Toda Sua

19 Capítulo 19- Effects of the Full Moon.


Notas iniciais
Olá meus amores, mais um capítulo o/ Espero que gostem. Eu realmente amo os momentos Jesse e Klaus, então sim, teremos MUITOS deles :3 Vamos ao capítulo e nos vemos lá embaixo....

POV Misto. (Jesse e Klaus.)

O dia foi longo entre pesquisa do tipo de feitiço e do por que foi usado, mas não nos levou a nada. Isso era preocupante já que se tivesse sido intencional a ele significava que alguém estava atrás de nós. Já era noite quando fui para meu quarto e tomei um banho, ainda tinha sangue na minha camisa. Quando sai, Jesse chegava.

– Oi amor.- Sorri e dei um selinho nele.

– Oi. Se divertiu?- Questionei.

– Sim, foi ótimo.- Sorri.- E ai conseguiu resolver as coisas por aqui?

– Não muito. Só temos quase certeza que foi um feitiço.- Disse.

Suspirei.- E ele está bem? Não precisa de mais sangue?

– Ele tomou bolsas o suficiente.- Apesar de não ter dado resultado tão rápido quanto o dela, mas nem em sonho ele bebe dela novamente.

– Que bom. Estava preocupada com ele.- Me sentei na cama e tirei a sapatilha.

– Ah sim, você e suas preocupações.- Falei.

– É uma coisa minha.- Fui até o espelho e tirei o colar que usava, e a blusa.

– Coisa nada agradável.- Disse.

Me virei para ele.- Porque?

– Nada não.- Disse.

Fui até ele.- Fale.

– Nada não Jesse. Só foi um dia para deixar a minha cabeça mais confusa do que já está.- Disse.

– Ok, tudo bem.- Suspirei.- Vou tomar banho.

Fui pra cama. O que tinha falado era verdade. Isso tudo com ela era confuso, nunca tinha tido alguém ligado assim, eu me sentindo assim era... eu não sabia o que era. Isso me frustrava, me irritava, e mesmo sem querer dizer, me assustava.

Sai do banho enrolada na toalha. Fui até a mala e peguei o hidratante. Fazia alguns dias que não o usava. Me sentei na cama, me desenrolei da toalha e comecei a passar o hidratante.

Ela era tão linda, tão doce. Como alguém tão inocente pode ter algo comigo? Não é crise de consciência e sim a realidade. Eu sabia o que era, mas como vou ter alguém tão frágil e delicado junto a essa vida que eu tenho?

O olhei.- Tudo bem?

– Se não fosse essa coisa de "ser minha", como seríamos?- Perguntei.

– Seriamos eu e você. Como hoje.- Disse.

– Não. Seria normal e você teria medo de mim. E quando soubesse do que sou capaz, faria o lógico e iria embora.- Falei.

– Nunca.- Fui até ele, me sentando ao lado dele.- Eu amo você pelo que você é. Do jeito que você é. Não mudaria nada em você.

– Jesse, você já viu as coisas que fala? Não estamos indo rápido demais?- Questionei.

– É o que sinto. Você não precisa sentir o mesmo.- Disse voltando a passar o hidratante.

– Não é isso que eu estou falando.- Disse.

– Então de que?- Perguntei.

– A maneira que confia em mim quando minha racionalidade diz para ficar mais um pouco com você e manda-la embora, ou...- Comecei.

– Ou?- Perguntei.

– Eliminar tudo isso e voltar ao normal.- Disse.

– É o que você quer?- Questionei.

Levei minhas mãos na cabeça. Parecia que tinha uma revolução estourando, coisa para tudo que é lado.

Suspirei.- Tudo bem. Eu dou o tempo que você precisa para se decidir.

– Decidir? Jesse, você vai embora?- Questionei.

– Se é isso que você quer.- Disse.

Olhei para ela.- Não.- Um pavor tomou conta de mim.- Não me deixe, por favor.

– Ei, não vou te deixar.- Fui até ele e acariciei seu rosto.- Não vou.

Trouxe ela para meus braços. Eu não sabia o que fazia, mas a simples menção de perdê-la me doia pior do que qualquer dor que já havia sentido.

Beijei suavemente o pescoço dele.- Eu não vou te deixar, meu amor.- Acariciava a mão dele que me segurava.

O perfume dela era inebriante e isso clareava ou dava um branco em todos esses pensamentos, como se fosse meu sonho bom que me tirava da realidade dolorosa. Como, em alguns dias, fiquei necessitado de uma humana simples para viver?

Acariciava o peito dele. Ele parecia com medo e me dava um aperto vê-lo assim.

– Minha rosa, queria tanto poder retribuir como você merece. Mas eu sou tão ferrado.- Disse.

– Eu estarei aqui com você. Não me importo se você nunca me amar. Eu te amo e vou ficar do seu lado. Eu quero te ajudar em tudo que eu puder. Tudo.- Falei.

Descansei minha cabeça em seu peito, ouvia o ritmo delicioso do seu coração. Por que eu não conseguia saber se era isso o que sentia? Isso era mil vezes pior do que não ama-la, pois mesmo dizendo que não, isso devia magoa-la de alguma forma.

Acariciava os cabelos dele. Queria tanto poder ajuda-lo em tudo que precisasse. Eu o amava mais que tudo e não gostava de vê-lo mal.

Klaus... Klaus. Podia ouvir claramente a voz dele. Não! Jurei quando virei vampiro que nunca deixaria essa voz me perturbar novamente. Jesse, era dela que precisava, era sua voz que me acalmava, que me dava uma paz desconhecida por mim até conhece-la.

O olhei e acariciei o rosto dele.- Estarei sempre aqui com você.

– Sempre?- Perguntei.

Sorri.- Sempre.

– Minha querida, sabe o que lembrei?- Questionei.

– O que?- Perguntei.

– Rosa é o simbolo da Bela e a Fera. Combina bem conosco.- Disse.

Sorri.- É verdade. E como uma boa Bela, eu nunca irei desistir da minha fera.

– Tadinha, tem trabalho duplo já que é minha rosa também.- Falei.

– E você também tem. Porque é meu príncipe.- Sorri e acariciei o rosto dele.- O príncipe mais lindo.

– Isso está muito longe de ser realidade.- Disse.

– Para mim não. Já até aconteceu.- Fiz a linha do rosto dele.- Meu príncipe é forte, lindo, inteligente, educado, cavalheiro, quente, carinhoso e viajado.- Sorri.

– Ok, acho que está com outro cara e me traindo.- Disse.

Ri.- Não. Você é tudo isso e muito mais. Só que você não consegue ver suas qualidades., que são muitas. Todas que disse, além de pintar, desenhar, tocar...

– Jesse, acho mesmo que está exagerando.- Falei.

– Acredite, não estou. Klaus você pode ter matado meio mundo. Mas isso não tira as suas qualidades. Ok, você é mal quando quer, é frio e vingativo, porém você tem todas as qualidades que disse, além de muitas outras.- Disse.

– Ok, vamos deixar isso para lá. Como foi lá com a London?- Perguntei.

– Foi ótimo. Porém terei que falar com Dean amanha.- Recostei minha cabeça no peito dele. Ele me segurava em seus braços e estava totalmente em seu colo e nua. Não tinha me vestido, o que me fez puxar o fino lençol.

– Não quero você perto dele, Jesse. Kol posso ficar de olho, nele nem tanto.- Disse.

– Eu sei, mas é que ele cismou que a London que me apresentou á você. E Dean é insistente e não vai deixa-la em paz.- Disse.

– Então vou falar com ele, mas você não.- Falei.

– Me deixe tentar pelo menos. Você viu o que deu a ultima visita dele e não queria vocês dois no mesmo ambiente.- Disse.

– E como acha que vou ficar sabendo que está no mesmo lugar que ele sozinha?- Perguntei.

– Vou estar no colégio. Não tem com o que se preocupar.- Disse.

– Por favor, tome cuidado.- Falei.

– Pode deixar.- Sorri.- Dean não é de agarrar garotas sem elas quererem. Pelo menos nunca fez o "estilo" dele fazer isso.

– Acho que vou pedir a Rebekah para ir com você, ela adora essa coisa de colégio.- Disse.

– Não precisa. Não tenho medo dele, amor. Conheço ele a minha vida toda quase.- Disse.

– Não quero nem pensar no que faria a ele se encostasse um dedo na minha garota.- Falei.

– Como é bom ouvir "minha garota", principalmente na sua voz linda.- O beijei.

– Minha garota, minha rosa linda.- Falei.

Sorri.- É, eu tinha razão. É delicioso.

– O que?- Perguntei.

– Ouvir sua voz dizendo isso. Suas mãos em minha pele. Tudo com você é delicioso.- Acariciei o rosto dele.

A beijei, num beijo lento e restaurador. Agora com tudo no lugar não sei da onde havia saído tudo aquilo.

Retribui o beijo e era tão delicioso. Seus lábios suaves e macios contra os meus. Sua língua quente de encontro a minha.

As janelas estavam abertas e ventava. Senti ela se arrepiar.- Melhor esquentar você para não ficar doente.

– E como?- Questionei.

– Fechando a janela.- Disse.

Ri.- Isso não esquenta. Só "abafa" o vento. Mas para esquentar podemos ligar o ar condicionado.

– Mas é o que está te deixando com frio.- Disse.

– Isso é verdade.- Falei.

A coloquei na cama e fechei as janelas.- Pronto.- Voltei e a coloquei na mesma posição que estava

Sorri.- Obrigada. Como nós humanos somos frágeis, não é? Um vento e me arrepiei toda.- Mostrei minha perna levemente arrepiada.

Apertei ela.- Você é de ficar doente?

– Não muito. Nunca peguei catapora, então isso ainda pode ocorrer.- Disse.

– Nem fale esse nome para o Elijah. Ele teve quando criança.- Falei.

– Nossa, tadinho. Pior foi o Dean, quando pequeno pegou caxumba e estava com medo dela se recolher. E sabe o que acontece quando isso ocorre. Porém foi um pouco engraçado, admito.- Disse rindo.

– Isso teria sido interessante.- Disse.

– Klaus!- Ri.- Você como homem sabe que... é o "orgulho" de vocês.

– O que? Estaria um pouco mias tranquilo.- Disse.

Apertei meu rosto em seu peito ainda rindo.- Meu Deus, você é engraçado até quando não quer.

– Jesse, não foi tanto assim.- Disse.

– Foi sim. As caras que você faz é impagável.- Ri.- Você é muito fofo e engraçado.

– E você está tão risonha que é difícil resistir.- Falei.

Sorri.- E eu adoro a sua risada. É como uma musica.

– Agora diz, como resistir a uma mulher linda, no seu colo e ainda sorrindo assim?- Questionei.

– Bem, você é o homem. Me diga.- Sorri e fiz a linha do seu rosto.

– Simples, não tem.- Disse.

Ri.- E como uma mulher resisti ao um homem lindo e ainda te segurando tão deliciosamente tentador desse jeito?

Nos virei, me deitando sobre ela.- E assim tem?

Fingi pensar.- Ainda não.

– Então não terá querida.- Disse puxando a perna dela e a colando em mim.

Sorri e lhe dei um beijo suave.

– Jesse, você é a minha perdição junto com a minha salvação.- Falei.

Acariciei o rosto dele.- Estou honrada em ser os dois.- Minha outra mão acariciava suavemente seu peito, sabia que ele ainda se acostumava.

Era uma sensação estranha ser tocado assim, ainda bem que ela não consegue perceber onde são as cicatrizes. Mas não era ruim sentir isso, só precisava de tempo. Me livrei do resto da minha roupa.

– Quer mais?- Perguntei, me referindo aos toques.

– Tempo minha querida. Fui muito longe hoje.- Disse.

– Tudo bem.- Falei.

– E nós vamos ter muito tempo.- Disse a beijando e sentindo meu corpo necessitar dela.

Retribui o beijo envolvendo meus braços em torno do seu pescoço.

O bom de não ser humano é que não demorava a ficar excitado, e já estava pronto para ela. Mas iria mudar um pouco. A virei de costas para mim e coloquei suas mãos pra segurarem na cabeceira da cama. Toquei suas costas, tão suaves, como o resto do corpo. Desci minhas mãos pelo resto, passando por suas nádegas que para uma americana eram deliniadas e suas coxas... Ah, como adorava aquelas coxas.

Suas mãos me arrepiavam tão facilmente e como adorava suas mãos. Ao mesmo tempo que eram suaves, eram fortes e intensas.

Acariciei ela novamente, tinha a pele tão sensível que pensei como seria se tivesse com ela o que tive com outras. A vontade de tocar mais fortemente e algumas coisas mais eram grandes, só que me preocupava como ela reagiria.

O olhei por cima de meus ombros.- O que foi?

– Eu queria uma coisa, mas não sei como vai ser com você.- Disse.

– E o que seria?- Perguntei.

– Aumentar nosso nível de dominação.- Falei.

– E como você gostaria de fazer isso?- Questionei.

– Sabe que não vou te machucar, não importa o que façamos, não é?- Fiz ela olhar para mim.

– Eu sei. Confio em você.- Sorri.

Deslizei minha mão pelo mesmo caminho, parando novamente.- Querida, você está tão atrativa assim.

Sorri.- Obrigada. Os exercícios antes do banho ajudam.

Apertei sua bunda e soltei-lhe um tapa ali. Não forte, claro, mas médio. Uma onda de excitação passou por mim.

Suspirei pesadamente ao que ele fez. Hoje era lua cheia e com certeza o lado lobo dele estava extremamente mais forte.

– Tudo, ok?- Questionei.

– Perfeitamente.- Falei.

– Então a senhorita mordeu esse lábio cinco vezes hoje que eu tenha visto? Pois será até onde vamos.- Intercalei os tapas entre os lados medindo a força, mas não conseguia evitar o prazer que aquilo me dava, como sempre.

– Com certeza esse castigo é bom. Vou morder os lábios mais vezes.- Disse sorrindo. O interessante era que não me importava em nada, em estar totalmente a mercê dele. Afinal, estaria de qualquer jeito.

Ri e penetrei nela. Se já me sentia bem, agora estava completo. A puxei para mim pelo cabelo enquanto mantinha movimentos rapidos e intensos e a mão que a segurava pela cintura tambem estimulava sua sensibilidade.

Suspirei pesadamente. Tudo que ele fazia me fazia suspirar e gemer.

Hoje estava tudo mais intenso, então era como se tudo estivesse a flor da pele e era incrível o que já estava sentindo, até ofegante estava.

Estava ofegante como ele e a respiração entre cortada. Assim como os batimentos já acelerados.

Aumentei os toques nela, como se o prazer dela fosse o meu também, mais que o normal, isso era fantástico.

Suspirei e gemi suavemente. Sentia minha tatuagem, ou nossa, já quente, como da ultima vez.

Trilhei beijos pelas costas dela e como não pude ontem, na tatuagem também, ela quase perdeu o equilíbrio. Sim, aquele era o ponto mais sensível dela no momento.

Suspirei.- Quando você toca nela parece que meu corpo todo responde.- Disse ofegante. Seus lábios na tatuagem, me causavam arrepios.

A segurava e fiz a linha dela com língua.- Assim?

Fechei meus olhos como por reflexo e minha respiração entre cortava.- Sim. A sensação é perfeita.

– Aguente querida, estamos quase lá.- Disse em seu ouvido sentindo o orgasmo iminente e extasiante.

A sensação de quando o orgasmo estava perto, era maravilhosa. Assim como suas mãos em meu corpo e seus lábios na tatuagem e na minha pele.

Movimentei mais algumas vezes e senti meu corpo vibrar com aquele sentimento intenso de quase sair de si.

A sensação foi perfeita. Ainda melhor do que das outras vezes. Minha respiração voltava ao normal, porém ainda estava ofegante.

A deitei, deitando ao lado. Essas relações estavam sendo as melhores da minha vida, nunca tinha me sentido assim.

Puxei o lençol, me cobrindo. Deitei minha cabeça no travesseiro e o olhava. Não sabia como podia ama-lo tanto e me sentir assim. Mas com certeza era a melhor sensação que já tinha sentido e que irei sentir.

Ela estava molhada.- Melhor abrir a janela novamente.

– Vou tomar um banho. Mas pode abrir.- Dei um selinho nele.- Eu já volto.- Me levantei indo para o banheiro.

Acompanhei ela.- Acho que vou também, não gosto de ficar suado.

– Então temos mais uma coisa em comum.- Disse o puxando para o banheiro.

Bem no meio do banho não é difícil saber o que aconteceu, de novo. Ela estava exausta e a levei para cama no colo, e a cobri.- Você precisa descansar.

O beijei.- Sim e amanha ainda tem aula.- Suspirei.- Ainda bem que é o ultimo ano.

Ri.- Sim. Pode dormir tranquila, vou vigiar o seu sono.

Sorri.- Ok.- Dei um ultimo beijo nele, me ajeitei na cama e logo peguei no sono.

Notas finais
Então, gostaram? Espero que sim :3 E ai, vocês teriam disposição para acompanhar um híbrido? HAHA´ Principalmente em lua cheia :3 Se fosse o Klaus, eu com certeza teria :3 HAHA´ Bem, nos vemos nos comentários e até o próximo! ;)