Tomione: Forbidden Memories
29 Meias-verdades (Parte 2) De volta ao passado.
Notas iniciais
O que eu quis dizer com as coisas pegarem fogo é: CAPITULO HOT!
Com um casal que vcs nem imaginavam.
É a primeira vez que escrevo algo assim, então peguem leve.
Hermione franziu o cenho. Dumbledore estava com um olhar preocupado.
- Professor, antes de iniciar o ritual, o senhor poderia me responder algumas perguntas? – Perguntou Hermione, aparentando indiferença e até um pouco de tédio.
- Claro, senhorita. Sente-se.
Hermione sentou-se e suspirou pesadamente.
- Como tomou posse do anel? – Perguntou.
- Bem, foi há dois anos. Era primeiro de setembro e um pouco depois do trem chegar, quando os alunos já estavam em seus dormitórios. Eu estava indo para meu escritório e lá parada em frente à gárgula estava uma mulher. Tinha quase a minha idade e disse que precisava falar comigo. Chamei-a para meu escritório onde ela explicou que veio do futuro.
Hermione franziu as sobrancelhas.
- Então quer dizer que o anel...
- Ainda não foi inventado. – Completou Dumbledore. – Isso mesmo. A mulher explicou-me como o anel funcionava e quem deveria usá-lo. Explicou-me que aquela era minha missão e que o futuro do mundo mágico estava em jogo.
- Missão?
- Sim, eu deveria esperar dois anos e entrar o anel a alguém, para que essa pessoa tivesse chance de mudar o futuro. Essa pessoa é você Hermione.
Hermione soltou uma exclamação de surpresa e indignação.
- Mas o que? Por que eu? Por que não me contou desde o começo? – Exigiu saber.
- A mulher disse apenas que esse era o seu dever. Eu não podia lhe contar. Era parte da missão. – Explicou Dumbledore.
- E confiou nela? – Perguntou Hermione indignada. – Ela poderia ser do lado das trevas. Ainda mais com um anel tão cheio de magia negra.
- Eu tenho meus motivos para acreditar nela – Falou Dumbledore enigmático.
- E posso que motivos são esses, senhor?
- Não verdade não. Você não pode saber. – Falou Dumbledore.
- E porque não? – E completou – Senhor.
- Por que isso alteraria drasticamente o futuro.
Hermione sentiu aquele gosto amargo e familiar em sua boca. Era raiva. Odiava não saber das coisas. Ela era Hermione Granger, passava horas na biblioteca tentando saber de tudo que lhe era possível e simplesmente detestava quando não lhe contavam algo.
- Certo – Falou ela seriamente.
Ficaram alguns segundos constrangedores em silencio.
- Por que nunca tentou usar o anel? – Perguntou ela.
- Ah, isso é fácil. Primeiro que, eu estaria muito fraco por que o anel estaria usando minha magia. Segurando, porque, se eu tentasse voltar no tempo, não seria só a minha que mudaria e sim a de milhões de pessoas. – Explicou calmamente.
Hermione assentiu em concordância.
- Senhor... Por que sua mão está desse jeito? – Perguntou cautelosamente.
Dumbledore olhou para sua mão por um instante como se tivesse esquecido que ela estava enegrecida. Olhou para Hermione através de seus óculos meia lua. Os olhos azuis pareciam a analisar, como se estivesse decidindo se deveria contar ou não.
- Creio que saiba da história das relíquias da morte. – Começou Dumbledore.
Hermione meneou a cabeça em afirmação.
- Uma das relíquias é a pedra da ressurreição. Que por acaso também é uma Horcrux.
- O que?
- Isso mesmo. Como deve saber, Tom fez essa Horcrux ainda jovem, quando matou seu pai e seus avós. Mas ele não sabia que ela era também a pedra da ressurreição. Então, sem conhecimento disso ele escondeu sua Horcrux. Com sorte consegui encontra-la um pouco antes de sua volta no tempo, e como aqui só se passou algumas horas não fez muita diferença. – Explicou Dumbledore.
- E então?
- Então depois que a senhorita voltou e eu me recuperei eu resolvi... Colocar o anel. – Revelou Dumbledore.
- Mas senhor! É uma Horcrux então estava cheio de magia negra!
- Eu sei senhorita. Mas mesmo assim coloquei. – Lágrimas aparecem nos olhos de Dumbledore – Quando eu a descobri, depois de todos aqueles anos, enterrada na casa abandonada dos Gaunts, a Relíquia que eu ansiei mais do que todas, embora em minha juventude eu a quisesse por diferentes razões, eu perdi minha cabeça. Eu esqueci que ela era agora uma Horcrux, que o anel com certeza carregava uma maldição. Eu o peguei e o coloquei, e por um segundo eu imaginei que estava prestes a ver Ariana, e minha mãe, e meu pai, e dizê-los o quanto, quanto arrependido estava... Eu fui tolo.
Hermione estava um tanto desconfortável.
- Por quê? Você só queria vê-los de novo. Não há mal nisso. – Admitiu Hermione.
Dumbledore suspirou e deu um sorriso fraco.
- Talvez.
Ficaram alguns segundos em silencio. Dumbledore se recompôs.
- O que vai acontecer com o senhor afinal? – Perguntou Hermione calmamente.
- Não sei exatamente – Mentiu ele – Mas temo que isso possa prejudicar sua viagem ao passado.
- Como assim?
- Como algo está errado comigo pode ser que haja efeitos colaterais. Caso identifique que isso está acontecendo, quero que volte imediatamente ao futuro.
- Sim, senhor.
- Há algo mais que queira saber?
- O que houve com a mulher do futuro?
- Assim que ela retirou o anel, ela desapareceu, provavelmente retornou ao seu próprio tempo.
- Pode pelo menos me dizer o nome dela? – Perguntou Hermione.
Dumbledore franziu o cenho por um momento, parecendo se decidir do que dizer.
- Ela se identificou apenas como Rose.
Hermione mordeu o lábio. O nome lhe parecia estranhamente familiar, apesar de ter certeza de que nunca conheceu alguém com esse nome.
- Então, se não há mais perguntas, vamos para o ritual. – Falou Dumbledore.
- Certo – Concordou Hermione.
- Se ainda quiser voltar ao passado, é claro. – Emendou Dumbledore.
- Claro que eu quero. Mas senhor, o que o senhor lembra-se do passado. Por exemplo, já que eu fui embora, se eu não voltasse mais o que aconteceria?
- Bem, minhas memórias são limitadas. No momento a única coisa que lembro-me é que já que você sumiu do passado, lhe deram como desaparecida. Foi muita confusão. Tom ficou louco, queria saber para onde você tinha ido, queria saber seus segredos e você tinha sumido antes que ele pudesse sabê-los. Passou tempos tentando saber seu paradeiro, mas como viu que você não ia complicar sua subida para se tornar Voldemort, ele simplesmente desistiu, ou melhor, deu uma pausa nas buscas até não lembrar-se mais de você, afinal, para Tom é difícil desistir de algo. – Explicou.
Hermione franziu o cenho. Interessante, pensou ela.
- E agora, recarregar o anel. É uma coisa bem fácil e rápida até. – Disse o diretor pegando a caixinha com o anel no fundo de sua gaveta.
Dumbledore retirou o anel da caixinha e o pôs em cima de sua mesa. Ele enfiou a mão boa nas vestes e tirou uma faquinha de prata do tipo que Hermione usava para cortar ingredientes para poções. Dumbledore jogou para cima a manga das vestes e expondo o antebraço da mão machucada.
- O que o senhor vai fazer? – Perguntou Hermione.
- Para que a magia do anel funcione eu terei que usar um pouco do meu sangue. – Esclareceu ele.
Dumbledore cortou-se e o sangue escorreu em cima do anel, que instantaneamente começou a brilhar em azul safira. O diretor pegou a varinha e fechou o corte profundo em seu braço.
O anel começou a tremer violentamente em cima da mesa. Dumbledore apontou a varinha para o mesmo e começou a dizer palavras em uma língua estranha que Hermione não soube identificar qual. O anel ergueu-se no ar e brilhou em negro, que parecia mais sugar a luz do que iluminar, para dizer a verdade.
E em então o anel simplesmente caiu novamente na mesa e voltou ao normal. Hermione arqueou a sobrancelha. Era só isso? Voltou seus olhos para o diretor e então viu. O diretor estava mais pálido do que nunca, e aparentava alguém que parecia prestes a desmaiar de cansaço.
- Senhor? – Hermione levantou-se e foi amparar o diretor – O que eu posso fazer?
- Chame Severo... – Falou Dumbledore cansado.
Mas não foi preciso. Snape acabara de entrar, precisa falar com Alvo.
- Alvo, eu... – Começou dizendo, mas interrompeu-se quando viu a situação. – O que está acontecendo?
Aproximou-se rapidamente e voltou seus olhos negros para Hermione, desconfiado. Mas então viu o anel em cima da mesa e compreendeu tudo.
- Alvo, realmente ainda fez isso? Eu te avisei! – Repreendeu Snape em sua voz arrastada e fria.
O professor de cabelos oleosos pegou em seu bolso um pequeno vidrinho com uma poção arroxeada e o abriu.
- Beba – Pediu empurrando a poção nos lábios do diretor.
Instantaneamente Dumbledore pareceu melhor, apesar de ainda aparentar cansaço.
- O senhor vai ficar bem? – Perguntou Hermione.
- Sim, sim – Falou Dumbledore, mesmo que nem ele tivesse certeza disso.
Snape o encarava com repreensão e os lábios crispados.
- Senhorita Granger, quero que seja breve dessa vez em sua volta ao passado. Que interaja mais com Tom. Quero que o ensine! Aquilo que Tom não dá valor, ele não se dá ao trabalho de compreender. Sobre elfos-domésticos e contos infantis, sobre amor, lealdade e inocência, Tom não conhece e não entende nada. Nada. Eles têm um poder além do seu, um poder além de qualquer magia, é uma verdade da qual ele nunca soube. Ensine-o. – Pediu Dumbledore a encarando profundamente com seus olhos azuis lacrimejantes.
Hermione assentiu. Ela estava disposta a fazer tudo o que Dumbledore pedira. Era sua ultima chance de salvar a todos.
- Agora vá. – Disse Dumbledore.
Hermione pegou o anel e o colocou. Diferente da ultima vez que foi para o passado ela sentiu algo estranho passar por suas veias. Ignorou a sensação e disse:
- Convertam Tempus — December I, MCMXLIII.
O anel brilhou e ela foi sugada para o passado, e pelo que ela esperava, a última vez.
OoOoOoOo
Era manhã de primeiro de dezembro e Hermione estava atrasada para a primeira aula, estranhamente ela dormira demais (o que não era de seu feitio). Descia as escadas rapidamente a caminho da sala de aula de feitiços, no segundo andar. Hoje era dia de aula com a Sonserina.
Avistou Tom Riddle passando rapidamente, mas ele também a avistou e parou no pé da escada.
Desde aquele dia em que fizeram a trégua não se falaram mais. Tom havia saído da cozinha e fora atrás de Abraxas para cuidar dele antes que alguém o descobrisse. O loiro ficara mais de uma semana sem voz, o que foi um alivio para Tom. E nem quando tinham que se sentar juntos aulas DCAT juntos. Cumprimentavam-se apenas breves sorrisos e concentravam-se na aula.
Hermione recordou-se do dia em que ele a beijou em seu dormitório e sentiu uma sensação estranha no estômago. Balançou a cabeça rapidamente tentando se livrar daqueles pensamentos. Distraída e andando rápido como estava, Hermione tropeçou em suas vestes e caiu. Antes que pudesse se espatifar no chão e quebrar algum osso, sentiu braços fortes a envolverem. Imediatamente sentiu aquele cheiro que a embriagava, uma mistura de terra molhada, pinheiros e gel de cabelo. Riddle a pôs de pé e perguntou:
- Você está bem Granger?
- Sim, obrigada. – Respondeu tentando manter uma expressão indiferente.
- Tem que tomar mais cuidado – E completou com um sorriso canalha – Não é sempre que se acha alguém forte e bonito como eu para segura-la.
- Quanta prepotência – zombou Hermione.
Tom apenas deu de ombros.
- Vamos Granger, ou vamos chegar atrasados.
Hermione arqueou a sobrancelha.
- Certo.
OoOoOoOo
Não distante dali Abraxas Malfoy observava aquela cena entre Tom e Hermione. Maldita sangue-ruim! Por culpa dela seu orgulho estava ferido. Queria encontrar alguma maneira de humilha-la. Não só ela, mas também a Tom. Era injusto que ele, tão fiel aos ideais de Riddle tivesse sido castigado daquela maneira só por causa de uma sangue-ruim. E o mais ridículo era que parecia que Tom estava se envolvendo naquela imundice. Sentiu nojo.
Abraxas observou em volta e viu Elizabeth Edgecombe que também observava Tom e Hermione, num misto de inveja e indignação. Ela também não aprovava aquilo. Desde que a professora os pôs juntos em DCAT eles se falavam e já até ficaram. Deu um sorriso malicioso. Ia falar com ela depois da aula.
OoOoOoO
Elizabeth puxava Abraxas até uma sala de aula vazia. Tinham que conversar e fazer... Outras coisas. Entraram rapidamente e trancaram a porta e colocaram feitiços para que ninguém escutasse o que se passava.
- Então? – Perguntou Elizabeth maliciosa. Seus olhos cor chocolate estavam mais escuros que o normal.
- Deixe pra lá. Falo depois. Temos coisas mais interessantes para fazer agora. – Falou ele puxando-a rapidamente pela cintura, colando seus lábios selvagemente.
As mãos de Elizabeth passaram pelo pescoço de Abraxas e pararam no cabelo loiro, o puxando. Abraxas já colocava a mão por dentro da blusa de Elizabeth acariciando o seio por cima do sutiã. Ela acariciou o membro dele por cima da calça, já sentindo a ereção dele.
O loiro passou seus beijos para o pescoço dela, dando mordidas e chupões. Elizabeth gemeu. Abraxas arrancou a blusa dela rapidamente junto com o sutiã. Os seios dela já estavam duros e eretos. Abraxas pôs a mão direita por entre as pernas de Elizabeth, e como ela usava saia não havia muito problema.
Com a mão direita a acariciou por cima da calcinha e com a esquerda dava atenção ao seio esquerdo dela. Ele abocanhou o seio direito dela fazendo-a gemer. Sua língua era habilidosa, rodeava o bico do seio de Elizabeth enquanto seus lábios chupavam onde alcançavam e seus dentes raspavam na pele feminina.
Elizabeth também não ficou parada. Desabotoou rapidamente a camisa de Abraxas a arrancou, deixando o peitoral definido a mostra. Passou as unhas lentamente por ele e foi descendo cada vez mais. Um arrepio de prazer percorreu o corpo de Abraxas. Elizabeth desabotoou e retirou rapidamente a calça do loiro, sentindo o membro duro dele.
Ele retirou rapidamente a saia dela junto com a calcinha, penetrando dois dedos de uma vez na intimidade feminina. Elizabeth gritou de prazer e Abraxas voltou a beija-la ferozmente.
- Toda molhadinha pra mim – sussurrou Abraxas, rouco.
Com o dedão Abraxas acariciava o clitóris de Elizabeth e com seus dedos que a penetravam, ia hora rápido, hora devagar, numa prazerosa tortura.
- Pare de me... Torturar e... ME FODE LOGO! – Gritou Elizabeth.
Abraxas riu e retirou os dedos os colocou na boca de Elizabeth para que ela lambesse e sentisse o próprio gosto. E ela lambeu com volúpia e Abraxas não pode deixar de imaginar aqueles lábios sugando seu pênis. Mas não tinham tempo para isso. Seu membro latejava. O loiro a colocou de pernas apernas sentada em uma carteira daquela sala de aula.
Ele retirou a cueca e roçou seu membro grosso e ereto na intimidade de Elizabeth, fazendo ambos gemerem. Ele a penetrou de uma vez só, a fazendo perder o ar por um segundo. Afundou o rosto na curva do pescoço de Elizabeth enquanto estocava, apertando os seios completamente rijos e sentindo o cheiro dela, que o prendia com as pernas, forçando-o mais para dentro de si.
Elizabeth arranhava as costas de Abraxas com força, e ambos tinham certeza que as marcas ficariam por um bom tempo. Ela sentiu fisgadas em seu ventre e soube que o orgasmo estava próximo. O corpo dela retraiu e então sua feminilidade se agarrou involuntariamente ao sexo dele com toda força. As estocadas dele ficaram mais rápidas à medida que os gemidos dela ficavam mais intensos.
Abraxas a beijou ferozmente, abafando os gemidos. O corpo dela estremeceu e o seu orgasmo veio, com o dele logo depois, derramando seu liquido dentro dela. Abraxas saiu de dentro dela e olharam-se, ofegantes.
- Você... É bom. – Admitiu Elizabeth.
Ele deu um sorriso canalha.
- Eu sei – Então a puxou para um beijo novamente, e recomeçaram tudo novamente.
Continua...
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