Topo do mundo
1 Apresentações e opiniões.
Notas iniciais
POV Narradora
Era uma vez...
Ei sai daí, é o meu trabalho! Fora! Agora! Hump...
Mas a historia...
Eu que conto essa historia, fui criada pra isso e exclusivamente pra ela.
Desculpe eu acho que errei de historia, eu já vou.
Ta vai. Tá pensando o que, que Mané era uma vez o que!...
Olá gente, aqui e a narradora, isso mesmo a narradora, desculpe a inconveniência eu tive que resolver um problema com um colega, como podem ver. Eu só quero informar que diferente dos outros narradores, eu posso-me ‘comunicar’ com vocês chamados leitores expressando minha opinião durante a narração (eu sou bastante irônica. John se manda, a sua é outra historia, vai, vai embora). Mas também eu sou uma personagem do que vocês chamam de historia (ouviu John!), porém não participo diretamente nela, e nossos heróis não sabem que eu existo (e nem podem saber seria um caos). Eu só falo do ocorrido só quando rola um chamado POV que é muito raro. Mas volta e meias vocês vão me ver comentando sobre o capitulo (geralmente no final dele, mas também no inicio quando vou introduzi-lo). Porém, eu sou diferente da escritora; ela sabe o passado, o presente, e o futuro da historia, ela me criou e sabe toda a historia (não confundam). Sem mais delongas vou começar meu trabalho (que eu amo tanto!).
***
Era um dia qualquer em São Fransokyo ou quase... Hiro e seus amigos estavam impedindo um trem cheio de pessoas que tinha saído do trilho chega ao porto e cair no mar. Por que o maquinista pegou no sono e parece que não viu desvio e onde estava indo. (desligado... esse ai vai tirar umas férias bem longas... se é que me entende). Todos estavam em pânico, desesperados, gritando e se abraçando um com os outros. Tudo parecia perdido até chegarem nossos heróis! Com grande estilo eu diria. Isso que é entrada! Uhu!
–Pessoal, estão me escutando. -Hiro disse quando viu o trem fora do trilho em sua patrulha diária pela cidade de São Fransokyo. Ainda é aérea, só quem pode em!
– Sim- todos disserem em um uníssono quase perfeito.
Ele era o líder do Big Hero 6. E como tal, os planos partiam dele, mas claro que como um bom líder tinha que aceitar sugestões e teria que às vezes ceder pela razão ou o bem dos outros. Que só para constar no passado não fez muito isso... Mas amadureceu e aprendeu a agir como um líder nato e concentrado. (O que não faz muito sentido se nato é que nasce com o dom! enfim.).
–Honey, você consegue fazer uma bola química que pelo menos de para atrasar o trem?-ele perguntou a ela pelo comunicador no capacete enquanto bolava um plano. O que poderia demorar um pouco.
– Claro Hiro, já ta saindo- ela com sua bolsa barra laboratório ajudavam muito a equipe, com misturas espetaculares. Só ela para decorar a tabela periódica a ponto de saber de cor. Graças a ela foi recuperado o chip do baymax do incidente do surto de ódio do Hiro. Ela era muito observadora e apesar de alegre, sabia levar seu trabalho bem a sério. Ela não brinca em serviço, sabia que tem vidas em jogo.
Ela fez uma bola química que gelou o trem no chão temporariamente.
–Hiro não sei se vai durar muito, como esta o plano — ela perguntou preocupada tentando manter a mistura o Maximo possível com as bolas químicas que estava demorando mais pra fazer do que durassem no chão. Ela tentava.
–Certo Gogo, tente corta os trilhos junto com o Wasabi para desviar o trem do porto. -ele falou sinalizando a eles.
Gogo e Wasabi conseguiram cortar o trilho a tempo, ela com os seus discos mega-lev acionado com magnetismo e ele com as laminas altamente cortantes. Eram os dois que tinha mais juízo da equipe... A Gogo era a voz da razão e o Wasabi era bem, da razão também.
– Beleza Hiro, trilhos cortados e agora. – Wasabi falou a ele pelo comunicador enquanto olhava o céu pra vê-los.
–ok, Fred... Já sabe sua deixa. -ele disse com um sorriso sapeca no rosto com aqueles dentes separados que era seu, digamos ‘charme’(esta entre aspas, só pra constar).
–Pode crer Hiro. -ele falou enquanto, com o fogo colava o trem com outra linha desviando do porto. -fogo cuspo fogo falou. Ele como um bom fã de quadrinho virar super-herói era uma realização de um sonho. (seguindo o ramo da família, que orgulho).
–Beleza baymax e com a gente. -ela falou junto com seu melhor amigo, que tanto na luta ou no dia a dia eram um só. Ele tinha sido reconstruído (graças à inteligência do Hiro e a memória como ele foi feito), agora não se separavam mais... Como você e seu doce, comida, chocolate seja lá o que for preferido.
Eles aterrissaram na frente do trem e conseguiram para-lo com um pouco de trabalho, graças à força de baymax, arrancaram um pouco do chão, nada demais e salvaram todo mundo do trem... IEEE.
–Reagrupar, hora de ir nosso trabalho esta feito. -Hiro falou triunfante levantando os braços enquanto ainda voava em cima do Baymax pela cidade e tirou o capacete pra senti o vento no rosto. Respirou bem fundo.
Salvar a Cidade, era agora seu “emprego”, alem de ir à faculdade. As coisas mudaram pra caramba desde que ele e seus amigos salvaram São Franskyo. Tinha criado um pouco de juízo... Só um pouco. Ele e sua tia tinham um ótimo relacionamento e se davam muito bem (ela não sabia que ele era super-herói, lógico!). Ele sentia claro, saudade de Tadashi, mas, para honrar seu irmão a ajudar a cidade ele virou o que é. Volta e meia ao tumulo de seu irmão e deixava sempre uma flor. Ele estava superando isso com a ajuda de sua tia, dos seus amigos e de seu melhor amigo: baymax. Ele tinha uma vida relativamente normal; fora o fato de que com 14 anos ele: 1-tinha virado o super-herói da cidade, 2-ele era um líder (que evolução em...), 3-ele tinha ido para uma faculdade para gênio científica e inventou a maquinas que provavelmente acabaria com os problemas da humanidade!(o que e irônico, pois só trouxe problemas pra ele e quase destruiu os humanos!) mais fora isso Que moral em! Certo ele errou também... Porém aprendeu com esses erros.
Afinal á vida e viver e aprender, ele no passado tinha agido muito por impulso, mas a culpa na era 100% dele, afinal, o irmão dele morreu por uma pessoa que não dava o mínimo valor a vida dos outros, (assim até eu...), ele sofreu, sim, mas também teve momentos de felicidades, como quando baymax voltou e a lembrança que seu irmão nunca desistiu de tirá-lo das robô lutas e usar sua inteligência pro bem. Sua relação com Abigail estava bem, não se viam muito, ela era ocupada e ele também, mas, não tinha raiva dela, nem se arrependeu de ter a salvado.
Mas (sempre tem um, mas...) a vida dele não era fácil, nem de seus amigos. Pois era extremamente exaustivo, afinal conciliar a vida de super-herói com a normal. Além do alto grau de risco de vida, afinal ele poderia morrer a qualquer momento, coisa demais para um moleque de 14 anos.
Sem falar do velho inimigo que o assombra querendo vingança...
Na prisão de São Fransokyo, podemos (ou pelo menos eu) ver um sorriso maquiavélico no rosto de uma pessoa que tinha contas a acertar com Hiro e seus amigos, uma divida de vida ou morte pra ele, quando um alarme tocou e um prisioneiro fugiu por causa de um grande terremoto causado por pequenas maquinas pretas,afinal ele o provocou e tinha o que queria: os microbots sob seu controle. Seu plano estava pronto e não hesitaria colocá-lo em pratica, afinal tinha contas a acertar, era uma questão de orgulho, era ele...
Callaghan...
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