgasmo.

Não querendo acabar tudo ali, afastou seu falo da boca dela tentando se conter com a imagem pornograficamente tentadora na sua frente.

– Vamos. – ela colocou-se de quatro na cama empinando bem a bunda surpreendendo Natsu porque aquela seria a sua posição preferida, o que ele estava para ali a pensar? Estava ficando louco.

Como podia negar aquela oferta? Lucy podia estar diferente, mas não deixava de ser a garota doce por quem havia se apaixonado, mesmo que de doce agora não estava tendo nada.

Levou seus dedos a entrada da loira para ter certeza que estava bem lubrificada para o receber.

De um dedo logo passou a dois, que não demorou muito a três e agora ela contorcia-se com o vai vem dos dígitos entrando de modo consecutivo.

Não era virgem, porque não mostrou nenhum desconforto com os dedos…

Por estranho que parecesse não pensou no que Sting havia falado nem quem teria sido o primeiro, em vez disso levou seu membro a entrada, espalhando a lubrificação natural para ser mais fácil a penetração.

Entrou com tudo soltando um suspiro pela cavidade apertada enquanto fincava suas unhas na cintura de Lucy que gemeu dolorosamente ao ser rasgada em uma só estocada. Não demorou muito as estocadas aumentarem e os gemidos darem inicio.

– M-mais r-rápido. –pediu sentindo seu rosto ser afundado no colchão mantendo sua bunda empinada enquanto Natsu investia em si com mais força.

Só se escutava o barulho de corpos se chocando e os gemidos de Lucy abafados pelo edredon.

Toda ela era uma bagunça de suor, ele não ficava atrás arfando a cada estocada mais funda e a cada gemido esganiçado que saia dos lábios da loira.

– Isso… continua. – ela gemia o deixando cada vez mais fora de si.

– Porra… — arfou. – Assim não dá.

– O-o quê? – pareceu irritada quando as investidas pararam. – P-porque parou, não faz i-isso. – tentou rebolar mas Natsu a puxou com força pelo quadril para a fazer parar antes de a virar de costas para o colchão.

– Eu quero ver seu rosto se contorcendo enquanto geme. – rodeou suas mãos nas coxas de Lucy a arrastando para perto de seu membro enfiando novamente tudo de uma vez.

Nossa tudo o que sempre quis estava agora ali, acontecendo… não que Lucy seria assim na cama, porque sempre a imaginava delicada demais, mas estava sendo tudo tão diferente, tão controverso ao que sempre imaginou.

Retirou seu membro e voltou a enfiar três vezes sentindo as paredes da vagina apertando seu membro.

Voltou novamente a aumentar as estocadas, rodeando seus braços por baixo dos de Heartfilia enquanto segurava ela pelos ombros de forma a prende-la entre seu corpo.

Os olhares se conectaram mostrando as pupilas dilatadas e o desejo incontrolável em seus orbes.

O coração de Natsu disparou a mil, a diferença de fazer sexo com quem se ama não tinha preço.

Inclinou-se voltando a moldar seus lábios aos dela sem deixar nenhuma pausa entre as estocadas ate que Lucy contorceu-se ao ter seu ponto de maior prazer atingido.

– Ah de novo.. de novo. – ela implorava para ser atingida de novo no mesmo sitio, estava a ponto de gozar se continua-se sendo atingida naquele lugar tão gostoso.

Teve seu pedido atendido, quando as investidas ficaram mais agressivas e Natsu foi obrigado a tapar a boca dela para abafar os gemidos que começavam a ficar mais altos do que deveriam, tinha medo da sindica surgir e acabar com aquele momento que ele desejava ser infinito.

Os corpos balançavam ao ritmo das estocadas enquanto sentia as unhas de Lucy arranhar suas costas descontando toda a onda de prazer que crescia dentro de si.

– Aí… aí mesmo – gritou sentindo que estava perto de gozar, enquanto Natsu a segurou com mais firmeza estocando com força indo o mais fundo permitido.

Lucy estremeceu gemendo em meio ao orgasmo, sentindo os espasmos prolongados por ele não abrandar nas investidas enquanto tentava chegar ao seu próprio climax.

– Isso Natsu, goza dentro de mim. – ela sussurrou com aquela voz pornográfica meio gemida nos ouvidos dele, o suficiente para o fazer chegar ao limite.

Gemeu prolongando as sensações prazerosas do orgasmo quando uma dor alastrou-se por sua nuca.

Assustado levantou-se exaltado, confuso por estar caído no chão.

Babaca.

Idiota.

Era mais que obvio que tudo não passava de um sonho.

Caiu da cama quando rebolou para ficar ao lado de Lucy, sendo que ela nunca esteve consigo para inicio de conversa.

Para melhorar sua cueca estava húmida, sentia seu pênis todo melado, não teve como não rir de sua desgraça, afinal desde quando Lucy agiria assim consigo? Só mesmo em sonhos.

Saiu do quarto indo para o banheiro quando escutou vozes no corredor. Só poderia ser Lucy ou Cana para estar naquele andar.

Espiou pelo olho mágico deparando-se com o casal de loiros que nunca imaginou ver juntos tão cedo, pelo menos fora da academia.

– Deixa de ser teimoso Sting, entra logo no apartamento, preciso de fazer os curativos rápido antes que os machucados comecem infetando!

– Já disse que não é preciso, você ate deveria desejar que eu morre-se, já esqueceu das coisas que fiz com você?

Como assim eles juntos? Porque Sting estava todo machucado? Estava tão confuso pronto para abrir a porta, ate que se lembrou que tinha uma enorme mancha nas calças, e o rosto todo suado, não podia aparecer na frente dos dois naquele estado vergonhoso.

Ficou ate ao momento que Eucliffes finalmente decidiu entrar no apartamento da loira. Descrente que ele tinha tido coragem de entrar na toca que “cuspiu”. Correu para o banheiro como se o mundo fosse acabar amanhã, teria de tomar banho logo e tirar aquele desgraçado de perto de Lucy.

Notas finais
Estava na cara que era um sonho não é, Lucy não agiria desse jeito kkkkkkkkkkkkkkkkkk Natsu virou Levy 2 rsrsrs Mas o que Sting está fazendo na casa da loira? E onde ela foi toda produzida quando saiu do apartamento? E o que será que vai acontecer no interrogatório? Pois é muitas perguntas, digam o que acham nos comentários ^^ Eu vou estar sem net na próxima semana, vou de férias *--* (Em Portugal é verão ok rsrsrsrrs) então não vou ter como postar, mas assim que voltar eu escrevo e posto, sim? Beijinhos ^^
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.