— Mas... Nossa... Estou sem palavras. Disse Mônica.

- Não é só você que está sem palavras, eu também estou — Disse Magali — E acho melhor você se entender com o Cebola rápido, pois vocês poderão ficar separados pelo resto da vida.

- Que nada, ele vai vir daqui a pouco!

- Acho melhor não ter muita certeza. Avisou Magali.

- Tá... Você venceu! Disse Mônica.

Mônica procurou o Cebola, quando achou:

- Oi, tudo bem? Mônica perguntou.

- Tudo, e você?

- Também.

- Espero que agora saiba que eu não tive culpa.

- Sim, eu sei.

- Eu sempre disse que tudo aquilo, não era o que você estava pensando, você não acreditou em mim.

- É, eu estava errada. Me desculpa?

- Desculpo sim, você não teve culpa — Disse Cebola — Mas tudo isso não pode continuar como antes.

- Como assim? Mônica perguntou.

- Achei que você sempre confiou em mim. Fiquei quieto quando você acreditou que eu faria isso com você. Eu disse somente uma frase: "Não é isso que você está pensando". Não disse mais nada, pois pensei que você ia mudar de ideia, mas não... Você me deixou triste, você não confiou na minha palavra.

- Mas...

- Nada de "mas", você não é mas a pessoa que pensei que era.

Cebola se levantou, foi para o seu quarto. Se deitou, e ficou pensativo. Será que aquela atitude que ele teve estava certa? O que ele sentia pela Mônica, era realmente "amor"? Tudo isso vinha à sua cabeça.

Continua...

Notas finais
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