Notas iniciais
obrigada por todos os reviews...
eu amo vcs ♥
espero que gostem deste capitulo....
boa leitura...

Finn

Rachel ouvia alguma musica no fone e olhava pela janela, eu não consiga parar de olhar para ela pelo retrovisor. Ela parece entediada e isso me deixa furioso! Ao chegar na minha casa isso vai mudar.

Abro a porta da garagem com o controle e estaciono. Ela sai do carro e com a bolsa no lado e eu saio, ela me encara e tira um fone de ouvido. Eu entro em casa e ela entra logo atrás vejo ela observar a sala e ela faz careta.

-Você paga tudo isso como professor? — Ela fala apontando para minha sala decorada.

-Na verdade minha família... — Eu começo mas ela me interrompe.

-Já entendi. — Ela fala. — Filho de papai.

-Eu não sou filho de papai. — Eu falo. — Se não eu não seria professor.

-Deixa eu adivinhar, seu pai não te dá atenção o suficiente, então você decidiu lecionar para ter a atenção de adolescentes em uma sala? — Ela fala. — Aposto que deve ter feito isso para provocar o seu pai, já que provavelmente não quer ser o herdeiro da família.

-Meu pai morreu quando eu tinha mais ou menos a sua idade. — Eu falo e ela fica séria me encarando. Por um momento ela pareceu baixar a guarda.

-Onde nós vamos estudar? — Ela me pergunta desviando o olhar do meu.

-Aqui na sala mesmo. — Eu falo apontando para a mesinha que ficava no meio da sala.

Faltando meia hora para 21:00, eu olho para Rachel.

-Acho melhor pararmos por hoje. — Eu falo e ela concorda com a cabeça, até que eu não tinha ido tão mal, ela pareceu prestar bastante atenção e entender a matéria. Eu me levanto e vou para a cozinha e ela vai atrás e se senta no balcão. — Você quer jantar?

-Quero sim. — Ela fala e percebo que ela levou o um pequeno caderno na mão e colocou sobre o balcão e começa a escrever. Começo a procurar as coisas na geladeira e percebo que ela me olha. — Eu sinto muito por ter falado aquilo mais cedo.

-Tudo bem... — Eu falo tentando não olhar para ela enquanto coloco as coisas na mesa.

-Espero que não se importe mas, como ele morreu? — Ela me pergunta.

-Ele tinha um tumor no pulmão. — Eu falo incomodado.

Ficamos em um silêncio desconfortável.

-Minha mãe também morreu. — Ela fala meio chateada e eu ergo a cabeça e encaro ela enquanto ela olha para baixo. — No meu parto, eu a matei.

-Não diga isso. — Eu falo. — Você não deve ter tido culpa.

-É o que o meu pai e Sam vivem dizendo. — Ela fala voltando escrever no caderno. — Queria poder acreditar.

Enquanto eu faço algo ela escreve e ficamos assim até que eu coloco no forno e me sento ao lado dela.

-O que você está escrevendo? — Eu pergunto tentando ler mas ela não deixa.

-Nada que te interesse. — Ela fala.

-Por que você é tão grossa comigo? — Eu pergunto.

-Eu não confio em você, eu não entendo o porque mas o meu pai confia, o suficiente para deixar eu vir na sua casa. — Ela fala. — É só por ele que eu estou aqui.

Após alguns minutos eu e ela nos sentamos na mesa para jantar e eu sirvo ela.

-Eu... — Eu começo mas ela me interrompe.

-Não se sinta ofendido. — Ela fala. — Não confio tão facilmente nas pessoas. — Fico quieto e ela fala. — Aquilo que eu vivo escrevendo são musicas...

-Além de cantar você compõe? — Eu pergunto surpreso, a voz dela era incrível.

-Você não me conhece. — Ela fala sorrindo.

-Bem que eu tento. — Eu falo e ela ri.

-Sua namorada vai demorar para chegar? — Ela pergunta.

-Eu não tenho namorada. — Eu falo sorrindo.

-Então de quem é aquela calcinha pink no sofá? — Ela fala sorrindo de volta e eu fico sério. — Aposto que é de uma das suas "escravas sexuais".

Eu coro e ela ri. Percebo que estou perdido no sorriso dela.

-Então... — Eu falo. — O que é NYADA?

-É umas da maiores universidades de artes cênicas dos EUA. — Ela e percebo o entusiasmo na voz dela e um brilho no olhar.

-Então você quer ser cantora. — Eu pergunto.

-É o meu sonho. — Ela fala. — Pode achar idiotice mas quando eu canto eu sinto que posso ser quem eu quiser.

-Eu não acho idiotice. — Eu falo e ficamos nos encarando por alguns segundo até que ela se levanta.

-É melhor eu ir. — Ela fala.

-Eu te levo. — Eu falo.

-Sam mora aqui perto. — Ela fala.

-Ainda não confia em mim? — Eu falo e ela confirma com a cabeça.

Essa vai ser uma longa jornada....

Notas finais
o que acharam?

REVIEWS por favor?