Toda Sua
18 Capítulo 18- Movies and Conversations.
Notas iniciais
POV Jesse.
Não demorei muito e cheguei no cinema. London me esperava ali.- Oi. Demorei?
– Não. Cheguei agora.- Ela disse.
– Que bom.- Disse.
– Então, escolheu o filme?- Ela questionou.
– Na verdade não. Quais são as opções?- Perguntei.
– Que tal o do Justin Timberlake? Parece bom e ainda tem ele todo gostoso. Tudo bem, você não precisa, mas eu sim.- Ela falou.
Ri.- Não exagere e pode ser. Parece bom.
– Ótimo, então vamos.- Ela disse.
– Vamos.- Pegamos a pipoca e sucos. Entramos e o filme começou. Comia tranquilamente a pipoca.
– Meu Deus, ele é muito gostoso. Amiga, me passa essa sua energia para eu ter um assim como o seu.- Ela disse.
Ri.- Não exagere London. Se eu consegui, você consegue.
– Deus lhe ouça. Mas vou deixar as peguntas para depois se não vão bater na gente.- Ela falou.
– Ok.- Continuamos vendo o filme e era realmente hilário. Logo terminou e saímos.- O filme foi ótimo.
– Foi mesmo. Vamos comer, estou morta de fome.- Ela disse.
– Vamos.- Fomos para uma lancheria e nos sentamos. Pedimos um sanduíche e suco.
– E ai, como foi ontem?- Ela perguntou.
– Foi ótimo. Como da primeira vez.- Bebi do suco.
– Ah, sua danada. E foi como eu disse? E gostou do lugar?- Ela questionou.
– Eu fui como você disse, mas não aguentei muito. Não faço aquele estilo London.- Disse.
– Como assim "não aguentou"?- Ela perguntou.
– Eu tirei. Não consegui ficar com aquela roupa.- Falei.
– Ai meu Deus, você ficou pelada?- Ela questionou.
– Claro que não. Eu fui ao shopping e comprei uma roupa.- Disse.
– E o Klaus?- Ela perguntou.
– O que tem ele?- Questionei.
– O que ele disse disso? E que roupa você comprou?- Ela questionou.
– Bem, ele não disse muito. E comprei um short jeans e blusa.- Falei.
– Meu Deus Jesse, espero que ele seja mesmo uma cara legal e sério, por se não...- Ela disse.
– Porque se não...?- Questionei.
– Você tá maluca? Amor, você sabe como homens pensam e em vez de segurar o seu, você vai para um lugar que tá cheio de mulher linda e que sabe aproveitar o que tem de natural.- Ela disse.
– London, nem todos os homens são como os garotos de hoje em dia. Klaus tem 1000 anos, não 17 anos.- Disse.
– E por acaso isso muda o fato dele ser homem? Que não vai quebrar o pescoço ao passar uma gostosa ao lado dele?- Ela questionou.
Suspirei.- Bem, se ele fizer isso. Simplesmente não estarei mais com ele.
– Amor não estou falando isso para seu mal, pelo contrário. Só quero o seu bem, mas você precisa ficar esperta. Não estou falando pra você mudar de estilo, já desisti disso, mas pelo menos adaptar então. O seu jeito com algo mais... mulher.- Ela disse.
– Ok London, eu entendi. Mas não vou mudar.- Falei.
– Não fica chateada comigo?- Ela perguntou.
– Não, não fico. Não posso mudar o seu jeito também.- Disse.
– Mas você está com uma carinha. Tudo bem, eu paro e só falo quando você pedir opnião.- Ela disse.
– Não estou assim por isso. São outras coisas.- Disse.
– E posso ajudar?- Ela perguntou.
– Não te contei tudo sobre minha relação com Klaus. Ela não é uma relação comum. Assim como o que acontece nela. E não digo o sexo, London.- Disse.
– É como então? Se posso saber.- Ela disse.
– Eu sou dele. Literalmente. E do jeito que você possa imaginar, em todos os sentidos da palavra.- Falei.
– Nossa, mas como isso?- Ela questionou.
Não tinha mostrado a tatuagem á ela, afastei meu cabelo e mostrei. Consequentemente ela viu o curativo da mordida de Kol.
– Uau, quando você fez isso? E o que houve aqui? É o que penso?- Ela questionou.
– Primeiro, eu não fiz. Apareceu. E segundo, foi o Kol que me mordeu, irmão do Klaus.- Disse.
– Pera ai, vamos por parte. Como assim "apareceu"?Tatuagens não aparecem do nada.- Ela disse.
– Mas apareceu.- Disse.
– Mas assim, do nada?- Ela perguntou.
– Sim, do nada. E é a letra dele.- Disse.
Ela fez cara de espanto.- Ok, a relação de vocês é mesmo diferente. Tem mais?
– Sobre a tatuagem, não.- Respondi.
– Ufa, pensei que tinha mais. Apareceu uma nele também?- Ela perguntou.
– Não. Na verdade ele é bem possessivo e ciumento. Ele ia até ligar pra você me "cuidar" por causa da minha roupa.- Ri.
– Own que fofo. Que bom que ele confia em mim. Isso mostra que ele gosta mesmo de você.- Ela disse.
Sorri.- Sim. E ele quase matou o irmão dele. Duas vezes. E o Kol, se declarou pra mim.
– Ai meu Deus. Mas ele tá bem? E como assim declarou?- Ela questionou.
– Ele disse que quando o Klaus surtar, ele vai estar lá por mim e que sabe que isso irá acontecer. E fico com o coração na mão por ele.- Disse.
– Não me diga que você gosta dele também?- Ela perguntou.
– Sim. Mas não desse jeito. Como amigo. Mas me sinto ligada á ele também. É meio estranho.- Falei.
– Amiga, o que você tem que tá atraindo tanto homem?- Ela perguntou rindo.
– Sinceramente? Não sei.- Disse.
– Resumindo; você tem um namorado lindo, possessivo, que você sente que é dele e o irmão dele gosta de você? Isso pode acabar mal.- Ela falou.
Suspirei.- Eu sei. E o pior: Kol ficou me observando dormindo, quase semi nua. Só de calcinha e sem sutiã.
– Caramba. E você deve ter morrido de vergonha com o seu jeito. Pera, ele fez alguma coisa?- Ela questionou.
– O Kol? Nada. O Klaus? Sim.- Disse.
– Ele viu?- Ela perguntou.
– Na verdade eu acordei com o grito de Klaus. Sorte minha é que estava de bruço.
– E começou uma guerra mundial. Dois originais brigando.- Ela disse.
– Consegui impedir. Para minha sorte.- Disse.
– Nossa Jesse, que situação.- Ela apertou a minha mão.
Suspirei.- Sim. E depois Kol passou mal e tive que deixar ele me morder. Klaus ficou louco.
– Eles passam mal?- Ela perguntou.
– Na verdade, estamos tentando descobrir o que foi. Mas passou mal.- Falei.
– Tadinho. Mesmo sem conhece-lo não gosto de gente sofrendo, passando mal.- Ela disse.
– Isso é verdade. Só que Klaus não gosta que eu fique perto dele. Então, é meio difícil conversar com ele, para ver se resolvo isso.- Disse.
– Para um possessivo ver sua garota com outro sabendo que ele gosta dela, não é mesmo uma boa combinação.- Ela falou.
– Eu sei.- Suspirei.- Porém, vou tentar falar com ele. Convence-lo que Kol não irá pular em cima de mim.
– Só posso te desejar sorte. E como você tá com essa história toda de namorado, vida sexual e cunhado apaixonado?- Ela perguntou.
– Estou indo. Na verdade, quando estou com Klaus é como se o mundo não existisse e só quisesse estar ali com ele.- Falei.
– E ele continua bom com você? Se não, me diga que... sendo o que ele é ou não, vou pegar ele.- Ela disse.
– Claro que sim. Ele é um amor.- Disse.
– Acho bom. E como está indo nas... técnicas?- Ela questionou.
– Hã... acho que bem.- Disse.
– Acha?- Ela perguntou.
– London, até dois dias atrás eu era virgem.- Falei.
– E dai? Deixa eu ajudar.... Ah, já descobriu como mais gosta?- Ela questionou.
– London, é diferente com ele.- Falei.
– Diferente como? Mas não estou falando dele ainda e sim de você, é o mais importante aqui.- Ela disse.
– É, mas é diferente. Não sei se devia contar.- Disse.
– Diz, assim vou saber como ajudar.- Ela disse.
– Acho que é melhor não. É uma coisa dele. Não minha.- Disse.
– Então pula essa parte. Até agora, o que mais gostou?- Ela perguntou.
– Com certeza dos orgasmos.- Disse com simplicidade.
– Ai está a garota que eu procurava para conversar. É incrivel, né?- Ela disse.
– Com certeza. Principalmente com o Klaus.- Falei.
– Deve ser mil vezes melhor com o cara que se gosta, não é?- Ela questionou.
– Bom, nunca fiquei com quem não gostasse. Na verdade Klaus é o primeiro e ultimo.- Sorri.
– Que lindo. E você tem muita sorte e merece isso.- Ela falou.
Sorri.- Obrigada. Tenho certeza que você vai achar um.
Ela deu um sorriso fraco.- É, quem sabe.
– Vai sim meu amor.- Peguei na mão dela.- Você pode me fazer um favor?
– O que?- Ela perguntou.
Peguei o colar que meu pai tinha me dado, para porta verbena. Ele tinha custado caro e queria devolvê-lo.- Aqui.- Entreguei á ela.- Entregue para meu pai.
– Mas por que?- Ela questionou.
– Não quero mais ele. Ele me expulsou de casa. Não quero mais nada que tenha vindo dele. E isso é uma das coisas. O resto já ficou na casa.- Disse.
– Sinto muito. Imagino que isso doa.- Ela disse.
– Doer, dói. Mas não vou mais chorar por ele.- Disse.
– Sabe que estou aqui se precisar.- Ela falou.
– Eu sei. Agora eu vou ir.- Já fazia umas cinco horas que tinha saído e Klaus devia estar quase surtando.- Nos vemos quando?
– Amanhã né? Tantos orgasmos te fizeram esquecer da escola, foi? Só espero que sejamos apenas nós duas que vamos.- Ela disse.
– Bem, não me fizeram esquecer. Porém não sei se poderei ir.- Falei.
– Por que?- Ela perguntou.
– Depende de como Kol irá estar e se tudo irá estar calmo.- Disse.
– Tudo bem, mas espero que vá. Vai ser chato ficar lá sozinha e ainda mais com aquele outro lá.- Falei.
Suspirei.- É verdade. Dean. Espero que ele tenha se acalmado um pouco.
– Bem, quanto a isso... não vou poder ajudar com ele.- Ela disse.
– Eu sei. Vocês não se bicam.- Disse.
– Sim e ontem... deixa para lá. Você já tem muita coisa para resolver. Não tem por que se enrolar.- Ela disse.
– London, fala.- Disse.
– Deixa Jesse, não tem porque mexer nisso.- Ela disse.
– Fala.- Disse.
Ela suspirou.- Ele botou na cabeça que fui eu que te apresentei o Klaus e ontem ele foi lá em casa.
– E ele fez o que?- Perguntei.
– Falou e me chamou de tanta coisa que prefiro nem lembrar. Não pensei que ouviria aquelas coisas dele. Dele não.- Ela falou.
Suspirei.- Dean.- Coloquei as mãos em meu rosto.
– Ei, não fica assim. Você não tem culpa dele achar o que acha de mim.- Ela disse.
– Mas mesmo assim. Eu vou falar com ele amanha.- Disse.
– Não Jesse, deixa.- Ela disse.
– Já está decidido. Bom, nos vemos amanha então?- Disse me levantando.
– Claro e se cuida. Qualquer coisa me liga.- Ela falou.
– Pode deixar.- Sorri e abracei ela.- Até amanha.- E sai dali.
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