Notas iniciais
finalmente o Nyah voltou e *---*
vou continuar a escrever a historia, mas preciso de sujestoes, afinal, eu me esforço pra ser engraçada, mas nem sempre consigo.
espero q esse capitulo agrade a voces e que deixem uma certa, curiosidade pro que vem ai

Os meninos e eu chegamos em casa quase uma hora da tarde. Minha mãe já descabelava né? Fomos pro meu quarto pra decidir como faríamos o tal do teatro. Com tanta coisa pra professora passar, ela vai passar justamente um teatro pra gente fazer.

— Quais são os personagens? – perguntei.

— Um padre, uma loira, um homem, duas arvores e o narrador. – respondeu Tom.

— Ah ta. E quem vai querer fazer esses papeis ridículos?

— Não sei, só sei que eu não vou querer ser nada nesse teatro. – respondeu Harry.

— Então você fica sem ponto, uai! Que historia é essa?- respondi enfezado.

Tínhamos que fazer um teatro em que uma loira ia se confessar com o padre e o tal do namorado dela escutaria atrás das arvores. E o final da historia era por nossa conta. Não achávamos nada de errado ate a escolha dos personagens...

— Tom e Bill poderiam fazer as arvores, já que eles são iguais mesmo... – disse Harry.

— Só vocês vêem a gente igual. Somos tão diferentes. – reclamou Tom.

— Você parece que nem gosta de ser meu irmão... – Haha, o Bill ficou triste.

— Gosto, só que você com esse cabelo de leão assustado espantam qualquer um.

— E você acha que essas suas trancinhas de cabelo ruim são muito lindas, né?

— Chega vocês dois! Já que vocês não foram agraciados com cabelos lisos igual a nós aqui, discutindo que vocês não vão ficar desse jeito nunca! – disse Danny, alguma coisa que presta.

Eles pararam e continuamos a decidir os personagens.

— O Pierre poderia ser o padre... – disse Tom.

— Eu, por quê? Ficou louco?

— Porque você tem cara de padre.

— Qual é, acha que eu vou ficar preso num convento o resto da minha vida sem pegar mulher nenhuma?

— Não, não necessariamente. Você só precisa entrar pro convento, porque mulher você não pega mesmo.

— KKKKKKKKKKKKKK – todos riram. Mas quem ri por ultimo...

— O David é a loira!

— Porque eu sou a loira? Você que mais parece uma mulher do que eu, Bill!

— Você vai ser a loira, porque você é bonitinho e tem cara de loirinha.

— Ah não! O Harry tem tendência a ser loiro, e têm os olhos azuis, o Danny tem cara de bêbado e pra loira ia ficar interessante, porque eu nunca vi uma loira bêbada, o Pierre já vai ser o padre, e o Tom não tem cara de loira.

— Viu? Você é o melhor pra ser a loira. – disse Danny, colocando a peruca loira na minha cabeça.

— Só não vai me cantar que nem você fez com a garçonete, hein?

— E o Danny vai ser o homem. – disse Pierre.

— Ah, eu tenho cara de palhaço ou o que?

— é que pelo menos a gente vai saber que não vai fazer feio... – disse Pierre, de consolo.

— E o Harry? – perguntou Bill.

— Eu vou ser o super-herói da história! õ/

— Mas na historia não tem super-herói. – disse.

— Mas eu vou fazer par com o David! – ai meu Deus, se minha mãe ouvir uns papos desse, ela vai me mudar de escola e acabar com minha mesada. Ela vai achar que eu ando com um bando de gays e de bêbados! :S

— Ah, cala a boca! Eu sou solteiro nessa historia e vou acabar solteiro. –disse.

— Solteira!- corrigiram. Ai que raiva!

— Ah, tanto faz, tanto fez. Eu sou um padre mesmo. – respondeu Pierre, triste.

— Isso é só um teatro, vey. Calma.

Ta, o difícil agora seria só montar o enredo da historia. Mas deixamos isso pra depois. Fomos todos pra rua e jogamos bola (só parando pra correr com Danny pra lixeira mais próxima pra ele vomitar) e depois fomos tomar café na minha casa.