Together

22 The clue in the wine


Notas iniciais
Olá novamente! Então, eu estou muuuito boazinha e por isso ando postando bem rápido as coisas. É que, como já tenho alguns capítulo a frente, posso permitir de postar.
Então... Vamos conhecer um serial killer? Está na hora, tchantchantchantchannnnnnnnnn UAHHUAHUAUAHU. Agora, começamos a ver Luke cada vez mais misterioso, Jennifer, cada vez mais atenta e Sherlock, cada vez mais com vontade de correr e abraçar Jen. Como é que toda essa confusão vai terminar? Bem, isso vocês vão ter que ler.
ALERTA SPOILER: LOGO VAMOS CONHECER UM DOS ATIRADORES QUE JIM CONTRATOU PARA MATAR AS PESSOAS QUE SHERLY AMAVA... Como será que vai ser??? :x

Já era a manhã seguinte quando o celular de Jennifer começou a tocar. Parecia que sempre que ela e Luke dormiam juntos, mesmo que dessa vez dormir pode ser a palavra errada a se usar, eles eram acordados com alguém desejando desesperadamente falar com Mars.

- Sim? — Disse ela ao telefone. Luke beijava-lhe o pescoço delicadamente, deixando uma onda de arrepio onde seus lábios encostavam. — Hãn... Claro que lembro. — houve uma pausa e Jennifer abriu um sorriso, maior do que qualquer um que tivesse dado, com exclusão, talvez, da primeira vez que teve com Sherlock. — Me dê dez minutos e passe aqui no 221B, será um prazer acompanhar. — E então ela desligou o telefone.

- Quem era?- Pediu Berrigan.

- Lestrade. Temos uma pista do serial killer.

- E isso é bom? — Disse Luke, encarando os olhos claros de Jen.

- Oh, é maravilhoso. — Disse a menina, se levantando da cama e indo ao banheiro. — Tenho que me arrumar, porém, se desejar, pode ficar até eu voltar. Só que não sei o tempo que vai demorar...

- Tenho que ir também, minha linda. Compromissos de trabalho. — Ela não questionou que trabalho era, e, quando saiu do banheiro, Luke já havia sumido.

Jennifer entrou no carro de Lestrade que vinha sozinho.

- Para onde vamos?

- Uma loja de vinhos ao norte. A mesma do cartão que achamos no parque. A única loja que vende o vinho que encontramos ontem. — Jennifer concordou respirou fundo, seria uma pequena viagem até a loja.

- Soube que brigou com John. — Disse, cinco minutos depois.

- É. — Disse Jen, tentando não dar corda ao assunto.

- Não sei o porquê, mas sei que John só deseja seu bem. Portanto, seja o que for que aconteceu, não esqueça de que ele a considera da família e faria de tudo para lhe proteger.

- Eu sei só que... Às vezes, proteger pode machucar mais. Devemos deixar as pessoas quebrarem a cara algumas vezes. Não é porque ele não conhece Luke direito que diz que ele é perigoso. Provavelmente, não me cassarei com Berrigan. Muito provável, quando nos separarmos haverá lagrimas, mas é algo que tenho que aprender.

- Ele só acha que você já sofreu de mais e, sejamos sinceros, eu concordo com isso. Você sofreou mais do que pessoas com a sua idade Mars, e isso, lhe faz forte e lhe da uma sensação de poder, de controle. Porém, nem sempre isso é verdadeiro. Acho que é isso que preocupa o velho Watson. — Jen abriu um meio sorriso e disse brincando:

- Ah, calado Lestrade. Só dirija, sim? — Lestrade riu, sabendo que era apenas uma brincadeira.

Finalmente chegaram ao local. Uma casa antiga com o nome de Cantina, adega em italiano. Tinha uma fachada de pedra rústica e em tons de vinho tinto. Podia-se ver que era bem iluminada, com várias prateleiras cheias dos melhores e mais caros vinhos do mundo. Uma loja chique. Talvez, mais chique de Londres.

Uma boa fachada para um serial killer. Entraram. Um homem de cabelos avermelhados e olhos como a terra depois de um dia de chuva, foi ao encontro de Lestrade e Jennifer.

- No que posso ajudá-los? — Pediu o homem. Lestrade mostrou o distintivo, fazendo o tom cordial do homem diminuir significativamente.

- Detetive Inspetor Greg Lestrade, essa é minha estagiaria, Jennifer Mars. Estamos aqui para falar com o dono.

- Pois bem, o que desejam? — O ruivo é o dono? Esse cara? - Ah, meu nome é Lionel Stabler III.

- Um prazer conhecê-lo, Lionel. — Mars se adiantou. — Bonito o nome o seu, era de seu pai, presumo? — Lionel sorriu.

- Sim, de meu pai e de meu avô, que foi responsável por criar essa loja. Contudo, creio que estão aqui por algum motivo e desejo ajudá-los no que for possível. — Disse o homem.

- Muito bem, poderia nos informar quais foram seus últimos clientes que adquiriram uma garrafa do vinho La Princesse? — O homem, que ainda tinha um sorriso falso no rosto, o fechou completamente.

- É claro. Contanto que o senhor, detetive inspetor, tenha um mandato baseado em alguma idéia maluca sobre um dos vinhos mais caros da minha loja. — Lestrade arqueou a sobrancelha, compreendendo aquilo como culpa.

Jennifer já havia admitido e observado o serial killer a sua frente.

- Com toda certeza voltaremos com um mandato, vamos Jennifer. — Disse Greg.

Porém, antes de sair, Mars se virou para Lionel e disse sorrindo:

- Sinto muito pelo seu pai e sua irmã. — E então, seguiu o velho amigo para fora da loja de vinhos.

- Então, acha que é realmente ele? O cara não parece um psicopata. — Disse Lestrade enquanto ele estacionava na frente da Yard.

- É, tanto quanto o taxista daquela vez parecia um assassino. Psicopatas têm esse dom, querido Lestrade, eles enganam, e muito bem. Eles têm o dom de pensar.

- Você parece admirá-lo, quer que eu pegue um autógrafo? — Disse ele, saindo do carro e entrando no lugar. Jennifer o acompanhou dizendo:

- Não posso dizer que não o faço. Ele tem capacidades que vão alem de mim. No entanto, também tenho pena. Isso é tudo culpa de Holmes. Ele era um sociopata. Eu sabia disso. Sabia que seria complicado construir qualquer tipo de relação. Mas eu o fiz. É por isso que, toda vez que vejo alguém que está aparentemente perdido, eu desejo estender minha mão.

- Você brinca com fogo. Um dia sairá queimada.

- Contanto que valha a pena, não importo de ter algumas cicatrizes. — Disse a menina, sentando-se à mesa que ficava ao lado de fora do escritório do Detetive Inspetor. Antes de Greg entrar no escritório ele disse:

- O problema é quando você não sai apenas com uma cicatriz. — E então, fechou a porta atrás de si.

Bobagem. Pensou Mars. Porém, por algum motivo, ela sentiu que isso era um aviso.

E que ela devirá levar muito a sério.

Não tão longe dali, Sherlock Holmes tentava coordenar seus pensamentos. Luke Berrigan desejava matá-la. Davis Turner também. E, seja quem for esse serial killer, ele via Jen como um desafio, tão logo, tentaria acabar com a vida da loira.

Ela corria muitos riscos, entretanto, agora que ele sabia que o filho, mesmo que adotivo, de Moriarty estava por ai, voltar dos mortos parecia perigoso. Mesmo que ele saiba que Shery estava vivo, Jennifer não sabia. E Berrigan sabia como isso magoava ambos. E que isso ajudaria em seu plano. Holmes sabia que estava ajudando-o, mas era a única maneira de protegê-la que ele havia encontrado.

Mas John não fazia parte disso.

Fazia duas semanas que ele pensava em contar ao velho amigo que ele estava respirando. Irene sabia, Mycroft sabia e, agora, até Madeline sabia. Se não podia contar a Jen, que era quem ele mais queria, contaria a John, a segunda pessoa da lista.

Ele ficaria furioso. Mas era o jeito. Só que não ainda.

Antes ele queria descobrir mais sobre Lionel. Sim, ele escutará Jennifer e Lestrade comentarem sobre ele há pouco.

E ela comentou sobre o Holmes mais novo. Ele viu o brilho dos olhos azuis desaparecerem momentaneamente.

O coração do jovem detetive se apertou tão profundamente que quase achou que suas pernas correriam até ela para um abraço, mas no fim de tudo, o que ele fez foi dar meia volta e se afastar, o que ele precisava era terminar com as ameaças e, por fim, roubar um sorriso de Jennifer Mars.