Trilogia Badlands - Mann Vs. Machine

9 Final - A última onda de robôs


A equipe começou a se espalhar.

– Engineer, coloque a sentinela e o fornecedor no telhado! — gritou Heavy — Eu fico ali e não preciso ir procurar munição!

– Deixa comigo! — gritou Engineer — Pyro, quando os Spies vierem, corre para perto da minha sentinela!

Pyro: Nem precisa dizer! Eu vou correndo!

– Já que o Heavy vai ficar com o Engineer, eu curo o Soldier — disse Medic.

A equipe vai pegando as armas, as carregando e indo para a linha de frente. Sniper leva dois rifles na mão e dá um deles a Anya.

– Vamos explodir a cabeça deles — disse Sniper.

A garota sorriu e os dois foram para o limite da cidade. Engineer constrói a sentinela e o fornecedor no topo de uma das casas, enquanto o resto da equipe vai se posicionando. Miss Pauling carrega uma shotgun, Demoman coloca as stickybombs em lugares estratégicos, Heavy fica ao lado do fornecedor, Spy se esconde perto das últimas casas, Pyro, Soldier e Medic ficam em frente ao campo de batalha e Scout vai ao lado de Anya.

– Só queria dizer, porque eu não sei se vamos ser mortos ou não — disse Scout — Você tinha razão sobre... O que eu sentia por você.

Anya sorriu e antes de poder falar algo, a escotilha começou a se abrir. Gray saiu de lá com cada tipo de robô da equipe. Eles desceram a barricada e observaram o campo de batalha.

– Que coisa fofa — disse Gray — Isso é uma festa de despedida?

– Preferimos o termo, acabar com uma invasão de robôs que quer destruir uma fábrica de chapéus — disse Engineer.

Gray olha para Anya.

– Venha — disse Gray — Vamos querida, vamos embora.

Anya fixou olhar no homem e balançou negativamente a cabeça.

– Eu não saio daqui — disse Anya.

– Por favor! — disse Gray — Não por isso que eu te programei! Você deveria estar contra esses mercenários!

– Esses “mercenários”, ajudaram ela enquanto você queria a usar para destruição — disse Sniper.

– Você é um robô! — disse Gray — Não uma garota! Foi um erro meu te fazer absorver as mentes! Eu vi no que eu errei, então, vamos para casa e você vai virar o perfeito robô... Minha filha.

– Eu não sou sua filha! — gritou Anya — Eu cansei de você, Gray! Até mesmo o Soldier me tratou melhor!

– Ei! — disse Soldier.

– Bom, já que minha própria criação se voltou contra mim, que tal vocês, mercenários? — perguntou Gray — Me entreguem ela e eu deixo vocês viverem.

Todos se olham e Soldier deu um passo a frente.

– Ela não vai voltar a ser o monstro que você a chama de perfeita — disse Soldier.

Scout ficou ao lado do colega.

– Saia daqui, Mann — disse Scout — Volte a brincar com seus brinquedos que você chama de perfeitos.

– Gray Mann, se estiver me ouvindo, volte ao seu tanque de robôs e saia daqui — disse a Administradora, pelos autofalantes.

– Ah! — disse Gray — Eu estava esperando você, minha velha amiga Helen, me diga, como vai reagir quando meus robôs acabarem com seus mercenários?

– Você não vai conseguir acabar com eles — disse a Administradora, pelos autofalantes — Você tem meras cópias.

– É isso que vamos ver — disse Gray.

Os robôs sobem junto com Gray para dentro do tanque novamente.

– É isso ai, a última onda de robôs! — disse a Administradora — Protejam Mann Co. a todo custo!

Sniper e Anya vão para o topo de uma das casas e Scout olha para a garota, que balança a cabeça positivamente. O sinal dispara por toda a cidade e os robôs começam a sair do tanque.

– Espero não morrer — disse Demoman — Tenho muita bebida ainda para tomar.

– Nós não vamos morrer — disse Scout — Não hoje.

Os robôs finalmente atravessam a barreira e chegam a cidade, onde começa o tiroteio. Fogo, mísseis, balas, granadas e backstabs estavam em todo o campo de batalha. Era mais robôs do que o normal.

– Alerta! — disse a Administradora, pelos autofalantes — Vejo uma Sentry Buster entrando na área!

– Tomara que seja a última que eu destrua! — gritou Engineer — Porque eu cansei dessa coisa!

A Sentry Buster entrou na cidade, tentando ir em direção de Engineer, mas a sentinela e Heavy não deixavam ela se mover.

– Eu vou destruir a pequena Sentry Buster! — gritou Heavy.

Do nada, a Sentry Buster explodiu, deixando sua grossa fumaça.

– Eu não vejo nada! — gritou Spy.

– Pessoal, eu acho que o Demoman está morto! — gritou Soldier.

– Eu estou do seu lado, seu louco! — gritou Demoman.

A fumaça sumiu e os robôs continuaram a avançar. Gray observava tudo longe, dentro do tanque, junto com o pequeno robô. Ele apenas olhava Anya. A garota atirava sem parar nas cabeças dos robôs.

– Porque não estamos avançando? — perguntou Gray — Os robôs mais fortes já foram enviados?

– Todos os robôs foram enviados, senhor — disse o pequeno robô — Lembre-se que o senhor não sabia dessa guerra final e fez menos da metade dos robôs. Pelos meus cálculos, eu recomendaria o senhor bater em retirada.

– Retirada? — perguntou Gray — Eu não sou um covarde! Quero recuperar o que é meu!

– Senhor, o robô G-S15 já está perdido — disse o robô.

– Bom, eu posso fazer outra dela — disse Gray.

– Isso é incorreto, senhor — disse o robô — O Engineer robô que a construiu foi encontrado destruído no setor 14. Sua memória foi apagada ou corrompida e não conseguimos recuperar os dados da construção do robô G-S15.

Gray se levanta ao ver o colar de Anya, que sai de dentro da roupa da garota. Imediatamente, ela coloca o colar dentro novamente.

– Maldita seja minha criação! — gritou Gray.

– Senhor, nossos números de robôs diminuíram drasticamente — disse o robô.

– O que ainda temos? — perguntou Gray, se sentando novamente.

– Um batalhão de Scout robôs, um tanque, um batalhão de Soldier robôs — disse o robô — Três gigantes Soldier robôs...

– Envie os três — disse Gray — Envie todos! E mais, quero que os Spies que restaram vão atrás da Anya.

– Sim senhor — disse o robô.

Gray apertou um botão na mesa, onde todos os robôs pararam.

– Atenção idiotas — disse Gray — Vocês tem um novo alvo.

Anya larga o rifle e agarra a cabeça.

– Anya? — perguntou Sniper — O que foi?

Sniper a ajuda a levantar, mas ela continuava com as mãos na cabeça.

– É o Gray! — disse Anya — Eu estou ouvindo ele!

Sniper olha para o tanque e observa que os robôs pararam, mas o time continuava a atirar.

– Scout! — gritou Sniper.

Scout olhou para Sniper e correu até lá. Ele viu Anya, parada.

– O que houve? — perguntou Scout.

– Ela diz que Gray está falando com os robôs — disse Sniper.

Os robôs voltaram a atacar e Anya voltou a si.

– Ei, o que houve? — perguntou Scout.

– Gray... Ele... — disse Anya. Ela pára — Atrás de você!

Sem pensar, Sniper tira o facão das costas e destrói um Spy robô, que iria dar um backstab em Scout. Eles se olharam.

– Valeu — disse Scout, surpreso.

– Vocês destruíram todos os Spies! — disse a Administradora, pelos autofalantes.

– Me agradeça depois, companheiro — disse Sniper. Ele volta a atirar — Vejam o que o Gray falou, eu dou cobertura.

Sniper se apoiou na cerca e voltou a atirar.

– Ok, o que ele disse? — perguntou Scout.

– Que tínhamos um novo alvo — disse Anya — E ele está enviando os robôs gigantes.

– Quais? — perguntou Scout.

Eles perceberam a falta do sol e olharam para o campo de batalha.

– Aqueles — disse Anya.

Haviam três robôs Soldier gigantes saindo do tanque.

– Ah, maldição — disse Scout.

Os robôs destruíram a sentinela de Engineer, que saiu do campo de visão dos robôs. Eles jogaram longe Miss Pauling, Pyro, Soldier e Heavy, enquanto Spy dava um tempo a equipe, sabotando os robôs. Como os robôs eram muito fortes, sabotar iria tirar pouca energia deles.

– Arranjem um jeito de impedir essas coisas! — gritou Spy — Eu vou tentar os segurar aqui!

Pyro se levantou e começou a queimar todos, Demoman atirava sem parar as granadas, Sniper e Anya atiravam sem parar e Engineer conseguiu erguer novamente a sentinela, mas nada parecia dar certo.

– Sniper!

Sniper olha para Miss Pauling, que estava dentro da sala de vigilância, com a cabeça fora da janela.

– Usa o Jarretê! — gritou Pauling.

– O que? — perguntou Sniper — Porque eu faria isso?

– Confia em mim! — gritou Pauling — É uma das fraquezas deles!

Os robôs começaram a dar defeito e Sniper pegou uma jarra de Jarretê, olhou para Miss Pauling e jogou em um dos robôs.

– Olha a bomba! — gritou Sniper.

Assim que ele acertou, na hora um dos robôs parou e explodiu.

– É assim que se faz! — disse Sniper.

– Bom trabalho! — gritou Pauling.

Medic percebeu o que ele havia jogado.

– Ei! — gritou Medic — Cuidado com isso!

– O objetivo não é acabar com os robôs? — perguntou Sniper.

– É — gritou Medic.

– Então não há cuidado, companheiro! — gritou Sniper.

Pareciam ser os dois últimos robôs. Engineer olhou o tanque longe, sem nenhum robô vindo para a cidade.

– Pessoal, são os últimos robôs! — gritou Engineer — Não vem mais nada do tanque!

– Então quer dizer que não precisamos economizar na munição! — gritou Heavy.

Heavy levantou e atirou loucamente nos robôs. Engineer, com a ajuda de Pyro, transportou a sentinela para mais perto de onde os robôs estavam e colocou ela no telhado de Anya e Sniper. Os robôs pararam ao ver Anya.

– Isso não é bom — disse Anya.

– O alvo foi localizado — disse um dos Soldier robô.

– Corre — disse Scout.

– Então atire nela! — disse Gray, pelo robô.

– Corre, Anya! — disse Scout — Corre!

– Sim, criador — disse o outro Soldier robô.

Quando Spy ia sabotar um dos robôs, o outro robô atirou um foguete nele, o enviando para o limite da cidade. Com consequência, Sniper jogou outro jarro de Jarretê no robô que havia acabado de atirar e a equipe o fez explodir.

– Scout, leva a Anya para a base! — gritou Soldier — Nós te damos cobertura!

– Vai! — disse Scout.

Anya e Scout começaram a correr, mas o robô restante não desistiu e atirou em Anya, que foi levada pelo foguete a entrada da cidade. A equipe viu a explosão do foguete, assim que o último robô ficou paralisado e caiu no chão.

– Anya! — gritou Scout.

A equipe foi correndo até a frente da base, onde estava Anya, caída no chão. Scout se jogou no chão e a pegou nos braços. A garota estava desmaiada e ferida.

– Anya! Anya, por Deus, me dá um sinal que está bem! — disse Scout. Um silêncio ficou na cidade — Anya! Vamos Anya!

Ela abriu os olhos, devagar.

– Se você não parar de me sacudir, eu juro que vou fingir que morri — disse Anya, de um tom baixo.

A equipe riu e o casal se olhou. Scout ajudou Anya a se levantar, sendo que garota estava com uma péssima aparência. Scout a olhou novamente.

– Nossa — disse Scout — Você está péssima.

– Valeu — disse Anya, em um tom baixo.

– Eu posso ajudar — disse Medic.

Ele puxou a arma médica e curou Anya, que parecia bem melhor.

– Valeu Medic — disse Anya.

– Ora, é meu trabalho! — disse Medic.

– Vocês vem? — perguntou Spy.

– Para onde? — perguntou Scout.

– A guerra está quase acabando — disse Heavy.

– Mas ainda falta explodir o maior de todos os robôs — disse Demoman.

Eles olharam para o tanque de robôs.

– Querem explodir o Gray? — perguntou Pauling.

– Não me importaria — disse Anya — Até seria bom para minha nova programação.

– Vamos já começar o ataque — disse Soldier — Esperamos vocês.

A equipe foi indo em direção do tanque, ficando apenas Miss Pauling, Anya e Scout na frente da base. As garotas se abraçaram.

– Fez muito bem — disse Pauling.

– Obrigada Miss Pauling — disse Anya.

Elas se olharam.

– Você é minha amiga — disse Pauling — Além do fato de ser a única garota por aqui me deixa louca.

Scout riu.

– Bom, eu... Eu vou deixar vocês dois à sós — disse Pauling — Quero ver como vai ser essa explosão. Até.

Ela foi com a equipe. Scout e Anya ficaram frente a frente.

– Bom, acho que não temos muito o que falar — disse Scout — Vamos lá com o pessoal, antes que eles decidam explodir o tanque sem a gente.

Enquanto Scout começava a ir em direção da equipe, Anya olhou para o portão da cidade. Ele estava aberto, na verdade, destruído e ela notou a cidade no horizonte.

– Scout — disse Anya.

Ele se virou.

– O que foi? — perguntou Scout.

– O que é aquilo? — perguntou Anya.

Ele olhou a cidade.

– É a cidade — disse Scout — Não sei qual, mas é uma das cidades de Badlands.

– E o que tem lá? — perguntou Anya.

– Hã... Pessoas, carros, prédios, casas... — disse Scout — Tudo o que uma cidade normal tem.

– E... As pessoas são livres lá? — perguntou Anya.

O garoto pensou.

– Sim, tecnicamente sim — disse Scout — Ei, não vamos deixar o pessoal esperando. Vamos lá.

Ele percebeu que a garota não havia se mexido.

– Ei — disse Scout. Ela se virou — Vamos.

Scout esticou a mão para ela. Anya sorriu e foi até Scout, fechando a mão do mercenário.

– Me desculpe Scout — disse Anya — Mas eu não vou para lá.

O garoto se preocupou.

– Como assim, não vai para lá? — perguntou Scout, assustado.

Ela se virou novamente para a cidade e os dois voltaram a frente da base, onde havia o portão aberto.

– Olhe para lá — disse Anya — Está lá minha liberdade! Eu posso ir para a cidade e ser livre!

– Livre? — perguntou Scout — Anya, você não conhece ninguém lá! Você vai ficar perdida se for para lá sozinha!

– Por isso mesmo! — disse Anya — Eu não conheço ninguém! Minha vida vai começar do zero! Do jeito que devia ter começado! Sem Gray, sem robôs e sem...

Anya olhou para Scout, que entendeu a mensagem.

– Sem ninguém — disse Scout — Nem mesmo nós.

Ela pegou a mão de Scout.

– Você sabe mais do que ninguém que eu tive os melhores dias da minha vida aqui, com vocês — disse Anya — Mas eu não posso ficar dependendo de vocês e nem mesmo da Miss Pauling! Eu quero começar minha própria vida!

– Mas aqui você tem nós! — disse Scout — Seus amigos que te conhecem muito bem e não vão te tratar como um monstro... Nunca mais... Sério. Por favor, fique!

– Será? — perguntou Anya — Eu sei que posso encontrar pessoas talvez... Piores que o Soldier, mas isso não é motivo para me fazer desistir. Eu preciso ir. Eu quero começar minha própria vida, quero ter minhas próprias habilidades e talvez um dia... Descobrir quem eu sou.

– Como assim? — perguntou Scout.

– Eu não sei mais o que eu sou, Scout! — disse Anya — Eu nasci robô, mas acabei crescendo como humana, eu tenho uma programação a seguir, mas ao mesmo tempo... Eu quero seguir a minha própria programação. O que eu sou? Não posso ser humana porque posso virar um robô e não sou um robô porque eu tenho sentimentos!

Ela se virou para a cidade

– Mas... Eu nunca mais irei te ver? — perguntou Scout.

A garota se virou novamente para Scout.

– Vai sim — disse Anya — É uma promessa. Nós vamos nos reencontrar novamente, Scout.

– Mas você vai se esquecer de mim — disse Scout.

– Esquecer? — perguntou Anya. Ela riu — Como eu vou esquecer da pessoa que mais me ajudou quando todos estavam contra mim? Não, eu nunca vou te esquecer.

Ela tirou o colar com o diamante do pescoço e colocou na mão de Scout.

– Quero que você fique com isso — disse Anya — Para se lembrar de mim.

– Só mais uma coisa — disse Scout — Se lembre que eu fui a primeira pessoa que te amou.

Anya suspirou.

– Eu sei — disse Anya.

Ela foi caminhando para trás.

– Adeus Scout — disse Anya.

– Até, robô Anya — disse Scout.

Anya sorriu e olhou para a estrada, em direção da cidade e nessa mesma hora, o sol ficou atrás dos prédios da distante cidade. Ela suspirou e começou a caminhar em direção aos prédios, deixando Scout desolado. Ele a via pela última vez, enquanto o sol a iluminava. Depois de um tempo, Scout foi embora, sabendo que ela não iria voltar, mesmo que ele ficasse lá até a garota desaparecer da visão do mercenário. Ela parou ao ouvir a explosão do tanque, sorriu e voltou a andar para a cidade.

Prólogo:

E... Era a noite em Coal Town. Haviam os restos do tanque acima da barreira do limite da cidade. Gray saiu cambaleando do que havia restado do tanque, vendo que finalmente havia sido derrotado.

– Não — disse Gray — Não! Eu fui derrotado? Impossível!

Ele viu os robôs caídos no chão da cidade.

– Malditos sejam esses mercenários — disse Gray — Maldita seja minha criação! Anya! Eu sou seu pai, não importa o que aconteça!

Ele se levanta.

– Eles vão pagar — disse Gray — A guerra ainda não acabou!

O homem revira os destroços em busca de algo. Ele pega um painel que ainda funcionava com vários esquemas.

– Posso ter perdido a batalha, mas a guerra não — disse Gray — Ainda não!

Havia um esquema de um grande robô, maior que os outros que Gray já havia construído.

– Sim — disse Gray — Eu posso me reerguer ainda e quando eu estiver no comando, ela não vai ter outra escolha a não ser se entregar para mim.

Gray se levanta, triunfante.

– Ainda não acabou, time RED — disse Gray — Ainda não acabou, Helen. Eu vou voltar, mas vocês vão se arrepender de tudo.

E assim, a guerra dos robôs acabou... Por enquanto.

Notas finais
Eu sei que o final ficou meio meloso, mas o que eu podia fazer? Os dois se amavam! Obrigada a todos que realmente leram até o final, gostaram, agradeço muito. E pra quem acha que acabou... Isso se chama Trilogia Badlands... Em breve, a continuação...
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!