Together For Eternity

4 Capítulo 4 - Is worth a little more of tiring...


Notas iniciais
Yo minna!!! Tudo bem com vocês?^^ Bom depois de revisar e revisar... Saiu o novo cap.! *avá ¬¬"*
Eu queria agradecer aqui a todos os reviews, elogiando e incentivando para que eu continuasse a escrever, muito obrigada de coração galera! Vocês fazem essa escritora boba muito feliz!
Bom e sem mais delongas... Vamos ao cap.!
Boa leitura!

Mais rápido!


Mais rápido!


Tenho que correr mais rápido! Droga mas que confusão! Se não estivesse com a adrenalina percorrendo por minhas veias, já teria desmaiado de exaustão há muito tempo. Estava com Líli em meu colo e com a minha mãe em meus calcanhares, correndo em direção ao centro da cidade.

Em meus ouvidos só conseguia ouvir meu coração batendo a mil, tinha que achar uma casa vazia, casa vazia... Onde eu ia achar isso aqui na No6? Eles não permitem que haja casas abandonadas aqui, pelo menos pelo que me lembro, era assim antes...

Já estamos entrando no centro, ainda bem que fomos rápidos... Só mais um pouquinho e...

Oh. Meu. Deus.



O que... O que aconteceu aqui?!


Centenas, não, milhares de corpos por todos os lados. Parei abruptamente juntamente com minha mãe. Todos estavam apodrecidos, com furos na parte de traz do pescoço. Eu já vi aquilo antes... Todas aquelas pessoas morreram por culpa das abelhas... ?

Senti o enjoo me atingindo, mas em menor intensidade do que já senti antes, depois dos cadáveres que tive que escalar para entrar na Instalação Correcional com Nezumi, acho que nada mais me abala com a mesma força.

Viro o rosto de Líli para que ela não veja aquela cena e volte a chorar, minha mãe parece prestes a desmaiar ao meu lado.


–Mãe, vamos, nós temos que continuar- Ela me olhou e assentiu, voltamos a correr, agora tomando o cuidado de não tropeçar em nenhum corpo.


Entramos no que pareceu ser uma rua mais antiga, virando a esquerda e a direita em um zigue-zague, ao final da rua, um bairro calmo e silencioso surgiu. Droga não havia um bom lugar para se esconder... O jeito era... Invadir mesmo.

Tem que ser uma casa normal, que não levante suspeitas...

Ahá! Uma bela construção, com dois andares e com um pequeno jardim à frente, esse seria nosso refugio, estava bem longe do centro, o que era ainda mais seguro para nós.


–Vamos ter que invadi-la, segure Líli um pouquinho para eu ver se tem alguém lá dentro, se escondam e esperem nos fundos, darei um sinal se estiver tudo tranquilo- Minha mãe pegou a menina no colo e seguiu em direção aos fundos da casa.


Verifiquei a porta, não estava trancada... Adentrei-a com cautela, sem fazer nenhum ruído. A casa era muito parecida com a minha antiga de quatro anos atrás, ampla, e com grande tecnologia. Olhei a cozinha e a sala, nada. Agora me restava o segundo andar. Subi as escadas, havia quatro quartos, dois deles eram comuns, o outro era de casal, e um com decoração bem infantil... Uma família bem grande já tinha morado aqui... O que será que aconteceu com eles? Pare de se preocupar com isso! Você tem que ser indiferente, seu objetivo é deixa esse lugar seguro para as pessoas importantes pra você!

Repetindo essas palavras sem parar olhei o resto da casa, achei um porão e algumas fotografias dos antigos moradores. Fora isso a casa estava completamente vazia...

Atravessei a cozinha e abri a porta dos fundos chamando minha mãe. Ela não estava com uma boa aparência, mas também quem pudera, tínhamos acabado de ver um monte de cadáveres, correr por no mínimo uma hora por uns sete quilômetros, qualquer um já estaria passando mal. Ela se sentou em uma cadeira e ficou fitando o vazio. Comecei a fechar as cortinas, já estava escurecendo... Será que você está bem Nezumi?

Meus pensamentos foram interrompidos.


–Eu vou... Vou ver o que tem para cozinhar... E por a Líli para dormir...


–Eu cuido da comida, vá descansar com a Líli, os quartos estão no andar de cima, acomode-se em um deles.

–Tudo bem... Mas acho que não vou comer nada, não estou... Com fome... — A voz dela não saiu mais do que um sussurro leve. Saiu da cozinha com a menina nos braços.


Comecei a fuçar os armários a procura de alimentos, ali e na geladeira, estava tudo abarrotado de comida e temperos, é como se os donos da casa tivessem simplesmente sumido. Sem deixar rastros. Como se todos tivessem saído para um passeio em um lindo dia de sol, e nunca mais voltado pra casa.

Será que as pessoas que moravam aqui foram mortas e estão com aqueles cadáveres?

Um calafrio desceu por minha espinha. Tinha algo muito estranho acontecendo...

Senti algo se mexendo no meu bolso, levei a mão até lá e...


– Hamlet?! Oh, Desculpe! Tinha me esquecido de você, você está bem?


O ratinho acenou à pequena cabeçinha e caminhou em direção ao meu ombro, sentando-se nele e depois se deitando.

Certo, certo... Não pense bobagens, tentando esquecer o arrepio que senti voltei a fazer o jantar, uma comida que eu já era praticamente minha especialidade: sopa.

Comecei a cortar e separar os legumes com agilidade.

O que me faz lembrar... Onde está o Nezumi? Será... ? Será que o capturaram? Não, não tem como, ele é ótimo lutando... Apesar de que... Ele estava bem cansado e...

Não! Ele não foi capturado! Ele não podia ser...

Ah droga, eu sempre estou me preocupando com aquele baka, e nada nunca acontece. Ah mas tinham tantos guardas por lá... Será que ele deu conta... ? Afinal todos estavam armador...

Ai!


Me cortei!


–Ai! Droga! Droga...


Me cortei! Abri rapidamente a torneira lavando o dedo ensanguentado na água corrente, parecia ter sido um corte fundo...

Caramba, é nisso que dá se preocupar com aquele baka do Nezumi! Aquele bastardo hipócrita!Sim! Um grande hipócrita! Todas as vezes que nos beijamos, acabou virando o que? Um beijo de despedida! E isso porque ele me deu um soco para nunca mais fazermos isso, mas ele cumpriu? Não! Porque ele é um hipócrita baka bastardo invencível, e ainda fala que eu banco o herói! Ele se arrisca de mais porque é um idiota irresponsável...


–Caramba quanto amor... Sinto-me honrado com tantos elogios Shion.


Dou um pulo, me assuntando com a voz que ouço atrás de mim, me viro e vejo que Nezumi está atrás de mim, encostado no batente da porta. Mas que droga! Eu estava dizendo aquelas coisas em voz alta?! E como ele tinha ido parar ali sem eu perceber?! E como ele me achou... ?


–V-voê me a-assustou Nezumi... – Senti minhas bochechas arderem, estava morrendo de vergonha das coisas que eu acabei de dizer. Mas foi só lembrar o quão ele me deixou preocupado que a raiva voltou.


–Nossa como você é desatento! Já passou pela sua cabeça oca que poderia ser um dos guardas? Você nem ia perceber não é mesmo seu baka!


–Não ponha a culpa em mim! Eu estava preocupado com você! Não estava prestando atenção... E se fosse mesmo um guarda eu saberia me virar sozinho! Eu também sei usar uma faca, sabia?! Você tinha que ter se escondido como eu falei! Porque você partiu pra cima deles? Você poderia ter se ferido... Poderia ter morrido seu idiota! Tenha um pouco de juízo... !


–Sangue.


–Hã... (?) Nani*?- de onde tinha vindo àquela raiva tão de repente? Caramba eu estava totalmente estressado, não estava mais conseguindo controlar os nervos, deve ser o efeito de andar por horas, e depois fugir e correr feito um louco.


–No seu dedo, sangue, você está sangrando idiota!


Olhei para meu dedo, o qual eu tinha cortado com a faca, tinha mesmo sido fundo, estava cheio de sangue novamente, mesmo que eu já tenha lavado, e começava a latejar e a doer.


–Ah... Isso... Eu me distrai enquanto cortava os legumes pra sopa e... Me cortei, n-não é nada serio.


–Hahaha! Agora eu vi como você lida com facas... – Nezumi riu e começou a caminhar em minha direção. Chegando cada vez mais perto, e mais perto... Quase colando seu corpo no meu.


–Deixe-me cuidar disso pra você... – Ele pegou minha mão e levantou-a levando o dedo machucado em direção a sua boca. Ele começou a lambê-lo e a... suga-lo...


–N-Nezumi! O-o que você ta fazendo?! S-seu bakaero!*– Senti que ficava extremamente vermelho agora, estava totalmente sem reação. Pelo canto do olho vejo Hamlet descer do meu ombro, procurando um lugar mais tranquilo pra descansar.


–------------Nezumi’s POV--------------------------------


Olhei para o Shion, naqueles olhos carmesins, seu rosto estava completamente corado, levantei uma sobrancelha para ele, fazendo uma cara inocente.


–Ué Shion, você sabe tudo sobre tanta coisa, e se esqueceu de que se você sugar o sangue em um corte, o sangue estanca? Só estou ajudando você- Dei um sorriso sedutor, deixando ele ainda mais vermelho, se é que isso era possível, ah... Adorava vê-lo assim. Já não estava mais conseguindo me controlar, eu estava cada vez mais atraído por ele. Posso estar completamente casado, exausto na verdade, mas parece que eu ainda tinha energia para certas coisas...


–Viu só? Parou de sangrar como eu disse...


Encostei meu corpo ainda mais no seu, fazendo-o suspirar, eu queria mais que isso, queria fazê-lo gemer meu nome.


–Ahh e-eu tenho que terminar a s-s-sopa... Porque você não sobe e toma um banho? Deve estar cansado... Você não se machucou nem nada não é?


–Eu estou bem, mas sei um jeito de ficar ainda melhor... – Sussurrei em seu ouvido sentindo-o se arrepiar, pousei uma mão em sua cintura e com a outra desci para o cós da calça dele, entrando nela e ficando por cima de sua cueca, masturbando-o. Fixei meus lábios nos seus e o beijei, intensamente, de um jeito bem selvagem, entrelaçando nossas línguas.


Ele gemeu contra meus lábios, infelizmente o ar se fazia necessário, então tivemos de parar para respirar.


–N-Nezumi p-para com isso, vai logo tomar seu banho!- ele se afastou de mim tentando esconder sua ereção e começou a me empurrar porta afora.


–Uhm... Mas eu não conheço a casa, e eu estou meio desorientado agora... Porque você não me mostra onde fica o banheiro?- Olhei para ele com olhos melosos, a melhor cara de anjo que consegui, ah finalmente meus poderes de atuação voltaram a funcionar! E parece que a persuasão também está aqui.


–Ta bom, eu mostro onde fica, e aqui tem quatro quartos, pode escolher um depois, só tenho que ver qual a minha mãe ocupou, por sorte aqui tem um quarto pra criança, e a Líli pôde ficar lá... – Ele saiu me puxando pelo braço até o andar de cima, que dava para um corredor cheio de portas, e uma se encontrava no fim dele. Shion abriu a ultima porta e entrou, começou a pegar toalhas e produtos no armarinho de baixo da pia. Aproveitando que ele estava meio curvado pra frente fui para tras dele agarrando-o de jeito pela cintura, tranquei a porta e abri o chuveiro enquanto ele tentava se desvencilhar de mim. Comecei a beijar seu pescoço, marcando aquela pele alva e macia, seu cheiro era tão bom... Igual a um campo de flores silvestres.


Virei-o para que ele ficasse de frente pra mim, comecei a beija-lo com urgência, desabotoando sua camisa, jogando-a pro lado logo em seguida.


–Nezumi! O-o que é q-que você ta f-fazendo... ?- Shion tentou dizer enquanto eu beijava a pele de seu tórax, descendo pela barriga. Comei a tirar sua calça também.


–Ora você não vai querer tomar banho vestido não é mesmo? Então temos que tirar essas roupas desnecessárias...


–E-e-eu tenho q-q-que fazer a s-sopa... !


Finalmente consigo puxar suas calças descendo-a juntamente com a cueca boxer branca. Peguei-o no colo e me livre das roupas dele jogando-as em um canto do banheiro. Levei-o em direção ao box e sentei-o lá, me despi rapidamente e voltei a ataca-lo.

Masturbando-o e beijando seus mamilos ao mesmo tempo, fazendo-o gemer mais alto. A água morna batia em nossas costas, molhando nossos corpos... Eu estava simplesmente faminto, faminto por aquele albino provocante e delicioso. Shion controlava os gemidos da melhor forma possível, mordendo o lábio inferior com força, estava de olhos fechados, e seu rosto completamente corado.

Não precisa se segurar Shion, eu quero ouvir você, quero ouvir você dizer que é só meu... – Minha voz saiu rouca e penetrante contra a orelha dele, aumentei a velocidade dos movimentos, e depois fui bem de vagar... Queria provoca-lo, queria que ele não conseguisse segurar mais nenhum som sequer.


–haaaa... N-Nezumi... Para... Eu...


Shhh, não se preocupe, apenas sinta.


–ahhhh... Nnn Nezu-mi...


Shion gozou em minha mão. Eu estava completamente excitado, minha ereção doía pulsante de desejo, louca para possuir e invadir aquele que eu amava. Mas não seria ali... Não, tinha que ser em um lugar maior e mais confortável, de preferência uma cama. Aquilo foi uma previa do que vinha a seguir.

Peguei Shion em meus braços novamente, de frente para mim, agora de olhos abertos ele me encarava, entrelaçou as pernas em volta da minha cintura e seus braços rodearam meu pescoço, com uma expressão inédita em seus olhos... Desejo e luxuria...

Beijei-o mais uma vez, e sai com ele do Box apertado, desligando o chuveiro, caminhei em direção à porta e olhei o corredor: vazio.

Levei Shion para a porta que estava mais próxima do banheiro e a entreabri, espiando seu interior percebi que estava desocupado e...

Ora, mas que conveniente...


O quarto em que entramos era grande e espaçoso, com uma cama de casal, perfeito. Tranquei a porta ainda carregando Shion em direção à cama sem ascender a luz, nós estávamos molhados e deixamos uma poça de água no chão.

Deitei-o lá, de forma que eu ficasse por cima, voltei a beija-lo intensamente, marcando seu pescoço com chupões e mordidas leves, sua pele era tão clara que um simples beijo já a marcava, desci minha boca para beijar seus mamilos enrijecidos e rosados.


–Ohh... Nnn... Uh... Nezumi...


Parecia que agora ele já não ligava mais para os gemidos que soltava, e retribui-a cada beijo com a mesma paixão, seu membro já estava desperto novamente. Levei a boca até ele e comecei a lamber sua glande, e suga-lo em seguida, arrancando gemidos altos dele. Massageando seus testículos e indo mais lentamente, uma pequena tortura...

Ele puxou meus cabelos, em baixo de mim ele se contorcia de prazer.


–Anda logo com isso... Nezumi... – Falou entre gemidos, eu não aguentava mais, meu membro agora estava tão duro quanto uma pedra. Sem esperar mais, parei de chupa-lo e levei meus dedos para sua boca, enquanto minha outra mão o masturbava no mesmo ritmo lento que minha boca fazia.


–Deixe-os bem molhados ok?- Ele abriu a boca e começou a lamber meus dedos, ensopando-os com sua saliva quente, quando achei que já era suficiente retirei-os de sua boca e levantei suas pernas na altura de minha cintura. Enfiei um dedo em sua entrada, fazendo-o soltar um grito abafado de dor, e o suor brotar em sua testa.


–Relaxe, isso vai passar, calma... – Disse carinhosamente, ele assentiu e tentou relaxar como eu havia pedido, e então inseri o segundo dedo.


–ahhhhh!- Shion se contorceu, serrando os dentes, seu rosto estava ruborizado, a visão dele assim só me deixou mais excitado.


Esperei com que ele se acostumasse e então fiz movimentos de vai-e-vem dentro dele, parecia que a dor já diminuía, retirei cuidadosamente meus dedos de sua entrada, ouvindo soltar um suspiro de alivio. Segurei suas pernas firmemente e posicionei meu membro colocando-o aos poucos dentro de Shion.


–Oh... Meu... Deus... C-como Is-isso dói!- Coloquei-me por inteiro dentro dele, e esperei um poço até começar a me mover, primeiro de vagar, para poder abrir mais espaço... Ele era deliciosamente apertado.


Quando ele não sentia mais dor, comecei a estoca-lo com mais força, aumentando o ritmo. Ele começou a movimentar o quadril, nos movimentando com sincronia. Quando acertei o seu ponto sensível ele soltou um som gutural, o mais lindo já devo ter ouvido, fui indo mais e mais fundo dentro dele, sempre tocando em seu ponto.


–Você... É tão... Apertado... –Gemi, e fazendo Shion ficar corado e abrir os olhos, me encarando com aqueles orbes avermelhados.


Shion se apoiou nos cotovelo, se erguendo, e agarrou meu pescoço, ficando sentado em meu colo, depois empurrou meus ombros para tras de forma que fosse ele quem ficasse por cima, se movendo mais rápido em cima de mim, levei minha mão ate seu órgão e masturbei-o.

Shion praticamente gritava de prazer, inverti novamente as posições, ficando por cima.


–E-eu v-vou... ahhh Nezumi!- ele chegou ao ápice melando nossos peitos, e eu logo depois com as ultimas estocadas fortes e profundas, e me desfiz dentro dele deixando-me cair sobre o mesmo.

Estava exausto, puxei Shion para mais perto de mim e cobri-nos com uma manta fina, acariciando seus cabelos brancos. Completamente exausto, mas feliz... Pela primeira vez em tempos, senti-me realmente realizado. E sem perceber, adormeci.


Notas finais
*bakaero- Idiota pervertido(Não tenho certeza se tá certo, mas da pra entender o sentido, né?)
*Nani- O que?(pra quem não sabe u.u)
Ei olha eu aqui de novo! E então? gostaram??? esse foi meu primeiro lemom em 1ª pessoa... Mas isso não importa, espero que tenham gostado ^^ e se não, podem fazer suas criticas, de como eu posso melhorar e tudo mais...
um abraço e a gente se vê no próximo cap!
Bai Bai!^^