Toda Sua
37 Capítulo 37- Our Girl.
Notas iniciais
POV Misto. (Jesse e Klaus.)
Depois de Klaus parecer que fizesse hora para chegar em casa, que eu sei exatamente o porque, chegamos.
Elijah estava na sala.- Olha quem apareceu.
– Meu Deus, como eu senti sua falta Elijah.- Abracei ele. E era verdade, tinha sentido muito a falta deles.
– Eu também pequena. Esse cabeça dura cuidou direito de você?- Ele questionou.
Sorri.- Cuidou sim. E está tudo bem por aqui?
– Sim e os híbridos? Deram trabalho? E esse cabeça dura aqui a tratou como merece, uma rainha.- Disse.
– Acho bom, se não pego você. E sim, estão bem, apesar de pelo costume meio ansiosos por causa da lua.- Elijah disse.
– Eu tenho pena deles assim na lua.- Suspirei.- Mas vou poder vê-los? Estou curiosa.
– Vou falar com eles. E sim, deixe só eu ir primeiro.- Disse.
– Ótimo, só um deles para acalma-los.- Ele disse.
Me sentei no sofá.- Espero que eles fiquem bem e se acostumem.
– Eles vão, já volto.- Dei um beijo nela e sai.
POV Jesse.
– Estão muito bem pelo que vejo.- Ele disse.
– Sim. Teve um pequeno contra tempo, mas iremos contar com todos juntos. É melhor.- Disse.
– Nada grave, eu espero.- Ele disse.
– Depende do ponto de vista.- Disse.
– Qualquer coisa que preci...- Ele começou, mas foi interrompido.
– Jesse!?- Kol descia a escada.
Sorri.- Kol.
Ele correu até mim e me abraçou.- Meu amor, que saudade.
Retribui o abraço.- Também estava com saudades.
– Não mais que eu, não viaje mais assim de repente e por tanto tempo.- Disse.
– Kol, ela foi passar o fim de semana com o namorado dela, não tem que se meter nisso.- Elijah disse.
– Tudo bem Elijah, deixa ele.- Sorri e beijei o rosto de Kol.- Senti falta de vocês, mesmo sendo bom, tem a parte da saudade dos que ficam.
Ele se sentou, abraçado a mim.- Mesmo assim, não se ausente tanto, fica meio triste aqui sem você.
– Isso é verdade, você faz falta quando não está.- Elijah disse.
Sorri.- Vocês são uns fofos. Eu morro de saudades de vocês também.
– Sério?- Kol perguntou.
– Mas é claro. Vocês são meus originais lindos.- Puxei Elijah para meu lado também.- Sinto muita falta.
– E que tal a gente ir lanchar? Tem uma ótima lanchonete aqui perto.- Kol disse.
– Esse menino só pensa em comer.- Elijah disse.
– Ainda bem que ele não engorda.- Ri.- Mas pode ser.
– Ótimo. Vamos?- Kol perguntou.
– Claro. Mas preciso avisar o Klaus, não quero que ele se preocupe.- Disse.
– Tudo tem que pedir a ele?- Kol perguntou.
– Não é pedir. É avisar. Não posso sair e deixa-lo com o coração na mão. Como não faria com nenhum de vocês.- Disse.
– Kol, você vai acabar arrumando problema sem necessidade. Jesse sabe o que faz no seu relacionamento, não se meta.- Elijah disse.
– Eu já volto e vamos.- Me levantei e fui até onde Klaus estava com os híbridos. Cheguei lá.- Posso falar com você?- Perguntei ainda na porta.
POV Misto. (Jesse e Klaus.)
– Claro, eu já volto.- Ignorei os olhares deles para ela.- O que foi?
– Estou indo com Elijah e Kol em uma lancheria. Não demoramos.- Disse.
Não era a melhor coisa para ouvir, mas ela não ia somente com Kol.- Tudo bem, mas cuidado.
– Estarei com dois originais.- Disse.
– Qualquer coisa me liga, tá? E estarei esperando para fechar nossos dias.- Disse.
– Pode deixar.- Beijei ele.- Quem sabe hoje eu não te surpreenda?
– Estarei esperando mais ansiosamente então.- Disse.
– Até mais então.- Beijei ele, mas parei o beijo quando senti a presença de alguém e era um dos híbridos nos encarando.
– Algum problema Aidam?- Questionei.
– Não, apenas admirando a beleza daqui.- Aidam disse.
– Olá Aidam. Sou Jesse.- Disse.
– A garota do telefone. Sabe, você é linda, Klaus tem bom gosto.- Ele disse.
– Sim, minha mulher é a mais bela e unicamente minha.- Disse.
Sorri e me abracei a Klaus.- Espero que você goste desse novo lado Aidam, se precisar de alguma coisa, gostarei de ajudar. Sabe, caçadora aposentada.
– Garota de habilidade, legal.- Ele disse.
– Jes, acho que estão te esperando, melhor ir.- Disse.
– Ok.- Lhe dei um beijo rápido e sai.
POV Jesse.
Eles já estavam no carro.- Você demorou.
Entrei no carro.- Desculpe, é que estava conversando com um dos híbridos.
– Klaus deixou? Novidade.- Kol disse.
– É que ele pegou eu e Klaus conversando.- Coloquei o cinto.
– É, mas esses híbridos são muito saidinhos, principalmente na lua.- Kol disse.
– Seu irmão é um híbrido Kol, já estou acostumada.- Disse.
Ele retirou o sorriso.- Ok.
– Jesse, foi impressão minha ou você estava abraçada nele quando chegou?- Elijah perguntou.
– Sim, estava.- Disse.
– Isso sim é novidade.- Elijah disse.
– Vocês sabiam sobre o....?- Perguntei.
– Que ninguém encostava nele? Sim. A não ser quando brigávamos.- Kol disse.
– Sempre foi uma coisa complicada.- Elijah disse.
Suspirei.- Sim, ele me contou tudo.
– Tudo?- Elijah questionou.
– Você fez alguma coisa para ele abrir o bico?- Kol perguntou.
– Eu simplesmente lhe dei carinho, algo desconhecido por ele.- Disse.
– Só posso lhe agradecer Jesse.- Elijah disse.
– Pelo que exatamente, Elijah?- Kol questionou.
– Não tem que agradecer Elijah.- Sorri.- Faria por um de vocês também.
– Você sempre faz pouco dessas coisas Kol, então não adianta falar com você.- Elijah disse.
– Eu? A diferença que não sou super protetor que nem você que sempre perdoou tudo que ele fez.- Kol disse.
– Ei, vocês dois, não vamos brigar. Todo mundo erra e não só uma ou duas vezes. Principalmente se você é um vampiro.- Disse.
– Nem falo mais nada porque não adianta mesmo.- Kol disse.
– Nossa, você é muito mimado mesmo.- Elijah disse.
– Não briguem, ok? Sem brigas.- Pedi.
– Não estamos brigando, isso é uma conversa amigável.- Kol disse.
– Nem queria ver como é uma briga mesmo.- Elijah disse.
– Realmente eu não quero. Mas não gosto quando discutem. Gosto de ver vocês bem.- Disse.
– Estamos bem. Quando não, nada é tão amistoso.- Elijah disse.
– É ali.- Kol disse.
Chegamos a lanchonete e descemos do carro. Entramos e pedimos um lanche. Agora esperávamos.
– Sabe Elijah, podia usar uma coisa mais esporte. As pessoas tão olhando para você.- Kol disse.
– Cala boca Kol. Não sou que nem você que se pudesse andava só de cueca.- Elijah disse.
Comecei a rir.- Meu Deus.
– Andaria mesmo, o que é bonito é para se mostrar.- Kol disse.
– Quer dizer então que seria para todos andarmos nus? Desculpa, não quis interromper o lanchinho de vocês.- Rebekah chegava.
– Tudo bem Rebekah, fique com a gente.- Disse.
– E vocês duas não andariam nuas, nem em sonho.- Elijah disse.
– Isso eu concordo.- Kol disse.
– Não fui convidada e já passei tempo demais com esses dois babões.- Rebekah disse.
– Quem você tá chamando de babão, Barbie?- Kol questionou.
– Fique com a gente Bekah. E não somos babões, somente cuidamos das nossas garotas.- Elijah disse.
– Nossas?- Rebekah questionou.
– Claro. Você e Jesse.- Elijah disse.
– Que eu saiba ela é de Klaus, não de vocês.- Ela disse.
– Como já falamos; ela é da familia e para uns como nossa irmã.- Kol disse.
Sorri.- Não me importo que usem o termo "nossa".
– Claro que não querida, você é demais.- Kol disse beijando a mão dela.
Sorri.- Obrigada.
– Eu vou embora.- Ela disse saindo dali.
– O que deu nela?- Kol questionou.
– Eu vou ir falar com ela, já volto.- Me levantei e segui ela.- Rebekah!
– Volte para onde estava. Não é onde gosta? No meio de todos os homens da familia?- Ela questionou.
– Claro que não. Eu gosto deles como irmãos ou amigos.- Disse.
– Ah, claro e quase provocando uma guerra entre o Nik e Kol. Meus irmãos já tem muita coisa para mais alguém se meter entre eles.- Ela disse.
– Eu não faço isso porque quero.- Isso que ela me disse me machucou. Não achei que ela pensasse isso de mim.
– Então não fique de agarramento com Kol. Não a perdoaria se fossem cada um para um lado novamente. Meus irmãos estão juntos como não estavam a séculos.- Ela disse.
– Eu não fico de agarramento com o Kol! Você nunca teve amigos, não? Nem tudo é segunda intenções Rebekah. Se Kol pensa em outras coisas, não posso fazer nada, mas eu não penso e nunca trairia Klaus.- Disse.
– Não, nunca tive. Os unicos que sempre estiveram ao meu lado são meus irmãos, minha família, a qual está rendida a você pelo visto.- Ela disse.
– Rendida a mim? É isso que você acha?- Questionei.
– Tem ideia de como foi esse fim de semana? Um saco! Por que? Kol todo irritadinho e Elijah mais moralista que nunca.- Ela disse.
Suspirei.- Tudo bem Rebekah, você não gosta de mim. E eu não posso fazer nada quanto á isso. Até mais.- Disse isso e me virei, indo em direção a lanchonete.
– Já? O que foi?- Kol perguntou.
Me sentei.- Nada. Somente uma crise de garota, nada demais.
– Eu quero é novidade. Rebekah e suas crises.- Elijah disse.
– No minino foi mais um homem.- Kol disse.
– Vai saber. Ela meio que está na idade.- Sorri e bebi do suco.
– Nós que sabemos.- Elijah disse.
– Ainda bem que não tenho essas coisas da idade. Acho que ela parou bem na época.- Kol disse.
Ri.- Mas isso não se aplica a todos, eu por exemplo nunca fui de sair.
– Sim, cada um tem um jeito e admiro o seu Jesse.- Elijah disse.
Sorri.- Obrigada Elijah. Poucos dizem isso.
– É que ele gosta de agradar todo mundo.- Kol disse.
Ri.- Pois ele faz isso muito bem.- Afaguei a mão de Elijah.
– Obrigado querida.- Elijah disse.
– De nada.- O lanche chegou e comecei a comer.
– Agora sim né amor? Nada como um lanchinho para deixar a gente feliz.- Kol disse.
Sorri.- É verdade.- Mordi o hambúrguer.
– Que horror, você parece criança. Depois reclama.- Elijah disse.
Bebi do suco.- Vocês parecem duas crianças. E fofas, muito fofas.- Sorri.
– Depois de tanto tempo cuidando desses pirralhos, a gente tem que entrar no clima.- Elijah disse.
– Pirralho?- Kol questionou.
– Meu Deus.- Ri.- Vocês são umas coisas lindas de tão fofas.
– Agora nunca que você vai parar de me chamar de fofo.- Kol disse.
– Mas você sempre foi uma fofura. Desde que nasceu.- Elijah disse.
– Mas ser fofo é bom. Isso chama mais a atenção.- Disse.
– O que ele sempre fez.- Elijah disse rindo.- O bom de ser o mais velho é que vi muita coisa deles e não podem negar. Tipo o Kol adorava andar pelado e nossa mãe corria atrás dele pela casa para vesti-lo.
– Viva o naturalismo.- Kol disse.
– Quando pequeno é fofo, agora quando se é adulto... é melhor não.- Disse rindo.
– Não vejo problema algum, tudo ao natural é tão bom.- Kol disse.
– E a parte de você chorar para tomar banho? Sério, era um sacrifício fazer esse garoto tomar banho.- Elijah disse.
Ri.- Acho que vocês iriam adorar ir numa praia de nudismo então.
– Ele iria, com certeza.- Elijah disse.
– Eu já fui em uma. Nossa, muito agradável.- Kol disse.
– Nossa, eu não iria nem morta.- Ri.- Imagina eu em uma? Seria o pimentão em pessoa.
– Que fofo. Ficaria linda.- Kol disse.
– Kol!- Elijah exclamou.
Sorri.- O máximo um biquíni. Não tomo banho nem na frente da London.
– Ok, chega de tanto nudismo. Se não esse aqui tira já a roupa e não vai ser a mãe que vai te alisar depois.- Elijah disse.
Terminei de comer e bebi o resto do suco.- Bom, vamos? Como disse eu e Klaus temos algo a contar.
– Vamos.- Elijah disse.
– Estou curioso com tanto segredo.- Kol disse.
Pagamos a conta e saímos dali. Não demorou muito e chegamos em casa de volta.
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