Truques Da Vida

7 A alguns minutos da verdadeira história


Notas iniciais
Sei que demorei mais já estou de volta. Um beijo pra Natashafrost que recomendou minha fic o/ - Boa leitura!!

Pov. Nessie

Está chovendo. Droga, está chovendo muito! E droga! Eu estou reclamando da chuva.

Mais se você soubesse da reza a metade, estaria xingando a vida comigo. Como não reclamar da chuva quando você está perdida no meio do nada, abandonada por um taxista que diz que onde o Oscar Niemayer teve um ataque é o meu destino?

Ainda mais quando no meio do bate-boca sobre o destino nada certo, o mesmo faz o favor de sair do carro, tirar minha mala do porta-malas e joga-las ao relento em baixo de uma chuva! E eu lesada como sou, obviamente desci do carro atrás das mesmas, não notando que o motorista voltou para o carro. O que resultou nele arrancando com tudo e eu correndo como uma garota abandonada e desesperada atrás do carro. Maldita hora em que paguei a corrida antecipadamente!

E agora eu estou aqui andando á horas, equilibrando o guarda-chuva que graças a Deus lembrei de trazer dentro da bolsa, equilibrando a mesma no braço e arrastando a mala de rodinhas com a outra mão. Coisa pesada.

Eu pensei que fosse uma casa e não um sitio no meio do nada. Sim, por que por onde eu olho só tem mato. E você ai que está lendo essa budega e fica se perguntando se eu não tenho condição de comprar um carro, saiba que NÃO. Eu não tenho. Então por que você não vem aqui me buscar e acabar com essa provação divina de uma vez?

Droga! Acabei de pisar numa possa de agua! Urrrrgh! Eu quero minha mãe! Pelo menos eu calcei um all-star e não um salto a lá Tanya.

Tirei o pé da possa, chacoalhando tentando seca-lo inutilmente pelo caminho. Mais voltando ao assunto, eu não tenho dinheiro. Minha família tem. Eu não me sinto bem com a minha família tendo que bancar tudo para mim, o fato de bancar meu próprio apartamento, condução e etc, já fala por sí só.

Sim, eu sou orgulhosa. Quero ser reconhecida pelo meu esforço e não por meus pais serem importantes.

Pouco a pouco, já podia enxergar a enorme casa a frente. Graças a Deus há almas vivas entre nós!

Contornei uma grande possa d’agua, quase correndo. Experimenta ficar quase uma hora vagando no meio do nada por uma trilha em baixo de chuva para ver se você não fica feliz em encontrar um simples casebre com goteira e um chão duro pra descansar meu povo.

Posso ser bem de vida mais já fiz muchilão pelo mundo, quem já fez sabe como é.

Forcei-me a andar mais rápido, até que notei o som de um motor silencioso atrás de mim.

Carona!

Virei-me animada. Um de vocês teve piedade de mim e veio me buscar, não foi? Não foi?

Mais quando uma onda enorme veio em minha direção, não pude pensar em mais nada a não ser fechar os olhos.

Incrédula abri os mesmos olhando em direção a onde o carro seguiu. FELADAMAE!

Levei a mão ao rosto, retirando o excesso de agua suja. Encharcada, eu me encontrava completamente encharcada. Não havia nada em mim que não estivesse sobre coberto de lama.

- BABACA! – Gritei ao nada voltando a andar completamente enrijecida pela agua e pelo frio. Forks faz jus ao que dizem. Cidade fria.

Continuei caminhado, tentando me distrair do frio, observando as lufadas de ar geladas que surgiam quando eu respirava.

Após uma eternidade, subia os degraus da mansão como uma galinha manca. Mesmo encubada dos pés à cabeça, o fato deu está encharcada transformou meu pequeno aquecedor particular em frigorifico ambulante.

- onde você pensa que vai?

Olhei para trás me deparando com um moreno alto de porte atlético, trajando um paletó cinza incrementado com uma gravata vermelha e o lencinho de bolso do mesmo tom que combinava perfeitamente com seus traços indígenas. Elegante e charmoso, o tipo que aguça a curiosidade feminina. Meus olhos cruzaram-se com os seus, deixando minhas pernas bambas. Contenha-se mulher! Seu olhar me revelava um olhar tão marcante quanto sua postura.

- Como...?

- Não damos esmola.

Após processar o que ele estava querendo dizer (Não me culpem, ele me deixa confusa.), o olhei ultrajada.

- Como disse? O que te faz pensar que eu estou pedindo esmola.

Ele me olhou impassível, mais eu podia ver uma pontada de confusão em seu olhar. Algo muito rápido. — A entrada dos empregados é pelos fundos.

Hein? – Escuta aqui... – Comecei com o tom de voz nas oitavas.

- Abaixa o tom. – Avisou impassível. — Com que você pensa que está falando, meça suas palavras antes que acabe no olho da rua. – Disse impotente passando por mim, com uma cara de nojo... eu acho. – Vá se lavar.

O encarei furiosa. Ah, mais eu vou fazer esse filhodeumaboamãe engolir tudo o que ele disse.

- Jacob? Renesmee?

Pov. Jasper

- O pacote será entregue no local marcado. Braga irá arranjar motoristas leais para fazer a entrega. – Informou, conferindo o celular. – Cem mil dólares em diamante, carregamento guiado por Charlotte.

Nosso atual ponto de encontro, localizava-se em uma parte afastada de Miami em um galpão de uma das muitas empresas de fachada pertencentes a laranjas. Graças ao escritório aprova de som, não era possível ouvir o intenso barulho da musica produzida pelo DJ e pelo barulho produzido por muitas pessoas sem ter o que fazer.

- “Motoristas leais”. – Debochou Peter no canto da sala, servindo-se de um pouco de conhaque. – Irônico, principalmente quando no fim de tudo metemos uma bala no meio da cabeça deles.

Sorri de canto, debochado. — Pilotos são fáceis de conseguir.

Sorrimos confidentes.

- Quero que me entregue o balancete das nossas operações e a contabilidade atual da “boate” – Mandei ao Leon, que se escondia por trás da lente dos óculos — E dos rachas nas docas, costa leste e do corrida de guerra antes d’eu partir para Forks.

Assentiu indo em direção a estante de livros atrás da minha mesa. – Vai mesmo a Forks?

- Tenho projetos arquitetônicos pendentes, ainda tenho que terminar a planta da nova área das Industrias Stark e ainda terá reunião do conselho. — Respirei resignado, me levantando sem seguida. Já estava na hora de ir embora, teria que viajar a algumas horas. – Mais quando dona Esme quer alguma coisa, eu não posso fazer nada a não ser obedecer.

Todos assentiram entendendo meu lado.

- Já vai? – Questionou-me Gisele me abraçando por trás. Sorri ao sentir um beijo molhado atrás da nuca. E mesmo não vendo seu rosto, sabia que estava encarando os homens a nossa frente friamente.

- Vazando! – Informou Peter ultrapassando a porta, sendo seguido por Leon que fechou a mesma ao passar.

Virei-me de frente a ela encarando seu sorriso malicioso — Tenho uma hora. – Avisei sorrindo sacana, descendo minhas mãos ao seu bumbum, apertando fortemente aquela região farta a levantando fazendo com que ela entrelaça-se suas pernas em minha cintura, a beijando selvagemente logo em seguida.

Fim Pov. Jasper.

- Senhor, o avião já está na pista.

O homem engomado em um terno impotente preto em contraste com a gravata azul encarou a pequena mulher ruiva a sua frente. – Meu jato?

Ela olhou para baixo nervosa e temerosa. – Está em manutenção dês de semana passada. Mais consegui primeira classe para o senhor a tempo e...

Ele viu a mulher ao seu lado revirar os olhos. Ele tambem estava de saco cheio das desculpas e incompetência de seus subalternos. — Vamos logo com isso. – Mandou frio, colocando os óculos escuros, seguindo para a área de desembarque, sendo acompanhado por uma mulher loira e a pequena secretaria ruiva.

Quanto mais rápido esse mês passasse, mais rápido ele se livrava dessa palhaçada toda.

Notas finais
Vejo vocês daqui a pouco ;*
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.