Notas iniciais
Hello internautas, Peço desculpas por atrasar tanto esse capitulo, minha mamis esta muito doente e eu não estava muito bem para escrever. Bom espero que me perdoem e que gostem desse capitulo...

Lorian

Obeservo minha deusa sair as pressas da sala do trono, as poucas pessoas da corte que se encontram ali me olham espantadas, nunca fui tão cruel, mesmo sem eles saberem o restante da historia, eles sabem que eu fiz algo para machucar a bela dama ruiva, o que me deixa mais irritado comigo mesmo foi o modo em que ela saiu com Leon.

Leon pode ser meu amigo, e sei de seu apresso por Lena, mesmo assim não consigo permitir em minha mente que os dois possam de alguma forma ficarem juntos em algum futuro próximo.

Alem disso, me preocupa o fato de Lena ter escolhido ser um soldado, o treinamento é muito pesado para uma donzela como ela, sem contar que todos os soldados endureciam de alguma forma, o treinamento de um vampiro não é o mesmo de um humano, os humanos são francos, fisicamente e mentalmente fracos, um soldado vampiro precisa ser mais forte em todos os aspectos.

Fico derivando em minha própria mente, até que vejo Catherine se aproximar, a Rainha Regente.

— Meu rei, gostaria de tomar um chá comigo? — ela diz enquanto faz uma reverencia perfeita.

Para ser sincero não gosto muito de Catherine, ela sabe disso também, e decide ser mais direta.

— Temos assuntos alarmantes para conversar meu rei.

— Me encontre no meu escritório então Rainha "Regente" — deixo claro no modo que digo regente que não gosto de sua intrusão em meu reinado.

Catherine assente e sai em direção ao meu escritório, me levanto e vou atras, tenho certeza que se a deixar esperando ela voltara e me importuna-rá até conseguir o que quer.

Quase nenhum vampiro gosta do meu escritório, suas três paredes de vidro os assustam diurnalmente, e a parede que falta dá de cara com um penasco, tão fundo que até mesmo os imortais sentem medo de serem jogados, em minha fúria a anos atras muitos já foram jogados, apenas um voltou.

sento em minha cadeira de couro, Catherine senta-se a minha frente em uma poltrona nada confortável, seus cabelos loiros estão presos em um penteado que parece doer, sua maquiagem perfeitamente colocada, e sua postura sempre reta me irritam tanto quanto seu vestido antigo totalmente extravagante.

— Não tenho a noite toda Catherine.

— Sim meu rei, as noticias são alarmantes, mais cinco jovens vampiros foram mortos ao redor da cidade, os pais não deixam as crianças saírem, as damas estão preocupadas, não andam mais sozinhas, não ha nenhuma pista de quem esta fazendo esse massacre.

As mortes vem me preocupando ultimamente, não é nenhuma novidade que por dia morrem muitas pessoas de todas as especies, mas o vilarejo ao redor do castelo e tão bem guardado que ninguem de fora poderia penetrar, o preocupante é que existe um assassino entre nós, matando a propria especie por diversão já que nenhuma das vitimas tinham ligações entre si.

Para ser mais exato, só um soldado poderia estar fazendo algo do tipo, ele tinha o cuidado de se esquivar das rondas, de atacar bem de baixo do seu nariz, de matar mulheres e homens, sem nunca ser pego, ele ou ela, sabia exatamente os horários das rondas, até mesmo quando ela mudavam de surpresa, e o que me intriga mais ainda, todas as vitimas morriam com um simbolo muito antigo gravado brutalmente na pele, um simbolo do primeiro rei vampiro, o primeiro e o mais sangrento, o rei que construiu o próprio trono que hoje Lorian senta, o trono de ossos.

— Todas nas mesmas circunstancias que as outras?

— Sim meu rei, vem piorado, a população quer resposta meu rei, as famílias que perderam seus entes querem justiça.

— Mande mudar as tropas que fazem as rondas, mude os horários e venha me passar — digo planejando sem ninguém saber colocar os homens em que mais confio vigiando constantemente as tropas, e fazendo ronda nos horários em que as outras tropas estiverem descansando, humanos iram fazer rondas diurnas, trarei dois elfos rastreadores para achar o assassino, não pouparei esforços para matar quem mata meu povo em nome de um rei morto.

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Celaena

Antes de Leon sair ele me conta tudo sobre os deveres de um soldado, me conta sobre o treinamento e aonde eu devo ir para o meu primeiro treinamento, disse que hoje seria a apresentação da nova turma, mas que se eu quisesse ficar no quarto e esfriar a cabeça, não seria nenhum problema, descido que me trancar no meu quarto não me faria nenhum bem, então espero alguns minutos sozinha para ir para o patio, mesmo o castelo sendo um labirinto acho facilmente o patio.

Os poderes sobrenaturais parecem estar cada vez mais fortes, sigo o som de gritos e grunhidos, ate achar a grande porta dupla que esta aberta, não demoro para encontrar uma turma jovem de desajeitados parados em frente a um homem mais velho, mesmo com cara de vinte o homem tinha um olhar de velho e mau humorado, assim que entro na fila de homens ele me olha com desprezo.

— Creio que esta perdida, a ala do preparatório para criadas fica dentro do castelo — ele diz, trazendo toda a turma a rir.

— Não senhor, me candidatei para soldado "senhor", estou aqui pelo mesmo motivo que os outros, aprender a ser um soldado melhor — digo entediada, isso cala os risos de alguns, pelo que vejo e bem raro uma mulher querer ser um soldado.

— Isso não e coisa de damas minha senhora, seria melhor desistir agora — contradiz o homem

— Não me importo com trabalho duro.

Mesmo antes como humana, meu irmão sempre me ensinou a me defender, ser um soldado seria um destino provável para mim, ainda mais sendo a irmã do líder da tribo, não posso mais me enganar achando que eu poderia ser outra coisa alem de uma moeda de troca em um casamento forçado ou uma general para cuidar da segurança do nosso líder, quero dizer, do Líder dos humanos.

Me concentro em permanecer perfeitamente reta, com as mãos juntas em minhas costas, totalmente em sentido, não ouso nem respirar mais profundamente, o senhor que presumo ser o capitão desse pelotão passa vagarosamente corrigindo a postura e gritando com alguns recrutas, quando finalmente chega na minha frente fico totalmente em forma, sequer pisco, se eu fosse pensar bem eu não tenho mais necessidade de piscar, meus olhos não ardem por ficar muito tempo com eles abertos.

— Qual seu nome recruta! — ele se dirige a mim, não o olho, continuo a olhar para frente.

— Celaena Blood senhor!

— Ah! conheci seu pai minha jovem, se você puxou para ele tenho certeza que vai ser dificil desistir — ele ri como se desistir fosse o que aconteceria de um jeito ou de outro.

— Eu nunca desisto senhor — deixo claro.

Ele ignora o que eu disse como se eu fosse menos que uma barata, não deixo isso me afetar e continuo na minha posição, não lhe darei a satisfação de falhar, nunca, deixo um mantra entrar e dominar minha mente.

"Eu nunca vou desistir"

Notas finais
Espero que tenham gostado, sei que não é um super capitulo como eu prometi, mas não estou totalmente bem para continuar a escrever por hoje, prometo que vou tentar não me atrasar tanto assim da próxima vez. Comentem o que acharam pois essa escritora presa muito a opinião de vocês...
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.